Mau Humor Pega?
“Ao ser alvo de um ataque de mau humor tente reagir com bom humor”
Um diretor de empresa passava por uma crise conjugal. Certa noite, por um motivo banal, ele e a esposa brigaram e não dormiram na mesma cama. Pela manhã, ele saiu para trabalhar com raiva e mal-humorado. Passou com o carro pela portaria do prédio sem cumprimentar ninguém. Chegando à empresa entrou direto na sua sala e mandou a secretária chamar o gerente. Cobranças de produção e ofensas ao profissional foram a tônica da reunião. O gerente saiu mal-humorado. Este, por sua vez, assim que chegou à produção chamou o líder, que foi logo esculhambado. Agora o líder também estava mal humorado. E era a vez do líder que chamou o operador de máquina e deu-lhe a maior bronca na frente de todos. Ofendido, este ouviu cobranças absurdas e, claro, foi intoxicado pelo mau humor. Por isto, em vez das 100 peças costumeiras só conseguiu produzir 70.
No final do dia, o operador foi para casa naquele estado. Sua mulher havia feito um bolo de chocolate, o doce que ele mais gosta. Então, ele olhou para o bolo e disse à esposa: – Já ganho pouco e você ainda gasta em doces? A mulher, entre raivosa e triste, jogou o bolo no lixo um pouco antes do filho pedir-lhe um pedaço. Sem saber o motivo, o menino ganhou uma bronca da mãe. E a criança se contaminou com o mau humor.O garoto saiu nervosinho da cozinha, brigou com o cachorro e chutou um gato na rua. Ferido, andando aos tropeços e agora intoxicado, o gato encontrou um rato que estava fazendo seu passeio noturno.
Sem que se desse conta, o rato foi atacado pelo gato. O rato saiu vivo, porém sem parte do rabo. Entrou correndo na toca onde a ratinha, sem notar, começou a fazer-lhe cócegas. A rejeição foi imediata: – Pare com isso! Você não vê o que aconteceu ao meu rabo? E a ratinha, por sua vez, ficou contaminada…
Este texto foi inspirado no livro “104 erros que um casal pode cometer”, de Josué Gonçalves, (Editora Mensagem para Todos). Apesar de ser voltado a casais, pode ser facilmente adaptado a qualquer relacionamento.Quantas vezes nos contaminamos com o mau humor alheio, sem perceber? Ninguém está livre disso. Alguém precisa parar a corrente do contágio… e por que não você?
Quantas vezes ouvimos calamidades que não precisa? E quantas outras repassa sem necessidade, apenas porque ouviu e precisa despejar em alguém? Por que é tão difícil “segurar o tranco” e não descontar no outro? Nas nossas relações pessoais e profissionais essa situação é comum: uma escalada incessante de contágio de mau humor, que leva a processos de tensão, raiva, estresse, falta de tolerância e compreensão.
O mau humor existe e não precisa ser contagioso. Tente: ao ser alvo de um ataque de mau humor, reaja com uma boa dose de bom humor. Pense nisso.
Izabel Failde -É psicóloga consultora organizacional
Políticas de Recursos Humanos
• Apresentamos, a seguir, um roteiro para a elaboração de uma Política de Recursos Humanos na organização
• Os princípios apontados em cada um dos itens, desenvolvidos a partir de indicações de profissionais e pesquisadores da área, contém o sentido que se pretende dar ao tratamento das pessoas nas organizações. A partir deste roteiro inicial, a organização deverá estabelecer seus próprios princípios, para que a Política expresse aquilo que realmente deverá ocorrer.
• Uma vez elaborada a Política de Recursos Humanos, ela deve ser de conhecimento de todos os membros da organização, tornando claros os parâmetros que pautam este relacionamento.
Políticas de RH
• Resumo:
• Que enfoque a organização pretende dar à sua política de recursos humanos?
Como e a partir de que parâmetros serão feitas modificações na Política?
Quem participa de sua formulação?
Como a política de recursos humanos se articula com a missão e objetivos estratégicos?
1. PROVISÃO• A provisão de Recursos Humanos de uma organização deve ser orientada por seu Horizonte Estratégico (o futuro que está construindo, em todas as suas formas de atuar) e pela Visão da organização sobre o sentido de sua atuação.
• Qual é a missão da organização (ou do cliente) e que visão possui quanto a sua atuação no futuro? Esta visão implica em modificações num futuro próximo?
•
A quem deve caber a tarefa de recrutar pessoas para a organização? É desejável que todos estejam atentos a pessoas que contribuam para a missão?
• O que a organização valoriza nas pessoas para integrar seus quadros? Que habilidades, aptidões, conhecimentos, atitudes devem ser gerais a todos?
