O QUE RESPONDER QUANDO NA ENTREVISTA, PERGUNTAM SOBRE PRETENSÃO SALARIAL

Postado em 6 de junho de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Curriculos, Comportamento, Um Toque de Motivação ·  

esc_curriculoPROF. RITA ALONSO

Nestes meus quase 25 anos de área entre estudo e trabalho sei que existe muitos questionamentos ao candidato durante a entrevista de emprego. Uma das questões mais delicadas e que tenho visto junto a maioria dos candidatos é quando questiono a respeito de sua pretensão salarial.

Mas, a entrevista é mais ou menos parecida com um encontro entre duas pessoas em uma festa. Digamos entre um rapaz e uma moça onde um tem interesse no outro. Então, faz-se várias perguntas para saber se as suas opiniões, maneira de agir, gostos agradam ou se adaptam aos seus.

Se o perfil daquela pessoa se encaixa nas expectativas que desejo encontrar em alguém.

Um quer saber a respeito da outro, para depois decidir se aquela pessoa será seu namorado(a) ou não… Naquele momento ou não… Se tem as ambições que desejo encontrar no outro.

Uma das perguntas neste namoro entre entrevistador e entrevistado é a sua pretensão salarial. Funciona mais ou menos porque desejamos saber se aquele candidato se enquadra na faixa que desejamos oferecer. E em alguns casos uma elasticidade para aumentar ou diminuir um valor negociável.

O que eu aconselho aos candidatos é primeiro fazer uma pesquisa salarial de sua profissão no mercado de trabalho (normalmente em grandes jornais tipo “O Globo” vem a tabela). É importante que o candidato verifique qto pagam na pequena, média e grande empresa, porque sempre tem essa variação e identificar em que categoria se enquadra a empresa que está pleiteando a vaga. E, principalmente, em que categoria ele, o candidato, se enquadra em sua profissão. Ou seja, se ele está começando ou se já é um profissão experiente na carreira.

Aconselho caso o candidato não tenha idéia dos valores do mercado, não chute!!! Veja qual salário realmente deseja receber (com coerência), baseado em quanto ganhou até a presente data, a sua qualificação para tal salário…

Questione: você é formado? Fez cursos extracurriculares? Tem quantos anos de experiência no mercado? etc. É mais fácil fazer referência a seu ganho atual ou mais recente e mencionar um discreto aumento.

Nem pense em aceitar abaixo da média simplesmente por estar desempregado. Porque daqui a alguns meses você irá estar na mesma situação de agora: procurando algo melhor. Ou pior ainda: ganhando pouco, reclamando e sendo muito infeliz.

Outra dica é, após situar seu salário no mercado, nunca dizer o valor em números e sim em salários mínimos. De preferência citando a faixa salarial que você se enquadra. Responda a pergunta do entrevistados dizendo “Desejo ganhar de 8 a 10 salários mínimos”. Isto dará uma margem negociável para ambas as partes. Favorecendo, assim, uma circurstância onde a empresa poderá lhe pagar um pouquinho mais e/ou você poderá aceitar um pouco menos. Sem que ambos aceitem ofertas que não irão ser satisfatórias.

Se autopromover em excesso também é furada! Mesmo que consiga enganar o recrutador, a empresa vai lhe arrancar o couro querendo ver tudo que vc prometeu e disse que era capaz de fazer (e na verdade não é!).

Pense nisso: nós recrutadores temos interesse em avaliar a noção de valor que o candidato tem em relação à posição que vai ocupar. Que valor ele se agrega? Como ele se “vende”, se é alguém agregador ou não…

Sabe por quê? Porque somos indiretamente responsáveis pelos profissionais que indicamos para a contratação e na primeira falha deste… a primeira pergunta do Gestor Geral de RH, do diretor, do presidente da empresa… será: -Quem trouxe esse sujeito pra cá?

Aí vão lembrar rapidinho do recrutador!!!!

Abraços e fiquem bem…

Prof. Rita Alonso

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DOIS OUVIDOS E UMA SÓ BOCA! OS RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO

Postado em 11 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

Prof. Rita Alonso

A pessoa inteligente ouve mais e fala menos, por isso temos dois ouvidos e apenas uma boca.

