”Home Office” Faz União De Trabalho E Vida Pessoal

Postado em 30 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Segundo especialistas, trabalho em casa é forma de atrair profissionais e também uma chance de economia para empresas

A gerente de recursos humanos da empresa de tecnologia Ericsson, Cintia Ozzetti, faz parte de uma tendência do mercado brasileiro: é uma profissional de grande corporação que trabalha ao menos parte do tempo em casa. Mãe de trigêmeas de oito anos, todas as terças-feiras ela almoça com a família, leva as crianças para a escola e faz pequenas tarefas domésticas. Com as ferramentas de “home office” – laptop e celular oferecidos pela empresa -, resolve questões corporativas da sala de sua casa, enquanto as filhas fazem a lição de casa.

Para especialistas em recursos humanos, o “home office” ganha espaço à medida que as empresas adotam a gestão por metas – que prioriza o resultado final da companhia, e não o processo para obtê-lo. Grandes companhias hoje já se sentem confortáveis para flexibilizar o horário de trabalho e permitir que ao menos parte das tarefas possa ser feita remotamente. Ao adotar um ambiente de trabalho que foge do velho padrão “das 8h às 18h”, as companhias conseguem manter funcionários valiosos e também descobrem vantagens econômicas.

Tome-se o exemplo da Ticket, empresa do setor de benefícios empresariais, que terceirizou 100% da força de vendas, com economia direta de R$ 3,5 milhões. Hoje, os 110 vendedores da empresa trabalham de casa, com autonomia total: agendam visitas, marcam apresentações e definem o próprio fluxo de trabalho, avisando a companhia por telefone ou e-mail.

Economia

O superintendente de vendas da Ticket, Eduardo Távora, diz que a iniciativa permitiu que a empresa fechasse 17 filiais no País, economizando com aluguel, luz e outras taxas. Além da redução de despesas, explica Távora, a operação também ganhou em agilidade: sem a necessidade de ir à empresa todos os dias, os vendedores economizam tempo – e podem se dedicar mais ao cliente. “A aprovação do novo modelo é de mais de 90%. São poucos os funcionários que sentem falta do clima do escritório”, afirma o executivo.

Gerente de negócios na Ticket, Michele Moreira trabalha em sistema de home office há três anos, e desenvolveu um modelo próprio de trabalho. Um dia por semana, fica em casa para fazer as “tarefas operacionais” e organizar a agenda: procura marcar compromissos fora do “pico” de trânsito em São Paulo e divide as visitas aos clientes por região, evitando deslocamentos desnecessários. “O resultado comercial é mais eficiente, a gente está na rua o tempo todo.”

Atração de talentos

Oferecer a possibilidade de o trabalhador ficar um dia por semana em casa pode ser uma forma barata e eficiente de atrair bons profissionais, segundo Tatiana Balau, consultora do grupo de carreiras DMRH. Ela diz que já é comum o trabalho remoto entrar na negociação de contratos de trabalho: “É um aspecto que atrai profissionais de perfil sênior, os mais disputados no mercado. São pessoas preocupadas em ter tempo para a família.”

Para os funcionários antigos, a consultora diz que é fundamental que as empresas comuniquem de forma clara a mudança no sistema de trabalho, mesmo que a adesão ao home office seja opcional. “É preciso que a organização do trabalho seja baseada em metas claras, com projetos baseados na entrega do resultado final, para que as pessoas se sintam confortáveis a trabalhar com mais autonomia.”

A gerente de recursos humanos da Ericsson diz que 20% dos funcionários da empresa trabalham em casa pelo menos uma vez na semana: além do RH, as áreas de compras, finanças e de comunicação aderiram parcialmente ao home office. Após uma resistência inicial, em que algumas pessoas interpretaram que o trabalho em casa poderia significar um afastamento progressivo, Cintia Ozzetti diz que a comunicação clara sobre os ganhos de qualidade de vida da iniciativa quebrou a barreira de desconfiança. “Todos os meses, a procura aumenta um pouco.”

Fernando Scheller – O Estado de S.Paulo

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Dia Do Trabalho

Postado em 30 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Este ano o dia do trabalho irá cair num sábado, e claro será feriado. Por mais estranho que pareça no dia do trabalho não se trabalha. Então este tempo de feriadão permite refletir sobre o seu significado.

O que é o trabalho para você?

Responda, mas esqueça aquele monte de matérias que você lê nas revistas especializadas à respeito, que sempre associam trabalho com prazer. Claro, que trabalhar no que se gosta é muito melhor, óbvio né? Mas fico pensando na quantidade de pessoas em nosso país que trabalha só e unicamente pelo dinheiro advindo do trabalho. Outras até que dissociam totalmente o fator trabalho, e pensam apenas no dinheiro na conta no final do mês. Tem gente que não quer ter trabalho, quer apenas o dinheiro, e costuma ter um péssimo desempenho naquilo que faz. Não capricha!

Trabalho bem feito é caprichado, dá trabalho.

Entro no supermercado e ouço gente reclamando do trabalho na cara do cliente. Vou à loja e vejo a mesma cena. Passo na banca de revistas e leio o oposto: Trabalho traz felicidade! Acho que o povo que escreve estas coisas não anda nas ruas, não faz pesquisa “in loco”. Continuo o meu trajeto de carro e vejo gente muito mal humorada dirigindo os seus carrões: Será que vai para o trabalho deste jeito?

Antigamente ninguém endeusava muito o trabalho, mas trabalhava e muito, porém de forma caprichada. Responder à pergunta que fiz neste texto era fácil: Trabalho para pagar as contas e ter uma vida melhor para minha família. Ninguém titubeava. Hoje a resposta deve lembrar alguma tese de mestrado daquelas bem chatinhas de ler e que não agregam absolutamente nada de novo, apenas um monte de citações antigas.

