Acorda Brasileiro
Meu desejo é que, enquanto você ler esta mensagem, e mesmo depois de terminá-la, sua mente se liberte das notícias que o vêm chateando. Que você respire fundo e recupere o ânimo para lutar pela realização dos seus sonhos.
Não venha me dizer que fazer isso é impossível, porque muita gente está fazendo. Nas viagens que realizo por todos os cantos, encontro pessoas que não se deixam contaminar pelo pessimismo e estão realizando coisas maravilhosas.
Vejo relances de um povo que aprende a caminhar independentemente dos governantes, pois está adquirindo a consciência de que “nada muda se nós não mudarmos”. Esse nós, é bom que se diga, significa cada um de nós.
Acorda, brasileiro! Faça a sua parte. Se você pode desejar, pode também realizar. E se nos unirmos num só desejo, não há o que possa nos deter. Basta querer. Basta você ser perguntar: Por que não ?
Em minhas palestras, ouço empresários contarem como mudaram a realidade das pessoas que trabalham com eles e da região em que atuam. E o que eles se perguntaram para promover esse crescimento? Por que não?! Por que não posso produzir mais e fazer da minha empresa a melhor nesse ramo? Por que não posso aplicar parte dos meus lucros para auxiliar a comunidade e fazer mais gente feliz? Por que não posso erradicar o índice de analfabetismo na minha cidade? Por que não posso criar uma ONG assistencial?
E você, já se perguntou Por que não ? Eu já me perguntei muitas vezes. Creio que todos nós, mais cedo ou mais tarde, nos perguntamos também, e assim começamos a mudar o mundo.
Há algum tempo tenho me questionado também sobre a falta que a reflexão faz em nossa vida. Se não refletimos, não encontramos as verdadeiras causas dos nossos problemas nem podemos mudar aquilo que não dá certo na vida.
Nem sempre é por preguiça ou falta de hábito que as pessoas deixam de praticar a reflexão. É porque têm a mente demasiadamente ocupada por idéias pré-concebidas, idéias fixas, idéias obsoletas, idéias alheias, idéias que não servem para nada… Entulho mental, eu diria.
Tem gente que não recicla sua forma de pensar, e assim não se percebe nem se abre para aprender coisas novas, evoluir. Isso me faz lembrar a parábola do mestre que chamou seu discípulo para a cerimônia do chá. Depois de preparar cuidadosamente a bebida, o mestre começou a despejá-la numa xícara. Só que em vez de suspender a chaleira quando a xícara estava cheia, continuou despejando o chá, que transbordou e começou a se espalhar pelo chão. Incomodado, o discípulo disse: “Mestre, o chá está transbordando!”. Então o mestre, com o seu jeito zen, disse ao discípulo: “A xícara de chá é como a mente. Só podemos enchê-la se ela estiver vazia”.
Para evoluirmos, precisamos abrir espaço para novas idéias, novas percepções, reflexões. Outra interpretação dessa parábola sugere que sejamos capazes de esvaziar a mente de vez em quando, o que se consegue fazer com a meditação. Criar momentos de completo silêncio mental é uma prática que relaxa, equilibra, acalma, faz bem até para o corpo. Vale a pena você estudar um pouco o assunto.
Ao praticar a reflexão, a reciclagem de idéias e a meditação, você estará preservando a ecologia da sua mente. Ecologia sim, porque é um conceito que tem a ver com equilíbrio, crescimento, renovação, harmonia. Se na natureza nada prospera em um ambiente estagnado e entulhado, como poderia a sua vida prosperar se você não renova sua mente?
Leila Navarro
| | Comentar »Pare e Pense
A maioria das pessoas tem comportamentos e crenças que só atrasam sua vida, mas não percebem isso.
Outro dia assisti uma palestra do Arnaldo Jabor, na qual ele falava sobre a preguiça de pensar (no sentido de filosofar) que a maioria das pessoas tem. Disse ele: “Neste mundo 95% das pessoas não pensam, 4% pensam que pensam e o 1% pensa por todos – e já não agüenta mais”.