Apesar de estarmos na era da palavra falada, do diálogo e da comunicação, as pessoas não sabem escutar. Não são boas ouvintes porque nossa capacidade efetiva de ouvir é pouco desenvolvida.

O importante é ouvir para “compreender” e não apenas para fazer pose. Ouvir vai muito mais além do simples ato de escutar.

Se ao chegar a uma festa e encontrar uma amiga de que gosto muito ela me diz: “-Nossa, Rita, este seu vestido está horrível…”.

O que eu penso? “-Bem, ela deve estar com algum problema para falar assim comigo ou talvez este vestido não tenha me caído bem…”

Agora, se ao chegar a uma festa e encontrar uma amiga que detesto e ela me diz: “-Nossa, Rita, este seu vestido está maravilhoso!!!”.

O que eu penso? Hum, isto é inveja! Essa mulher é invejosa, um poço de inveja…

Não é assim mesmo?

E sabe por que isto acontece? Porque muitas vezes ouvimos apenas nosso sentimento e não o que realmente aquela pessoa quis expor.

A gente não ouve o que o outro diz. Houve-se o que o outro não está falando.

São os ruídos interferindo significativamente na comunicação.

E sofremos…

Sofremos porque, muitas vezes, pensamos ter ouvido aquilo que não foi verdadeiramente dito. Porque acreditamos que o que acabamos de ouvir é uma grande crítica destrutiva quando na verdade não é.

O desenvolvimento de algumas atitudes nos auxilia, sem sombra de dúvida, a edificar relacionamentos mais fortalecidos, a se conhecer melhor e, consequentemente, sofrer menos.

Controle suas emoções, pois elas podem se transformar em sérias barreiras a uma comunicação realmente eficaz.

E quando estamos em meio a uma discussão ferrenha? Bem, aí é que realmente não ouvimos o outro. Apenas nos preocupamos em preparar o que iremos dizer em seguida, assim que a pessoa calar a boca ou respirar. E muitas vezes, nem isso, pois atropelamos a sua fala, falando no mesmo instante que ela.

As pessoas apenas ouvem o que gostaria que o outro dissesse.

Elas apenas ouvem o que estão sentindo.

Apenas ouvem o que já pensava a respeito do que a outra pessoa está dizendo.

As pessoas costumam tirar da fala dos outros somente as partes que as interessam, que as agradam, que as incomodam, ou tudo aquilo que as emociona, assim confirmando ou rejeitando seus próprio pensamento e sentimento.

São, na verdade, partes de falas que se adaptam ao impulso de fúria, amor ou aversão que sentem por quem fala.

Apenas partes de falas que possam fazer sentido para opinião e modo de ver que no momento, estejam predominando ou tocando mais diretamente a elas.

Reflita. Muitas vezes…

As pessoas ouvem apenas o que elas querem ouvir.

As pessoas só ouvem aquilo que já estavam acostumadas a ouvir. As pessoas apenas ouvem o que imaginam que o outro ia falar.

Abraços e fiquem bem…

Prof. Rita Alonso

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A TODOS OS JORGES ALVES, JOSÉS, ANTONIOS E ANAS.

Postado em 11 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

Prof.ª Rita Alonso

Faço parte de alguns bons grupos de discussão pela internet,

Esta semana gostaria de comentar sobre um personagem da vida real -que também pertence a um destes grupos- chamado Jorge Alves, mas que poderia ter qualquer outro nome, principalmente, porque retrata uma trajetória similar a tantas outras pessoas, só que com um final de história que encanta qualquer um…

Vou retratar aqui parte de um dos e-mails dele:

“Queridos amigos da rede quero aqui fazer um agradecimento do fundo do meu coração a todos os integrantes e em especial a Professora Rita Alonso que com os seus artigos e textos me fez crescer como gente e como profissional me fez enxergar que eu sou um vencedor, pois fiquei desempregado por 02 anos e recebi vários “nãos” e por muitas vezes me senti humilhado por algumas empresas que não quiseram me dar uma oportunidade.

