Auto Estima

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso - Motivação ·  

Se um dia alguém fizer com que
se quebre a visão bonita que você tem de
si, com muita paciência e amor reconstrua-a.
Assim como o artesão recupera a
sua peça mais valiosa que caiu no chão,
sem duvidar de que aquela
é a tarefa mais importante,
você é a sua
criação mais valiosa.
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Olhe somente para dentro, para
bem dentro de você e faça
dali o seu lugar de descanso,
conforto e recomposição.
Crie este universo agradável para si e seja feliz.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
Brahma Kumaris

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Arriscando

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

agua2Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. O homem andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu.Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia: “Você precisa primeiro preparar a bomba com toda água desta garrafa, meu amigo. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir.

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda água que quisesse. Ou talvez não.

Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Deveria perder toda aquela água, na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não sabia quando?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… e a bomba pôs-se a ranger e chiar sem fim. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água; depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância! Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.

Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota: “Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”

Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento? ??

Quantos ficam parados satisfazendo- se com resultados medíocres, quando poderiam conquistar significativas vitórias???

Baseado em Charlles Swindoll – Como Viver Acima Da Mediocridade. Ed. Vida.

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Dicas Para Os Que Lideram Pessoas

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Liderança ·  

1. Comunique-se com as pessoas que você chefia ou supervisiona, deixando-as à vontade para expressar suas opiniões sem temores, e pergunte regularmente a cada uma delas:? Como posso ajudá-lo a fazer melhor o seu trabalho? ? Que problemas você tem que posso ajudar a resolver?

2. Procure certificar-se de que a pessoa entendeu o que você falou, sempre que explicar algo pergunte: ? Fui claro?

3. Lembre-se de que não basta que a pessoa entenda. É preciso que ela acredite, participe e ?vista a camisa?.

4. Mantenha-se informado, seja criativo e utilize todos os recursos que possam contribuir para maior eficácia da sua equipe.

5. Examine com os membros do seu grupo, regularmente, a eficácia de toda a organização.

6. Não faça seus colaboradores perderem tempo com diretrizes e exigências que servem apenas para satisfazer seus caprichos ou manias burocráticas.

O líder precisa saber administrar pessoas, esse é o diferencial. Ele deve ir até as pessoas. Dessa forma, ele estará fazendo com que sua equipe sinta-se mais participante e motivada. Isso aumenta a relação de confiança.

Em casa, no trabalho e em quaisquer circunstâncias, vale a pena cultivar o hábito de ir até as pessoas e procurar ouvi-las. Conhecê-las melhor, compreendê-las, compartilhar, interagir.

Caso não fique bem claro para o colaborador a importância do seu trabalho, isso pode levá-lo à frustração e a desmotivação.

Para enfrentar os desafios desta década, as organizações devem dar extraordinária atenção aos empregados, tanto quanto aos clientes externos.

Isso não é uma questão de ser bonzinho com os colaboradores.

Trata-se simplesmente do reconhecimento de que os seres humanos é que fazem ou destroem uma companhia.

Extraído do Capítulo V do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar ? Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado

Sônia Jordão

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Procura-Se Velhos Soldados Para Defenderem Velhas Verdades

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Religião ·  

A igreja necessita grandemente de cristãos maduros, e especialmente quando há muitos novos convertidos sendo acrescentados a ela. Novos convertidos fornecem ímpeto à igreja, mas a sua espinha dorsal e a sua substância devem, sob Deus, repousar sobre os membros mais maduros.Nós queremos os cristãos maduros no exército de Cristo fazendo o papel de veteranos, inspirando os demais com frieza, coragem e firmeza; porque se o exército inteiro for composto de recrutas inexperientes a tendência será que eles hesitem quando o assalto for mais feroz que o habitual.

A velha guarda, os homens que respiraram fumaça e comeram fogo anteriormente, não tremem quando a batalha se enfurece como uma tempestade. Eles podem até morrer, mas jamais se rendem. Quando eles ouvem o grito de “Avante,” eles podem não avançar tão agilmente à frente como os soldados mais jovens, mas eles arrastam a artilharia pesada, e o seu avanço uma vez conquistado, é seguro. Eles não vacilam quando os tiros voam intensamente, porque eles se lembram de antigas batalhas em que Jeová cobriu suas cabeças. A igreja precisa, nestes dias de fragilidade e falta de compromisso, de crentes mais decididos, profundos, bem-instruídos e confirmados.

Nós somos assaltados por todo tipo de doutrinas novas. A velha fé é atacada por assim-chamados “reformadores” que adorariam reformá-la completamente. Eu espero ouvir notícias de alguma doutrina nova uma vez por semana. Tão freqüentemente como a lua muda, um ou outro profeta é movido a propor alguma nova teoria, e acreditem, ele lutará mais bravamente por sua novidade do que jamais fez pelo Evangelho. O descobridor se acha um Lutero moderno, e da sua doutrina ele pensa como Davi pensou da espada de Golias: “Não há outra semelhante.”

Como Martinho Lutero disse de alguns nos seus dias, estes inventores de novas doutrinas encaram suas descobertas como uma vaca diante de um portão novo, como se não houvesse nada mais no mundo para se encarar. Eles esperam que todos nós fiquemos loucos por seus modismos e marchemos de acordo com o seu apito. Ao que nós damos ouvidos? Não, nem por uma hora.

Eles podem reunir uma tropa de recrutas inexperientes e conduzirem-nos para onde quiserem, mas para crentes confirmados eles soam suas cornetas em vão. Crianças correm atrás de qualquer brinquedo novo; em qualquer pequena apresentação de rua os garotos ficam todos excitados, boquiabertos; mas os seus pais têm trabalho por fazer, e suas mães têm outros assuntos em casa; aquele tambor e aquele apito não vão atraí-los.

Pela solidez da igreja, pela firmeza da fé, por sua defesa contra os recursivos ataques de hereges e infiéis, e pelo avanço permanente dela e a conquista de novas províncias para Cristo, nós não queremos apenas seu sangue jovem, quente, o qual esperamos que Deus sempre nos envie pois é de imensa utilidade e não poderíamos ficar sem. Mas nós também precisamos dos corações frios, firmes, bem-disciplinados e profundamente experimentados de homens que conhecem por experiência a verdade de Deus, e atém-se firmemente ao que aprenderam na escola de Cristo.

Que o Senhor nosso Deus nos envie muitos desses. Eles são extremamente necessários.

