O Primeiro Passo Rumo Ao Desenvolvimento Nunca É Simples

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

Há cerca de um ano e meio, o Hospital São Camilo deu uma guinada na sua Gestão de Pessoas e hoje, o cenário é totalmente diferente do evidenciado no passado. Diga-se de passagem, com características bem positivas tanto para a organização quanto para os colaboradores. Tudo isso ocorreu quando a área de Recursos Humanos evidenciou a necessidade de promover a implantação de um modelo de Gestão por Competências.

De acordo com Cláudio Collantonio, diretor de RH, na oportunidade criou um RH Corporativo que pudesse abranger as unidades de Pompeia, Santana e Ipiranga. No entanto, observou-se que entre os colaboradores existiam gap’s entre as competências esperadas e o que os funcionários ofereciam à organização.

O primeiro hospital fundado da rede foi o Ambulatório São Camilo, em 1928, no bairro da Pompeia, zona oeste da cidade. Em 23 de janeiro de 1960, transformou-se no Hospital e Maternidade São Camilo Pompeia, hospital geral que realiza desde partos até transplantes, com completo centro de diagnóstico e atendimento em todas as especialidades. Já a Unidade de Santana foi inaugurada em 16 de setembro de 1977, na zona norte de São Paulo, o Centro Hospitalar Dom Silvério Gomes Pimenta passou a chamar-se Hospital e Maternidade São Camilo Santana, em 1999. A terceira unidade, fundada em 18 de janeiro de 1942, o Hospital Leão XIII foi entregue à Ordem Camiliana em 1999, e passou a se chamar Hospital e Maternidade São Camilo Ipiranga, em 2000.

O que foi feito? – Para suprir as lacunas operacionalizadas nos quadros e as competências que a empresa precisava, a área de Recursos Humanos estruturou todo o trabalho a partir do mapeamento de grupos de competências. O primeiro deles foi o chamado de Competências Essênciais, que correspondem justamente àquelas que todos os profissionais precisam ter como, por exemplo: foco em resultados; orientação ao cliente, relacionamento interpessoal, excelência operacional e comunicação.

O segundo grupo compreendeu as consideradas Competências de Gestão, focadas aos gestores e que dão a eles visão sistêmica e estratégica do negócio. A terceira baseou-se em Competências Específicas, onde são destacadas nove para as áreas de atuação. “Vale destacar, porém, que duas competências são atribuídas às áreas específicas”, explica Cláudio Collantonio, ao acrescentar que entre essas se encontram: flexibilidade, humanização, capacidade de análise, visão de negócio, negociação, controle emocional, organização, pró-atividade e resulubilidade.

“Com esse trabalho, nosso objetivo era o de definir uma visão de negócio até 2012, com mapeamento de competências através do Balanced ScoreCard. Com isso, quisemos contribuir e acompanhar o constante desenvolvimento profissional de nossos talentos”, enfatiza o diretor de RH, ao explicar que todo o modelo desse trabalho foi desenvolvido pela área de RH do São Camilo, mas que foram contratadas três consultorias com perfis diferenciados para complementar algumas ações pontuais.

Depois que as competências foram “selecionadas”, a área de Recursos Humanos deu um novo direcionamento aos seus trabalhos. Durante um ano foi realizado o “Executivo Coaching”, que atendeu a 18 profissionais que participaram de sessões de coaching e workshoppings. Nesses encontros, os executivos tiveram a oportunidade de ganhar proximidade uns com os outros e debaterem assuntos direcionados ao alinhamento e à expansão de visão do negócio.

Outro grupo foi formado por profissionais que compõem a Média Liderança – gerentes, chefias e coordenadores, que totalizou 108 colaboradores. Para esses, foi utilizada a ferramenta e-coaching. Durante um semestre, foi trabalhado junto a esse público a divergência existente entre o indivíduo e o cargo de liderança. Na primeira reunião com a média liderança, a área de RH apresentou a ferramenta, onde cada pessoa receberia um e-mail individual e teria acesso a uma área específica de uma consultoria, a Your Life.