Amigos eu nunca havia passado por situação semelhante a esta e confesso que muitas vezes sai de casa a procura de trabalho e ao final do dia não tinha coragem de retornar ao lar porque tinha vergonha de encarar minha esposa e meus filhos em especial a minha filha MAYARA que não me pedia muito, só um MP3 que eu não tinha condições de comprar.

Foi neste grupo que encontrei forças para continuar em busca de um emprego, foi neste grupo que comecei a acompanhar os artigos e textos da Prof. Rita Alonso e através destes textos consegui fixar uma meta, mirei uma empresa de suco de laranja enviei meu currículo por várias vezes até que fui chamado para uma entrevista e a partir daí começou a minha vitória. Fui contratado como ajudante posteriormente promovido a líder de ajudante e após, promovido a controlador de embarque.

Ontem dia 31/04/2008 recebi a noticia que a partir de hoje serei promovido a operador de painel de controle de embarque de sucos a granel.

Por isso quero agradecer a todos aqui da rede e em especial a você professora que me proporcionou ver as coisas de um modo diferente.

Quero dizer também que hoje eu sinto pena das empresas que recusaram meu currículo e daquelas que nem sequer me deram a oportunidade de uma entrevista.

resumindo : hoje eu sou um trabalhador feliz e faço do meu ambiente de trabalho a continuação do meu lar onde eu me dou bem com todos e todos gostam muito da minha pessoa como amigo e como profissional.

Professora Rita se deus quiser um dia eu e meus familiares teremos a oportunidade de lhe conhecer pessoalmente. Jorge Alves Da Silva”

Estes dias recebemos mais notícias do Jorge, leiam um trecho do que ele escreveu:

“Estou de volta para agradecer a todos por mais uma vitória na minha vida. Eu que a pouco tempo era uma pessoa sem estima nenhuma devido aos constantes fracassos profissionais, não por falta de tentar nem por falta de vontade de vencer, só sei dizer que tudo que eu fazia dava errado. Nem o ensino médio eu conseguia terminar (…) Mais uma meta está sendo cumprida: comecei o meu curso superior em graduação tecnológica em logística. Quem diria ? Eu que não conseguia concluir o ensino médio hoje estou numa universidade, um pouco tarde é claro ,mas com objetivo. Sem contar a alegria que minha filha está sentindo e fala pra suas amiguinhas que o papai é universitário.”

Pois é amigos… Lembro-me bem do primeiro e-mail dele: desorientado, desestimulado, perdido e transpassando um enorme vazio interno.

Ei, espera. Não estou falando do Jorge Alves. Estou falando de mim… nas tantas vezes em que enfrentei alguns problemas: desorientada, desestimulada, perdida e com um buraco do tamanho do mundo n´alma.

Mas, novamente, não estou falando só da Rita Alonso. Estou falando dos Josés, dos Antônios, das Anas que passaram pelas minhas mãos nestes 25 anos de profissão onde lidei com as mais variadas personalidades, os mais diferentes e imaturos alunos, os mais perdidos candidatos na entrevista. Mas que tinham escondidos no olhar uma vontade enorme de mudar o mundo, mudar o sistema, mudar para melhor, mudar, mudar e mudar…

E certamente estou falando de você também.

Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu assim.

Hoje, mais uma vez, vejo o Jorge Alves dar a volta por cima, ter mais uma batalha ganha. Mais uma conquista, mais uma vitória para mostrar para sua pequena Mayara a lição que nunca irão esquecer: desistir é o atalho mais fácil, mas não é a estrada certa que levará aonde se quer chegar.

Sabe o que eu, o Jorge e você que está lendo isso agora temos em comum?

Pense…

A questão é que todos nós, seres humanos não infalíveis padecemos do mesmo mal.

Em algum momento de nossas vidas nos deparamos frente a frente com algo tão maior, tão assustador, tão inatingível que nos torna tão pequenos e frágeis que nos faz duvidar, até, se o continuar vale realmente a pena.