Charles H. Spurgeon – Fonte: Mulheres com Propósitos / www.webevangelista.blogspot.com

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Vontade de Viver

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Religião ·  

Confesso que já pensei mais na morte. Hoje estou sem tempo para ela. Meus dias estão tomados por uma disposição permanente de promover a vida. Canções, fadigas, trabalhos e ócios são momentos distintos que me permitem expressar o que há de melhor na vida: viver. Pode ser que nos dias futuros o clima mude, mas agora não tenho interesse algum em gastar forças com tudo aquilo que favoreça as distâncias.

Encontro algumas pessoas que insistem em falar sobre a morte, ou pelo menos de sua iminência. Pressão alta, arritmias, comidas gordurosas, temores diversos, utis, cirurgias, medicamentos, hospitais, mal-estar. O medo de morrer retira de nós a alegria de viver.

Outros já se entregaram. Não sonham mais. Seguem os dias. Viajantes em si mesmos. Sem rumo ou convicção são levados pelos destinos, encontros e desencontros comuns. Gente nova, até. Uns cansaços. Ares pesados. Dores intermináveis.

Com outras gentes ao meu lado experimento a multifacetada oportunidade de pensar, agir, querer, sofrer, lutar, perder e conquistar. Na ausência destas variações a vida seria chatíssima. Ninguém suportaria a mornidão diária. Completa rotina. Fatos previsíveis.

Estou correndo atrás do extra-ordinário. Procuro novidades e experiências que permitam outros olhares e outras percepções. Paisagens comuns que escondem pequenos milagres são caminhos que esperam por aqueles que arriscam seguir na direção do que muitos chamam de mistério. Viver é arriscar-se. Disponibilidades constantes para alcançar futuros. Dias moldados a partir das escolhas, dos lugares e das pessoas que encontraremos.

E o Salvador foi descoberto numa manjedoura para que nEle tenhamos vida. Em Jesus há uma disposição diferente. Com Ele, a vontade viver é contagiante, pois veio para que tivéssemos vida com qualidade, quantidade, densidade e profundidade.

Rev. Sérgio Andrade
Fonte: www.webevangelista.blogspot.com

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Quizzes – Clínica Médica (2009)

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso (aula Empreendedorismo) ·  

1. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), vamos fazer afirmativas que se referem a dificuldades que as clínicas médicas enfrentam atualmente. Apenas uma afirmativa NÃO corresponde a uma dificuldade das clinicas médicas e você deve assinalá-la:
a) Os médicos se agrupam em clinicas para compartilhar espaço e infra-estrutura, reduzindo seus custos, e podendo atender a clientes em diversas especialidades;
b) Os planos de saúde não têm critérios claros para o credenciamento de clinicas medicas e há casos em que funcionários dos planos cobraram para admitir clinicas;
c) Os planos de saúde pagam muito pouco pelas consultas, exames e cirurgias, o que muitas vezes inviabiliza o bom atendimento das clinicas medicas;
d) O medico que é sócio de uma clinica precisa conseguir a maior quantidade possível de clientes que não sejam associados a um plano de saúde para equilibrar as finanças de sua clinica.
2. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), uma questão fundamental para as clinicas medicas é conseguir estabelecer um modelo de funcionamento viável sob o ponto de vista de atendimento médico e sob o ponto de vista econômico. Assinale a afirmativa que melhor retrata este ponto de equilíbrio:
a) Há necessidade de reduzir os custos de infra-estrutura da clinica e atender a um numero maior de pacientes por hora, para que o faturamento da clinica cresça e seja possível pagar melhor os médicos;
b) Há necessidade da clinica de renegociar os valores que os planos de saúde pagam por consulta, exame e cirurgia, de forma a melhorar o que ganham os médicos, sem prejudicar o atendimento medico aos clientes;
c) Há necessidade de negociar com os clientes um pagamento suplementar de cada procedimento médico, complementando o que é pago pelo plano e restabelecendo o equilíbrio financeiro da clinica, o que permitirá pagamento mais justo aos médicos;
d) Há necessidade de reduzir custos de infra-estrutura, mantendo tudo o que é essencial para manter o bom atendimento médico: a equipe da clínica deve ser organizada para fazer a triagem dos casos, os mais fáceis sendo atendidos pelos médicos menos especializados e os casos mais críticos, pelos especialistas.
3. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), temos alternativas radicais de mudança de modelo de funcionamento que podem ser estudadas e, em alguns casos, viabilizadas. Aponte dos modelos abaixo, qual deles tem possibilidade de ser implantado, sem que a clínica perca sua viabilidade financeira e que tenha bom padrão de atendimento médico:
a) Clínica no Leblon passará a não aceitar convênios e planos de saúde e manterá alto nível de qualidade médica e alta especialização, sendo voltada para o público de maior poder econômico;
b) Clínica no Centro da cidade passará a não aceitar convênios e planos de saúde e manterá alto nível de qualidade médica e alta especialização, sendo voltada para o público de maior poder econômico;
c) Clínica no Centro passará a aceitar todos os convênios e planos que conseguir e ainda os clientes de seu próprio plano e o atendimento será feito dentro de padrões simples, tanto em infra-estrutura, como em tempo de espera e com consultas rápidas para diminuir os custos por consulta. Clínica no Leblon passará a atender apenas a clientes que não tenham plano de saúde ou que pertençam a convênios que remuneram adequadamente a clinica: o atendimento será feito dentro de padrões de alto nível médico e com muita especialização, sendo as consultas com hora marcada e pelo tempo necessário a um bom atendimento;
d) Clínica no Centro passará a seguir dois modelos: de manhã, aceitará todos os convênios e planos que conseguir e ainda os clientes de seu próprio plano e o atendimento será feito dentro de padrões simples, tanto em infra-estrutura, como em tempo de espera e com consultas rápidas para diminuir os custos por consulta. À tarde, só serão atendidos clientes que não tem planos de saúde e nem pertencem a convênios e que terão atendimento especial VIP, com hora marcada e consultas feitas de maior duração.
4. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), os donos da clinica precisam tomar uma decisão sobre o modelo a ser adotado pela clinica e sobre a sua forma de funcionamento. Para isso, foi imaginado fazer uma pesquisa de mercado, o que teria a finalidade:
a) Determinar se os planos de saúde aceitariam renegociar a forma de remunerar os serviços médicos da clinica;
b) Determinar se os clientes aceitariam pagar um valor extra, em complementação aos valores pagos pelo plano de saúde, para os serviços médicos prestados;
c) Determinar quais os limites de aceitação dos clientes para medidas que possam reduzir os custos da clinica, sem reduzir a sua qualidade de atendimento medico;
d) Determinar quais os clientes de plano de saúde que aceitariam continuar a usar os serviços médicos da clinica, pagando diretamente a ela e por valores superiores ao de seu plano de saúde.
5. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), para fazer a Pesquisa de Mercado, você deve preparar o ICD – Instrumento de Coleta de dados, que deve obedecer a algumas regras básicas. Assinale a seguir qual afirmativa NÃO corresponde a uma regra para a elaboração do ICD:
a) Use o menor número de perguntas;
b) Faça perguntas fáceis de responder e de preferência com respostas sim ou não;
c) As perguntas mais difíceis de responder devem estar no inicio do ICD;
d) Procure não fazer perguntas genéricas que admitem respostas de difícil tabulação.
6. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), para fazer a Pesquisa de Mercado, para preparar o ICD – Instrumento de Coleta de dados você deve tomar algumas providencias anteriores. Assinale aquela que vai lhe fornecer mais subsídios para elaborar as perguntas do ICD:
a) Fazer o “briefing” com os médicos sócios da clínica para entender que aspectos são importantes e que eles precisam que você descubra na pesquisa;
b) Preparar a forma de fazer a tabulação da pesquisa;
c) Estabelecer o formato do relatório resultante da pesquisa;
d) Criar a forma de fazer o pré-teste do ICD para evitar que haja pontos esquecidos ou perguntas com duplo sentido.
7. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), para fazer a Pesquisa de Mercado, você deve preparar o ICD – Instrumento de Coleta de dados, mas antes disso precisa definir o público-alvo a ser pesquisado, isto é, as pessoas que irão responder ao ICD. Assinale a afirmativa que melhor ajuda a definir este público-alvo:
a) Todos os clientes da clinica na cidade e no Leblon devem responder ao questionário do ICD;
b) Os funcionários e médicos da clinica, tanto na cidade como no Leblon, é que se constituem no público-alvo da pesquisa de mercado;
c) Basta que 10% dos clientes da clinica, estruturados por faixa de idade, sexo e por convenio ou plano de saúde, sejam entrevistados e preencham o ICD para que se tenha um resultado com um grau de acerto bastante razoável;
d) É necessário que sejam entrevistados todos os clientes e funcionários, inclusive médicos, para que o resultado da pesquisa reflita o pensamento da maioria e sirva para orientar as decisões dos sócios da clínica.
8. Sobre o Espaço Empreendedor I (Clínica Médica), para fazer a Pesquisa de Mercado, você deve apresentar o relatório da pesquisa de mercado com as seguintes informações:
a) Tabelas com as informações que foram solicitadas pelos sócios da clinica, construídas com as informações que foram prestadas pelos entrevistados no ICD;
b) Análises das respostas dos entrevistados, buscando informar tendências e fornecer os elementos que nortearão as decisões dos sócios, sempre fielmente em acordo com as informações prestadas pelos entrevistados;
c) Caso os sócios tenham fornecido alternativas sobre a organização da clínica, o relatório deve conter as informações que permitam aos sócios da clínica visualizar o grau de satisfação com cada alternativa e os pontos de critica que cada uma recebeu;
d) O relatório deve conter, sempre que possível, as informações contidas nos itens acima e ainda buscar expor as informações quantitativas e qualitativas recolhidas da pesquisa.

