Vocação Vale Mais Que Dinheiro?

Postado em 2 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Busque oportunidades de ligar a realização profissional à financeira

Não adianta querer negar a importância do dinheiro. A vida é feita de vários pilares e este é um deles. Como a principal forma de obter este bem necessário é através do trabalho, temos as questões: como solidificar a carreira para que o retorno financeiro seja o pretendido? E como incluir a realização profissional neste pacote?

O mundo de hoje é tão diverso e a coleção de alternativas para satisfazer nossos anseios de realização profissional é tão ampla que não há mais desculpa para não buscar a sua verdadeira praia. Seguir sua vocação é muito mais que um sonho romântico de trabalhar no que gosta. A vocação é um chamado interior que não deve ser desprezado. Quando você faz o que ama fazer é impossível não se destacar de alguma forma.”A vocação é um chamado interior que não deve ser desprezado. Quando você faz o que ama fazer é impossível não se destacar de alguma forma.” Não importa se o que ama fazer são doces para festas, programar computadores, ser um cirurgião, um educador, um músico ou executor de tarefas práticas ou intelectuais.

Grudando os pés na realidade, bem sabemos que muitas pessoas já estão envolvidas em profissões que não lhes satisfazem nem por vocação, nem pelos resultados financeiros que alcançam. Isso normalmente acontece porque se viram “forçadas” a decidir cedo o que seguir ou pela necessidade de trabalhar. Ou porque não haviam encontrado ainda o que realmente as faria sentirem-se realizadas.

O que fazer quando já se está a meio caminho da vida profissional, infeliz com os resultados, tanto financeiros quanto os que tangem sua satisfação interna? Tente algumas alternativas:

Não dá para recomeçar agora, pois suas responsabilidades não podem esperar, certo? Mas você pode desenvolver um hobby que tenha a ver com sua vocação. Queria ter sido cantor? Procure oficinas de canto, o investimento é baixo, às vezes sem custo!

Se puder, comece a estudar novamente nas horas vagas. Aos poucos você perceberá que o tempo é um aliado: seu momento é agora! Não deixe sua atual profissão, mas pode se preparar para abraçar um novo caminho.

Sua verdadeira vocação não está ao seu alcance? Existem milhares de ONGs sérias nas quais você pode oferecer um trabalho voluntário na área de interesse. Além de aprender coisas novas poderá fazer seu horário sem comprometer seu trabalho atual.

Quando você começa a ir ao encontro do que lhe faz feliz profissionalmente, um novo ânimo surge, você se sente capaz. Percebe que é possível virar a mesa muitas vezes.e, quando não for possível totalmente, passará a fazer o que já faz com mais alegria. Afinal, continuará tendo sua fonte de renda sem perder a oportunidade de sentir-se realizado por perceber que pode estar muito próximo de um novo caminho!

O dinheiro suficiente é inevitável quando fazemos o que amamos, tenha certeza disso!

Não fique lamentando sua sorte, você fez escolhas no passado, mas pode fazer outras agora.

Lamentar é um atraso de vida. Saia da inércia, amplie seus horizontes.

Não tenha medo de arriscar, vire a mesa quando se sentir seguro!

Acredite em você, busque oportunidades, não invente desculpas.

Muitas vezes nos escoramos no fracasso como forma de alimentar a piedade dos outros, como forma de justificar todos os nossos infortúnios. Você só depende de você, não esqueça disso. Ninguém tem obrigação de ajudá-lo, a não ser você mesmo.

Seja em que tempo for, alcance o que lhe pertence! Encoraje seus filhos e as pessoas a quem você ama a seguir o que lhes faz felizes, por mais que suas escolhas possam lhe parecer descabidas. Faça isso por você também. Lembre-se de que se não ganhar o que deseja fazendo o que você não gosta, poderá sempre ganhar um pouco ou muito mais fazendo o que gosta.

Você será sempre bom no que faz quando ama tal atividade. E os bons sempre tem seu lugar ao sol!

Vá à luta, você pode!