1.1. Pesquisa de mercado de Recursos Humanos
•
Com que freqüência a organização deve realizar pesquisas de mercado na área de recursos humanos para manter-se atualizada quanto a patamares de remuneração, benefícios e necessidades de atualização profissional (e se isso se adequa à realidade)? Junto a que categorias de profissionais?
Que novas áreas de serviços estão sendo pesquisadas pela organização?
1.2. Recrutamento de pessoas
• Que procedimentos de recrutamento de profissionais a organização adota?
•
O que deverá ser anunciado pela organização para o preenchimento de cargos?
1.3. Seleção de pessoas
•
Em que elementos será baseada a seleção (nas necessidades contidas nas descrições de cargo, outras)?
•
O que será levado em consideração para a seleção (apresentação de CV; entrevistas com o responsável direto pelo cargo a ser ocupado, outras pessoas; referências fornecidas por antigos empregadores, etc).
2. APLICAÇÃO
• A aplicação deve ser orientada pela ênfase no desempenho eficaz das pessoas, na contribuição que realizam para a missão. Como tal, deve prever mudanças ao longo do tempo, de forma que a organização possa estar de acordo com as exigências de seu tempo.
•
Que princípios a organização adota para incentivar a eficácia de desempenho das pessoas?
Como se dará a alocação interna dos recursos humanos em vista de adaptações da Organização ao seu ambiente de atuação?
2.1. Integração de pessoas ao trabalho
•
Quem será responsável pela tarefa de integração de novos profissionais à Organização?
Como se dará esta integração? Existe período de treinamento?
De que forma as expectativas da Organização e dos profissionais devem ser discutidas e negociadas, de forma que o desempenho das pessoas na equipe esteja baseado em metas e especificações estabelecidas a cada período?
2.2. Desenho de cargos
• Que critérios serão utilizados para o desenho de cargos?
A criação de cargos está subordinada às necessidades estratégicas, táticas e operacionais da organização?
A quem compete aprovar a criação de cargos e organograma da Organização?
2.3. Descrição e análise de cargos
• Antes que contratar profissionais, a organização fará uma descrição do cargo? O que deve constar desta descrição (reporte imediato, principais atividades do cargo, natureza e amplitude de responsabilidades, formação e habilidades, resultados finais esperados do cargo)?
Como os cargos estarão sujeitos a modificações ou adaptações, de forma a acompanhar as mudanças que estejam ocorrendo na Organização ou em seu ambiente de atuação?
2.4. Avaliação de desempenho
•
Como ser acompanhado o desempenho dos profissionais durante sua permanência na equipe?
• Com que freqüência será avaliado formalmente?
• Que critérios serão utilizados na avaliação de desempenho (cumprimento de objetivos, satisfação dos públicos usuários/beneficiários, contribuição do profissional aos resultados da organização no período)?
• Que instrumento será utilizado na avaliação de desempenho dos profissionais? A quem caberá a responsabilidade de sua aplicação?
Os procedimentos de avaliação permitirão a avaliação dos gerentes por sua equipe e a auto-avaliação?
3. MANUTENÇÃO
• A manutenção deve ser orientada pelo respeito a diferenças individuais para o melhor desenvolvimento das pessoas e do trabalho da organização. A convivência com a diversidade exige flexibilidade.
• Como a atenção às diferenças individuais será colocada em prática?
• Como serão aproveitadas as qualificações e talentos dos profissionais para o bom desempenho de suas funções?
• Que critérios básicos (qualidade de vida no trabalho, administração por objetivos participativa e democrática, adesão a objetivos organizacionais, outros) serão utilizados para contemplar diferenças individuais? ?
3.1. Remuneração e compensação
• Como se dará a remuneração dos profissionais (plano de cargos e salários, tabela de remuneração, preço/hora, outros)?
A título de estímulo diferenciado individual, a organização concederá, ao final de cada avaliação, um (aumento de salário, bonificação, outros)? Que indicadores servirão de base para este cálculo? (indicadores de desempenho, competências individuais, resultados alcançados, outros)
3.2. Benefícios e serviços sociais
• A que benefícios têm direito os profissionais da organização (plano de saúde, auxílio alimentação, auxílio transporte, auxílio educação, licença prêmio após 5 anos, outras)?
• 3.3. Higiene e segurança do trabalho
Quais as condições de trabalho dos profissionais? (horário de trabalho, compensação por horas além do expediente, por viagens a trabalho etc).
4. DESENVOLVIMENTO
• O desenvolvimento das pessoas na organização deve ser planejado, antecipando-se a acontecimentos e necessidades futuras, de maneira a garantir que as pessoas possuam as habilidades e conhecimentos necessários às atividades propostas.
• 4.1. Treinamento
Como as necessidades de treinamento detectadas através de avaliações de desempenho dos profissionais se articulam com os planos de desenvolvimento da organização?