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PESQUISA DE MERCADO – Clínica Médica (2009)

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso (aula Empreendedorismo) ·  

Atualmente, os consultórios médicos, de uma maneira geral, apenas equilibram despesas e receitas. Neles, pode haver dois tipos de profissionais: o cirurgião/clínico e aquele que é apenas clínico. O primeiro, além de oferecer consultas, faz operações em hospitais e, por isso, pode ter outra fonte de renda. Já aquele que é somente clínico atende apenas no consultório e tem dificuldades em fechar as contas no fim do mês.Hoje em dia, o que se discute, inclusive em jornais, é que os planos de medicina privada pagam pelas consultas apenas um valor marginal. Isso é ainda mais problemático se levarmos em consideração que nas grandes capitais, o custo de se manter um consultório médico, com suas despesas associadas (aluguel, energia, ar condicionado, computadores, equipamentos, atendentes, enfermeiras e médicos ) está cada vez mais alto. Dessa forma, os médicos, profissionais liberais por excelência, reivindicam maiores valores para pagamento das consultas.

O que fazer então? Que decisão tomar? Como alterar essa situação? E, ainda mais: Quantas clínicas médicas possui o Brasil? Que contingente de pessoas encontram trabalho nestes estabelecimentos relativamente pequenos, os quais têm de equilibrar a ética médica com iniciativas empresariais?

Neste Estúdio do Empreendedor, vamos explorar este tema, ilustrando com a realidade.

1 Contexto

Corria o ano de 1953. Em Goiânia (GO), cidade planejada recém criada, as pessoas se reuniam para um carteado, uma noite na casa de uns, outra noite na casa de outros, para observar o racionamento de energia elétrica imposto por rodízio, nos bairros. Numa dessas noites, o jogo de cartas foi interrompido em meio a uma discussão para o trabalho de parto prematuro da esposa de um médico oftalmologista. Nasceu um varão que, anos mais tarde, seria companheiro de profissão do pai. O que lhe reservava profissionalmente o futuro?

Corre o ano de 2003, no Rio de Janeiro (RJ). O médico oftalmologista Pai mudou-se para o Rio de Janeiro em 1963, montou consultório e já acumulou uma clientela de cerca de 50 mil pacientes, ao longo de 50 anos de exercício profissional. Mudou a tecnologia, por exemplo, com a moderna cirurgia de correção da miopia a Laser. Mudou a Medicina, com os planos de saúde privados.

Os tempos de Goiânia já se foram, quando os pacientes traziam animais vivos e outros produtos de suas propriedades rurais, para demonstrar gratidão ao médico. O Brasil mudou muito também, levando muita gente do campo para as cidades. Em Goiânia, a clientela era toda particular, e o médico Pai trabalhava isoladamente.

A Clínica Oftalmológica já está estabelecida há mais de 30 anos no Centro da cidade do Rio de Janeiro. Além de Pai e Filho, conta com outros médicos que clinicam, enfermeiras e atendentes. A conveniência da proximidade do lar do médico Pai fez com que uma filial da clínica oftalmológica fosse aberta no Leblon. Cada um dos consultórios possui, hoje, particularidades, como por exemplo: no Centro, há muitas empresas com planos de saúde junto aos quais a clínica é credenciada; já no Leblon, bairro mais residencial, há maior incidência de pacientes particulares.