Celia Lima

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Inovação sustentada

Postado em 31 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Todas as empresas e equipes se preocupam com inovações. Tornou-se mantra dos negócios a frase: “quem está parado está, na verdade, andando para trás a uma velocidade espantosa”. Inovar até que não é difícil. Afinal, todos podem ter uma idéia excelente vez por outra.

Qualquer membro de sua equipe é capaz de estudar o ambiente, analisar a opinião de grandes especialistas e desenvolver uma forma mais inteligente, mais fácil e mais econômica de trabalhar. O problema é fazer isso todos os meses, continuamente. O palestrante norte-americano Robert Karlsberg desenvolveu algumas estratégias para garantir que o espírito de inovação esteja sempre presente em sua empresa.

Acompanhe, a inovação começa no topo. Líderes podem criar um ambiente psicológico que favoreça o constante aparecimento da inovação em todos os níveis. Em empresas pequenas, esse ambiente não é difícil de ser construído. São poucos os envolvidos, a comunicação é simples e há uma motivação maior, uma vontade de “pertencer” à empresa. Em organizações maiores, a burocracia toma conta e as estruturas de gerenciamento que, por um lado, estimulam o crescimento, por outro, desestimulam o surgimento de idéias e sufocam ações de pequena escala. É preciso mudar essa atitude a partir do topo, considerar que as boas idéias não vêm apenas da alta gerência ou de consultores, mas podem surgir até mesmo da tia do cafezinho. Aprecie o valor das pequenas inovações, aquelas que causam apenas uma pequena melhoria em um aspecto de seu trabalho. Já é melhor do que vocês faziam até há pouco tempo e mostra que estão abertos a pequenas atividades. Se você não respeitar as inovações menores, não espere um entusiasmo avassalador de sua equipe quando você apresentar grandes mudanças.

Estabeleça um claro sentido de direção. Mudar a cultura da empresa envolve mudar a mentalidade de todos. Demora. Mas é mais fácil se você mostrar, claramente, para onde estão indo. A missão de sua empresa ajuda a organizar a criatividade de seu pessoal? Teve uma idéia? Olhe para a frase da missão na parede. Ajuda a atingir aquele objetivo? Vamos em frente. Não ajuda, nem indiretamente? Desculpe, vamos tentar de novo. Inovação, como diz Peter Drucker, significa criar uma nova dimensão para a performance. Um senso de missão define a performance que se espera de uma maneira que todos entendam.

Peça ajuda. A Southwest, linha aérea de baixo custo dos Estados Unidos, sempre teve uma política de comunicação aberta. Dividia todos os seus números com os funcionários, assim todos sabiam o quanto o preço do combustível pesava no balanço final da empresa. No início dos anos 90, o preço do petróleo aumentou muito, então a empresa pediu ajuda a seus funcionários. Os pilotos da companhia sugeriram uma série de medidas que ajudavam a poupar combustível. Uma consultoria, provavelmente, não traria tais soluções. Mantenha o pessoal informado e terá boas idéias disponíveis, quando necessário.

Instigue o senso de propriedade. Quando um membro de sua equipe sabe que seus interesses estão alinhados com os da empresa, quando sabe que o melhor que fizer no trabalho refletirá em coisas boas para si, mais razões ele terá para queimar massa cinzenta para fazer as coisas da melhor maneira possível. Para isso, seja justo e claro nas recompensas.

Brasílio Andrade Neto – Redator-chefe da Revista VendaMais.

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Adaptabilidade – Se Não Dá Pra Seguir Na Mesma Onda, Você Precisa Pegar Outra E Continuar Surfando

Postado em 30 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Como você reage quando alguma coisa muda seus planos para atingir um objetivo?

Você fica contrariado e briga com a situação pra que as coisas sejam do jeito que você quer?

Ou você se aborrece e deixa prá lá, abrindo mão do objetivo?

Bom, se você realmente fica contrariado ou aborrecido, é porque lhe falta uma característica muito importante nos dias de hoje: a adaptabilidade, a capacidade de se adaptar às circunstâncias.