E o Jorge Alves continuou… não esmoreceu… perseverou e repetiu inúmeras vezes que iria ter vitória, mesmo a adversidade se tornando vultosa, e o inimigo chamado “sem saída” sussurrando todas as noites em seu ouvido: “-Você não vai conseguir, não vai vencer”. Mas ele venceu! Venceu e continua vencendo. Por amor a esposa, por amor aos filhos, por amor a sua Mayara e, principalmente, por amor-próprio.

Dobrou inúmeras vezes seu joelho e como Jó revelou a si mesmo que iria persistir e vencer o inimigo invisível e Deus lhe respondeu através de alguns textos, através de alguns amigos, através do olhar de Mayara que pedia um MP3, que esse não era o final.

Já estive no lugar do Jorge Alves algumas vezes (e outras virão), já tive incertezas, inseguranças, dúvidas do amanhã, abandono…

Mas a persistência, a vontade, a determinação me fez repetir -e dobrar joelhos- muitas vezes dizendo: “Sei que Deus confia em mim e não vou decepcioná-lo ”

Sei que Deus também confiou em cada um amigo aqui e parabenizo cada um por ter passado por tudo que já passaram sem dar glória ao inimigo, seja o nome que este inimigo tiver.

E você, que está lendo isso agora, faço o convite de repensar seu passado, em quantos obstáculos tiveram que saltar e quantas e quantas vitórias tiveram e chegaram onde estão hoje. Faço um convite para dar Graças!

Agradeço a Deus que, como eu, confiou que o Jorge Alves ia superar e continuar perseverando diante de toda provação… porque tudo tem um sentido, nada é em vão.

Principalmente servindo para nos mostrar e a outras pessoas um exemplo bonito de superação e coragem.

Prof.ª Rita Alonso

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Mensagem da Prof. Rita Alonso

Trouxe para vocês palavras da minha amiga Ana Lucia Santa Isabel sobre a importância da meditação no caminho do auto-conhecimento.

Prof. Rita Alonso

Antes, deixemos o poeta nos inundar de inspiração através dos sábios conselhos da Raposa.

“Por favor…cativa-me!disse ela.
__Bem quisera,disse o principezinho,mas eu não tenho muito tempo.Tenho amigos a descobrir e muitas coisas
a conhecer.
__A gente só conhece bem as coisas que cativou,disse a raposa.Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa
alguma.Compram tudo prontinho nas lojas.Mas como não existem lojas de amigos,os homens não têm mais
amigos.Se tu queres um amigo,cativa-me!
__Que é preciso fazer?perguntou o principezinho.
__É preciso ser paciente,respondeu a raposa.Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim,assim,na relva.Eu te olharei
para o canto do olho e tu não dirás nada.A linguagem é uma fonte de mal-entendidos.Mas,cada dia,te sentarás mais perto…
No dia seguinte o principezinho voltou.
__Teria sido melhor voltares à mesma hora,disse a raposa.Se tu vens,por exemplo,às quatro da tarde,desde às três eu
começarei a ser feliz.Quanto mais a hora for chegando,mais eu me sentirei feliz.Às quatro horas então,estarei inquieta
e agitada:descobrirei o preço da felicidade!”


O mesmo cuidado se deve tomar ao meditar-se. É importante reservar uma hora certa a cada dia. A cada dia. Meditação esporádica não constrói ; não traz o que buscamos.

Em sua jornada em busca de si mesmo, estabeleça um horário que seja cômodo e factível; crie  um refúgio e discipline-se. Aproveite o final de semana para iniciar a peregrinação de si a si mesmo. Lembre-se sempre que ter discilpina é ser discípulo de si mesmo.

Boa jornada.  Aninha, fada peregrina

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EU SEI QUE VOU TE AMAR

Postado em 25 de novembro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

eusei_qdoregTom Jobim / Vinícius de Moraes
Eu sei que vou te amar

Por toda a minha vida eu vou te amar

Em cada despedida eu vou te amar

Desesperadamente, eu sei que vou te amar

E cada verso meu será

Prá te dizer que eu sei que vou te amar

Por toda minha vida

Eu sei que vou chorar

A cada ausência tua eu vou chorar

Mas cada volta tua há de apagar

O que esta ausência tua me causou

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver

A espera de viver ao lado teu

Por toda a minha vida

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CONVERSA

Postado em 21 de novembro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

conversaOlá amigos!