Quem deve participar das decisões sobre prioridades de treinamento?
4.2. Desenvolvimento organizacional
•
Quem determina os investimentos necessários ao desenvolvimento da Organização para que o desempenho planejado seja atingido)?
Como serão levadas em consideração as indicações feitas pelos gerentes/coordenadores, outros?
5. MONITORAÇÃO
• A monitoração se caracteriza cada vez mais por desenvolver e estimular autocontrole e flexibilidade, tendo em vista que os profissionais devem manter com a organização e seus públicos uma atitude de cooperação e engajamento na missão.
• 5.1. Banco de dados/Sistemas de Informação
Como serão registradas as informações sobre cada um de seus funcionários/colaboradores e de seu desenvolvimento profissional?
5.2. Demissão
• Em que critérios deverá estar respaldada a demissão de um profissional?
O que deverá estar incluído nos procedimentos de demissão (entrevista de desligamento, encaminhamento a novo empregador, outros)?
5.3. Controles – Remanejamento – Freqüência – Produtividade – Balanço Social
•
Que controles serão estabelecidos com relação ao cumprimento de objetivos e tarefas?
• Como será observada a freqüência dos empregados (folha de ponto, outros, ausência de instrumentos)? Como deve ser a comunicação entre os gerentes e seus subordinados para soluções relativas a ausências, afastamentos e férias?
• Em que critérios estará respaldado o remanejamento de pessoas entre os cargos da organização? (desempenho apresentado, aptidões para realização de novas tarefas, conhecimento demonstrado, outros)
• Como será incentivado o crescimento profissional dentro da estrutura organizacional?
A partir de que indicadores será calculada a contribuição individual à Organização (desempenho, competências e resultados alcançados, outros)?
Atingindo Objetivos E Metas
Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei durante mais de um ano, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam “caçar” o animal. Após a “caçada” (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão “apanhar o animal”, com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente “caçado” durante a dança na noite anterior.
O que a caçada aborígine nos ensina?
Em primeiro lugar vemos que a “dança” é uma preparação mental e física para a caçada (objetivo) e ao mesmo tempo um verdadeiro “treinamento”. Quando imitam o animal e o ato de caçar, fazem, na verdade um treinamento de simulação da caça verdadeira. Aí são discutidos os hábitos do animal a ser caçado, o comportamento dos caçadores, as armas e a destreza no uso dos equipamentos (bumerangues e lanças), etc.
Mas o principal é que a dança serve para fixar claramente qual é o objetivo do dia seguinte – caçar aquele determinado animal (e não outro).
Com o objetivo bem determinado, claro e de conhecimento de todos (qual é o animal a ser caçado) e com ações de preparação e treinamento (dança noturna) para conquistá-lo, e com as armas certas, não há como não obter êxito na caça!
No dia seguinte, a caçada segue sem nenhuma tensão ou ansiedade pois que a certeza de caçar é tão grande que basta apenas ter dedicação e entusiasmo para se atingir o objetivo final – trazer o animal para a aldeia!
Na empresa e no nosso dia-a-dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, instrumentos certos para atingi-los (ou armas adequadas), pessoas certas e habilidades treinadas, dedicação e entusiasmo e, com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que parecem ser.
Os dias atuais de extrema mudança e competitividade exigem que tenhamos claro os nossos objetivos pessoais e profissionais e um total envolvimento e comprometimento com as coisas e com as causas da empresa em que trabalhamos.
Para atingir um objetivo é preciso que não nos economizemos em nossa capacidade de participar dos programas e projetos de qualidade, produtividade, agressão ao mercado, vendas e outras atividades que levem nossa empresa ao sucesso.
Há pessoas que não se envolvem, não se comprometem, com a idéia falsa e errônea de que não se envolvendo e não se comprometendo ficam isentas de problemas. Nada mais falso! Pessoas que preferem “morrer sentadas” com medo de participar ficam à margem do caminho, nunca são promovidas e são vistas como não-comprometidas.
As pessoas de sucesso são as que não têm medo de se comprometer e as que compreendem que o sucesso exige de nós a coragem para correr riscos, para assumir compromissos e lutar por nossos objetivos. A diferença fundamental entre ganhadores e perdedores está na medida do comprometimento, do envolvimento, da participação e da capacidade de fazer, empreender.
Você conhece funcionários que ficam procurando maneiras de fazer as coisas pelo caminho menos comprometido e mais fácil? Você conhece funcionários que ficam o tempo todo olhando no relógio para ver quando terminará o expediente para irem embora o mais rapidamente possível? Você conhece pessoas que não participam de nada em suas comunidades para não se envolverem em coisas que
“dão trabalho”?
Eu conheço muita gente assim e tenho pena dessa gente.