“Todos os dias, os participantes do e-coaching receberiam informações por e-mail e cada um teria a oportunidade de desenvolver duas novas competências que eles próprios poderiam aprimorar”, enfatiza Cláudio Collantonio. Inclusive, ele menciona que cada líder passou por cinco avaliações, após o e-coaching: um diretor – com peso dois (02); e mais quatro pares de trabalho – esses tiveram peso um (01). Para assegurar que o trabalho fosse realizado com tranquilidade foi assegurado o anonimato dos avaliadores.

O terceiro Grupo de Base também recebeu atenção especial da área de RH. Nesse ponto específico foram atendidos 3.100 profissionais que receberam treinamentos de 16h/cada, focados na linha comportamental. Até o momento, 96 turmas foram formadas.

Benefícios – Quando questionado sobre os benefícios que essa experiência gerou ao Hospital São Camilo, Cláudio Collantonio diz que o maior ganho foi a criação da cultura do feedback entre os profissionais. Hoje, por exemplo, é visível que as lideranças ficaram mais “sensíveis” para ouvir e dar feedback e isso, por sua vez, resulta em uma maior produtividade, os resultados surgem com facilidade e a mensuração que se esperava, através do BSC, ocorreu dentro do prazo programado pela companhia.

Ele cita, ainda, que ocorreram dois momentos marcantes na empresa. A primeira foi quando se observou que a aceitação do público interno seria alta e que os líderes tinham a necessidade de estreitar relacionamento com ferramentas modernas, como foi o caso do e-coaching.

“No fechamento do primeiro semestre, após a conclusão do e-coaching, resolvemos que seria preciso trabalhar a iniciativa por mais seis meses. Isso porque houve uma assertividade acentuada e uma aderência maior que 85% do nosso público. Assim, a média liderança terá a oportunidade de trabalhar novas competências importantes para o desempenho no dia a dia da empresa”, sintetiza Collantonio.

Patrícia Bispo- Formada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.

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Falar a Mesma Língua – Comece Agora

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento, Comunicação ·  

Publicitária pela Universidade de São Paulo, é atualmente pesquisadora do comportamento humano nas organizações e atua como consultora e palestrante desenvolvendo conteúdo em Qualidade de Vida e Desenvolvimento Pessoal. Começou a carreira na área de Marketing e Relações Públicas, além de ter exercido a publicidade nos Estados Unidos. Foi redatora e editora do jornal Folha da Tarde e desenvolveu projetos jornalísticos televisivos para o SBT. É empreendedora há mais de uma década e tem proferido palestras e treinamentos comportamentais em todo o Brasil, Mercosul, Portugal e Angola. Entre os temas mais importantes está a Liderança, o Uso Inteligente dos Recursos, Administração do Tempo, Postura Profissional e, sobretudo, Saúde Financeira – Finanças Pessoais. Colabora com conteúdo para programas de rádio e televisão de todo o país, bem como portais internet.+ textos de Suyen Miranda

“Sabe onde fica o paraíso? É qualquer lugar onde todo mundo fala a sua língua. Só isso”.

Como seria bom se todos compreendessem claramente nossos pensamentos, nossas ideias, nossos conceitos… Mas enquanto vivemos numa sociedade felizmente repleta de diferenças, pense o quanto é complicado viver num ambiente no qual você não consegue ser efetivamente compreendido. Um ambiente onde a linguagem difere demais do seu modelo de pensamento e cultura.

Agora pense em viver num ambiente aonde todos compreendem o seu sistema de símbolos, suas comparações e sua cultura. Muito mais fácil – mamão com açúcar. Tudo o que sempre desejamos, principalmente quando somos os dirigentes das ideias a se tornarem ações.

Uso esta análise para exemplificar como é importante compreender e ser compreendido, seja você líder ou não. Ter e praticar a mesma linguagem, seria isso impossível? Não parece ser, embora requeira esforço e principalmente empatia para se colocar no lugar do outro. Isso é algo que se consegue com esforço e atenção, notadamente quando se trata de uma relação na qual temos interesse – comercial, afetivo, financeiro, qualquer – e precisamos de um resultado positivo.