 

Lembrei-me de um verso de J.G. de Araújo Jorge que diz assim:

 

“Tu tão moça, eu tão vivido…
Tantos anos de permeio.
- Bem poderias ter sido
o grande amor que não me veio…”

 

 

E imaginei o que eu teria dito se os versos fossem para mim…

Qual resposta daria? Tão à altura de Araújo Jorge…

E rabisquei:

 

“-Eu tão moça, não tão vivida

Mas também com tantos permeios

Sei que não sou nem serei

Aquele amor que não te veio.

Porque sou tua’lma, teu meio

Sou o rosto teu invertido.

A pena

É que tu és…

Aquele grande amor

Que eu nunca deveria ter tido. “

 

 

Abraços e fiquem bem…

Prof. Rita Alonso

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Não Quero Ser Uma Garota Comum, Não Quero Ter Um Emprego Comum, Uma Casa Comum…

Postado em 6 de novembro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

Olá Amigos!!
Recebi esta semana uma mensagem e resolvi compartilhar com todos vocês porque acredito que seja uma dúvida de muitas pessoas e digo isto porque já foi minha dúvida um dia…
Abraços a todos e fiquem bem!

Prof. Rita Alonso

 menina4

 

“Olá Rita, preciso de sua ajuda me chamo Natalha e tenho 17 anos faço 18 dia 02/11/09, pretendo entrar na faculdade mais ainda não me descobrir, sinto que o tempo tá passando e ainda nada fiz. Não quero ser uma garota comum, quero conquistar meus sonhos, quero me realizar como pessoa. Sou muito comunicativa e esperta, adoro ler de preferência livros de auto-ajuda, gosto de imaginar até onde o ser humano pode ir com os limites da vida e o que pode ser feito para melhorá-lo. Sou extrovertida e conheço muita gente apesar de cumprimentar a todos, não gosto de andar com ninguém muito menos amigas. Não gosto muito de festas barulhentas, afinal prefiro musica ao vivo e barzinhos apesar de não beber, quero muito me descobrir mais está difícil acho que no local onde vivo e no bairro também. Isso me atrapalha um pouco, pois me sinto diferente, então com todo esse meu jeito comunicativo, conhecer pessoas novas, gosto de poder ajudar uma pessoa com conselhos ou algo parecido, me veio à mente a faculdade de Recursos Humanos, e comentei com um amigo e ele disse que pelo jeito seria bom Gestão De Recursos Humanos. Você pode me ajudar? Preciso encontrar um caminho, pois o tempo passa rápido demais para quem nada faz. Não quero ter um emprego comum ou uma casa comum como todo mundo; sinto que posso mais que isso mas preciso me auto-descobrir. Conheci seu site pela comunidade e gostei muito, parece ser uma boa pessoa, gostaria que você me ajudasse. Estarei esperando ansiosa por uma resposta beijos no seu coração. Me ajude a tirar esse vazio de falta de conhecimento futuro de mim. Beijos. Fui…”

 …………

“Olá Natalha,
Achei muito interessante seu comentário pois você é rica em DETERMINAÇÃO, e isto é imprescindível ao ser humano… Sem determinação e motivação não chegamos a lugar algum…
O único problema, Natalha, é que você sabe que chegar em algum lugar mas não sabe onde é esse lugar…
E a resposta está dentro de você mesma e não dentro de alguém… Nunca ninguém te dará esta resposta só você mesmo!!
Mas a notícia boa é que esta resposta virá dentre em breve, pois é só com o passar dos anos e a experiência de vida é que nos deparamos com as certezas e as respostas aos nossos questionamentos!

