Borbolete-se
Rudolf Steiner, pai da Antroposofia, disse que: as borboletas são flores que se desprenderam da terra… E que as flores são borboletas que a terra apreendeu…
Seja como for, se as flores marcam a primavera, as borboletas são seu símbolo maior.
São quatro fases da mesma vida: ovo, lagarta, crisálida e borboleta.
Enquanto ovo, é princípio vivo, puro. Representa a potencialidade do ser, guardada dentro de um invólucro de heranças parentais.
É fundamental para desenvolver a solidez das bases estruturais do indivíduo. Mas num determinado momento, torna-se necessário romper com essa capa de proteção, para caminhar sobre as próprias pernas.
A lagarta tem o aprendizado da terra, do rastejar, das coisas que se processam lentamente. Simboliza os cuidados com o mundo físico, com os aspectos materiais que compõem a existência cotidiana. Pode ser o lado pesado da vida.
A crisálida é o encapsular para gestar. É como se retornasse ao estágio do ovo, mas só que por escolha pessoal. É criar um casulo para si mesmo, como forma de conectar-se com seus sentimentos, sua interioridade e seus próprios desejos.
E, finalmente, as asas libertam a borboleta! Mas, para se chegar à borboleta, é preciso superar o conforto e a comodidade do “já conhecido”…
É preciso deixar morrer o velho e partir ao encontro das possibilidades em aberto, sem certezas, sem garantias.
A borboleta é a lição viva de que tudo é passageiro.
Assim também somos nós…
Uns vivem para sempre no ovo…
Outros jamais passam de lagarta…
E tem gente que vive gestando um sonho, um ideal, mas sem nada realizar…
Ainda existem aqueles que, com esforço, se libertam, ganham asas e voam leves! Pousam aqui e ali, no colorido das flores, e só de existir fazem a vida mais bela!
Identifique em que fase você está e observe como fazer para processar a sua metamorfose.
Viver é cumprir fase por fase. Desapegar-se do antigo e entregar-se ao novo até ser capaz de voar.
Desperte e tente uma nova forma! Deixe acontecer em você esse misterioso processo de se abrir para florescer! Deixe aparecer suas asas, suas melhores cores, seu vôo!
Recebido de Deborah Biscardi
| | Comentar »Para Participar da Conspiração da Bondade
Entre os bens que o cantor e compositor Johnny Alf (1929-2010) deixou, estava um piano, após a morte do fundador da Bossa Nova, foi doado a um empresário, que tinha recursos para comprá-lo.
A historia da doação começou muito antes.
Quando empresario era um estudante universitario, Johnny foi cantar em sua faculdade, a seu pedido e de graça.
Muitos anos depois, bem idoso, o cantor ficou doente. Sem recursos, foi ajudado bem-sucedido empresario que, brincando para legitimar sua discrição, disse que queria pagar o cachê que estava devendo ao artista.
Como é mesmo melhor dar do que receber (Atos 20.35), Johnny cantou de graça.
Depois recebeu de graça os recursos para o seu tratamento.
Morto o cantor, os que cuidam do seu modesto espólio doaram seu piano para o benfeitor, como uma forma de agradecer.
Participaram assim todos, sem o saber, de uma conspiração de bondade, como aquela de que participou Boaz, quando acolheu Rute (que se tornaria uma ancestral de Jesus), e aquela protagonizada por Barzilai e Davi (2Samuel
19.31).
Israel Belo de Azevedo
| | Comentar »Aposentei-me, e Agora?
Hoje escrevo especialmente para uma classe muito importante. Aqueles que trabalharam e nos favoreceram (direta ou indiretamente) durante anos e mais anos, os aposentados. Afinal de contas, hoje falo para eles, mas pode servir amanhã para mim mesmo e para vocês que ainda são jovens. Aliás, APOSENTADORIA, essa palavra que muitas vezes parece distante de nossa realidade e rotina tão atribuladas, na verdade é o ponto de chegada da maioria dos brasileiros. Mesmo porque, quem nunca pensou no dia em que não precisará mais acordar cedo para trabalhar, ou que não necessitará esperar as férias chegarem para fazer as viagens que surgirem na “telha”?!