O médico Pai, ao aproximar-se a época de sua aposentadoria, debruça-se sobre a questão: qual o legado que deixarei para meu Filho? Dessa forma, ele procura obter informações suficientes sobre sua atividade produtiva e analisá-las objetivando, já que seu treinamento profissional nunca se focou neste tipo de problema,
2 Possíveis Decisões A Analisar

Visando aumento de lucro (diminuição de custo e/ou crescimento de receita) há algumas possíveis decisões que o médico Pai pode vir a tomar, tais como:

Fechar escritório do bairro Leblon
Fechar escritório do Centro da cidade
Aumentar o número de médicos
Diminuir a quantidade de médicos
Re-alocação de horários para melhor utilizar as salas de atendimento
Aumentar convênios
Diminuir convênios
Aumentar clientes particulares no Leblon
3 Que Decisões Vocês Recomendam?

a) Fazer Uma Pesquisa De Mercado Para Descobrir O Que Não Sabemos E Que Precisamos Saber

- Potencial de clientes no Centro – quantos existem atendidos por consultório e qual é o tamanho do mercado no Centro. Quantos consultórios existem na clínica e qual é a capacidade de atendimento de cada um?

- Potencial de clientes no Leblon – quantos existem atendidos por consultório e qual é o tamanho do mercado no Leblon. Quantos consultórios existem na clínica e qual é a capacidade de atendimento de cada um?

- Qual a incidência de clientes por horário – no Centro e no Leblon

- Qual o ticket médio que cada cliente gasta quando vai a uma visita – ticket médio é um conceito muito útil para planejar – é o valor que um cliente paga em média quando vai ao consultório – este valor nesse caso pode ser pago pelo cliente ou pelo seu plano de saúde. Mas, interessa saber se quando pago diretamente pelo cliente é diferente do valor pago pelo plano e ainda se no Leblon os clientes pagam mais e quanto é o ticket médio.

- Qual o valor pago pelos diferentes convênios e como se enquadram os convênios atualmente aceitos pela clínica? São os que pagam melhor ou os que pagam pior? Como se situa o pagamento em face do custo da consulta para o consultório? Como se conseguem novos convênios, qual a dificuldade e quais os que se pode pensar em conseguir?

- Dada a diferença de poder de pagamento dos clientes do Leblon em relação aos do Centro, seria possível ter um modelo de clínica diferente para cada um dos dois locais? Com atendimentos diferentes em forma e em tempo de duração da consulta, daí resultando diferentes preços de consulta e de modelos de atendimento.

- As cirurgias de olhos feitas em hospitais poderiam ser feitas em clínicas? Haveria regras estabelecidas pelos órgãos reguladores da medicina para definir que cirurgias podem ser feitas em clínicas e quais as condições que estas clínicas precisam atender para serem autorizadas a realizar cirurgias?

- Pelo que os planos de saúde pagam pelas cirurgias, valeria a pena especializar uma das clínicas em fazer as cirurgias? Em caso afirmativo, qual delas, a Centro ou a do Leblon ou uma outra alternativa?

b) Reorganizar As Clínicas

Com as respostas da maioria destas perguntas, seria repensado o modo de organizar e de atender nas clínicas, inclusive a própria continuidade das clínicas, os relacionamentos com os planos de saúde, o tamanho da equipe e a qualificação da equipe médica. Todas as perguntas possuem respostas que são pssívei de serem obtidas nas próprias clínicas.

c) Buscar O Feed-Back Dos Clientes

Seria ainda possível, depois de idealizada esta reorganização, imaginar uma consulta aos clientes das clínicas – na forma de um questionário e até mesmo como maneira de conseguir atualizar o cadastro de clientes.

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Quizzes (2009)

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso (aula Empreendedorismo) ·  
  • 1. O Sumário Executivo, apesar de ser o primeiro capítulo do Plano de Empreendimento, será escrito pelos empreendedores por último por quê? Assinale a melhor razão:
  • a) Haverá clareza integral do Plano e o Sumário deverá ser capaz de atrair interessados para lerem o projeto;
  • b) Só assim saberão definir qual a missão da organização e qual sua visão de futuro para a organização;
  • c) Ao final da elaboração do Plano é possível descobrir em quanto tempo o capital retornará aos investidores;
  • d) Haverá tempo e condição para elaborarem algum argumento para suprir eventuais deficiências do projeto.

 

2. Um Plano de Empreendimento precisa trabalhar com dados que possam ser comprovados a qualquer momento. Para atender a este requisito, o Plano deve conter:

  • a) Metas definidas sem pesquisar o mercado, baseadas na esperança e crença de sucesso dos empreendedores;
  • b) Pesquisa de mercado aleatória mas que na opinião dos empreendedores poderia embasar o plano;

•c)                 Relação de sócios, com seus dados pessoais e curriculares incluindo até os dos que ainda estudam a possibilidade de participarem no projeto, assinalando este aspecto;

  • d) A descrição técnica dos produtos/serviços dos principais bens substitutos e disponíveis em mercado.

 

3. No processo de implementação de uma escola técnica estava prevista a obtenção de verba junto aos órgãos oficiais para financiamento do projeto. Analisando-se o Plano de Empreendimento, poderíamos concluir que:

  • a) O projeto não seria aprovado porque o financiamento deveria ser tentado, inicialmente, nos bancos privados;
  • b) A falta da previsão de freqüência anual dos alunos à escola impossibilitaria projetar a dimensão física das instalações;
  • c) Planos dessa natureza não podem prescindir de um demonstrativo de lucros e perdas ao final de cada exercício;
  • d) O projeto não será bem-sucedido, já que necessitou de recursos governamentais para sua implantação.

 

4. Um Plano de Negócios utiliza em sua estrutura dados que possam ter sua origem explicada. Isso significa que a análise mercado conterá:

a)  Descrição dos serviços, suas vantagens competitivas e características em relação aos concorrentes em mercado;

b)  Detalhamento dos produtos que serão vendidos, incluindo itens cuja licença de fabricação não tenha sido aprovada pelo dono da patente;

c)  Descrição dos perfis dos potenciais clientes em mercado, provenientes de pesquisa de mercado;

d)  Detalhamento dos produtos e serviços, informando-se o ciclo de vida, nicho atendido e sua receptividade esperada.

 

5. Uma justificação para os empresários serem cautelosos na formalização do vínculo com seus empregados, com contratos de trabalho e carteira profissional assinada é decorrente de:

  • a) Sua ganância que faz com que somente aceitem assinar as carteiras de trabalho dos empregados quando não têm opção;
  • b) Encargos mensais elevados e com o mesmo porte dos salários registrados em carteira – cerca de 100% daquele valor;
  • c) Preferência dos empresários por contratar os serviços de uma cooperativa dos empregados para burlar a lei e não pagar encargos elevados;
  • d) Necessidade de comprovar se os empregados possuem méritos mínimos para terem algum direito à celebração de um contrato de trabalho.