Uma outra coisa que gostaria de mencionar a você é que no seu comentário, você diz que não quer ser uma garota comum, ter um emprego comum, ou uma casa comum como todo mundo…
Mas essa resposta eu posso te dar: Não existem empregos comuns ou casas comuns ou qualquer outra coisa comum… Pois o simples fato deles pertencerem às nossas vidas (emprego, casa, roupas, carros) já os fazem especial para nós. E sabe por quê? Porque somos nós que o transformamos de algo comum a algo especial… Pois fomos nós que lutamos para conquistar, para comprar, para adquirir… E temos a obrigação de valorizar isso!
Por exemplo, sabe aquela camiseta bem simples e básica que sempre temos no nosso guarda-roupa e quando jogamos um acessório: um colar, um lenço ou um broche, ela fica tão lindinha que os amigos a admiram! Pois é assim com a vida; somos nós os responsáveis pelos complementos que fazem com que algo comum se transforme em algo muito, mas muito especial…
Todo seu questionamento, que você chama de descoberta, quando diz: AINDA NÃO ME DESCOBRI. Faz parte de algo chamado amadurecimento.

Profissionalmente falando, acredito que você deveria fazer um teste de aptidão profissional que em muitas faculdades são aplicados gratuitamente ou procurar a secretaria de várias universidades onde estão disponíveis programas dos cursos superiores aos alunos, conversar com coordenadores acadêmicos para conhecer um pouco sobre a área que você desejaria escolher…
Existem hoje em dia inúmeros cursos tecnológicos que têm status de nível superior sendo que o tempo de conclusão é bem menor, cerca de 2 anos e meio como por exemplo: Petróleo e Gás, Investigação criminal, etc… que é uma boa escolha. (Atualmente sou professora de uma turma de Perícia e Investigação Criminal na universidade onde atuo).
Natalha, você deve também realizar cursos do SENAI ou SENAC como por exemplo: Artes Gráficas; Confecção e Moda, Alimentos, etc. talvez partindo para seu próprio negócio. Não obrigatoriamente fazendo uma faculdade.
A área de Recursos Humanos é uma área linda! E como você diz que é comunicativa, gosta de estar com pessoas, poderia fazer algum cursinho na área. Se estiver no Rio, a Universidade Estácio de Sá oferece os cursos de férias por preço bem popular e eu mesma também ministro alguns dentro da área de RH. São cursos onde você terá a oportunidade de conhecer um pouco a área e se encantar. Ou não. Mas é uma área, como tantas outras, que precisa estar estudando sempre, se atualizando sempre… Como você disse que gosta de estudar o comportamental das pessoas isto já é muito bom! Mas, lembre-se, precisa estudar muito, ler demais (principalmente porque lendo a gente aprende a escrever!), ficar antenada com tudo que acontece no mundo e ligada em ótimos sites da internet que é um manancial de informações para nós recrutadores.

Natalha parabenizo você pelo seu niver e gostaria de ter um retorno seu a respeito.

Desejo toda a sorte do mundo para você e acredite que já me senti como você e todas as pessoas que estão lendo isso agora também já sentiram o mesmo, porque já tivemos a sua idade e nesta idade é que aparecem tais questionamentos. Mesmo o homem mais rico, mais inteligente, mais realizado profissionalmente já passou por uma fase na vida que não sabia qual o caminho a seguir, portanto não se cobre tanto. Não tenha medo.
As respostas virão… Acredite!

Um Abraço e fique bem…
Prof. Rita Alonso”

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Arriscando

Postado em 31 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

agua2Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. O homem andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu.Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia: “Você precisa primeiro preparar a bomba com toda água desta garrafa, meu amigo. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir.

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, toda água que quisesse. Ou talvez não.

Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Deveria perder toda aquela água, na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não sabia quando?

Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… e a bomba pôs-se a ranger e chiar sem fim. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água; depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância! Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante.

Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota: “Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta.”

Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto pois este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento? ??

Quantos ficam parados satisfazendo- se com resultados medíocres, quando poderiam conquistar significativas vitórias???

Baseado em Charlles Swindoll – Como Viver Acima Da Mediocridade. Ed. Vida.