Quando eu comecei a trabalhar no final da década de setenta tinha uma fantasia sobre o trabalho, aliás, nunca havia pensado sobre estas coisas. Mas morria de vontade de começar a trabalhar, me imaginava subindo as escadas da empresa e passeando no centro da cidade de São Paulo. Tinha que saber datilografia, mas não fazia idéia do que eu iria datilografar. Trabalho pra mim significava apenas liberdade. Uma liberdade confundida com andar para cá e para lá. E claro comprar coisas. Sensação muito boa!

Apesar de o tempo ter passado a minha concepção original de trabalho ainda é liberdade, hoje com um componente mais robusto que é não só a compensação financeira mas também a produtiva. Aquela sensação impar de ter feito o que tinha que ser feito. Trabalho hoje é uma espécie de missão em minha vida. Gosto de trabalhar, na realidade eu adoro. Não consigo me imaginar sem o meu trabalho, ele é a expressão maior do que eu sou, é a marca que deixo por onde passo. Como boa geminiana gosto da diversidade do meu trabalho: escrevo, dou palestras e cursos, faço seleção e atendo em psicoterapia. Mas meu foco é único, sempre, o desenvolvimento das pessoas. Acho delicioso trabalhar nos tempos atuais, principalmente por que sou apaixonada por todos os recursos da internet. Sem modéstia alguma hoje vejo que o meu trabalho é útil em vários setores da vida. Claro, que ele ainda não tem o reconhecimento que merece. Acho que a profissão que escolhi – psicóloga – poderia ser mais bem utilizada. Imagino-me sendo consultora da polícia, ajudando as pessoas nas catástrofes naturais, e também a reinvidicar os seus direitos de forma organizada. Enfim, tenho muito a fazer, e claro que preciso de apoio de profissionais que fazem e pensam do mesmo jeito que eu. Acredito que trabalho seja transformação, e ainda sonho com o dia de ajudar as pessoas a serem ricas. Sim ricas muito ricas. Acredito que se ajudarmos as pessoas a trabalhar e a ganhar dinheiro elas serão menos usadas por qualquer tipo de interesse especulativo seja ele uma manipuladora campanha de marketing ou uma igreja que prega o fanatismo. Gente que trabalha e que tem dinheiro para comprar livros, viajar e ter acesso ao “diferente” amplia a sua cabeça e vê o mundo de outra forma. Trabalho significa escolha e dignidade e ponto de acesso aos estudos. Estudar sempre, mesmo que seja algo não formal. O pensamento pequeno do brasileiro me incomoda. Temos que começar a pensar grande, ganhar dinheiro, gerar riquezas e exigir menos roubalheira. Gente conformista deveria levar uns choques de vez em quando. O mundo está ai acessível para todos, sair do mundinho é aumentar perspectivas. Não sei se terei tempo para fazer tudo o que eu gostaria de fazer profissionalmente, pode ser que não, mas tenho certeza de que muita gente pensa como eu neste mundão. Trabalho é amplitude, e talvez por isto hoje em dia eu aceite cada vez menos trabalhos que só buscam bitolar, enquadrar e engessar pessoas. Quando eu vejo a moça da loja ou o cara do supermercado reclamando do trabalho eu sempre pergunto: Mas porquê você trabalha aqui se não gosta?

A resposta é sempre aquela: porque eu preciso!

Como precisar pode ser incompatível com trabalhar?

Não dá para crescer na ladainha da reclamação, o negócio é procurar outro emprego ou no mínimo uma atividade no qual a pessoa sinta-se produtiva e principalmente útil. Caros escritores de revistas sobre o trabalho andem de ônibus, e não só olhem a realidade, aprendam a intervir sobre ela. Esta simples pergunta que costumo fazer aos reclamões mostra a eles mesmos o quanto são improdutivos, acostumados apenas a receber um salário, fazendo um serviço medíocre. Infelizmente, ainda são poucos os gestores que percebem estas atitudes que denigrem imagens de grande empresas. Talvez eles também estejam apenas fingindo que trabalham, e neste fingimento incessante ninguém cresce e muito menos amplia os seus próprios horizontes. Eles parecem trabalhar muito, mas gastam boa dose de energia reclamando sem nunca virar a mesa a favor de si ou das empresas que escolheram trabalhar. Escolheram! Não conheço ninguém que foi trabalhar a força em determinado lugar. Que o dia do trabalho nos lembre estas escolhas, e que se não gostamos delas sempre há tempo para recomeçar.

Suely Pavan – www.pavandesenvolvimento.com.br

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Omissão

Postado em 30 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Motivação ·  

Duas garotas se estapeiam próximas a uma praia. Muitos passam, mas ninguém interfere, alguns chegam a rir da cena. O comportamento dos passantes denota omissão.

A criança de cinco anos “reina” na casa da vizinha enferma. A mãe e o pai em nenhum momento chamam a atenção da menina que se diverte gritando pela minúscula sala, enquanto joga objetos da mesa de centro da dona da casa no chão. A vizinha, apesar de doente, espanta-se com o comportamento omisso dos pais, e imagina o futuro desta criança que faz o que quer e quando bem quer. “Será ela da geração ‘Y’, aquela criada por um autor americano?” pensa ela, enquanto observa a menina.

O gerente, após sair do banheiro, entra em sua área e vê dois de seus funcionários batendo papo na internet. Um está atento ao Orkut, enquanto o outro mantém uma longa conversa no msn. Logo ao lado, três outros funcionários estão atentos às suas tarefas. Ele senta-se em sua mesa e resolve “deixar pra lá”, pensando “Não vou me indispor à toa com estes dois funcionários, sou um gestor de pessoas!” Um mês depois, um dos três funcionários que estava trabalhando vai reclamar com ele sobre o comportamento ocioso dos dois colegas. O gestor ouve o funcionário, o chamando de colaborador, e pede que à partir de agora ele lhe traga soluções ao invés de problemas, dizendo que achou bastane desagradável a sua postura. Passado um tempo, há uma vaga em outra área, e o gestor recomenda que o colaborador que passa muito tempo no Orkut participe do processo de promoção. Três funcionários (aqueles que trabalham) resolvem perguntar ao gestor qual foi o critério que ele usou para recomendar o colega. O gestor, fazendo uso do palavrório moderno da administração, desconversa e não dá critério algum para a sua indicação. Um tempo se passa e ele resolve demitir um dos três reclamantes. O motivo ninguém sabe.