 

6. Sendo o planejamento essencial a qualquer tipo de atividade, qual das alternativas abaixo não está coerente com a visão do Empreendedorismo na avaliação de uma atividade de caráter social?

  • a) É preciso que os benefícios prestados façam a diferença para as pessoas atingidas por sua ação;
  • b) Ideal que na prestação de contas aos doadores, o custo do benefício fique abaixo das demais organizações similares;
  • c) Fundamental que haja verbas governamentais para sustentar a atividade;
  • d) O sentido de realização pessoal é o motor central do movimento de voluntariado nos projetos de alcance social.

 

7. Um Plano de Empreendimento precisa trabalhar com dados que possam ser comprovados a qualquer momento. Sob esse aspecto, a competência do Sumário Executivo seria:

  • a) Apresentar resultados que sejam baseados somente no cenário menos pessimista possível;
  • b) Compilar as informações relevantes do Plano em seus aspectos absolutamente realistas;
  • c) Seduzir eventuais leitores com pressupostos otimistas em relação a sérias dificuldades já identificadas no mercado;
  • d) Construir as planilhas de receitas e despesas com dados completos e contendo todos os detalhes expostos no Plano.

 

8. Um Plano de Empreendimento contém uma Análise de Mercado que deve conter:

  • a) Informações que demonstrem toda a força da concorrência, mas que também mostrem nossa competência;
  • b) Os dados pesquisados sobre a situação atual e os valores projetados para as vendas dos produtos e/ou serviços e/ou beneficiários a serem atendidos e informações sobre a conjuntura nacional que afetem o mercado;
  • c) As referências de onde foram extraídos os dados constantes nas pesquisas que sejam oriundos de fontes com alto risco de confiabilidade;
  • d) A utilização de dados extraídos de revistas não especializadas para dimensionamento do mercado.

 

Assinale F (falso) ou V (verdadeiro) de acordo com sua compreensão:

 

9. (    V   ) PLANO DE NEGÓCIO é um documento escrito que  contém a caracterização do negócio, sua forma de operar, suas estratégias, seu plano para conquistar uma fatia do mercado e as projeções de suas despesas, receitas e resultados financeiros.

 

10. (  V  ) O Plano de Empreendimento deve ser elaborado pelos empreendedores e defendido oralmente junto a investidores e parceiros, como forma inequívoca de sedução para o projeto de financiadores e alianças que possam consolidar sua trajetória em mercado.

 

11. (     F     ) Visão  do  empreendimento  é  a  função  que  será exercida junto   ao mercado ou a seu público-alvo, provendo-lhe de produtos, serviços ou benefícios. Missão é a busca da referência em mercado ou junto ao           público-alvo, sendo reconhecida por sua qualidade, criatividade, eficiência e eficácia.

 

12. (    V     ) Sumário  geral do empreendimento é a explicação a respeito do que o empreendimento (ou a empresa ou unidade de negócio de uma empresa ou de uma organização social ou governamental) já existente ou a ser criado irá fazer. Ex.: produtos ou serviços que serão comercializados ou benefícios que serão prestados.

 

13. (   F   ) A única razão para uma organização pesquisar determinado mercado é tentar a descoberta de uma oportunidade para atuar. Uma vez com a pesquisa concluída, a empresa deve, cuidadosamente, avaliar suas potencialidades e decidir o que fazer em razão daquilo que os consumidores desejam e quanto estão dispostos a pagar. Esse procedimento pode conferir aos seus autores uma vantagem competitiva importante.

 

14. (     V    ) A Pesquisa de Satisfação de Clientes é uma das mais importantes ferramentas de gestão empresarial. Seu objetivo é mensurar aquilo que os clientes estão pensando, sentindo e falando sobre os processos, produtos e serviços da organização. O resultado final dessa pesquisa deve indicar informações necessárias para a identificação de oportunidades de melhoria e a elaboração de plano de ação para conquistar um novo status.

 

15.  (   V   )  O trabalho de Pesquisa de Mercado contém uma série de procedimentos técnicos, que vão desde o planejamento, passando pela criação de um instrumento para coleta das informações, pelo tratamento dos dados, sua análise e interpretação. Desse processo, resultam informações que podem ser úteis para a tomada de decisões. O próprio questionário – instrumento para a coleta dos dados – é um bom exemplo desses procedimentos técnicos e sua elaboração deve observar uma real objetividade na elaboração de questões, que devem ser muito claras para garantir respostas úteis.

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Plano de Empreendimento (2009)

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso (aula Empreendedorismo) ·  

Estrutura de um plano de empreendimento.

Sumário Executivo

 Resumo da Empresa

 Produtos e Serviços

 Análise do Mercado

 Estratégia do Negócio

 Organização e Gerência do Negócio

 Planejamento Financeiro

Detalhamento de seus capítulos:

ANÁLISE DE MERCADO

IDENTIFICAÇÃO DO MERCADO / PÚBLICO-ALVO

Descrição da área de negócios da empresa ou dos benefícios do empreendimento e da situação atual no mercado [evolução da tecnologia nesta área, se for o caso]

Tamanho do mercado ou do público-alvo obtido através de pesquisa de mercado (precisa ser REAL)

SEGMENTAÇÃO DO MERCADO OU DO PÚBLICO-ALVO

Segmentar = dividir

Caracterização do mercado: Por área geográfica, Por tipos de clientes ou beneficiários, Pelo tamanho dos ocupantes do segmento

ANÁLISE DOS MERCADOS QUE PODERIAM SER ATENDIDOS

Concorrência – “players” e  “dealers”, Mercados não atendidos satisfatoriamente pela concorrência: nichos de mercado, Novos mercados

Aspectos legais – restrições e oportunidades

Opções de entrada no mercado ou de aproximação com o público-alvo – segmentos – escolha de mercados a atender e da formas de penetração em cada um Riscos de Novos Entrantes – Riscos de Substitutos

 ESTRATÉGIA -

IMPLEMENTAÇÃO

 Como vai começar a implantação?

 Qual a imagem pretendida?

 Como criar os “cases” – cliente pioneiro e multiplicador -  servirão de modelo para os demais negócios ou atendimentos do empreendimento?