Porém, aposentadoria é alguma coisa muito mais complexa do que simplesmente pendurar as chuteiras, e muito mais simples do que um planejamento estratégico de carreira. Primeira reflexão que proponho para hoje é: o que você gostaria de fazer quando a lei permitir que você fique em casa descansando, sendo respaldado financeiramente? Sei que muitas pessoas responderão que vão fazer tudo que não puderam fazer durante toda a vida, por conta de falta de tempo. Mas as coisas não são tão simples assim.
Primeiramente digo que para fazer tudo que não fizemos durante toda a vida, precisamos estar bem estruturados financeiramente. Ou seja, há que se planejar para dar conta de se manter sozinho até o fim da vida, e ainda sobrar capital suficiente para realizar nossos sonhos (os possíveis de se comprar). Essa é a primeira questão e talvez a mais relevante, afinal, a maioria dos brasileiros acaba se tornando dependente de outras pessoas (filhos, parentes, amigos), quando chegam à terceira idade. Entretanto, este não é o modelo ideal, e tão pouco o que almeja a maioria deles.
Porém, não estou aqui hoje para falar sobre planejamento financeiro para aposentados. E sim, sobre plano de vida (profissional) para essa categoria. Muitas destas pessoas se sentem num profundo vazio quando se aposentam. Isso normalmente acontece por conta da vida atribulada que levaram durante tanto tempo, obedecendo a horários, correndo atrás de números, tentando atingir metas etc. De repente, veem-se numa apatia tão grande que nem mesmo sabem o que fazer com tanto tempo livre. Alguns se tornam depressivos, com uma sensação de inutilidade. Vez ou outra acham um refúgio em bebidas e jogos. Outros buscam algo prazeroso para fazer e, quem sabe, até transformam em algo rentável.
Outro dia, fazendo o plano de aposentadoria de um cliente, chegamos à conclusão que ele não pararia de trabalhar. Não, por enquanto. Ele estava no auge de sua carreira, presidindo uma importante organização e não achava justo parar quando, finalmente, alcançou seu principal objetivo de carreira. Estabeleceu mais um tempo em que se dedicará à empresa e, só depois, aposentar-se-á oficialmente. Mas também atendi casos de pessoas que preferem deixar de ser empregados, para se tornarem empresários, os patrões. Outros, ainda, dedicam-se a causas sociais, como voluntariado em hospitais. Alguns preferem colocar em prática habilidades não exploradas anteriormente.
Independente de qual a decisão de cada um, o importante é estar preparado psicologicamente para uma mudança brusca de rotina. E, principalmente, estar bem estruturado para encarar com tranquilidade a fase da vida em que deveríamos apenas colher os louros do que plantamos durante toda uma vida.
Exatamente por isso, o meu conselho de hoje é: aproveite enquanto você está ativo para definir o fim da sua vida. Até mesmo porque, para muitos, o que chamamos de terceira idade é, na verdade, a melhor época da vida, pois já possuímos experiência e vivência suficientes para sabermos o que é bom para nós mesmos. Para quem goza de boa saúde, é fundamental aproveitar esta etapa para, de fato, realizar todas as vontades que passou durante a vida. E, para isso, a saúde mental é tão importante quanto. E, convenhamos, para garantir esse bem-estar, é essencial que tudo na vida esteja na mais perfeita ordem.
Se você está próximo de se aposentar, procure alguém que possa lhe ajudar com um planejamento adequado. Isso garantirá o deleite de uma vida mais serena e transformará sua terceira idade em melhor idade.