Muita gente ainda acredita que se comunica bem, porque usa belas palavras e tem vasto conhecimento sobre um determinado assunto. Isso, para elas, basta; mas numa comparação singela, seria o mesmo que imaginar que qualquer jogador de futebol é um técnico nato, pois domina a bola, conhece sua performance, joga muito bem – mas não, necessariamente, será capaz de claramente explicar o que se espera de muitos jogadores juntos em uma partida. É preciso compreender o processo do outro, e neste caso de todos os outros que formam o time, para que a mensagem seja claramente compreendida, sem ruídos ou ausências.

Olhar o mundo pelos olhos do outro é outro aspecto que não pode ser negligenciado quando se trata de comunicação eficaz. Como será a melhor forma de expressar a ideia de um novo projeto de modo que a equipe esteja motivada para assumir este desafio com competência? Não é suficiente ter o projeto pomposo, bem redigido, com a melhor tecnologia gráfica disponível. É preciso ultrapassar limites e estrategicamente pensar a forma de comunicar isso para assim ir além, com resultados motivadores, dignos do desafio.

Para ilustrar como a comunicação é fundamental para a interação na sociedade trago uma história muito não verbal. A pessoa que me contou dirigia tarde da noite numa transversal da marginal Tietê. À frente dois carros passavam meio lentos, como que “segurando” o tráfego. Ela acelerou e passou pela direita, visando ganhar espaço e desenvolver o carro.

A ultrapassagem, que seria somente para sair de trás dos veículos lentos, foi interpretada como uma provocação. Os dois carros rapidamente aceleraram como que se estivessem numa corrida, um racha. Começaram a agir ao volante como que numa intimidação, buscando fechar o “adversário”. Por bom senso e compreensão atrasada da linguagem, esta amiga manteve o controle e optou por seguir em direção diferente, evitando outra situação de confronto no tráfego. Assim, o “racha” acabou e tudo correu bem.

No entanto, se esta amiga estivesse armada ou mesmo inconsciente de seus atos – e, portanto, facilmente reagiria considerando a provocação uma afronta pessoal, coisa que não era – a situação teria um final péssimo. Isso se deveria não por uma rivalidade existente, mas por uma linguagem mal compreendida que trouxe uma interpretação ofensiva. O acelerar para se desvencilhar de carros lentos foi compreendido como uma provocação para o sistema de crenças e cultura dos dois motoristas. Por pouco o caso não se transformou em algo de graves e grandes proporções.

Quando lideramos pessoas precisamos estar muito conscientes do papel do líder, que é acima de tudo inspirar e ser exemplo. Será que estamos preparados para liderar com consciência e empregar nossa comunicação de forma a estabelecer confiança, base fundamental de uma equipe de sucesso? Pense nisso e cuide conscientemente de sua linguagem.

Suyen Miranda

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25 Horas?

Postado em 29 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

O seu dia precisaria ter 25 horas para cumprir tudo que você faz?

Esta é a realidade de muitos profissionais. Trabalham 12, 14 horas por dia e sentem que os dias não rendem, seu trabalho sempre acumula.

Por quê?

Leiam esta frase antes de responder:

“Do we need more time? Or do we need to be more disciplined with the time we have?” – Kerry Johnson Em Português: Você precisa de mais tempo? Ou você precisa ser mais disciplinado com o tempo que você tem?

O dia tem 24 horas, isto é inevitável.

Trabalhamos pela lei 8 horas por dia.

Precisamos de tempo para trabalho, tempo para alimentação, tempo para dormir, tempo para nossa família, tempo para lazer, enfim, precisamos de tempo.

Como fazer este tempo existir com tantos compromissos e atribulações da vida?

Três dicas para auxiliar neste caminho:

1. Defina prioridades;

2. Descentralize tarefas e funções;

3. Reserve tempo para si;

Defina prioridades.

Talvez a parte mais difícil para muitos profissionais. Definir prioridades é difícil, pois num primeiro momento tudo é urgente, tudo é para ontem.

Contudo, se analisarmos com a razão, perceberemos que existem prioridades mais urgentes que outras.

No universo jurídico, os prazos do advogado são sempre uma prioridade. Como diz o advogado Otávio Estarque “Só advogado tem prazo neste país”, mas precisamos compreender que até mesmo os prazos são prioridades desde que sejam o último dia no último horário. Caso contrário, outras prioridades são mais urgentes.