Eu não me arriscaria a dar uma estatística sobre o assunto, mas concordo inteiramente que a capacidade de interpretar a realidade anda muito em falta por aí. Tanto é que a maioria das pessoas tem comportamentos e crenças que só atrasam sua vida, mas não percebem isso. Em vez de refletir sobre o que está dando errado e mudar, continuam repetindo o mesmo script. Repetem em outros cenários, com outras pessoas e situações, mas repetem.
Quantas pessoas você conhece não se acertam no trabalho? Vivem mudando de emprego e continuam insatisfeitas, reclamando que é impossível se dar bem nas empresas de hoje? Quantas pessoas pulam de relacionamento em relacionamento e se queixam de que são os outros que não querem nada sério? Quantas botam nos outros a “culpa” pelos problemas e situações difíceis que estão vivendo?
Você mesmo, reflita agora: que dificuldades tem encontrado sistematicamente na sua vida? Que comportamentos ou crenças podem estar criando os problemas que tanto o transtornam?
Se as pessoas deixassem de viver no piloto automático (99% da população segundo o Jabor) e se decidissem a pensar (pensar na vida, nelas mesmas, no mundo em que vivem, que é o que faz apenas 1%) tenho certeza de que encontrariam as soluções para os seus problemas. Como eu sempre digo, “nada muda se você não mudar”. Isso é profundo! É filosofia pura. Pense e verás!
Agora com licença, fui pensar.
Leila Navarro
| | Comentar »Motivação E Criatividade Andam Juntas
Experimente um novo caminho para ir ao trabalho, assista A um canal de tv que nunca viu, converse com um desconhecido, enfim, dê a si mesmo a chance de surpreender-se.
Você adora o que faz e, enquanto trabalha, nem vê o tempo passar? Se a sua resposta for “sim”, pelos cânones da auto-ajuda, você poderia ser enquadrado na categoria dos profissionais motivados. Mas não sejamos tão simplistas, já que pode-se realmente amar o que se faz e não necessariamente sentir-se motivado.
Nos tempos de profundas mudanças, alta competitividade e grandes pressões no trabalho, nem sempre é fácil encontrar motivação. Sua competência e esforços, às vezes, parecem insuficientes para fazer as coisas funcionarem como gostaria.
Se é assim que você se sente, provavelmente, entrou numa espiral negativa em que as questões não-solucionadas lhe causam desprazer e, conseqüentemente, desmotivação.
A boa notícia é que o movimento pode ser revertido se for acrescentado um tempero especial ao trabalho: a criatividade. Segundo Mihaly Csikszentmihalyi, professor de psicologia da Universidade de Chicago e autor do livro Flow, pessoas que procuram desempenhar tarefas de forma criativa encontram mais prazer no que fazem.
O prazer, por sua vez, é altamente motivador. Aí está a espiral positiva: criatividade, prazer e motivação.
Antes de mais nada, é preciso que você analise a forma como vem tentando resolver seus problemas.
Se, normalmente, fica ansioso ou transtornado para encontrar a solução, precisa aprender a fazer o que eu chamo de “distanciamento da situação”.
Em vez de ficar concentrado na questão, abra seu foco. Procure perceber todas as implicações do problema por vários ângulos. Distanciar-se dele é como sobrevoar o congestionamento de helicóptero: você sai do caos e enxerga possíveis saídas.
O que isso tem a ver com criatividade? Tudo, pois quanto mais você se distancia mental e emocionalmente do problema, mais predisposto a ter idéias criativas você se torna.
É bom lembrar também que de nada adianta ficar “zen” diante dos problemas se não exercitar sua criatividade para que ela se manifeste quando necessário.
Um bom treino para isso é sempre procurar fazer coisas diferentes das habituais. Experimente um novo caminho para ir ao trabalho, assista A um canal de TV que nunca viu, converse com um desconhecido, enfim, dê a si mesmo a chance de surpreender-se todos os dias.