Um pedófilo, após ficar um tempo na cadeia, recebe o direito de sair em liberdade. Quase um mês após ser solto ele mata a pauladas seis rapazes depois de estuprá-los. O juiz que o libertou diz que não tem responsabilidade sobre o fato, e lamenta a mortes dos rapazes. Depois de escarafunchar o caso, a imprensa descobre que três psicólogos consideraram o preso perigoso para o convívio em sociedade em 2008. Um ano depois, uma médica psiquiatra diz que o mesmo não apresenta problemas mentais. Empurra, empurra, disse me disse e a culpa é do sistema prisional brasileiro que não recupera ninguém. Se o sistema não funciona, por quê algumas pessoas insistem e concordam em trabalhar nele? Alguém conhece um preso que se recuperou em nossas cadeias? Quantos psicólogos e psiquiatras desenvolvem programas de acompanhamento? Mentira e omissão parecem sinônimos.

Quando? Onde? Como? perguntam os sobreviventes do Morro do Bumba sobre a promessa de moradia para os pobres. Temem que a copa do mundo abafe e faça com que sejam esquecidos pelo Brasil. Após o deslizamento da favela que ficava sobre o lixo, os jornais internacionais fizeram-se as mesma perguntas, enquanto por aqui ninguém teve a coragem de perguntar aos governantes o que fariam com as pessoas após serem retiradas das favelas tão glamourizadas em músicas e filmes, e tão importantes para políticos que as tornaram fontes de votos e antro de bandidagem no Rio de Janeiro. Omissão antiga escancarada pelas chuvas.

Em São Paulo existe a Cracolândia, um lugar que mais parece o paraiso dos zumbis dos viciados em crack, a própria encarnação do inferno na Terra. Vários governantes já disseram que irão acabar com a Cracolândia, mas ninguém diz onde irão colocar os viciados. Quantos pais choram e até acorrentam os seus filhos pois não encontram um lugar gratuíto para interná-los e tratá-los? A Cracolândia acabará no dia em que houver um centro de tratamento para os viciados pobres e que hoje, em função das drogas, engordam a criminalidade. Será que ninguém percebe isto?

“Slogan” de uma escola estadual da periferia de São Paulo: “Entra burro, sai bandido”. Um dos professores insiste em dizer para os seus alunos: “Você pra mim não passa de um número”. Apesar das reclamações dos alunos e pais, a diretora mantém este imbecil em seu quadro. Ela é omissa e talvez não possa demitir ninguém. Ensino, aprendizagem…Quem está preocupado com isto? Raras são as crianças pobres que recebem educação em casa e nas escolas. Porém classes lotadas e foco nulo na aprendizagem não são privilégios das escolas públicas. Vejo entidades de cursos, faculdades e MBAs focados ainda no número de alunos, em professores que ensinam conforme os ditames da pedagogia e não da andragogia (a arte de ensinar adultos). As classes em seu formato “escolinha” ainda lembram os formatos dos anos 50, cujo foco era o professor. Onde está o debate, a construção do conhecimento, e principalmente o não omitir-se? Professores que, apesar da exigência acadêmica dos mestrados, pouco se preocupam em ensinar, que é fazer aprender compartilhando.

Se você é antenado já deve ter percebido que neste texto falo somente de um tema: A liderança ou falta dela através da omissão.

Empolaram a liderança, fizeram dos líderes quase deuses e esqueceram que ela se insere em diferentes papéis, ou melhor ela é uma caraterística importante nos papéis de pais, professores, governantes, gestores, etc. A liderança representa a autoriade expressa, a autoria e a transformação. É ela que nos tira da acomodação tão típica da omissão.

O líder é aquele que intervém quando é preciso, é aquele que vê e principalmente aquele que age.

Como se formam hoje os nossos líderes nos mais diferentes papéis? Ouvindo e lendo, ou seja de forma passiva, omissa. Qual o MBA que você conhece que tem um laboratório de liderança? Um local de experimentação, no qual líderes sejam desenvolvidos de acordo com seus estilos, e não apenas sabendo de cor e salteado as modernas teorias e cometendo erros básicos no dia a dia. Ainda bem que pilotos de avião não tiram o brevê apenas assistindo a aulas teóricas!

A ação, que é o componente que falta aos nossos líderes, é algo que o criador do psicodrama Jacob Levy Moreno tinha de sobra. Ao ler vários textos sobre sua personalidade, descobri que Moreno se metia em tudo à sua volta. Se visse uma briga de rua, por exemplo, com certeza iria tentar uma conciliação, primeiro entendendo o que ocorria e depois através de uma ação adequada. Ele dizia que o psicodrama não era dos consultórios, mas da vida. Se vivesse em nossos tempos e constatasse esta crise de liderança caracterizada pela omissão que é falta de coragem, sem dúvida seria assertivo e implantaria em algum local um jeito de trabalhar através do método do Role Playing, que consiste em experimentar, jogar, visando o desempenho espontâneo e criativo de diferentes papéis. Teríamos desta forma professores, pais, gestores e governantes bem melhores, que sentiriam o impacto de suas ações através de suas redes relacionais complementares.

Esta semana, este jeito moreniano de ver a vida reacendeu através do discurso inflamado e indiganado da deputada Cidinha Campos(*). Infelizmente este discurso eu li e vi apenas num site de Portugal, apesar de sua importância para nós, brasileiros. Cidinha mostrou que indignação não combina com omissão, foi líder no papel de deputada que exerce. Cidinha coincidentemente, descobri pesquisando, foi a primeira pessoa que trouxe o psicodrama para a TV na década de 70. Ela é uma mulher de ação e que não se omite.