Se você tem muita coisa pendente, separe as tarefas em dois grandes grupos: Estratégico e Operacional.

Estratégico: Contato com cliente, novos projetos, reuniões com alianças estratégicas, reuniões com funcionários internos, etc.

Operacional: Fazer prazos, ligações para fornecedores, etc.

O que é estratégico tem sempre prioridade. Aí você vai se perguntar: Mas, se deixar um prazo para depois para fazer reuniões com os funcionários, perco o prazo.

Sim, óbvio, respondo eu.

Claro que não podemos perder prazos. Todavia, igualmente não podemos perder a oportunidade de novos negócios. Se o seu tempo está com muitas tarefas operacionais, parta para a premissa seguinte: Descentralize.

Descentralize tarefas e funções

Outra dificuldade enorme de muitos gestores. Adoram centralizar, dizem que não podem perder o controle.

Centralizar é diferente de ter controle.

Centralizar significa fazer tarefas operacionais porque não confia ou não quer que outros a façam. Descentralizar significa deixar que outro faça a tarefa e você apenas faça o estratégico: Controle se a tarefa foi feita dentro do prazo, com adequação.

Não há como manter um futuro na carreira centralizando informações, tarefas e funções. Você precisa trabalhar em equipe, com visão de que o todo será útil a empresa, somando os talentos individuais.

Descentralize o operacional. Crie funções para que a empresa cresça com seus talentos individuais compartilhados e não um monte de talentos guardando todo conhecimento para si.

Reserve tempo para si.

Para muitos, reservar tempo para si é sinal de egoísmo ou um ato impossível, pois levam uma vida tão corrida que não conseguem.

Reservar um tempo para si, nem que seja meia hora por dia, é um ato de amor consigo. É um ato de amor a sua família. É um ato de amor com a empresa, que terá um funcionário mais capaz, mais lúcido, mais pensante e mais voltado ao mercado.

Reservar um tempo para si é muito importante, quiça fundamental.

Ao fazê-lo você estará criando possibilidades de criar, buscar novidades, conectar-se a sua rede de contatos, enfim, de estreitar novos negócios.

Em suma,

Seu dia, quer você queira ou não, somente terá 24 horas. O que você vai fazer com este tempo é uma decisão sua. Faça uma decisão inteligente, use com sapiência o seu tempo e ganhe em produtividade e felicidade.

Não basta ser feliz somente pelo trabalho. Você deve ser feliz também para fazer um bom trabalho. O segredo está dentro de você e não fora.

Pense. Racionalize. Defina Prioridades. Descentralize. Seja você.

Tudo isto significa o seu sucesso profissional e do local onde trabalha!

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr

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As Vinte Piores Frases No Trabalho

Postado em 22 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

Uma compilação daquelas frases que demonstram que está na hora de você trocar de emprego.

- Não, não, esse não é o vale refeição, é o seu salário mesmo.

- 8:15, só mais sete horas e quarenta e cinco minutos para isso terminar.

- Se a cerveja estivesse tão gelada quanto os salgadinhos, esse happy hour seria perfeito.

- Você foi demitido, o Pedrão, o amante da sua mulher vai ficar no seu lugar.

- Você foi demitido, a Patrícia, ah, você já sabe o resto né?

- Não aguento mais esse emprego, acho que vou largar tudo e virar carcereiro.

- Infelizmente o nosso plano de saúde não cobre os membros inferiores.

- Pensa bem, são só mais 27 anos e 8 meses para a aposentadoria.

- Não é trabalho infantil, eles são todos pigmeus escravos. – Bônus? Que bônus? Sinta-se grato de ainda ter emprego.

- Não esquenta, o chefe só fica violento assim quando bebe pouco no almoço.

- O ambiente até que não é tão insalubre, os ratos não reclamam.

- Meu chefe é um mala, o salário é ruim, benefícios não existem. Só venho aqui mesmo pelo cafezinho que a tia faz de manhã, uma delícia.

- Tem um lado positivo, conheci um cara que sofreu o mesmo acidente e virou presidente.

- Não entenda isso como uma demissão, mas como uma promoção ao mercado de trabalho.