O tempo atual é dos que tem objetivos claros e são comprometidos com aquilo que fazem. Vejo, com pesar, pessoas que se economizam o tempo todo. Parece que não querem “gastar-se”. Não querem “doar-se” àquilo que fazem. Essas pessoas jamais terão sucesso algum. Jamais experimentarão o prazer de serem
avaliadas positivamente. Jamais alcançarão seus objetivos e metas.
Quanto mais uma pessoa se economiza, mais os outros a economizarão, não contando nada a elas, não as envolvendo nas decisões, não perdendo, enfim, tempo com elas. E assim, elas vão ficando cada vez mais “por fora” e alheias a tudo o que acontece e, é lógico, serão igualmente esquecidas nas promoções e nas oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
Com um objetivo claro e definido, pessoas comprometidas experimentam o sucesso tão invejado pelos que não se envolvem, não se comprometem e ficam à margem do caminho.
Acredite! Tenha foco, se aperfeiçoe, use as armas adequadas, tenha dedicação e entusiasmo e traga para casa o seu “bicho”!
Pense nisso. Sucesso!
Luiz Marins, Ph.D. – Anthropos Consulting
| | 3 Comentários »ENTRE O OITO E O OITENTA
PROF. RITA ALONSO
A eletricidade é importante na nossa vida, ela ilumina as residências, as empresas, as ruas da cidade… Mas a eletricidade pode eletrocutar um homem.
A água, tão escassa hoje em dia em nosso planeta, é indispensável a nossa vida.. Ela mata nossa sede. O homem utiliza a água para tomar banho, cozinhar, lavar roupa e diante de uma falta de água quase enlouquece. Mas é importante lembrar que a água também pode afogar um homem.
A água e o fogo lhe auxiliam no cozimento do mantimento que mata a sua fome. Mas o fogo mal utilizado pode queimar…
O fogo pode lhe aquecer ou lhe queimar.
Se alguém lhe convidar a ir até a sua casa e lá oferecer a você uma xícara de terra você certamente irá ficar muito furioso. Mas se alguém usar esta terra e plantar café poderá em algum momento lhe oferecer um cafezinho bem quentinho e delicioso. A terra é abençoada, serve para matar a fome quando o homem a usa para plantar.
Tudo é questão de equilíbrio.
E assim em todos os momentos da nossa vida precisamos saber utilizar esta palavra -equilíbrio- com muita sabedoria… pois é ela que rege a nossa vida e que nos faz em todo momento procurar a estrada correta.
Certa vez li que o homem não tem natureza perversa. Um bebê não é perverso. Ele pode se transformar em um distinto profissional ou o pior dos bandidos. Mas seja qual for o rumo que ele tomou, um dia ele foi uma inocente criança.
E por que, num determinado momento da sua vida, o homem segue o caminho errado?
Por que diante da bifurcação que lhe apresenta duas escolhas, ele toma a decisão errada?
Porque faltou equilíbrio!
O equilíbrio é a escolha entre o bem e o mal. É não escolher a opção de menos nem a demais, porque ambos são possuem a justa medida.
É difícil? Sim… nunca ninguém achou que seria fácil.
Mas são os seus valores, seus preceitos, sua formação, sua ética que irá lhe apontar a escolha da proporção devida.
A escolha que está entre o oito e o oitenta. A escolha com equilíbrio.
Depois eu falo mais sobre isto.
Um grande abraço e fique bem…
Prof. Rita Alonso
O Menino E O Pinheirinho
Era uma vez um menino que adorava plantas. No quintal da sua casa havia muitas, por isso, lá era o local onde ele mais ficava, tanto para cuidar delas como para ficar brincando.
Certo dia, percebeu que um pé de pinheiro, que ele mesmo havia plantado, estava ficando feio, parecendo que ia morrer. Ficou muito preocupado e decidiu lutar para que aquele pinheirinho não murchasse.Pensava consigo mesmo: “Essa linda árvore não pode acabar assim… Preciso ajudá-la a se restabelecer e crescer”
Assim, não querendo aceitar um fim tão trágico, pediu ao seu pai que comprasse remédio para a sua plantinha tão querida. Mas, apesar dele ter tentado de tudo, cada vez mais o pinheirinho demonstrava ter menos força. O menino não se deixou vencer e continuou firme no seu objetivo, resolvendo mudar de atitude. Já que o remédios convencionais não estavam fazendo efeito, ele daria outro tipo de remédio: amor, muito amor. A partir de então, todas as manhãs, tão logo acordava, ele corria para junto da arvorezinha e dizia: – Bom dia meu lindo pinheirinho! Eu amo você. Saiba que é muito importante para mim.E abraçava o seu pinheiro sem dar importância aos machucados que os espinhos do pinheiro lhe faziam.
Esse passou a ser seu ritual matinal e, também, o de todas as noites.