Como a indignação, o espírito de liderança, e o desejo de transformar através da ação, parece que anda distante do repertório do brasileiro, sugiro que você cantarole a música “Sonho Impossível”, de autoria de J.Darion, M.Leigh e Ruy Guerra. Talvez você não tenha a bela voz de sua interprete Maria Bethânia, mas não faz mal, é apenas um treino, uma brincadeira, um role playing. O objetivo é que, depois de cantar muito e sentir a letra, você comece a virar a mesa em seu dia a dia e deixe de se conformar e omitir, e exerça a sua liderança em casa, na escola, no trabalho e junto ao governo.

Sonhar mais um sonho impossível

Lutar quando é fácil ceder

Vencer o inimigo invencível

Negar quando a regra é vender

Sofrer a tortura implacável

Romper a incabível prisão

Voar num limite improvável

Tocar o inacessível chão

É minha lei, é minha questão

Virar este mundo, cravar este chão

Não me importa saber

Se é terrível demais

Quantas guerras terei que vencer

Por um pouco de paz

E amanhã se esse chão que eu beijei

For meu leito e perdão

Vou saber que valeu

Delirar e morrer de paixão

E assim, seja lá como for

Vai ter fim a infinita aflição

E o mundo vai ver uma flor

Brotar do impossível chão

Suely Pavan – www.pavandesenvolvimento.com.br

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Dizer Não A Uma Promoção É Sempre Fatal Para A Carreira?

Postado em 30 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Obviamente a situação não é corriqueira e pode até parecer uma insanidade para quem está dando os primeiros passos no mercado de trabalho. Entretanto, de acordo com especialistas, a recusa de uma promoção não é algo de outro mundo e nem sempre implica um “suicídio” para a carreira.

“Se a pessoa deixar bem claro para o líder quais são os motivos para a recusa e que ela deseja permanecer na empresa, ela não terá nenhuma consequência grave e pode até ser lembrada para oportunidades futuras”, explica o consultor de Recursos Humanos do Grupo Soma, Antenor Toledo.

A diretora de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Neli Barboza, concorda e acrescenta: “a transparência pode, inclusive, indicar para o líder de que se trata de um profissional maduro e assertivo”.

Quais os motivos para a recusa?

No geral, segundo Toledo, a recusa de uma promoção se dá por parte de profissionais maduros, com um salário razoável e que trabalham na empresa há um tempo considerável.

Dentre os principais motivos para o “não”, estão as prioridades pessoais, como ter um filho ou terminar um curso de mestrado ou doutorado; a falta de habilidade para liderar; e a falta de afinidade com o cargo oferecido, especialmente quando se trata de assumir responsabilidades em outros setores.

“Em todos os casos, mas principalmente neste último, ao recusar uma promoção, o profissional deve ter consciência de si, dos seus objetivos e deixar claro para a empresa dos impactos que tal decisão pode trazer para a companhia. Pois, não adianta nada assumir uma posição sem estar preparado e daqui um ano acabar sendo desligado por isso”, alerta Neli.

E quando os motivos não são claros?

Ainda segundo os especialistas, em alguns casos, a recusa se dá por medo ou insegurança. Nestas situações, alertam, o profissional pode se prejudicar bastante e ser preterido para as próximas posições.

Além disso, conforme Toledo, em empresas pequenas, a recusa pode deixar o clima bastante pesado, pois a atitude do funcionário pode significar maiores gastos, visto que a empresa pode ter de buscar profissionais no mercado.

“Quando os motivos não ficam claros, o profissional pode ter problemas e dar a entender que é inseguro ou que deseja mudar de emprego. Também acontece de empresas pouco flexíveis que não admitem que um profissional não queira crescer. Se isso ocorrer, o melhor a fazer é mudar de emprego”, diz Neli.

Gladys Ferraz Magalhães – InfoMoney

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Mistery Shopper, Um Excelente Aliado Nas Suas Vendas

Postado em 30 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Vendas ·  

Mystery Shopper, cliente oculto, comprador misterioso ou cliente espião, são algumas das denominações usadas pelas empresas para descrever essa poderosa ferramenta, de pesquisa de mercado, que possui a finalidade de melhorar o desempenho de vendas da sua empresa.

Por meio desta tecnologia, empresas do varejo e serviços conseguem aferir a qualidade do atendimento e recolher informações específicas importantes no relacionamento e, ainda, analisar anonimamente, as instalações, o armazenamento do produto, a qualidade percebida no atendimento do cliente ou qualquer outro detalhe que julgar necessário.

Já existe no mercado consultorias que prestam um serviço diferenciado, com os chamados clientes ocultos high tech, que entram nas lojas munidos de gravadores de áudio e vídeo.

O Mystery Shopper ou cliente oculto deve ter um perfil específico, com características físicas e comportamentais adequadas a cada tipo de segmento de mercado. É preciso ser paciente, minucioso e agir com atenção ao se misturar com os demais clientes, para não levantar suspeitas e, assim, ajudar a empresa a avaliar o atendimento do ponto de vendas, aperfeiçoar a qualidade no contato com o cliente e melhorar a performance de vendas e o relacionamento com os clientes.

Suas tarefas são específicas, pois passando-se por um consumidor, ao fazer a compra do produto ou serviços, faz perguntas, registra reclamações ou elogios. Por fim, traduz em respostas as dúvidas dos empresários a respeito da apresentação da equipe de vendas, a forma de abordagem usada, o tom de voz usado pelo vendedor, a limpeza da loja, a sondagem que é feita junto aos clientes no ponto de venda e o processo de fidelização de seus clientes. Pode ser considerado como um analista que indica não apenas se o profissional de vendas ou atendimento cumpriu o que foi orientado, mas o que é melhor para a empresa aumentar as vendas.

É muito importante ressaltar que, esse tipo de recurso se faz mais eficaz quando o profissional, que atua como comprador misterioso, não tem vínculos com a empresa e, desta forma, não possui uma visão viciada.