Você já se aposentou e não se planejou? Siga as dicas:
Coloque no papel quais as coisas de que realmente gosta de fazer e verifique quais são viáveis e quais não são;
Verifique se sua renda como aposentado é suficiente para lhe manter de agora pra frente. Caso não seja, imagine de que forma você poderia incrementar a renda, tornando-a suficiente para tal;
Dispense um tempo para realizar seus hobbies. É fundamental que agora você reserve mais tempo para si mesmo e para se dedicar a sua família;
Estabeleça metas, afinal, mesmo não trabalhando (se esta foi a sua opção) as metas fazem com que sempre estejamos desempenhando atividades, sejam elas de que natureza for;
Viva intensamente e aproveite, ainda mais, cada momento da sua vida.
Bernt Entschev – Headhunter e Presidente da De Bernt Entschev Human Capital.
| | 1 Comentário »O Que será necessário?
A maior distancia que existe entre dois pontos vem em função de um atalho. Nancy Dornan
O que será necessário para que você venha obter aquilo que você tanto almeja? Para que você possa ter aquilo que você tanto deseja ter? Para ser a pessoa que você deseja ser? O que será necessário? Será necessário um trabalho árduo. Muito trabalho. Longas noites. Frustrações. Disciplina. Esforço. Desapontamentos. Desconforto. Será necessário compromisso total. Será necessário que você dê o melhor de si mesmo.
Se você acha que isso parece ser muito duro, então considere a alternativa: daqui alguns anos você poderá olhar para trás e constatar o tempo que perdeu e agora sem retorno não há nada mais a fazer a fim de recuperar o tempo perdido. A escolha é sua. Um caminho plano, sem pedras ou espinhos, mas com um destino desolador. Ou um caminho desafiador, cheio de obstáculos mas com objetividade, contentamento e senso de realização.
Para qualquer lado que você se dirigir, a vida será mesmo difícil. Porém, são apenas através dos desafios é que podemos experimentar genuíno crescimento. É superando as mais angustiantes dificuldades que podemos desfrutar as mais significativas realizações. Reconheça que a vida é mesmo difícil, e que os desafios devem ser encarados com coragem e disciplina e ao agir desta maneira, você estará livre para viver a sua vida com alegria, propósito e gratificante significação.
Nélio DaSilva
| | Comentar »A Idade e a Mudança
“Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher.
Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.
E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi.
Foi um momento inesquecível…
A platéia inteira fez um ‘oooohh’ de descrédito.
Aí fiquei pensando: ‘pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?’
Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado ‘juventude eterna’. Estão todos em busca da reversão do tempo..
Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.
Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada.
A fonte da juventude chama-se “mudança”.
De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.
A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas.
Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.
Mudança, o que vem a ser tal coisa?
Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho.
Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.
Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos.
Rejuvenesceu.
Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol.
Rejuvenesceu.
Toda mudança cobra um alto preço emocional.
Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza.
Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.
Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.
Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
Olhe-se no espelho…”
Lya Luft
Recebido de Mônica Moreira
| | Comentar »O Pãozinho
Bem, começo essa crônica me transportando à minha adolescência – naquela
época não tinha “aborrescência” – no Rio de Janeiro. Primeiro no Méier e
depois na Tijuca.
Minha boca enche d´água ao lembrar dos pãezinhos franceses e da bisnaga.
Crocante, macia e com uma bela orelha, que junto com o bico eram
disputadíssimos. Aquilo era pão!
No Méier, a padaria era na Rua Coração de Maria esquina com Rua Castro
Alves. Na Tijuca eram duas: uma na esquina da Rua José Higino com a Av.
Conde de Bonfim e a outra, na mesma José Higino, esquina com a Rua Antônio
Basílio. Claro, e a inesquecível São Sebastião na Praça Saens Peña.
Talvez digam que esqueci da Padaria Fidalda, mas sempre a tive “em alta”
para os doces e salgadinhos, como a “falecida” Confeitaria Gerbô e a
inigualável torta de caramelo e o risoles de queijo.
E o pãozinho careca? Que saudades! – Mas desse eu não vou nem falar pois,
parece, nem no Rio existe mais.
Sempre tive o café da manhã como principal refeição. Nem tanto pelo
alimento, mas pela presença de todos à mesa. Depois, era cada um para o seu
lado. Mas o pãozinho francês, delicioso, sempre esteve presente e enaltecia
a reunião matutina.