Fazer as coisas sempre do mesmo jeito nada mais é do que a exteriorização do modo como sua mente trabalha, sempre percorrendo as mesmas e consagradas trilhas de raciocínio. Ao mudar seus hábitos, você estará abrindo novas trilhas.
Da mesma forma como procura trazer novidade ao dia-a-dia, experimente fazer o seu trabalho de maneiras diferentes. Mude o jeito de encaminhar as coisas, procure alternativas para simplificar tarefas. Pessoas criativas estão sempre em busca de aperfeiçoamento. O reconhecimento de que estamos fazendo nosso trabalho um pouco melhor a cada dia é altamente motivador.
Para terminar, quero lhe dar uma dica para sustentar a espiral da criatividade, prazer e motivação.
Diariamente, ao despertar, tenha pensamentos positivos, algo como “hoje, apesar de tudo, eu serei feliz.” As atitudes e pensamentos que temos nos primeiros minutos do dia determinam a qualidade de 80% do restante daquele dia.
Não queira resolver todos os problemas de uma só vez; em vez disso, estabeleça metas realistas, comprometendo-se com o que é mais importante ou mais urgente.
Com essas atitudes simples, você poderá terminar o dia satisfeito por ter cumprido seus objetivos e usado a criatividade. O que pode haver de mais motivador do que isso?
Leila Navarro – Escritora e palestrante motivacional e comportamental, é ganhadora do prêmio Top of Mind de melhor palestrante
| | Comentar »Faça do Medo Seu Aliado
Temos Uma Tendência Natural À Acomodação; O Medo Nos Mobiliza.
Qual de nós não se sente inseguro diante de um grande desafio, uma mudança ou situação completamente nova?
É a coisa mais normal do mundo! O coração acelera, as pernas tremem, dá aquele aperto na boca do estômago. Falando em português bem claro: isso é medo, a sensação que a gente tenta de todo jeito evitar, esconder e negar.
Ter medo, porém, não é tão ruim assim se considerarmos que ele nos obriga a tomar uma atitude diante de algo que nos ameaça. Se pensarmos no medo como um mecanismo de proteção, poderemos dirigir a energia que ele gera para o nosso desenvolvimento.
É o medo que nos faz cautelosos para agir e evitar fazer bobagem. Tudo o que executamos com uma pontinha de receio, fazemos com mais cuidado. Quando temos de decidir sobre um assunto que não conhecemos bem, por exemplo, o medo de errar nos faz buscar informação, pedir a opinão de alguém – enfim, nos inspira a ser prudentes.
O medo também mobiliza. Temos uma tendência natural à acomodação e, se não sentíssemos nossa estabilidade ameaçada de vez em quando, talvez jamais saíssemos do lugar. Muita gente, aliás, parece ser mais motivada pelo temor de perder seu status do que pelo prazer de conquistar uma situação melhor. Basta bater um ventinho de crise no mercado e todo mundo trata de mostrar serviço por receio de ficar sem trabalho!
Você pode transformar o seu medo em desejo, em gana, em força para superar obstáculos, como fazem os adeptos de esportes arriscados. O primeiro passo para quem deseja transformar seu medo em algo produtivo é reconhecê-lo. Você tem medo do quê? Provavelmente você tem alguns destes aqui, que são comuns à maioria das pessoas:
“¢ O medo de fracassar, que nos faz evitar experiências em que identificamos riscos, a possibilidade de que algo dê errado ou saia do nosso controle. A voz desse medo nos diz: “E se eu arriscar e me der mal?” Mas quem ousa enfrentá-lo, consciente de suas capacidades e com passos bem calculados, pode descobrir que não era tão limitado quanto imaginava.
“¢ O medo de mudar, já que nem sempre as mudanças se impõem a nós como opção, mas como algo que somos obrigados a acompanhar.
Nossas empresas são compradas, fundidas, reestruturadas… e lá se vai a doce estabilidade. A voz desse medo nos diz: “E se eu não me acostumar?” Mas não tem jeito: a mudança é parte do jogo e temos de desenvolver nossa capacidade de adaptação.