Sua mãe, preocupada com os machucados do filho, algumas vezes tentou dissuadí-lo, mas era em vão. Ele apenas lhe respondia: – Mãe, não importam as feridas! E se a senhora quer saber, nem sinto os machucados nos momentos em que estou lá com ele, lhe fazendo carinho.Para sobreviver, ele precisa de amor, mãe. Não posso deixá-lo sozinho.
O ritual continuou até que numa manhã, com muita alegria, o menino percebeu umas folhas bem novinhas no seu pinheiro, indicando que ele estava se recuperando, renascendo para a vida. Enfim! A energia vital estava voltando àquela planta. O amor a havia curado.
Foi uma lição de vida para todos da família!�
A atitude daquela criança demonstrou que, tal qual o pinheirinho, muitas vezes, temos pessoas doentes da alma, ao nosso redor, que nos ferem e nos deixam marcas. Entretanto, se conseguirmos nos aprofundar na real necessidade dessas pessoas, tornar-se-á possível, com nosso carinho, com nossa boa atitude, fazê-las entender que a luz não brilha na amargura.
A notícia se espalhou e, a partir de então, todos os que tomaram conhecimento da história do “Menino e o Pinheirinho”, e compreenderam que a energia divina é harmoniosa, buscaram ressaltar no coração, a compaixão. Passaram a compreender a atitude amarga do outro, que é um como um pinheirinho doente que só machuca e faz feridas.
Passaram a oferecer-lhe amor, carinho e atenção, ao invés de revidar suas ofensas.
Texto baseado no livro do Pr. Tim Larray
| | Comentar »O Poder Emocional
Como utilizar a nossa competência emocional? Veja algumas das principais habilidades.
Seres humanos são seres emocionais, e não há nada de errado com isso. Ouvir o nosso corpo e as emoções que ele manifesta significa ouvir um conselheiro com uma experiência muito maior do que a razão e a lógica.
Mas não basta ouvir apenas um lado, uma opinião, temos que ouvir o todo, equilibrar o emocional com a razão lógica. Essa harmonia gera resultados positivos, pois, como foi evidenciado por várias pesquisas médicas sobre o cérebro, temos capacidade de mudar estados de consciência, hábitos e atitudes indesejáveis.
Ao ouvir o apelo emocional de nosso corpo, fazemos uso da nossa competência emocional, identificada com algumas habilidades principais, entre elas:
• Autoconsciência: conhecimento das próprias emoções, percebendo como e quando elas acontecem em nossa vida;
• Gestão das emoções: nossa capacidade de lidar com as emoções de maneira apropriada, sem nos deixar dominar por elas;
• Auto-motivação: poder de ativar as nossas emoções positivas como impulso à ação.
• Empatia: palavra originada do grego empátheia, que significa “entrar no sentimento”. É o reconhecimento das emoções dos outros;
• Gestão eficaz das relações interpessoais: habilidade de flexibilizar os próprios comportamentos e atitudes em relação à percepção de nós mesmos e dos outros.
Ao focar nesses quesitos da competência emocional, podemos transformar e melhorar muitos aspectos de nossa vida, como, por exemplo, a comunicação.
Comunicação são todas as formas expressivas, verbais e não verbais, que permitem nos colocarmos em contato com nós mesmos, com os outros, construir relacionamentos, criar respostas, construir uma ponte entre nós e os outros. Por isso, o primeiro conceito de fundamental importância no sucesso da comunicação, ligado ao conceito de inteligência emocional, é a flexibilidade comunicativa, a capacidade e a intenção do comunicador de entender e se adaptar ao contexto situacional e ao interlocutor.
As palavras que falamos a nós mesmos e aos outros, são como sementes, penetram profundamente e fecundam o cérebro ao criar pensamentos e convicções. Elas constroem a realidade, cristalizam nossas emoções, modelam nossas atitudes o que condiciona nossas decisões.
Portanto, é muito importante saber e estar consciente daquilo que “tornamos comum” e de como fazemos isso através da nossa linguagem verbal e não verbal. A maneira com a qual comunicamos reflete o que pensamos e condiciona nosso comportamento, expressa a idéia que temos de nós mesmos e do mundo, as nossas dificuldades e as nossas emoções.
Eduardo Shinyashiki (consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre-Ser. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente. Website: www.edushin.com.br)
HSM Online
19/06/2009
Presentologia

Não sou astrólogo, oráculo e nem Pai de Ogum, mas resolvi me arriscar no perigoso exercício de futurologia e apontar algumas tendências em relação ao comportamento dos consumidores. Houve uma época em que uma geração era contada a cada vinte anos. Agora seu filho mais velho pertence a uma geração anterior ao caçula caso eles tenham no mínimo cinco anos de diferença. Tudo muito rápido, instantâneo e fugaz.