Aliás, pão sempre foi uma paixão minha. Tenho livros de como fazer pão,
várias receitas, mas confesso que nunca “acertei” o pãozinho francês. Dizem
que é por falta do spray de água que existe nos fornos industriais. Sei lá.
Portanto, eu me gabo em dizer, muito tranquilamente, que eu sei o que é um
bom, belo e delicioso pão francês.
Dizem que o pão francês é português e no Rio, são raras as padarias que não
são de portugueses. Em São Paulo, parece que começou com os italianos, mas
os portugueses acabaram por tomar conta.
Quando vim morar em São Paulo – primeiro no interior e depois na Grande São
Paulo – curti uma certa euforia por sempre ouvir falar das padarias “por
aqui”. Só depois vim saber que “por aqui” também estavam os portugueses e
suas padarias.
Em quinze anos vivendo no estado “locomotiva”, ainda não encontrei o
pãozinho francês, com regularidade, que me desse prazer em comê-lo,
saboreá-lo. Quando encontro, é porque o padeiro errou.
“Ah seu moço. Por aqui todos gostam de pão grande.” – Disseram e dizem as
atendentes de padaria.
Não sei qual o prazer um comer um pãozinho francês grande, inchado, pesado,
sem gosto e sem orelha. Sim, sem orelha – a chamada “assinatura do padeiro”
–, só aquela superfície lisa, sem graça.
Até pensei que quando o pão passou a ser vendido por quilo, ao invés de
unidade, que fosse melhorar. Nada! Parece que povo já estava viciado no pão
inchado e sem graça.
O que parece, pela qualidade do pão – oco por dentro e casca quebradiça –, é
que o tal do bromato continua a fazer das suas, se metendo sorrateiramente,
na calada do descanso, na massa em repouso tranquilo.
As vezes, como em janeiro que passou, encontro uma padaria que deve ter
instalado um sistema antibromato. O pão, em todo dia e a qualquer hora, sai
do mesmo jeito. Com a mesma cara bonita, tamanho regular, apetitoso.
Encontrei em Itatiaia, uma das últimas cidades fluminenses da Dutra, antes
da divisa. Não pestanejei. Comprei 30 pães e trouxe para congelar. A
diferença é tão grande que mesmo depois de 4 horas de viagem, com o sol
batendo forte, o pão chegou melhor do que o fresquinho, ao lado de casa.
Tenho pensado em investir numa padaria ou num forno de padaria, só para
comer um pão francês que preste, ou então vou fazer como o americano e
comer, apenas, pão de hambúrguer.
Silvio T Corrêa
| | Comentar »O Pescador E O Banqueiro
Um banqueiro de investimentos americano estava no cais de uma povoação das Caraíbas, quando chegou um barcocom um único pescador.
Dentro do barco, havia vários atuns amarelos de bom tamanho.
O americano elogiou o pescador pela qualidade do pescado e perguntou-lhe:
“Quanto tempo gastou a pescá-los?”
O pescador respondeu que pouco tempo.
O americano perguntou-lhe logo: “Porque não gasta mais tempo e tira mais pescado?”
O pescador disse que tinha o suficiente para satisfazer as necessidades imediatas da sua família.
O americano: “Mas que faz você com o resto do seu tempo?”
O pescador disse: “Depois de pescar, descanso um pouco, brinco com os meus filhos, durmo a sesta com a minha mulher, vou ao povoado à noite, onde tomo vinho e toco guitarra com os meus amigos.
Tenho uma vida prazenteira e ocupada”…
O americano replicou: “Sou um especialista em gestão e poderia ajudá-lo. Você deveria investir mais do seu tempo na pesca e adquirir um barco maior. Depois, com os ganhos, poderia comprar vários barcos e eventualmente até uma frota de barcos pesqueiros.
Em vez de vender o pescado a um intermediário, poderia fazê-lo directamente a um processador e eventualmente até abrir a sua própria processadora.
Poderia assim controlar a produção, o processamento e a distribuição.