“ O medo do que os outros vão pensar. Manter uma boa imagem no mercado é importante, mas a questão é o tipo de imagem que se quer preservar: a de um profissional arrojado, que encara desafios, ou a de conservador, que não muda, não arrisca, não empreende.
Atitudes como negar o medo ou se encolher diante dele não nos levam a lugar nenhum. Mas se formos capazes de assumi-lo e encará-lo, poderemos usar a energia que ele gera como motivação para buscar aperfeiçoamento, força para superar obstáculos, garra para conquistar objetivos. De fato, é mais negócio ter o medo como aliado do que como inimigo.
Leila Navarro
| | Comentar »O Bordado
O Prof. Damásio de Jesus é um dos maiores tratadistas do Direito Penal Brasileiro, com incontáveis publicações na área Processual. Em novembro de 2002 ele escreveu:
- Quando eu era pequeno, minha mãe costurava muito. Eu me sentava no chão,brincando perto ela, e sempre lhe perguntava o que estava fazendo.
Respondia que estava bordando.Todo dia eram a mesma pergunta e a mesma resposta. Observava seu trabalho de uma posição abaixo de onde ela se encontrava sentada e repetia:
- Mãe, o que a senhora está fazendo?
Dizia-lhe que, de onde eu olhava, o que ela fazia me parecia muito
estranho e confuso. Era um amontoado de nós, e fios de cores diferentes, compridos, curtos, uns grossos e outros finos. Eu não entendia nada. Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente me explicava:
- Filho, saia um pouco para brincar e quando terminar meu trabalho eu chamo você e o coloco sentado em meu colo. Deixarei que veja o trabalho da minha posição.
Mas eu continuava a me perguntar lá de baixo:
- Por que ela usava alguns fios de cores escuras e outros claros? Por que me pareciam tão desordenados e embaraçados? Por que estavam cheios de pontas e nós ? Por que não tinham ainda uma forma definida? Por que demorava tanto para fazer aquilo?
Um dia, quando eu estava brincando no quintal, ela me chamou: – Filho, venha aqui e sente em meu colo. Eu sentei no colo dela e me surpreendi ao ver o bordado. Não podia crer! Lá de baixo parecia tão confuso! E de cima vi uma paisagem maravilhosa! Então minha mãe me disse:
- Filho, de baixo, parecia confuso e desordenado porque você não via que na parte de cima havia um belo desenho. Mas, agora, olhando o bordado da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Muitas vezes, ao longo dos anos, tenho olhado para o céu e dito:
- Pai, o que estás fazendo?
Ele parece responder:
- Estou bordando a sua vida, filho.
E eu continuo perguntando:
- Mas está tudo tão confuso, Pai, tudo em desordem… Há muitos nós, fatos
ruins que não terminam e coisas boas que passam rápido. Os fios são tão escuros. Por que não são mais brilhantes?
- O Pai parece me dizer:
- Meu filho, ocupe-se com seu trabalho, descontraia-se, confie em Mim e Eu farei o meu trabalho. Um dia, colocarei você em meu colo e então vai ver o plano da sua vida da minha posição.
Muitas vezes não entendemos o que está acontecendo em nossas vidas. As coisas são confusas, não se encaixam e parece que nada dá certo. É que estamos vendo o avesso da vida! Do outro lado, Deus está bordando…
Autor desconhecido
| | Comentar »Escritório Bonito Melhora Desempenho

Pesquisa americana mostra que ambiente acolhedor influencia a produtividade e o astral dos colaboradores
Os professores de gestão de RH sempre acreditaram que as condições de higiene e conservação do local de trabalho eram fatores secundários para a manutenção do clima organizacional. Pois um estudo recém-divulgado nos Estados Unidos dá indícios de que essa crença está ultrapassada. Segundo a consultoria norte-americana Gensler, especializada em design, o ambiente de trabalho exerce, sim, uma forte influência na satisfação, na moral e até na produtividade dos funcionários. A empresa entrevistou 2 mil pessoas empregadas nos Estados Unidos e chegou à conclusão de que quase metade delas (48%) trabalhariam uma hora a mais por dia – e sem reclamar – se seus escritórios fossem mais acolhedores. Do total da amostra, 58% dizem ter vergonha de mostrar o local de trabalho a clientes ou fornecedores. E nada menos que 90% dos entrevistados acreditam que suas empresas incrementariam seus resultados se simplesmente realizassem melhorias na organização e na limpeza das instalações.