Qualquer cochilo é suficiente para que você esteja cinco ou dez anos atrasado em relação ao presente. Essa aceleração do tempo faz com que o futuro, que pensávamos estar muito distante, entre pela porta da sala e expulse seu presente pela porta dos fundos antes mesmo que você se dê conta de que ele existiu. Daí, fico mais a vontade para exercer não mais a futurologia, mas a .presentologia., e falar de tendências que já correm o risco de durarem somente até o final da leitura desse artigo.
Você está sem tempo de ler esse artigo? Isso não é nenhuma novidade. Você já faz parte de uma grande parcela da sociedade que tem cada vez menos tempo para fazer tudo que precisa. Muitos já não têm mais tempo nem para fazer o que é extremamente necessário: respirar, dormir, comer, estudar, criar seus filhos… Então, minha primeira dica é fazer produtos e serviços para pessoas que têm dinheiro (poder aquisitivo), mas não têm tempo (poder restritivo). Venda tempo! Venda mais tempo com os filhos, tempo para viajar, tempo para dormir, tempo para perceber que tem tempo para…
Você gostaria de ter uma vida melhor do que a atual? Ótimo! Você também busca qualidade e não somente quantidade de vida. Ainda que você consiga mais tempo para viver, se sua vida não é lá muito saudável, nem aquela dos seus sonhos, então, você precisa dar um jeito nela e, claro, pensar de que modo poderia também melhorar a vida de seus clientes. O que fazer? Use sua criatividade, inteligência e capacidade observadora para perceber de que modo seus produtos e serviços proporcionariam mais qualidade de vida. Promova longevidade, saúde, harmonia, humor, esperança, paz…
Você não tem dinheiro para comprar tudo o que deseja? Isso para mim também não é novidade. A questão é que o marketing cria cada vez mais desejos, produtos e serviços que não tínhamos e, principalmente, precisávamos. Nossos gastos são proporcionais ao que achamos necessário para termos uma vida confortável e sermos felizes. Mas sempre queremos cada vez mais por cada vez menos. Daí o desafio de entregar mais valor, proporcionar mais lucros, economia e dinheiro no bolso.
Você já tem e-mail, homepage, blog, Orkut ou MSN? Ainda que você não tenha, saiba que muitos de seus clientes já passam mais tempo na Internet do que com seus filhos, cônjuges e amigos. Outro dia, uma mãe estava conversando com suas duas filhas pela Internet (cada uma com seu notebook), pois o pai não gostava de ouvir barulho. Se você pretende conquistar os filhos de seus clientes, comece a traçar uma estratégia de não só estar presente, como também manter um canal de comunicação direta com eles. O mundo, seu maior público, já está definitivamente na Internet! Cresça e apareça nela! Parafraseando Descartes: Navego, logo existo!
Você gosta de novidades? Quem não gosta? A inovação é a senha mestra para conseguir viver no presente e sobreviver no futuro. Não estou nem me referindo a ter a GRANDE IDÉIA REVOLUCIONÁRIA, mas às pequenas mudanças que se revelam grandes, quando notamos seu impacto na vida dos consumidores. Comece fazendo algo diferente, fácil e melhor! A mesma vitrine não vende mais. O mesmo modo de serviço muito menos. Hoje através de um celular, você paga ingressos, vê filmes ao vivo, lê seus e-mails, acha ruas pelo GPS, mede os batimentos cardíacos na corrida, tira fotos de alta resolução, faz uma teleconferência… E você acha que eles vão parar por aí?
Qual é seu nível de auto-aceitação e auto-estima? As pessoas estão cada vez menos transigentes, equilibradas e satisfeitas consigo mesmas. Não vou nem falar em relação aos outros. Uns não querem ceder terreno pelo próximo, outros querem atropelar todo mundo. .Ah! Quero mais que se exploda.. .Cada um por si!.. .Não estou nem aí para ele.. Hoje o nível de stress, doenças psicossomáticas, terapias, e o crescimento da indústria de tranqüilizantes não me deixam mentir. Então, ofereça aos seus clientes meios de eles se aceitarem mais e de se tornarem melhores como indivíduos.
Finalmente, você já deve ter percebido que o planeta pede socorro. Se você não vende produtos ecologicamente corretos, tome iniciativas de modo a diminuir o impacto da poluição que avança devastando o equilíbrio do meio ambiente. Embora todo mundo esteja falando a respeito e muitos já tenham tomado consciência, a grande maioria insiste em agredir o planeta. Você já viu o quanto de lixo nós produzimos nos dias atuais? Então, faça você também sua parte. Vá além do discurso e produza um ambiente mais limpo (ou menos sujo), um ar mais puro e gaste menos água. A natureza agradece e seus netos terão como presente, um presente melhor do que o nosso futuro iminente !
Feliz presente! Feliz futuro!