- Até que para um imbecil, você não é tão incompetente.

- Esse é o Jair, nosso estagiário. Ele já está com a gente faz dez anos.

- Você não é pago para pensar (essa eu já ouvi).

- O ambiente aqui na empresa anda tão pesado que o João tirou férias no inferno e voltou renovado.

- Esse anos vamos dar um Cinto e um Cestão de natal para os funcionários: Sinto muito, ces tão fu…

Jack DelaVega – www.administradores.com.br

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Twitter no Trabalho: Dez Dicas Para Não Queimar O Filme Com O Chefe

Postado em 22 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

De acordo com especialista, o segredo é adotar uma postura adequada aos padrões da empresa e abusar do bom senso

Sem escapatória: nenhuma empresa consegue fugir das redes sociais

Redes sociais: comunique e não complique

Cinco regras para usar Orkut, Twitter e Facebook no trabalho

O bom e velho blog ainda tem espaço na era do Twitter e das redes sociais?

O Twitter caminha no sentido de se tornar a maior rede social do mundo, demonstrando um ritmo de crescimento maior que o do principal concorrente, o Facebook. Febre do momento, a rede de microblogs noticia e é noticiada durante os principais acontecimentos da atualidade. Assim, para quem já aderiu, fica difícil não dar uma olhadinha de vez em quando, mesmo que seja no meio do expediente. E aí começa o problema. Qualquer descuido pode pegar muito mal no ambiente de trabalho.

De acordo com a especialista em comportamento corporativo, Daniela do Lago, da Fundação Getúlio Vargas, o segredo para o bom uso do Twitter é adotar uma postura adequada aos padrões da empresa e abusar do bom senso. Fica difícil, para um profissional, dizer ao chefe, por exemplo, que não deu tempo de concluir o relatório de ontem, quando sua página na rede está lotada de postagens daquele dia.

 Confira abaixo 10 dicas elaboradas por Daniela Lago sobre como utilizar o Twitter sem queimar o filme na empresa:

1 – O Twitter é ambiente público

 O Twitter é uma ferramenta veloz e tem largo alcance. Por isso, pense bem antes de postar uma mensagem. O que se “twitta” ganha grande visibilidade e a repercussão é sempre amplificada. Estamos expostos, tanto para admiração como para críticas: lembre-se disso.

2 – Opiniões fortes sobre assuntos polêmicos

 No Twitter, são naturais as discussões de idéias. É sempre bom, no entanto, tomar cuidado com comentários sobre temas polêmicos – como religião, política e opções sexuais. Cada ser humano tem seus valores e uma opinião extremada pode ferir os valores de alguém. Cuidado com as animosidades desnecessárias.

3 – Cuidado para não ser mal interpretado

 Evite muitas abreviações. Apesar de permitir apenas 140 toques, não é necessário espremer tudo em uma mensagem. Sempre considere o que os demais irão entender. Escrever para si não funciona e pode gerar muitos conflitos. Evite ser mal interpretado.

4 – Fofoca que sufoca

 A fofoca nunca é recomendada. Um fofoqueiro dificilmente será promovido por não ser bem quisto pelos demais. Não fale de ninguém. Ninguém ganha pontos ao ficar depreciando uma pessoa. Você acaba sendo visto como aquele que vive falando mal dos outros, e estraga a própria imagem.

5 – Cuidado com os desabafos

 O Twitter pode ser usado como um canal pelo qual os profissionais desabafam de modo informal sobre acontecimentos da empresa. Um desabafo pode ser mal interpretado por um colega e, no futuro, ser usado contra aquele que desabafou.

6 – Pense bem antes de escrever informações da empresa

Fique atento – às vezes uma informação simples para você, pode causar sérios prejuízos à empresa.

A executiva de uma grande indústria de beleza me confidenciou um caso interessante: ela possui Twitter e “segue” vários profissionais de empresas concorrentes. Certa vez, um comentário de uma dessas pessoas lhe chamou a atenção. De acordo com ela, a concorrente afirmava estar, naquele momento, em um órgão do governo para conseguir autorização de venda de um novo produto. Sabendo disso, a executiva agilizou o processo interno de sua empresa e antecipou o lançamento de um produto similar antes que a concorrência obtivesse tal licença. Sem essa informação, talvez isso não ocorresse.