O comprador misterioso é considerado um recurso acessível podendo ser usado, também, pelas pequenas empresas. Serve, também, como uma ferramenta motivacional, onde prêmios podem ser oferecidos aos funcionários que atendam às expectativas e mais se destaquem gerando, desta forma, uma enorme motivação em toda a equipe, além de proporcionar aos clientes um atendimento diferenciado, o que faz toda a diferença.

Concluindo o seu trabalho, o cliente oculto fornece a empresa um relatório detalhado com as experiências que vivenciou, contribuindo, desta forma, para um concreto aumento nas vendas.

O Mystery Shopper ou cliente oculto, também pode ser aplicado com excelentes resultados para empresas que vendem para o varejo, ou seja, alavancar a venda de produtos específicos, ou marcas que são comercializadas para lojas e estas vendem ao consumidor final.

Há algum tempo fizemos uma ação para o segundo maior fabricante no mundo, do segmento de mercado que este participa, onde produtos são comercializados para o varejo e posteriormente vendidos para consumidores finais. Geralmente neste tipo de negócio há uma dependência muito grande dos vendedores balconistas, que estão preocupados, normalmente, em vender marcas e produtos que na opinião deles são mais fáceis de comercializar. Com estratégias simples, de incentivo de baixo custo, associadas ao Mystery Shopper ou cliente oculto, é possível ganhar a predileção dos vendedores balconistas e estes terem na hora da venda um produto ou marca específica como escolha número um na hora de apresentá-lo ao consumidor final. Mas esta estratégia ficará para um próximo artigo.

Ricardo Dorés – Com formação acadêmica em Direito e especialização em Marketing, ocupou no mercado as posições de Diretor de Unidades de Negócios, Gerente de Unidade de Negócio, Gerente Nacional de Vendas, Gerente de Desenvolvimento de Mercado, Gerente de Treinamento de Vendas, Supervisor de Vendas, em empresas multinacionais e nacionais de grande porte, tais como: 3M, Pfizer, Glaxo, IMB, Itaú Seguros, dentre outras. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br contato ricardo@salesresults.com.br

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Lista Enumera “10 pecados” de Psicólogos e Analista

Postado em 30 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Motivação, Comportamento ·  

A dona de casa Elisandra Bonfim, 28, fez terapia durante 12 anos. Teve duas psicólogas, chegou a ter sessões todos os dias da semana e gostava do processo. Mas diz que, com a última delas, que a atendeu por cinco anos, nunca teve coragem de ir para o divã.

Tinha medo de que a terapeuta dormisse, pois ela bocejava com frequência. “Acho que ela estava cansada naquela época, mas eu ficava muito incomodada com isso, pois acontecia em quase toda sessão. Cheguei a falar com ela, mas nada mudou”, conta.

Outro problema era o fato de a profissional olhar demais para o relógio. “Sei que não pode passar da hora, mas eu ficava irritada com isso. Às vezes eu estava contando alguma coisa, tinha vários sentimentos envolvidos ali”, lembra.

Nem por isso a terapeuta era pontual, diz Elisandra. Uma vez, chegou quando faltavam só dez minutos para o fim da sessão -foi preciso remarcar o encontro e voltar outro dia. “Ficava ansiosa, na expectativa. Tudo o que tinha planejado falar sumia da minha mente.”

As atitudes descritas por Elisandra são algumas das citadas em uma lista que traz 12 maus hábitos que todo terapeuta deveria evitar. O autor também é psicólogo: o americano John Grohol, criador do portal Psych Central (www.psychcentral. com), acessado mensalmente por 800 mil pessoas e eleito um dos 50 melhores de 2008 pela revista “Time”.

Segundo Grohol, a relação entre terapeuta e cliente é única: pode ser mais íntima do que o mais íntimo dos relacionamentos, mas, paradoxalmente, exige uma distância profissional. “Os terapeutas são tão humanos quanto seus pacientes e possuem as mesmas fobias. Eles têm maus hábitos, como todos nós temos, mas alguns deles podem realmente interferir no processo terapêutico”, escreveu.

A Folha selecionou dez comportamentos citados por Grohol e pediu a especialistas brasileiros que os comentassem. Muitos deles não são um problema quando ocorrem isoladamente, mas podem atrapalhar a terapia quando se tornam um hábito.

Se eles passam a incomodar o paciente, a recomendação é ser sincero. “O paciente tem o direito de expressar as necessidades dele”, diz a psicóloga Regina Wielenska, supervisora de terapia comportamental do curso de terapia comportamental e cognitiva do Hospital Universitário da USP (Universidade de São Paulo).

Wielenska lembra, porém, que algumas pessoas vão para a terapia justamente por terem dificuldade de se expressar.

“É o pior dos mundos quando o terapeuta tem atitudes inadequadas e o cliente não consegue se proteger delas. O melhor é quando ele se sente em condições de comunicar quando não concorda com alguma coisa”, afirma.

1

Comer na frente do paciente

Esporadicamente, no caso de uma sessão extra pedida pelo paciente e marcada no horário de uma refeição, por exemplo, a atitude é aceitável, afirma o psicólogo Roberto Banaco, professor titular da PUC-SP.

“É melhor oferecer apoio ao cliente comendo do que negar esse apoio por falta de horário”, diz Banaco. Mas necessidades pessoais como essa deveriam acontecer em outro contexto. “Comer na sessão mostra desrespeito pelo paciente”, diz Wielenska.

O terapeuta da estudante Denise Thornberg, 22, transformou isso num hábito. Nas sessões, consumia Coca-Cola light e confeitos de chocolate. “Ele estava sempre com uma garrafinha de Coca na mão. Eu não gostava”, conta.

Para o médico e psicanalista Sérgio Cyrino, filiado à Federação Brasileira de Psicanálise, isso não deve ocorrer jamais. “O analista não deve comer, oferecer ou aceitar comida.”