 Estratégia para obter fatias de mercado ou público-alvo: áreas geográficas – nichos

Forma de apresentação dos produtos ou benefícios do empreendimento ao mercado / público-alvo

 “Uniqueness” – fatores que serão os diferenciais dos produtos do empreendimento em relação aos da concorrência – aspectos dos produtos que os tornam únicos

 Atribuição de preço aos produtos – critérios

 Técnica a usar em relação a preços, para competir: -Divulgação do empreendimento e de seus produtos / benefícios, Imagem do empreendimento junto ao público, Parceiros / doadores do empreendimento, Alianças estratégicas do empreendimento

Plano de Marketing – recursos necessários para implementá-lo

 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA E SUA IMPLEMENTAÇÃO

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO EMPREENDIMENTO

Principais processos

Descrição da estrutura organizacional do empreendimento e das atribuições de seus principais cargos

EQUIPE GERENCIAL DO EMPREENDIMENTO

  Gerentes do empreendimento: forma de atuação, de motivação e grau de participação no planejamento e nas decisões

  Uma palavra chave: “commitment (compromisso)”

  Critérios de remuneração

  Critérios de recompensa – “Stock-  Options (Opção de compra de ações a preço subsidiado)” e outras formas de estímulo aos principais empregados

FORMAS DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL

Estabelecimento de critérios de avaliação bastante claros, baseado em metas e indicadores.

 MOTIVAÇÃO DE PESSOAL

PRESSUPOSTOS IMPORTANTES

Quais os pressupostos que foram adotados para fazer o planejamento financeiro?

Quais os cenários que vão ser feitos?

Como a economia do país ou do mundo ou da cidade vai contribuir ou prejudicar seu negócio?

Qual a mobilidade dos cenários no tempo

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

FLUXOS DE CAIXA

BALANÇO E DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS

O BREAK EVEN POINT (ponto de equilíbrio)

OUTROS INDICADORES  DE NEGÓCIOS

A importância do planejamento financeiro.

“Sua tranqüilidade financeira não depende da sorte. Depende de um bom Planejamento Financeiro.

Louis Frankenberg”

O Planejamento Financeiro ajuda a estabelecer o modo pelo qual os objetivos financeiros podem ser alcançados – ambiente: de incerteza, de políticas confusas dos governos e do próprio nervosismo do mercado.

Um plano financeiro é uma declaração dos empreendedores em relação às decisões que serão adotadas para reduzir os riscos.

O planejamento financeiro é uma das interfaces com as diversas ferramentas de gestão.

Orienta as projeções financeiras de:   custos de pessoal técnico, operacional e gerencial,   orçamento das suas receitas e despesas,   para estabelecimento das políticas de estoque,   análise dos custos de produção,  cálculo do Ponto de Equilíbrio.

Os pressupostos de um planejamento financeiro: conceituação e exemplos.

Um pressuposto importante é que o planejamento financeiro será desenvolvido fundamentalmente por meio de projeções, como estimativa mais aproximada possível da posição econômico-financeira esperada.

Portanto, o plano depende das mudanças no ambiente externo: turbulências, modificações de mercado, variação de inflação, de taxas de juros, maior ou menor facilidade de crédito, influenciam o planejamento financeiro.

Quais os pressupostos que foram adotados para fazer o planejamento financeiro?

Quais os cenários de negócios que vão ser feitos?

Como a economia do país ou do mundo ou da cidade vai contribuir ou prejudicar seu negócio?

Qual a mobilidade dos cenários no tempo

Finalidades do Planejamento Financeiro

Definir metas financeiras a serem alcançadas, Organizar as múltiplas atividades de registro e controle financeiro, Conciliar os aspectos financeiros com as metas e atividades do empreendimento, Priorizar desembolsos necessários, Controlar o desempenho financeiro

Perguntas que precisam de respostas:

De onde virão os recursos para implantar o empreendimento?

 Qual será a estrutura do capital?

 Quanto de capital próprio e de terceiros?

 Quanto de juros e amortização no plano de financiamento?

 A geração de caixa suporta bancar o valor da prestação?

 Existem fontes com melhores condições de pagamento?

O planejamento financeiro precisa ser bem elaborado porque, em suas atividades diárias, uma empresa relaciona-se com:

 Clientes, Fornecedores, Instituições financeiras, Órgãos públicos, Parceiros

Os princípios fundamentais de um planejamento financeiro bem sucedido são:

 Transparência do processo;  Participação dos grupos interessados; e

 Prestação de contas.

Perguntas que precisam de respostas:

 Qual é o risco real do negócio?

 Qual poderá ser o retorno do investimento?

 Quais são os custos diretos e indiretos do projeto?

 Qual é o custo mensal do empréstimo tomado?

 O que devemos descartar, reduzir ou eliminar para caber no orçamento?

 Como está meu fluxo de caixa?

Perguntas que precisam de respostas:

 Quais são os resultados das vendas?

 Qual é margem de lucro?

Como fazer para melhorar nossas margens e nossas vendas?

 As receitas estão compatíveis com as despesas?

 O lucro projetado está garantido?

Onde foi que o orçamento furou?

Os instrumentos do planejamento financeiro:

Fluxo de Caixa

É um relatório gerencial que informa toda a movimentação de dinheiro (entradas e saídas), sempre considerando um período determinado, que pode ser uma semana, um mês, trimestre, etc..

Orçamento de caixa

Demonstrativo dos fluxos projetados de entradas e saídas de caixa, utilizado para estimar as necessidades de recursos no curto prazo.

DRE – Demonstração dos Resultados do Exercício

Demonstrações Projetadas

São instrumentos utilizados pelo  planejamento financeiro e servem como laboratório para a análise dos diversos impactos que uma determinada decisão  poderá acarretar sobre a situação financeira da empresa. Exemplo: balanço

No planejamento financeiro existem dois pontos fundamentais para orientar a gestão do administrador financeiro: 

1) O fluxo de caixa, que consiste no estabelecimento das necessidades da empresa, baseando-se nas entradas e saídas de recursos; 

2) O planejamento de lucro, que consiste na elaboração de demonstrativos projetados, balanço e DRE, tomando-se por base as demonstrações contábeis do ano anterior e as projeções de vendas para o ano seguinte.

Indicadores financeiros: VPL – Valor Presente Líquido; TIR – Taxa Interna de Retorno; Payback; ROI – Retorno de Investimento; ROE – Return on Equity (Retorno sobre o patrimonio líquido ou retorno em ações)

Os administradores estabelecem metas a serem alcançadas pelo empreendimento e utilizam alguns indicadores para verificar seu desempenho: margem bruta, margem operacional, margem líquida, NOPLAT, EBIT, EBITD, EBITDA, ROI, ROE, VPL e TIR. 

Break-even Point…  ou Ponto de Equilíbrio Operacional, ocorre quando as receitas de um empreendimento alcançam as despesas, significando que não haverá mais necessidade dos sócios investirem para cobrir os déficits de caixa a cada mês.