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DOMÍNIO E FORÇA DE VONTADE! – Prof. Rita Alonso

Postado em 10 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

culpa

 Na semana passada abordei em meu artigo o poder que tem as recordações/culpas do passado e as ansiedades/ dúvidas quanto ao futuro em nossas vidas.

Falei de feridas como ego, ciúme, ressentimento, culpa, medo…

Hoje gostaria de falar um pouco a respeito de ter o domínio sobre estes sentimentos que às vezes, afloram dentro da gente.

Mas rever como? Controlar como?

Como prometido aí vão alguns exercícios que costumo fazer em algumas palestras ou salas de aula. São exercícios muito eficazes para se livrar de culpas e ressentimentos do passado

Neste primeiro exercício você irá precisar de vários pedacinhos de papel em branco, caneta e um isqueiro ou fósforo. Em cada pedaço de papel escreva, separadamente, coisas a respeito do seu passado que lhe incomodam verdadeiramente. Pode ser uma palavra dita a alguém a quem você ama muito, uma briga, um tapa num filho adolescente, uma atitude que tenha tomado que mudou muito sua vida, uma mudança de emprego ou setor que tenha se arrependido e não pode voltar atrás… Enfim, em cada papel desabafe. Se mostre. Ninguém irá ler… Será um momento com você mesmo.

Liste tudo aquilo que lhe incomoda realmente. Todas as suas mágoas, ressentimentos e arrependimentos do passado.  Não deixe nada de fora. É hora do acerto de contas entre você e você mesmo.

Terminado isto. Coloque um papel em cima do outro em ordem de importância, deixando por baixo os que considera mais graves e importantes.

Feito isso pegue o primeiro papel da pilha, leio-o e acenda o fósforo ou isqueiro e queime este papel e enquanto queima vá falando em voz alta as seguintes palavras:

-Eu me perdôo por ter cometido este erro. Já faz tanto tempo que cometi esta falta que não devo mais pagar por isso. A partir deste momento eu estou absolvido (a) deste erro. Da mesma forma que o fogo está consumindo este papel e apagando estas palavras, da minha mente será apagada esta lembrança.  E nada do que eu possa vir a fazer deverá ter relação com esta atitude do passado! Estou liberto (a) deste passado!
 
Vá repetindo a cena com todos os papéis até o último. E de coração aberto, vá queimando todas as angústias do seu passado.

Agora, de preferência, depois de ter queimado todos os papéis, leve as cinzas para o banheiro, jogue no vaso sanitário e dê descarga. Deixe ir embora todo este peso de problemas que você carregou na lembrança até hoje.

 Mas, lembre-se, para que este exercício tenha qualquer efeito, ele precisa ser realizado de coração!

Agora o segundo exercício vai ter relação com o seu futuro. É uma técnica de meditação que vai requerer um pouco mais de esforço e persistência. Trata-se de uma técnica da visualização realizada antes de dormir, um dos maiores fenômenos do poder da mente.

Pois bem, primeiro você irá pensar no que deseja que aconteça e todos os dias, eu disse todos os dias mesmo, antes de dormir você irá visualizar a cena que envolve o que deseja que aconteça. Mas terá que ser a última coisa que irá pensar até adormecer. Crie uma cena muito bem elaborada com riqueza de detalhes. E verá que suas ações serão reflexos e expressões do real desejo de uma profunda consciência mental.

Por exemplo, se você deseja comprar seu apartamento. Visualize-se sentado (a)  na sua sala num domingo, procurando nos classificados de  jornal seu tão desejado apartamento e de repente parando num determinado anúncio de imóvel. Leia o anúncio. Pense em você saindo para ver o apartamento. Veja depois chegando numa rua bonita onde está este prédio, visualize-se entrando na portaria, pegando o elevador, depois abrindo a porta do apartamento, vendo todos os cômodos, monte toda uma história até o dia em que assina o contrato de compra, se muda e abre um vinho de comemoração com sua família e agradece a Deus pela vitória. Quanto mais rico de detalhes mais valorosa ficará sua determinação. Não desista.  Faça este exercício para tudo que deseja alcançar. Persista e realize o exercício TODOS os dias…

Um outro exemplo: se você deseja passar no vestibular visualize-se estudando no primeiro dia, no outro você entrando para fazer prova e num outro, ainda, se dirigindo à lista de aprovados, visualize você correndo o dedo sobre a relação de nomes. Veja, inclusive, nome por nome em ordem alfabética até chegar ao seu. Sinta a sensação de ver seu nome na lista de aprovados, sorria, sinta-se feliz e agradeça a Deus por ter conseguido passar depois de ter estudado tanto e principalmente ter conseguido ficar tranqüilo na hora do exame.