2

Atender ao telefone

Emergências acontecem. O terapeuta pode ter de atender um paciente internado ou com risco de suicídio, por exemplo.

Nesse caso, o mais aconselhável é avisar antecipadamente ao paciente que isso pode acontecer e ser breve. “Se existir essa possibilidade, o terapeuta deveria dizer que, em caráter excepcional, pode ser necessário atender a uma ligação urgente. Mas isso deve ser raro, não pode se tornar um hábito”, afirma Wielenska.

Atender a ligações de outro tipo é desaconselhável. “Imagine quando se interrompe um comunicado [do paciente] de intenso conteúdo emocional bem no meio. A compreensão, ao ser fragmentada, perde todo o sentido. O paciente se sente deixado em segundo plano. Como é que se conserta isso depois?”, diz Cyrino.

3

Tomar notas em excesso

A figura do analista com um bloquinho na mão, que aparece em charges e filmes, é um falso símbolo da psicanálise, diz Cyrino. “Freud não anotava durante as sessões porque isso fragmenta a compreensão da situação da análise. Quem interrompe para tomar notas perde o fio da meada. O pensamento é muito mais rápido do que a palavra escrita. E o paciente se sente perseguido.”

Para Banaco, anotações, quando ocorrem, podem ser feitas rapidamente por meio de palavras-chave, como lembretes para serem “recheados” com conteúdos nos intervalos entre sessões.

Denise Thornberg conta que seu terapeuta escrevia tanto que a incomodava. “Ele não me olhava nos olhos.” Para Wielenska, o terapeuta deve pedir autorização para anotar e manter o contato com ele enquanto faz isso. “Quem trabalha frente a frente com alguém deve preservar o olhar e a atenção.”

4

Atrasar-se para a sessão

O terapeuta pode ter que ficar mais tempo com um paciente, o que acarretará atrasos nas sessões seguintes. Mas, de novo, isso não deve ser hábito. “Quando o profissional estender a sessão desse cliente, ele saberá que os atrasos devem-se ao acolhimento para quem precisa, em contraposição à regra fria de que a sessão dura “X” minutos”, diz Banaco. Ele acredita que, quando a demora é grande, o terapeuta deve dar satisfação a quem aguarda.

Para Cyrino, o atraso é muito comprometedor. “O analista deve sempre aguardar o paciente, para que ele tenha uma sensação de constância dentro da instabilidade afetiva que o traz ao tratamento. Como interpretar atrasos constantes de um paciente, que podem ter mil acepções, se o analista também se atrasa?”, questiona.

5

Ser pouco acessível

Segundo os especialistas, deve haver um meio-termo em relação a esse item. Por um lado, não é recomendável que o cliente desenvolva uma extrema dependência do terapeuta. “Um paciente carente pode querer estar ligado 24 horas ao analista, como se fosse um bebê em simbiose com a mãe”, compara Cyrino.

Por outro lado, estar inteiramente fora do alcance, especialmente em situações graves, não é aconselhável. “O terapeuta não pode ser impossível nem dar a impressão de disponibilidade total, como se fosse só do paciente -o que é um desejo frequente e compreensível”, diz o psicanalista.

De acordo com Wielenska, cada terapeuta tem suas preferências em relação a esse assunto. “Alguns liberam celular e e-mail, outros autorizam o cliente a deixar recado. Eles devem colocar esses limites assim que começam a atender uma pessoa”, afirma.

6

Olhar demais para o relógio

O terapeuta precisa controlar o tempo. Mas olhar demais para o relógio pode dar a impressão de que ele tem pressa para terminar a consulta.

Denise Thornberg trocou o terapeuta que tomava refrigerante por outra e está gostando. Mas diz que a atual olha demais para o relógio. “Enquanto eu falo, ela fica de olho para ver quando a sessão vai acabar. Isso desvia minha atenção. Penso: ‘Será que estou falando muita coisa sem sentido?’.”

Segundo Cyrino, com a experiência, o terapeuta ganha uma noção de tempo automática. “Mas ele não é máquina. Um recurso é ter um relógio num lugar discreto e consultá-lo sem caráter ostensivo.” Já se isso ocorrer com um paciente específico, o terapeuta deve se perguntar o que está acontecendo na relação com ele.

7

Bocejar demais

Bocejar não é o problema: como qualquer pessoa, o terapeuta pode estar cansado em um determinado dia. A questão é quando a atitude se torna um hábito, que costuma ser interpretado pelo paciente como falta de interesse.

Mas, se o terapeuta não encontrar explicação para o sono e ele ocorrer sempre com um paciente específico, esse fato pode se tornar uma informação importante na terapia. “O cliente pode ter um padrão de comportamento que gera tédio também fora do consultório”, diz Regina Wielenska. “Mas essa atitude [bocejar] deve ser contida, pois a terapia requer foco e concentração.”

Já dormir é tido como inadmissível. “Se o terapeuta percebe que não suporta o sono, deve suspender a sessão”, diz Roberto Banaco.

8

Contato físico excessivo

No Brasil, costuma ser aceito um maior contato físico ao cumprimentar alguém. “Na nossa cultura, é normal dar um beijinho ou um ligeiro abraço. O terapeuta pode fazer isso com leveza e rapidez, sem tom erótico”, diz Wielenska.

Mas deve haver limites. “Por ser uma relação facilmente confundida com uma relação afetiva, um contato físico exacerbado pode atingir fragilidades dos clientes. Trata-se de um abuso da relação desigual que se instala no contrato terapêutico: o cliente tem problemas e o terapeuta tem soluções”, afirma Banaco.

Segundo Cyrino, muitas terapias psicológicas usam o contato físico no tratamento, mas não a psicanálise. “Para essa corrente, o excessivo contato físico favorece a dependência emocional do paciente, dificultando seu crescimento.” Vale lembrar que o contato sexual entre terapeuta e cliente não é adequado em nenhum caso.