7 – Foque em informações gerais

 Evite escrever informações precisas sobre o que se está fazendo, mesmo que seja essa a proposta inicial do Twitter. Dependendo da profissão, isso pode gerar problemas. Profissionais que trabalham em casa, por exemplo, perdem a credibilidade se disserem que dormiram até mais tarde ou foram passear.

8 – Excesso de exposição

 Tenha cuidado ao exibir fotos na web. Nem todas as imagens da última festa na empresa devem ter link no seu Twitter, afinal, alguém pode ver e não gostar (um futuro empregador, por exemplo). Além disso, as pessoas que estão na foto também podem não querer ver suas fotos publicadas na web.

9 – Não fale mal do próprio emprego

 Não se deve falar mal da empresa na internet em hipótese alguma. Além de ser horrível, tal atitude acarreta perda de respeito e confiança das pessoas com quem se está interagindo. Claro que um comentário ocasional não vai provocar grandes estresses. Mesmo assim, fique atento. Se não conseguir se “conter”, pense e procure escrever frases muito abertas de forma que ninguém possa ligar os fatos à empresa.

10 – Não ligue para seus críticos

 Estamos expostos no Twitter, tanto para admiração, quanto para críticas. Os críticos fazem parte da vida, algo que todos temos de encarar. A única maneira de se evitar críticas é vivendo uma vida isolada – o que, definitivamente não ocorre ao se usar o Twitter. Lembre-se, o comentário que seus seguidores adoram pode irritar outras pessoas e, por mais que tentemos evitar, sempre haverá alguém para nos criticar.

Redação Administradores, www.administradores.com.br

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Aproveitando A Aposentadoria

Postado em 21 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

Programar a aposentadoria: eis a chave do sucesso. Após mais de quarenta (40) anos de exercício ininterrupto da magistratura, fui obrigado a me aposentar, em decorrência da idade limite – setenta (70) anos.

A aposentadoria compulsória, contudo, não me perturbou, porque sempre pautei a minha vida pelo ensinamento bíblico, previsto no livro do Eclesiastes (3, 1-8): “todas as coisas têm o seu tempo…” Por isso, nos últimos anos que antecederam a minha aposentadoria, fui me programando para uma nova vida: sem compromissos diários obrigatórios; sem horários fixos para as minhas atividades forenses; sem precisar cumprir prazos, previstos em lei.

Porém, um fato ocorrido na véspera da aposentadoria veio facilitar a minha adaptação àquela vida: fui designado para ocupar o cargo de diretor-geral da Escola da Magistratura do Paraná (EMAP).

Atividades iniciadas e outras intensificadas, após a aposentadoria. Concluído o meu mandato na EMAP, outras atividades foram por mim programadas: curso de especialização em Processo Civil; aulas de italiano e de violão e conciliador voluntário, na Secretaria de Conciliação do Tribunal de Justiça.

A par de tudo isso, passei a integrar o coral da Associação Brasileira de Recursos Humanos; a realizar estudos e pesquisas em meu escritório diariamente e a elaborar artigos jurídicos, que são publicados em jornais e revistas especializados. Tenho, ainda, proferido palestras sobre temas relacionados à matéria de Processo Civil.

Não dispenso, também, as minhas atividades sociais e de lazer. A companhia de minha família: esposa, filhos, nora, neto e parentes, nos almoços semanais, nas reuniões festivas: aniversários, casamentos e outras. A frequência às sessões de cinema, a uma peça teatral ou a um concerto nos teatros de cidade, e a leitura de jornais, revistas e livros, também fazem parte da minha rotina diária.

Sempre gostei de praticar esportes. Por isso, pratico, há mais de três décadas, a natação em escola especializada e as caminhadas, nos parques de Curitiba – no Passeio Público e no Parque Barigui. Essas são duas atividades que me dão muito prazer.