Burning-Rate

Em geral, os empreendimentos são obrigados a arcar com despesas mensais, tais como aluguel, tarifas de luz, água e telefone, IPTU, IPVA, salários do pessoal administrativo, etc..A esse tipo de dispêndio dá-se o nome de Burning-Rate, ou Custo Afundado, significando que os investidores continuam “bancando” esses desembolsos até que a empresa comece a faturar.

Pilares da boa Gestão Financeira

Segurança: vou receber meu dinheiro de volta?

Rentabilidade: quanto vou ganhar e quando?

Liquidez: é fácil transformar  meu  investimento em dinheiro?

Recomendações aos empreendedores:

Quando perceber que vai ficar difícil honrar seus compromissos financeiros, elabore  um  fluxo  de  caixa  para tentar negociar com o (s) credor (es);   Procure o credor antes do vencimento das prestações e apresente   uma   proposta   formal   contendo   sua  real  condição  de  pagamento;  Somente   renegocie  a  dívida  se  tiver  certeza  de  que poderá pagar o valor das prestações. Nunca empreste seu nome para terceiros;  Restrinja seu AVAL e evite assumir compromissos cujo pagamento futuro passe à sua responsabilidade;  Cartão de crédito – cuidado com a falta de controle!!!  Agiotas – não, nunca, jamais, de jeito algum!!!

 

Plano De Empreendimento – Resumo Executivo – Um Empreendimento Social

CENTRO DE INTEGRAÇÃO DA TERCEIRA IDADE – C I T I

RESUMO EXECUTIVO  – OPORTUNIDADE DETECTADA

- Oportunidade de oferecer um espaço (uma espécie de creche) – usuário usufrui serviços de qualidade,  especificamente voltados para ele, como lazer, condicionamento físico, além da oportunidade de conviver com pessoas da mesma faixa etária, proporcionando uma maior integração entre elas.

  • - Pretendemos divulgar o CITI:

Através de profissionais que atuam junto à população alvo;

Distribuição de folhetos nas residências do bairro escolhido;

Propaganda na mídia.

INVESTIMENTO E PONTO DE EQUILIBRIO

- investimento inicial de R$ 54.700,00, divididos por três sócios eqüitativamente, e que serão alocados na reforma do imóvel, aquisição de móveis, equipamentos e utensílios necessários ao funcionamento e ainda uma verba para marketing.

- o ponto de equilíbrio será atingido com uma clientela de 45 idosos pagando uma mensalidade de R$ 500,00 cada.

Missão E Visão

MISSÃO – O CITI tem como objetivo oferecer um espaço onde a população acima de 60 anos venha usufruir de serviços qualificados voltados especificamente para ela visando melhorar a sua qualidade de vida.

 -   VISÃO – Ser reconhecido como centro de referência em serviços que contribuam para uma melhor qualidade de vida da população acima de 60 anos em todo o Estado da Bahia.

Equipe de Gestão

  • - Dr Aroldo Schindler: médico especialista em angiologia e medicina legal – MBA – Gestão Empresarial em cooperativas de saúde pela FGV.

- Dra Elenice Ramos, médica especialista em ginecologia, obstetrícia e MBA – Gestão Empresarial em cooperativas de saúde pela FGV.

- Dr João Lucas Neto, médico especialista em mastologia e mamografia e com Pós em Gestão de Negócios pela FGV.

Forma jurídica e localização

A empresa será uma sociedade simples limitada, com responsabilidade limitada, enquadrada pela forma de tributação no Simples.

Estará localizada na Alameda das Framboesas, nº 182, no bairro Caminho das Árvores, cidade de Salvador, Estado da Bahia.

Análise do ambiente externo

- Viabilidade do negócio: feita pesquisa de mercado, em um bairro de classe média alta, chamado “Caminho das Árvores”, onde reside uma população em torno de 20.000 pessoas. O lugar foi escolhido a partir da localização do próprio negócio, procurando abranger toda a área próxima ao CITI.

Análise do ambiente externo

- Presumindo-se que 6,4% do universo seja público alvo do CITI (mantendo a porcentagem encontrada no censo do IBGE), entrevistamos 400 pessoas (200 de cada sexo) acima de 60 anos – Informações levantadas: idade, sexo, renda familiar, residência (própria ou aluguel), convívio com membros da família, doenças crônicas, tipo de lazer, opinião e grau de interesse  em freqüentar um  CITI e quanto estaria disposto a pagar.

- 70% dos entrevistados manifestou interesse em freqüentar o CITI. 

- IDADE:  67% estavam entre 60 e 70 anos; 28% entre 70 e 80 anos; 5% acima de 80 anos

 - SEXO: 62% sexo feminino; 38% sexo masculino

 - RENDA FAMILIAR ESTIMADA: 1 a 5 salários = 0%;

  • o 6 a 10 salários = 3%; 11 a 20 salários = 28%;
  • o acima de 21 salários= 69%
  • - RESIDENCIA: própria= 92%; alugada= 8%

- CONVÍVIO COM MEMBROS DA FAMÍLIA:  sim= 97%

- DOENÇAS CRÔNICAS: sim= 62%; não= 38%

 - TIPO DE LAZER:  teatro, cinema, viagem, dança, jogos de salão.

  • - PREÇO:

 média de preço de creches para crianças é de R$ 450,00

 serviços para pessoas da terceira idade são mais elevados, chegamos ao consenso do valor de R$ 500,00 por mês para pessoas que freqüentem o CITI por um período de seis a oito horas diários, cinco dias por semana.

 entrevistados não consideraram valor excessivo.  

  • - PONTOS FORTES

- Caráter inovador no projeto, não há nada parecido em Salvador; – Conhecimento do público-alvo por parte dos sócios; – Grande variedade de atividades de lazer; – Aluguel abaixo do valor de mercado; – Localização no bairro onde se concentra uma parte significativa do público alvo e de fácil acesso; – Suporte médico prestado pelos próprios sócios.

  • - PONTOS FRACOS

- Carência de serviços nesse segmento para ter um parâmetro de comparação; – Falta de experiência dos sócios na gestão desse tipo de negócio.

  • - OPORTUNIDADES

- Carência de serviços nesse segmento, – Despertar da sociedade para melhoria na qualidade de vida da terceira idade, – Carência de serviços nesse segmento, – Possibilidade de proporcionar ao público alvo uma melhoria na qualidade de vida através das atividades realizadas

  • - AMEAÇAS

- Não adesão da população alvo por ser um projeto pioneiro; – Falta de conhecimento do que seria uma possibilidade de melhor qualidade de vida (as pessoas estão acostumadas à rotina e têm dificuldade de mudar seus hábitos); – Não adesão do número de idosos necessário para a viabilidade   do negócio.