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Falar demais sobre si mesmo

A sessão é do cliente, e não do terapeuta. “No entanto, temos bagagem, história de vida e, em situações específicas, ela pode ser usada em benefício da terapia”, diz Wielenska.

Mas, se o terapeuta sente falta de amigos, não deve buscá-los nos clientes. “O analista pode estar carente, pois é de carne e osso. Nesse caso, deve redobrar a atenção para não misturar sua vida à do paciente. Muitos gostariam de ser amigos do analista, mas isso desvirtua o foco da terapia”, diz Cyrino.

A chave é ver se há propósito terapêutico. “Qualquer fala sobre si mesmo que não tenha um propósito terapêutico é uma fala em demasia”, diz Banaco.

Segundo ele, se o paciente tem o terapeuta como modelo e segue seus conselhos cegamente ou o imita, expor a vida pessoal é ainda mais danoso.

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Vestir-se inadequadamente

Como qualquer pessoa, o terapeuta tem seu estilo e não precisa abrir mão dele no ambiente profissional. “Atendemos surfistas, publicitários, executivos. Não podemos ser camaleões para nos ajustarmos ao estilo de cada cliente. O terapeuta só não pode estar vestido de maneira profundamente chamativa, vulgar, suja ou descuidada. O resto é uma questão pessoal”, diz Wielenska.

De fato, há limites. “Deixar à vista longas extensões de pele não é desejável: bermudas, camisas abertas, decotes pronunciados ou saias tão curtas que mostrem a roupa de baixo são absolutamente inapropriados”, lista Banaco.

Para Cyrino, o foco não deve ser o terapeuta, inclusive no quesito vestimenta. “Não é necessário vir de batina, mas o oposto faz com que o foco de atenção se desvie do paciente para o analista. E é o paciente que veio mostrar seus conteúdos”, diz Cyrino.

Flávia Mantovani

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Boa Convivência

Postado em 30 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

boaUm dos aspectos mais importantes quando falamos em sucesso é a boa convivência. Num mercado competitivo e acirrado é difícil acertar no convívio com os demais principalmente quando sabemos que todos almejam subir na carreira.
Existem alguns pontos interessantes sobre isso que podemos destrinchar:

1) Todos querem subir porém não é preciso ser grosseiro ou se sentir superior aos demais e isso acontece com muitos profissionais quando estão bem cotados com o chefe. É preciso lembrar que as coisas mudam e se hoje estamos numa certa posição amanhã pode não ser assim.
2) Bajulação para com os chefes é algo que pega muito mal perante os colegas de trabalho e acaba transformando o ambiente de trabalho. É importante se dar bem com o chefe, claro que sim! mas é preciso comedimento diante dos outros porque pode ser mal interpretado e acabar prejudicando.
3) Competência em primeiro lugar. Hoje, mais do que nunca é a competência que é valorizada. As empresas querem resultados cada vez melhores de suas equipes e é isso que vai ser analisado para uma promoção, um aumento ou qualquer outra ajuda na escalada rumo ao sucesso. Ser competente sem passar por cima dos outros é um desafio enorme nas organizações e para ser competente precisamos de pessoas competentes trabalhando conosco por isso é preciso se dar bem com todos da equipe. Conseguimos muito mais resultados tratando bem do que tratando mal.
4)Evite a falsidade. Existem pessoas que são muito falsas. Usam um discurso para cada colega de trabalho, outro para o chefe, outro para o cliente e por aí vai. Essas pessoas acabam descobertas com a convivência diária e o que acontece? Ninguém confia mais. Aí é um grande passo para o fim da carreira.
5)Coloque-se no lugar do outro. Quer se dar bem com todos? Procure se colocar no lugar das pessoas. Você vai entender muitos comportamentos, muitas falhas que ocorrem, muitos conflitos.. é colocando-se no lugar do outro que você vai encontrar a compreensão que necessita para ter uma boa convivência.

Simone Castillo

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Troque O Cansaço Pela Positividade

Postado em 28 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

doceAprenda a equilibrar energias mudando seus pensamentos e sentimentos
não basta estarmos conscientes apenas das vibrações físicas, já que o principal responsável por aquele “peso” que sentimos no final do dia é o ambiente sutil. Você já reparou como uma inocente conversa no “cafezinho” pode acabar com seu dia? Às vezes basta uma ligação telefônica, um e-mail, um olhar. Estamos o tempo todo interagindo com outras pessoas e, portanto, nosso perfil vibracional é dinâmico.
Uma pessoa que reclama e se lamenta ao seu lado gera uma vibração não harmônica. Se você não estiver atento, pode se pegar reclamando e lamentando junto com ela minutos depois. Então já se deixou afetar pela vibração desarmônica também. E as outras pessoas no ambiente também poderão ser afetadas, criando como que um “vírus” que se alastra no ambiente. A atual crise mundial é um exemplo de “vírus” que se alastra e nos “contamina” sem nos darmos conta. Ficar preocupado com a crise não muda absolutamente nada, apenas piorando a situação. Na realidade é maneira como você recebe essas energias que determina como ela vai ou não lhe atingir. São seus próprios pensamentos e sentimentos, também constituídos de vibrações, que afetam nosso perfil energético.
Segundo Jill Bolte Taylor, neurocientista autora de “A cientista que curou seu próprio cérebro”, entre um pensamento e seus efeitos fisiológicos decorrem 90 segundos. Durante este minuto e meio você tem a opção de escolher interromper o estímulo do pensamento, antes dele manisfestar-se no seu corpo físico e tornar-se aquele sentimento que toma conta de você. Portanto, a “contaminação” por pensamentos e sentimentos, próprios e alheios pode ser evitada com a sua atenção e consciência.
Se ainda assim estiver sentindo muito cansaço no fim do expediente, experimente fazer respirações conscientes acompanhadas de uma visualização no início e ao final do dia. Acompanhe o passo-a-passo:
1Coloque-se em um ambiente mais tranquilo que puder. Se quiser, pode colocar algo que lhe ajuda a relaxar como uma música calma, um incenso, uma essência aromática.
2De olhos fechados, inspire visualizando o ar como uma luz líquida que entra em seu corpo iluminando, purificando e enchendo seu corpo de vitalidade, e expire visualizando uma fumaça escura, eliminando todo o cansaço, angústia e negatividade. Veja todos os espaços agora limpos sendo preenchidos pela luz líquida.
3Quando se sentir plenamente revigorado, abra os seus olhos lentamente, trazendo sua atenção e o sentimento de relaxamento para o momento presente. Afirme para você mesmo que é nesse sentimento que você escolhe viver o seu dia-a-dia.
Mantenha saudável a energia no seu ambiente de trabalho, consciente de si e do ambiente físico e sutil a sua volta. Escolha estar sempre nas vibrações mais saudáveis, e vivencie todo o bem-viver que isso pode lhe proporcionar. Boas vibrações para você!