            Você tem que compactuar com a natureza. Mostrar que você realmente merece.

Acreditar que você pode e tem merecimento para receber o que Deus quer lhe ofertar. Se você acha que não vai conseguir nunca. Então, nem tente, pois você já está derrotado! Mas, tenho certeza que se pensa ou pensou assim, depois de ler tudo o que escrevi, já mudou de idéia e se deu uma chance de transformar sua vida em algo melhor. E só tem alguém que pode fazer isto acontecer, e este alguém é você!

            Não perca esta chance!

            Fique tranqüilo! Fique bem…

            Prof. Rita Alonso   

 

 

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O BALÉ SEDUTOR – Prof. Rita Alonso

Postado em 27 de setembro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Um Toque de Motivação ·  

cortina1

Certa vez ouvi uma história muito interessante sobre um sujeito que passava sempre por uma rua com uma vila de casas a caminho do trabalho.

 E nesta mesma rua, à tardinha, quando ele retornava para casa olhou para dentro de uma das casas e lá no fundo viu a silhueta de uma jovem que parecia fazer um balé com tal suavidade e leveza que o encantou profundamente. Ao lado uma professora que lhe corrigia o bailado.

 A dança fascinante se repetia por todas as tardes à mesma hora e o rapaz ficava cada vez mais impressionado e atraído, a ponto de aguardar ansiosamente as tardes da semana só para assistir aqueles pequenos segundos de balé de braços sedutores e oníricos que tanto o seduzia… Mesmo que por poucos segundos eram braços que balançavam no ar como Durga, a deusa indiana de muitos braços se agitando no ar como a dizer: -Venha, venha, venha para mim…

 Uma cortina fina e branca na janela atrapalhava sua plena visão da jovem, impossibilitando que conhecesse a face da juvenil dançarina.

 Mas era preciso conhecê-la, pois se sentia totalmente atraído e apaixonado. Era preciso abrir-lhe o coração e contar sobre seu amor verdadeiro.

 Fantasiou o dia que entraria a primeira vez por aquela porta, sentaria naquele sofá da sala logo atrás da cortina aguardando os pais da moça para finalmente pedi-la em casamento.

 Alguns meses depois um amigo foi visitar-lhe e o rapaz sentiu enorme vontade de dividir com ele aquele segredo que não mais cabia em seu coração.

 Esperou a hora mais conveniente, que foi após o jantar. Pegou o colega pelo braço e começou contando-lhe que finalmente conhecera o amor. Que ainda platônico e cheio de receios e medos pensava num modo de aproximar-se de sua bailarina que desconhecia ser comprometida ou não.

 Levou o companheiro até em frente à casa da amada e ao contar-lhe a história, entre constrangimento e decepção, quase não acreditou na sonora gargalhada que ouviu do amigo:

 -Você está louco rapaz, aí é a casa da minha tia. Ela é costureira e o que você vê todas as tardes não passa de um manequim.

 

  Muita gente vive desta forma: fantasiando e enfeitando a realidade.

E perde-se o ponto do que é realidade e o que é fantasia. Talvez porque criar um mundo irreal seja muito mais bonito e perfeito daquele que se tem.

E vai se vivendo pela vida a fora entre este dois mundos. Entre o real e o irreal.

Lembrei-me de uma frase que li não sei exatamente onde mas que dizia assim:

Fantasiar é da nossa natuza, compartilhar é um delicioso ato de coragem e transformá-las em realidade não é para desavisados!

Prof. Rita Alonso

 

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