DIFERENCIAÇÃO 

O CITI pretende ser reconhecido no mercado como referencia em qualidade para lidar com a população alvo

POSICIONAMENTO 

  • - Ser visto pela população alvo como local onde pode usufruir de serviços especializados e qualificados, além da oportunidade de relacionamento com pessoas da mesma faixa etária com os mesmos anseios, carências e objetivos.
  • - Estratégia de diferenciação: preços acessíveis ao público alvo, mas que reflitam o valor oferecido.

DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS:

 - Atingir capacidade máxima: 70 idosos com poder aquisitivo  (idosos com renda mensal superior a 10 salários mínimos).

- Desenvolver uma organização voltada para a terceira idade; criar uma cultura centrada na melhoria da qualidade de vida

  • - Firmar parcerias na oferta de serviços

DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS

  • - Espaço total: 1.000 m² sendo 400 m² de área construída
  • - Na área externa: piscina, quiosque, churrasqueira, jardins, casa do caseiro. Funcionará das 8:00 às 18:00hs, de 2ª às 6ª feiras
  • - Usuário decide que serviços utilizará e tempo de permanência.
  • - Número limitado de usuários (70 por dia)
  • - Atividades de condicionamento físico: Hidroginástica; Yoga; Pilates; RPG; Dança
  • - Atividade cultural: Jogos de salão ( baralho, dominó, xadrez, dama, gamão…); Filmes; Leitura; Música
  • - Alimentação: oferece almoço (fornecido por um serviço terceirizado) e um espaço com leitos para a sesta. No meio da manhã e da tarde oferece um lanche.
  • - A gerência será feita pelos três sócios:
  • - um será responsável pela parte administrativa que envolverá os funcionários e pessoal de apoio
  • - outro pela parte financeira que envolverá o pagamento e recebimento de contas e a contabilidade
  • - o terceiro pela parte comercial que envolverá marketing e vendas.

ORGANIZAÇÃO E GERÊNCIA DO NEGÓCIO

  • - O quadro de funcionários será composto por:

- casal de caseiros contratados por dois salários mínimos, responsável pelos serviços gerais (limpeza, arrumação, jardinagem, cuidados c/ a piscina e vigilância) e residente no CITI

- 2 auxiliares administrativos contratados por R$ 400,00 cada por 40hs semanais, com direito a vale transporte.

- 3 professores (um de educação física, um de dança, um de yoga) que prestarão serviços nas instalações do CITI, com  remuneração de R$ 780,00 cada por 20hs semanais (20% INSS).

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

  • - Investimento inicial de R$ 54.700,00, que se destina a: Obras de reforma da casa alugada; Compra de eletrodomésticos e eletroeletrônicos; Compra de móveis; Despesas de promoção no início do negócio; Despesas com abertura e legalização da empresa (ver quadro Investimento Inicial).
  • - Carga tributária do negócio, pelo regime de tributação do SIMPLES, é de 8% sobre a Receita Bruta.

- Prevemos trabalhar com uma capacidade máxima de 70 usuários, o que é uma projeção bastante pessimista dado o tamanho do mercado soteropolitano e a inexistência de serviço semelhante nos arredores. A partir daí, podemos calcular a receita.

- Nossa análise financeira demonstra que, com 60 usuários, o tempo de retorno do capital investido dar-se-á antes do final do primeiro ano de funcionamento do empreendimento.

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Como Anda Seu Networking?

Postado em 30 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso (Networking) ·  

Antes de começarmos a pensar sobre esta importante questão, apresento-me: sou a Fabiana Sanches e revelo que me sinto muito feliz em estar aqui trocando impressões com vocês.
Hoje vamos aproveitar este espaço para refletirmos sobre o significado e a relevância do Networking, pois percebo que muitas pessoas têm uma ideia equivocada ou menos abrangente do termo.
Network, ao pé da letra, quer dizer Rede de Comunicações ou Rede de Computadores ligados entre si, segundo o dicionário Michaelis. No mundo dos negócios, Networking nada mais é do que sua Rede de Relacionamentos.
Esta Rede deve ser construída com muito carinho, cuidado, comprometimento, desprendimento, disponibilidade, respeito e ética. Quando alguém diz, “vou acionar meus contatos”, não deve pensar em oportunismo, mas sim, em troca. A sua Rede de Relacionamentos deve ser sempre movimentada, fomentada. Envie mensagens a seus contatos, conceda atenção personalizada às pessoas, pois elas perceberão sua clareza de propósito. E não seja interesseiro ou egoísta, pois tal atitude denigre sua imagem no mercado de trabalho. Se você se perceber com pensamentos e sentimentos desse teor, comece a se trabalhar e a rever seus conceitos, princípios e valores. No mundo corporativo, somente as relações baseadas no esquema “ganha-ganha” são mantidas e sobrevivem.
O Networking não se resume apenas, em um conhecido seu que ocupa um cargo expressivo numa grande empresa e que está à disposição para receber seu currículo ou de seus parentes e amigos. A Rede é uma via de mão dupla: você pede ajuda hoje e amanhã, é você quem orienta, empresta, promove, desenvolve. O Networking não consiste em pedidos de ajuda ou de emprego; o conceito é muito mais amplo; proporciona conhecimento, vivências, indicações, ou seja, uma disponibilidade constante para trocas de valor. E não pense em curto prazo, pois sua Rede tende a ser duradoura (essa é a ideia), se bem cuidada por você mesmo. Você começa a se relacionar hoje com um colega de profissão (ou não) e muito mais tarde, esse mesmo colega, quiçá, poderá se tornar uma parceria profícua em sua trajetória profissional.
Como os computadores da rede, nós também, como seres humanos, estamos todos interligados, pois somos parte do Universo e concebidos da mesma “Fonte”. Portanto, quando temos um pensamento ou atitude individualista, estamos percorrendo um caminho contrário ao da evolução natural. O compartilhar não te diminui, nem faz de você, alguém que perde algo, ao contrário, ao dividir, partilhar seu conhecimento, você cresce como pessoa e profissional, pois proporciona ao próximo, a mesma oportunidade de crescimento, de desenvolvimento e de ampliação da visão de mundo. E isso, não tem preço! Aliás, dificilmente conseguimos algo sozinhos, sempre precisamos uns dos outros porque somos seres gregários.
Para finalizar, vou contar um segredo: esta valiosa oportunidade de escrever para vocês nasceu de um convite de uma das pessoas da minha Rede; amizade esta, que venho cultivando com muito zelo.Abraços e até a próxima!

Recebido de Celi Fontes

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