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Marcos Antonio de Sousa- Graduado em Engenharia Eletrônica e MBA em Administração de Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Especialista em vários cursos nacionais e internacionais de vendas para o mercado de segurança eletrônica. Atua como consultor de Marketing, Vendas e Estratégia Empresarial para as empresas do ramo de segurança. Consultor da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE). Conferencista em eventos realizados pela FENAVIST (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores). Colunista da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (ABSEG). Palestrante nos principais congressos, simpósios e eventos de segurança eletrônica e privada do país. Articulista no Jornal da Segurança e SegNews, nas revistas Proteger, Venda Mais, Infra, Segurança&Cia, SESVESP, Security, Higi Press (ABRALIMP) e Negócio Fechado (Japão). Autor do livro: Vendendo Segurança com SEGURANÇA.
http://www.marcossousa.com.br/ – marcos@consultesousa.com
SEU DISCURSO CONDIZ COM SUAS AÇÕES?
Quando estou aplicando um treinamento ou ministrando o Curso de Dinâmica de Grupo, costumo realizar uma dinâmica muito interessante chamada “Bola no Lixo” para mostrar às pessoas que nem sempre os nossos discursos condizem com nossas ações.
Primeiro divido a turma em dois grupos e nomeio-os de “Equipe A” e “Equipe B” colocando uma à frente do outro, porém com boa distância entre eles.
Depois, distribuo uma folha de papel e peço que amassem fazendo uma bolinha.
Pego uma lixeira e coloco no meio das equipes, dando a entender que terão que atirar e tentar acertar a bolinha de papel dentro da lixeira.
Porém, cuidadosamente coloco a lixeira mais próxima da “Equipe A”.
Claro que todos os componentes da “B” começam a reclamar dizendo coisas como:
“-Não é justo!”
“-Queremos igualdade!”
“-Que a lixeira fique centralizada para que as chances sejam iguais!”
E, calmamente, em silêncio retiro a lixeira do lugar original e a coloco menos próxima da “Equipe A”, mas não ainda no centro. Ainda favorecendo esse primeiro grupo.
A reclamação recomeça…
Peço, então, que eles definam “onde” deve ficar realmente a lixeira.
Alguns membros contam passo, discutem, se ajustam… e finalmente a lixeira é colocada num determinado ponto “x”, para alegria e satisfação de todos.
Resolvida a questão, solicito que apenas a “Equipe A” tente acertar e que todos tentem jogar a bola no lixo ao mesmo tempo.
Alguns acertam, outros erram. Contabilizo os acertos e parto para o outro grupo.
Porém, pego a lixeira e passo de mão em mão para que “coloquem” dentro suas bolinhas, ou seja, TODOS acertam e dou como vencedora a “Equipe B”, para desespero do grupo adversário.
Convido todos a se sentarem e só aí então começa efetivamente a conclusão da dinâmica. Pergunto o que sentiram ao realizar a atividade. Começo perguntando aos participantes do grupo A.
Ouço reprovações e até ofensas do tipo: você roubou no jogo! Ouço censuras quanto ao meu comportamento de “facilitar” a vitória do oponente.
E aí, então, pergunto por que não houve a mesma reclamação quando no início tentei deixar a lixeira mais perto deles e mais distante da outra equipe?
Será que a palavra “injustiça” só se aplica quando a vítima somos nós?
Nesta dinâmica podemos fazer um paralelo com a vida real.
Na empresa, quantas vezes não temos situações de favorecimentos dentro da empresa… Aquele líder que favorece mais a um funcionário que a outro por simples simpatia, ou repassa trabalhos mais pesados para uns e não para outros.
Na TV assistimos artistas que ganham fortunas fáceis jogarem suas vidas pelos ralos…
E principalmente, olhar para o passado e constatar quantas barreiras conseguimos vencer… Vitórias suadas, lutas diárias, conquistas… que damos muito mais valor.
Mas e a “Equipe B”? Você pode estar se perguntando agora.
Será que também houve injustiça para com eles?
Será que estão satisfeitos com a vitória?
Por que não reclamaram na hora da vitória como fizeram no início da tarefa?
Fora uma ou outra exceção, a maioria não está feliz.
Porque, simplesmente, eu tirei a oportunidade deles, quando dei a lixeira na mão, de saberem se seriam capazes de acertar ou não.
E isto nunca mais eles irão descobrir porque “aquela” oportunidade já passou. Outras poderão até vir. Mas não mais aquela…
Um Abraço a todos e fiquem bem…
Prof. Rita Alonso
| | 5 Comentários »Motivação: O Grande Desafio
Atualmente, uma das tendências mundiais é a busca pela valorização do fator humano nas empresas e no mercado de trabalho. A exigência está na capacidade de lidar e enfrentar as adversidades da vida.