Na vida profissional, essa capacidade faz toda diferença.

Vou lhe dar um exemplo. Provavelmente você fez planos para a sua carreira, certo?

Você definiu onde quer chegar, que caminho precisa fazer, que competências tem que desenvolver.

Então você está lá, seguindo direitinho o seu roteiro, mas de repente a filosofia da sua empresa muda, ou é a estrutura dela que muda, ou aquele chefe que lhe dá todo apoio é transferido para outra área. E ações você planejou não se aplicam mais. Vão por água abaixo.

Agora, adianta ficar irritado e brigar com uma situação que você não tem como reverter?

Faz sentido desistir do seu objetivo só porque as regras do jogo mudaram?

Nem uma coisa nem outra. Adapte-se às circunstâncias!

Se não der para prosseguir com o seu plano, faça ajustes nele. Faça uma adequação à nova realidade e leve seu objetivo adiante.

Gente, é preciso ter muita capacidade de adaptação para progredir profissionalmente no mundo de hoje!

Esse mundo parece um mar cheio de ondas. Você está surfando numa onda e de repente ela termina. Agora, se não dá pra seguir na mesma onda, precisa pegar outra e continuar surfando. Isso é ter adaptabilidade.

E não são apenas imprevistos que acontecem, é claro. Oportunidades também surgem quando e de onde você menos espera, e é preciso ter adaptabilidade para aproveitá-las.

Conheço um profissional muito bem-sucedido que exerceu 17 cargos na empresa onde trabalhou por 30 anos. Você acha que ele ficou preso planos quando surgiu o convite para assumir um cargo novo? De jeito nenhum! Muias vezes nem se achava tão capacitado para a nova função, mas correu atrás do que precisava ter para encarar o desafio.

Isso também é adaptabilidade! Para ter sucesso no mundo corporativo, a gente tem que saber fluir com a correnteza. Sua onda terminou de repente? Mudou de direção? Juntou com outra? Você caiu da prancha? Tudo bem: pegue outra onda, mas continue surfando.

Leila Navarro

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Sabe Por Que Você Sofre Por Amor?

Postado em 29 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Você está sofrendo por amor ou por qualquer outro motivo? Não sabe mais o que fazer para mudar uma situação, depois de já ter feito tudo o que poderia?

Melhor dizendo, sabe por que você, eu e todas as pessoas do mundo sofremos, por qualquer que seja o motivo? Porque resistimos, rebelamo-nos e travamos uma luta contra o que está acontecendo e que não tem nos agradado!

Ou seja, não aceitamos a vida como ela está se mostrando num determinado momento. Não aceitamos o fluxo e passamos a investir pensamentos, sentimentos e emoções, e muitas vezes também palavras e ações, pra revelar nossa imensa indignação diante do acontecimento que está em desacordo com a nossa vontade.

E você poderia se justificar dizendo que faz isso porque não é acomodado, porque luta por aquilo que quer e porque acredita que quem não faz nada para mudar o que não está bom, é covarde, derrotado e fraco.

Compreendo seu ponto de vista e tenho certeza de que parte do seu argumento faz sentido. Mas explico: existe uma enorme diferença entre fazer o seu melhor e tentar tudo o que for possível (sem desrespeitar o limite do outro, claro!) para conseguir o que deseja e não saber reconhecer a hora de parar e confiar no Universo, a hora de deixar a vida rolar…

Porque, no final das contas, é isso que se chama FÉ! Ou seja, confiar, entregar-se ao ritmo da vida sem ficar contestando, brigando, resistindo, tentando se convencer ou convencer o outro de que as coisas deveriam ser diferentes! Não deveriam!!! Se devessem, simplesmente seriam diferentes!

O fato é que nem você e nem ninguém tem controle sobre o mundo, sobre outra pessoa e, muitas vezes, nem sobre a própria vida. Nosso “controle” é parcial, é limitado, vai somente até onde estamos conscientes; e, acredite: a grande maioria de nós está bem pouco consciente diante de tudo o que existe ao nosso redor!