“Essa mudança é reflexo de outra, mais ampla, que vem ocorrendo na forma como as organizações estão estruturadas”, comenta Geraldo Gianiselo, diretor da Across, consultoria especializada em desenvolvimento organizacional. Segundo ele, as empresas estão passando por uma revolução. As antigas “baias” estão sendo derrubadas, as hierarquias vêm se tornando cada vez mais simples e o trabalho em equipe é rotina obrigatória para a maioria das pessoas. Em outras palavras, as organizações estão deixando para trás a ideia de nichos particulares no local de trabalho – que se converte num espaço de todos.
Redação de AMANHÃ
| | Comentar »Caráter, sua Integridade
Dizem que a Hans Wagner, popular jogador de beisebol da cidade de Pittsburg, Pensilvânia, nos E.U. A., foram oferecidos mil dólares para que ele consentisse no uso de seu retrato na embalagem de uma certa marca de cigarros. Wagner, porém, recusou positivamente: ” Não há dinheiro que compre a integridade de um caráter”.
| | Comentar »Caráter, Sua Definição E Revelação
Diz certo escritor: ” Caráter é aquilo que dizemos ser – isto é profissão. Caráter não é aquilo que fazemos – isto é conduta. Caráter não é aquilo que somos – isto é o âmago de nosso eu, o homem interior. Caráter é aquilo que somos no escuro”.
“O caráter se revela, não por boas obras ocasionais, nem por atos maus, praticados ocasionalmente, mas pela tendência das palavras e dos atos habituais.”
| | Comentar »Caráter, Dignidade, Jó…
Hutton, escrevendo a respeito de Walter Scott, especialmente sobre a literatu-ra deste, produzida no último período da sua vida, aplica a ele as mesmas palavras com as quais Cícero descreveu um contemporâneo: “um homem que sabiamente resistiu à adversidade, que não desfaleceu ante a infelicidade, e que no meio das bofetadas do destino manteve a sua dignidade…” Nesta descrição de caráter há algo que nos alegra. E lembra-nos a história de Jó, que com fidelidade serviu ao Senhor, em todas as circunstâncias da vida, nos enchendo de admiração e regozijo. A maior tarefa que um homem pode receber é a de manter a dignidade da alma no meio dos sofrimentos da vida.
| | Comentar »Amigo Verdadeiro
“O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão” (Pv 18.24).
Há no Talmude a história de um judeu que tinha três amigos. Um dia, ele foi chamado ao tribunal a fim de defender-se de certas acusações. O judeu estava aterrado. Foi ter com três amigos, e pediu-lhes que o acompanhassem. O primeiro respondeu:
- Não, eu não farei nenhum bem em ir; nem a você nem a mim mesmo.
O segundo disse:
- Bem, é uma coisa muito perigosa estar ao seu lado. Talvez o imperador o acuse de alguma grande ofensa contra a lei. Se eu for visto com você, ele poderá pensar que tenho parte em sua culpa. Contudo, irei com você até à porta do tribunal.
E assim ele se dirigiu ao terceiro amigo, que lhe respondeu:
- Não tema, irei com você até à presença do imperador. Dir-lhe-ei que conheço você e tenho confiança em você, e não o deixarei, enquanto você não for solto, como espero que há de ser.
E assim o fiel amigo cumpriu sua promessa. O verdadeiro amigo está pronto a ajudar até o fim.
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