Utilização do tempo disponível. Outra vantagem de estar aposentado diz respeito à disponibilidade de tempo. Agora, posso programar minhas viagens pelo Brasil ou pelo exterior. Conhecer as maravilhas do país e do mundo; seus usos e costumes; conviver com pessoas, trocar ideias e conhecimentos. Jogar conversa fora nas manhãs de sábado na Boca Maldita ou caminhar pelo calçadão da Rua XV são atividades impossíveis de se realizar antes da aposentadoria.

Com relação ao item lazer, não posso me esquecer da alegria de ser avô. Penso que a natureza é perfeita ao conceder aos idosos o prazer de conviver com seus netos. Eles são os homens e as mulheres do futuro. Necessitam de bons exemplos e de uma orientação segura, o que adquirem principalmente de seus pais, mas os avós, também, podem contribuir para que isso aconteça, dentro de certos limites, é verdade, porque a última palavra sempre deve ser dada pelos pais.

Tenho um neto, que me tem dado muita alegria e felicidade. Pedro é seu nome. É um doce de criatura: inteligente, vivo, de memória inigualável, esperto e muito amigo. Nosso relacionamento tem sido fora do comum, talvez porque ele sempre diz que gosta das coisas antigas.

Aos futuros e atuais aposentados, um conselho. Aos que estão prestes a se aposentar ou que já se encontram aposentados, permitam-me que lhes dê um conselho ou orientação: a vida continua e deve continuar para melhor; o tempo, agora, é integralmente disponível; basta ocupá-lo com aquilo que não era possível fazer e que todos nós gostaríamos de fazer durante o exercício de nossa atividade profissional. Por que, então, não incluir no tempo disponível uma atividade voluntária, no próprio local em que o aposentado exercia o seu trabalho, ou em qualquer outra que seja de interesse da comunidade? Essa atividade, sem retribuição e sem interesse pessoal, dignifica todo ser humano.

Palavra final. A finalidade principal deste depoimento é apresentar àqueles, que estão prestes a se aposentar e àqueles que já se aposentaram, a experiência que, agora, estou vivenciando, nessa nova fase da vida, bem como demonstrar que é possível aproveitar bem o tempo disponível, não só dando maior atenção à família, mas também às outras atividades – lazer e voluntariado.

Accácio Cambi – Desembargador aposentado

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Saiba Porque Pessoas Introvertidas Preferem A Solidão

Postado em 21 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

Segundo um novo estudo, os as expressões faciais dos humanos podem ter mais significado para indivíduos mais sociáveis do que para pessoas mais introvertidas.

Os resultados da pesquisa mostraram que o cérebro de pessoas extrovertidas presta mais atenção aos rostos humanos do que as tímidas. Na verdade, o cérebro delas parece não distinguir objetos inanimados de rostos humanos.

As descobertas podem explicar em parte porque os extrovertidos são mais motivados a procurar pela companhia de outras pessoas do que os introvertidos, ou porque uma pessoa particularmente tímida prefere ler um bom livro do que sair com um grupo de amigos.

O estudo contribui para a idéia de que as diferenças no cérebro das pessoas têm ligação com a sua personalidade. Os investigadores sugerem que o comportamento diferente que você vê nas pessoas mostra que há bases neurológicas para diferentes tipos de personalidade.

Há muitas maneiras de descrever o caráter de alguém; de falante a ansioso até trabalhador e organizado. Psicólogos descobriram que os traços da personalidade de alguém podem ser agrupados em cinco grandes categorias: extroversão, neuroticismo, afabilidade, consciência e abertura/intelecto.

Extroversão é a forma como as pessoas interagem com os outros. Os extrovertidos (mais sociáveis) gostam de estar perto de outras pessoas e geralmente desfrutam de situações sociais, enquanto os introvertidos (menos sociáveis) são o oposto. Estudos anteriores demonstram que as pessoas que são extrovertidas também tendem a ser mais assertivas, ter sentimentos mais positivos e obter mais recompensas em geral.

A pesquisa analisou 28 indivíduos com idade entre 18 e 40 anos que variavam de personalidade. Eletrodos colocados no couro cabeludo dos participantes registraram a atividade elétrica de seus cérebros, uma técnica conhecida como eletroencefalografia ou EEG.