Entenda mais sobre vibração
Tudo em nosso universo, seja matéria ou sutil é constituído de vibração. Tudo tem seu padrão vibracional, recebendo e emitindo um tipo de vibração. Você é um conjunto de vibrações originadas em seu ser físico, emocional, mental e espiritual. Esse conjunto gera o seu perfil vibracional, que vive imerso em um oceano vibracional com o qual está em constante interação. O cuidado nessa interação lhe possibilita vivenciar padrões vibracionais mais ou menos saudáveis.
Ceci Akamatsu

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Discipline-Se

Postado em 27 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Quando éramos crianças e estávamos em período escolar ouvíamos muito a palavra disciplina. Depois, com o passar dos anos, paramos de ouvir, de falar e até mesmo de praticar algo tão importante quanto ela. Disciplina significa o conjunto de regulamentos destinados a manter a boa ordem em qualquer organização. Submissão ou respeito a um regulamento.

Para que possamos evoluir em qualquer área, seja nos estudos, seja na carreira, no trabalho ou até mesmo como pessoas é preciso que nos auto disciplinemos. Criar e obedecer regras que nos farão ser mais produtivos, mais organizados, mais acertivos em nossas decisões, mais compenetrados, mais pontuais e mais respeitosos com as pessoas que nos cercam.

Somente através da disciplina podemos nos impor metas e traçar objetivos concretos para o atingimento destas metas. Não é nada fácil seguir certas regras mas quanto mais difícil, maior a recompensa que nos espera.

Não pense que você está sendo “careta” por chegar na hora, não pense que você está sendo “otário” por levantar cedo e ir trabalhar… coisas assim que acabam por algumas vezes entrar em nossas mentes, seja pelos exemplos que vemos na televisão, nos filmes, seja pelo exemplo que acaba vindo da nossos políticos. Existem muitas outras histórias de sucesso e trabalho que são fruto de pessoas dedicadas e disciplinadas.

Veja alguns atos disciplinados que podem estar faltando em sua vida:

- Faça um roteiro de suas atividades e como pretende cumpri-las.

- Estabeleça horários para começar e terminar tarefas ao longo do dia.

- Coma refeições mais saudáveis e leves no dia-a-dia.

- Respeite horários e compromissos.

- Durma as horas de sono necessárias para seu bem estar.

- Defina suas metas para aquele dia ou semana e foque-se em atingi-las.

- Evite distrações com a internet e telefones.

- Seja educado com todas as pessoas.

Simone Castillo

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A Diferença Pede Licença

Postado em 27 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

simplicidade2A sociedade é um imenso mercado, onde muito cedo as pessoas são etiquetadas e colocadas em algum lugar, sem escolha possível. O bonito, o feio, o desajeitado, o inteligente, o atrasado, o grande, o pequeno, o normal, o anormal…

E julgam-se, sem piedade, os fracos, os fortes, os vencedores, os perdedores, os sãos, os doentes.

Chama-se de diferente aquele que não está na mesma linha de normalidade que a maioria do ser humano. Mas, o que é ser diferente senão o fato de não ser igual? Não somos assim, todos diferentes?

Por que etiquetas, se todos trazemos em nós riquezas inúmeras, mesmo se muitas vezes imperceptíveis aos olhos humanos?

A diferença pede licença sim!!!

Dá-me oportunidade!

Deixa-me mostrar quem sou, ao meu tempo! Deixa-me desenvolver minhas capacidades e farei florir meu deserto.

Peço é oportunidade para mostrar do que sou capaz. Peço aceitação para estar no meu lugar, não o escolhido pra mim, mas aquele onde sou capaz de chegar.

Se não plantamos sementes, jamais colheremos frutos!

Deixar que cada qual desenvolva a seu tempo e seu ritmo o seu potencial é dar abertura ao mundo. É a diversidade de flores que dá a beleza a um jardim.

Quem é normal e quem é anormal se o sangue corre da mesma forma para todos, se o coração bate da mesma forma, se as lágrimas têm a mesma cor e se o sorriso fala com as mesmas palavras?

A diferença pede aceitação, pede respeito, pede tolerância e pede, sobretudo, muito amor.

Anormal não é quem foge dos padrões sociais; anormal é quem não compreende e não aceita que somos todos seres imperfeitos, mas, nem por isso, diminuídos aos olhos de Deus; anormal é quem se acredita grande e pensa que o mundo todo é pequeno; é quem não percebeu o verdadeiro significado da palavra amar.

Quando Jesus morreu de braços abertos foi para abraçar toda a humanidade; quando perdôou o ladrão, lavou pés, sarou cegos e leprosos, foi para nos dar a lição da humildade, para nos mostrar que grande mesmo é aquela pessoa capaz de abrir todas as portas do seu coração e de olhos fechados receber com amor todo aquele que a vida coloca no nosso caminho, independente da sua classe social, raça, religião, condição física ou mental.

A diferença pede licença!…

Abra-lhe o caminho e você vai ver onde ela é capaz de chegar!

Letícia Thompson

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