Deveria sair deste pequeno povoado e ir para a capital, donde geriria a sua empresa em expansão”.
O pescador perguntou: “Mas, quanto tempo demoraria isso?”
O americano respondeu: “Entre 15 e 20 anos”.
“E depois?“, perguntou o pescador.
O americano riu-se e disse que essa era a melhor parte. “Quando chegar a hora, deveria anunciar uma OPA
(Oferta Pública de Aquisição) e vender as acções da sua empresa ao público. Ficará rico, terá milhões!
“Milhões … E depois?“, tornou o pescador.
Diz o americano: “Poderá então retirar-se. Vai para uma povoação da costa, onde pode dormir até tarde, pescar um pouco, brincar com os seus filhos, dormir a sesta com a sua mulher, ir todas as noites ao povoado tomar um vinho e tocar guitarra com os seus amigos”.
Responde o pescador: “Por acaso isso não é o que já tenho?”
MORAL DA HISTÓRIA:
Quantas vidas se desperdiçam buscando alcançar uma felicidade que já se tem, mas que muitas vezes não vemos. A verdadeira felicidade consiste em apreciar o que temos,e não em sentirmo-nos mal por aquilo que não temos.
“Se choras por ter perdido o sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas“
A felicidade é um trajeto, não um destino!
Recebido de: Maria Lourdes de Oliveira
| | Comentar »Ouse e Seja Mais Feliz!
O cultivo do comportamento ousado não é sinônimo de felicidade, mas utilizar com consciência essa energia pode, sem dúvida, nos proporcionar muitas alegrias. Grandes invenções, mudanças em nossa forma de ver a vida ou de interagir com ela são frutos de comportamentos ousados. A ousadia é vista com desconfiança por muitas pessoas, pois é comum associar a sua presença um comportamento de alto risco. Pessoas ousadas, afirmam alguns, são perigosos e irresponsáveis.
Na verdade, tudo pode ser ou não ser. É fato que muitas pessoas por uma série de motivos podem ser ousadas e inconseqüentes. Podem agir sem pensar e egoisticamente legar as conseqüências de suas escolhas aos outros. Muita gente tem esse tipo de postura no amor, nos negócios e mesmo com a própria saúde. Mas não é nenhuma regra. Como dizia no parágrafo anterior, as descobertas humanas devem sua gênese a comportamentos ousados. Para rompermos com paradigmas pré-estabelecidos necessitamos de atitudes ousadas. Precisamos de coragem, de acreditar no novo, quando este ainda não existe além de nossas expectativas.
Sendo assim, quem sabe hoje você não aproveita seu dia e pensa sobre quanta ousadia tem conseguido colocar em sua vida. É uma excelente oportunidade de pensar sobre sua maneira de ser. Gosto de ver a ousadia como um tempero. Se nossa vida estiver bem temperada, no ponto certo, sempre teremos energia para melhorar. Se faltar tempero, nos acomodaremos, a vida fica sem sabor. Mas se tiver em excesso, naturalmente, teremos problemas.
Embora não seja fácil dosar esse tempero, é sempre importante pensar se estamos ou não cuidado dele. Portanto, ouse. Faça coisas diferentes, inove, experimente, mas ouse. Nada de ficar parado, esperando que as coisas mudem por si só, pois elas podem nunca mudar da maneira esperada, justamente por não nos movermos em direção ao que desejamos. A vida é feita de detalhes e disso todos sabem.
| | Comentar »Saiba Como Lidar Com o Estresse no Dia-a-dia
Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde mostra que o estresse é a epidemia número um do século 21
Assessoria IBC
Com a aceleração das tecnologias, a diferença entre as melhores empresas e profissionais e as medianas é a rapidez em que se criam novas oportunidades de negócios e solucionam os problemas. Para isso, a pressão é inerente ao dia-a-dia dos executivos que são cobrados 24 horas.
Além disso, longas jornadas de trabalho fazem parte da rotina dos executivos, assim como os conflitos administrativos e pessoais. O resultado do mundo contemporâneo é o que a Organização Mundial da Saúde (OMS) chama de “technostress”, ou seja, o estresse se tornou a epidemia número no século 21.
Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Coaching, José Roberto Marques, o estresse é a forma que as pessoas encaram as pressões externas e internas. “Com a falta de equilíbrio emocional para enfrentar os desafios, o organismo reage às alterações físicas e psicológicas”, diz.
Uma das competências mais essenciais no mercado de trabalho é o equilíbrio emocional. “No desenvolvimento de alta performance de um líder coach trabalhamos situações de conflitos que são intrínsecos no mundo dos negócios. Um líder coach saberá solucionar e prevenir conflitos e problemas com maturidade profissional. Com isso, o executivo melhora as relações interpessoais conseqüentemente, a sua qualidade de vida”, afirma o Master Coach José Roberto Marques.
No treinamento de alta performance o profissional muda os paradigmas, crenças e sua forma de encarar os problemas. “Os obstáculos fazem parte de qualquer rotina, seja doméstica, social e profissional. A forma como a pessoa desafia os problemas é que irá fazer-la ter qualidade de vida e maior rendimento profissional”.
Um profissional estressado adoece toda a equipe ou a empresa. Para eliminar o estresse das corporações, muitas corporações adotam o coaching na sua gestão, visto que esse trabalho desenvolve competências positivas criando padrões de pensamentos favoráveis. “O coaching é uma ferramenta importante para a “saúde” na gestão de pessoas, pois proporciona equilíbrio emocional e devolve ao profissional a autoconfiança”, explica Marques.
Nesse cenário, o coaching trabalha as emoções e desenvolve as habilidades existentes, mas adormecidas, nos profissionais. “O líder coach saberá lidar com as adversidades como ansiedade, pressão, angústia, conflitos existentes dentro e fora das corporações”.
| | Comentar »Bom Humor No Trabalho
“O bom humor é um dos melhores artigos de vestuário que se deve usar em sociedade.” ( William Makepeace Thackeray)
Quem suporta trabalhar em um ambiente, onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação?
Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.
É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois, diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de idéias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.
Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.
Os líderes que possuem bom humor, conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários.
Quando se passa uma mensagem com humor, ela é recebida mais amistosamente, e tem o poder de desviar a atenção do conflito e mudar a maneira como ele é interpretado. Porém, é preciso saber dosar o uso das brincadeiras, e existem momentos em que o humor deve ser deixado de lado e usar a seriedade.
Muitas vezes desistimos de nossos objetivos por considerarmos só as dificuldades encontradas, mas se olharmos com bons olhos e positivamente, o que parece ser algo muito difícil pode ser tido como um novo desafio e quando finalizado só nos trará prazer por termos superado as dificuldades encontradas.
Por vezes, um comentário inteligente, assim como uma boa piada caem como uma luva, no momento certo. Precisamos, no entanto, ter alguns cuidados para saber exatamente que momentos são esses, especialmente no ambiente de trabalho, esse cuidado deve ser redobrado.
É preciso ter cuidado para não nos tornarmos pessoas chatas ao invés de bem humorada, e não confundir bom humor com falta de bom senso. Temos que saber quando e com quem brincar, analisar se o conteúdo da brincadeira não é algo preconceituoso, e se as piadas não envolvem opções sexuais, doenças, mulheres, negros, religiões ou diferenças culturais, por ser de péssimo gosto.
Assim sendo, encare a vida com bom humor. Desta forma você só tem a ganhar e como diria Charles Chaplin: “Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental.”
Ricardo Dorés -Com formação acadêmica em Direito e especialização em Marketing, ocupou no mercado as posições de Diretor de Unidades de Negócios, Gerente de Unidade de Negócio, Gerente Nacional de Vendas, Gerente de Desenvolvimento de Mercado, Gerente de Treinamento de Vendas, Supervisor de Vendas, em empresas multinacionais e nacionais de grande porte, tais como: 3M, Pfizer, Glaxo, IMB, Itaú Seguros, dentre outras. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos. www.salesresults.com.br contato ricardo@salesresults.com.br
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