Os pesquisadores estudaram uma determinada mudança na atividade elétrica do cérebro conhecida como P300. A mudança, que aparece como um desvio no EEG de uma pessoa, pode ser provocada por determinadas tarefas ou por uma mudança no ambiente, por exemplo, um barulho muito alto que surge de repente em uma sala quieta.

A reação do cérebro ocorre dentro de 300 milissegundos, antes que a pessoa tenha consciência da mudança. Portanto, o P300 pode ser visto como um indicador da atenção humana, ou o quão rápido seu cérebro percebe que algo mudou.

Os pesquisadores utilizaram uma sequência de rostos masculinos, com um feminino piscando de repente, e uma sequência de flores roxas, com uma amarela piscando de repente.

Nos extrovertidos, a resposta P300 maior foi aos rostos humanos. Em outras palavras, eles prestaram mais atenção aos rostos humanos. Já os introvertidos tiveram respostas muito semelhantes tanto para as faces humanas quanto para as flores. Segundo os pesquisadores, eles simplesmente não colocam um peso maior nos estímulos sociais do que em quaisquer outros estímulos, ou seja, o cérebro dos introvertidos trata a interação com pessoas da mesma maneira como trata qualquer informação não humana, como objetos inanimados.

Os resultados sugerem fortemente que, de fato, as faces humanas, ou as pessoas em geral, possuem mais significado para os extrovertidos do que para as pessoas menos sociáveis e mais fechadas. [LiveScience]

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Tratar Bem Quem Você Conhece Mal E Mal Quem Você Conhece Bem É Um Sintoma Claro De Sombras Dentro De Você

Postado em 7 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

Você conhece pessoas assim, que tratam bem quem conhecem mal e tratam mal, ou destratam, quem conhecem bem?

Adolescentes costumam fazer isso com suas famílias. Mas se você tem mais de 16 anos e ainda faz isso… então é hora de preocupar-se seriamente Porque há sabotadores ai dentro tentando derrubar você. E se você não der atenção, sua vida vai sofrer um baque violento na pior hora possível.

A solução? Imaginar que as pessoas conhecidas são completas desconhecidas e começar a tratá-las bem, mesmo que elas não acreditem em você (talvez, por um longo tempo) e continuem a “reagir” como se você as estivesse atacando.

Trate bem quem você conhece bem. Trata bem quem você conhece mal. Trate bem a você mesmo.

Ilumine-se e ilumine sua vida!

Aldo Novak

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Cuidado com Falhas

Postado em 5 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

Durante seis anos o professor de administração Sydney Finkelstein e sua equipe realizaram entrevistas com centenas de executivos em áreas estratégicas de importantes empresas e registraram resultados surpreendentes de acertos e fracassos.

Quando os fracassos ocorreram, coincidentemente, as razões, justificativas e até desculpas foram as mesmas: problemas de tomada de decisões e liderança. No livro Por que executivos inteligentes falham, o autor revela que isso acontece quando eles são obrigados a tomar decisões e, principalmente, a liderar pessoas.

A culpa dos verdadeiros fiascos era atribuída sempre a pouquíssimas causas. Ao contrário do que poderiam pensar que fosse (ineficiência ou falta de conhecimentos específicos), os executivos fracassavam quando:

• Decidiam não enfrentar a inovação e a mudança.

• Interpretavam mal a concorrência.

• Realizavam com brilhantismo o projeto errado.

• Apegavam-se, muito intimamente, à empresa.

Erros como esses poderiam levar grandes empresas ao colapso. Portanto, evite-os!

Um grande abraço,

Cleverson Uliana – Editor da revista Liderança – cleverson@lideraonline.com.br- http://www.twitter.com/cleversonuliana

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O Que Atrapalha a Carreira

Postado em 5 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comportamento ·  

Pesquisa realizada pelo Center for Creative Leadership aponta os principais fatores que prejudicam a carreira profissional. São eles:

1) Problemas de relacionamento no trabalho.

2) Dificuldades para selecionar e construir equipes.

3) Dificuldades em fazer a transição de uma função técnica para uma função de liderança.

4) Dificuldade em ter foco.

5) Percepção muito estreita de sua função.

6) Problemas com mudanças e adaptações.

Fonte: Efetividade.net

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