A natureza do ser humano é muito complexa e talvez por esse motivo seja apaixonante. Ao mergulharmos nesta complexidade, constatamos a diferença entre vencedores e vencidos, campeões e perdedores, felizes e infelizes.
Uma das causas para crises e quedas de faturamento inesperadas, nas empresas, pode estar na falta de motivação dos funcionários e até mesmo dos próprios empresários.
Mas, afinal, o que motiva o ser humano?
A motivação é um processo individual e fruto do nosso crescimento pessoal. A nossa evolução nos impulsiona ao desejo de possibilidades maiores, em que nada é trivial e tudo é útil para um significativo crescimento. A receita para grandes resultados está justamente nas pequenas coisas, dependendo, é claro, do foco que escolhemos, do nosso grau de dedicação, esforço e da qualidade das nossas ações.
Entender esse processo auxiliará na abertura de novos espaços, novas ferramentas para grandes descobertas, aprendizagens para viver melhor e vencer de um jeito que alguns seres humanos ainda não conhecem. Sabe-se, por exemplo, que a motivação do alpinista não está na conquista da montanha, mas na conquista dele mesmo.
Cada pessoa se motiva de uma forma diferente, mas algumas premissas e características são iguais. A maioria das pessoas se motiva com a possibilidade de ver os seus sonhos realizados. Esses sonhos vêm moldados das mais diversas formas: em palavras ou gestos, no reconhecimento de um trabalho bem-feito, num elogio, na possibilidade de crescimento, numa palavra de compreensão e carinho, na importância da equipe, entre outros.
A motivação é um ato de simplicidade e cumplicidade com o ser humano, e passa por uma ruptura de paradigmas. É importante que passemos a olhar atentamente as pessoas que trabalham na nossa equipe, com uma visão diferente, preocupados com as suas particularidades. A empresa é um todo, formado pelo somatório individual de idéias, sentimentos, sonhos, angústias, expectativas e realizações. É na harmonia dessas emoções que o verdadeiro maestro conseguirá a sinfonia perfeita.
Por essas razões, o maior investimento de uma empresa deve estar nas pessoas, pois é nelas que está o poder de decisão em fazer ou não fazer, em fazer tudo ou só uma parte, em fazer correto ou mais ou menos, em fazer agora ou depois. Devemos, obrigatoriamente, saber que estamos em um novo tempo – um tempo de competências que definem a sobrevivência – e que a imagem de uma empresa está em sua equipe funcional.
O desafio é:
» O quanto somos capazes de reconhecer as necessidades individuais.
» O quanto nos tornamos capazes de aperfeiçoar nossos conhecimentos em função de relações mais produtivas.
» O quanto podemos motivar nossas equipes para resultados mais satisfatórios.
» O quanto nos automotivamos diante de insistentes questionamentos.
Enfim, o quanto somos capazes de enfrentar o maior desafio: a motivação!
Gilberto Wiesel é consultor de empresas, conferencista, empresário, escritor. Graduado em Administração, especialista em Motivação, com formação em Qualidade Total. Pós-graduado em Marketing, especializado em vendas. gilbertowiesel@gilbertowiesel.com.br
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PROF. RITA ALONSO
Cecília Meirelles escreveu o poema “Ou Isto ou Aquilo”
Ou se tem chuva ou não se tem sol,
ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Convivi com estes versos muitos anos, pois no colégio André Mauróis onde eu estudava, este poema ficava logo na porta de entrada. Gigantesco em madeira eu ficava sempre lendo e analisando cada frase e pensava como alguém de uma forma tão simplista e ao mesmo tempo magnânima conseguiu expressar tão bem esta questão das escolhas.
E em muitos momentos meus, ao longo da minha vida, peguei-me lembrando do trecho: “se compro o doce não guardo o dinheiro…”, “se calço a luva, não ponho o anel…”.
As escolhas se apresentam a cada instante da nossa vida: Ou tiro um cochilo ou escrevo este texto. Ou descanso ou vou dar aulas e ganho dinheiro. Ou compro o apartamento que meu dinheiro permite ou outro maior pedindo um empréstimo e comprometo meu orçamento.
…E cada vez mais o grau das minhas escolhas toma dimensões maiores. Maiores responsabilidades. E maiores são os meus medos…
Ou tenho medo e não me arrisco ou fico dentro da casca do ovo.
Ou sou feliz ou não me arrisco.
E se não me arrisco, nunca vou ter a certeza se poderia ter dado certo.
São estas opções diárias que nos trazem a alegria de poder transpor, conquistar, arriscar querendo acertar sempre.
A vida nos põe à prova toda hora e exige resposta.
A vida seria insuportável se não nos proporcionasse mudanças. Estaríamos enfadados a total monotonia.
Pense nisso, tenha um bom dia e fique bem…
Prof. Rita Alonso
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