Podemos decidir muitas coisas, podemos e devemos fazer escolhas a todo momento, mas tudo isso tem influência sobre os resultados até certo ponto. Somos imperfeitos e limitados e, por isso, vivemos também sob a influência do imponderável, do inexplicável, do invisível e até do impensável. Ou seja, vivemos sob as demandas do incontrolável.

E isso significa dizer que, muitas vezes, depois de já ter tentado tudo o que podia, depois de ter feito o melhor que conseguia, não haverá mais nada que você possa fazer para mudar uma situação senão aceitá-la exatamente como ela é, senão confiar na sabedoria da vida e acreditar que o que tiver de ser, será! Que o melhor pode estar por vir se você realmente estiver disposto a aprender, a não repetir os mesmos erros e a, sobretudo, se perdoar pelo que não conseguiu acertar desta vez!

E quando você consegue fazer isso, quando consegue respirar fundo e simplesmente confiar, é inacreditável como você relaxa e tudo começa a fazer mais sentido, tudo começa a ficar mais fácil do que tem sido… Ou seja, o sofrimento começa a diminuir, a dor começa a passar e você termina descobrindo que nada é por acaso mesmo!

Especialmente quando o assunto é dor de amor, sofrimento por alguma frustração ou desilusão amorosa, a gente costuma acreditar que nunca vai passar, ou que vai demorar mais do que podemos suportar, ou ainda que as consequências serão desastrosas, como nunca mais confiar em ninguém, nunca mais se entregar ou nunca mais sequer se relacionar.

Mas embora o tempo tenha seus segredos e poderes, há algo que você pode fazer agora para diminuir seu sofrimento, pra sentir essa dor sumir pouco a pouco. E isso é aceitar, confiar, entregar-se ao ritmo da vida, deixar-se levar com o fluxo do Universo e viver um dia de cada vez, sem fazer tantos planos, sem investir tantos pensamentos e tanta energia nesse acontecimento com o qual você não concorda! Apenas o agora, apenas este momento. E verá, surpreendido, que é bem mais fácil viver quando a gente para de brigar e simplesmente acredita que, ao fazer o nosso melhor, o que tiver de ser nosso, será – mais cedo ou mais tarde!

Rosana Braga

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Casamento

Postado em 26 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.

Eu não consegui dirigir para o trabalho…. fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia…Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa ou esposo, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

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Você Está Indo Na Direção Do Seu Sonho?

Postado em 26 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Se quer ser cineasta, por que não faz um curso de cinema em vez de direito?

Se a intenção é ir para o andar de cima, você toma o elevador que está descendo? Claro que não. Que idéia sem cabimento! Nessa situação, qualquer um percebe o absurdo que é tomar uma direção diferente da que leva aonde queremos ir. O curioso é que, para coisas mais importantes da vida, muita gente faz exatamente isso.

Certo dia, eu conversava com uma moça desempregada e visivelmente insatisfeita com a vida. Ela era formada em administração e pós-graduada em marketing. Mesmo com essa formação, estava tendo dificuldade em arrumar emprego na área. Assim, resolveu começar um curso de direito. Agora, sabe qual era o grande sonho dela? Ser cineasta!

Não é à toa que essa moça não está satisfeita nem encontra emprego: ela está no elevador errado! Se quer ser cineasta, por que não faz um curso de cinema em vez de direito?

É uma pena, mas muita gente desconhece o poder de realização que o sonho traz para sua vida. É ele que nos dá energia para conquistar objetivos e enche os nossos olhos de brilho. Quem está na direção do seu sonho não precisa nem de elevador, vai de escada! As portas se abrem, as oportunidades aparecem e tudo flui.

Agora, quem é que arruma emprego hoje em dia se não tem um brilho no olhar, se não mostra que é apaixonado pelo que faz? Sem energia nem garra, fica muito difícil se sobressair no mercado e convencer um empregador de que você é a pessoa certa para ele.

Não me canso de dizer que o sonho é tudo na vida de qualquer pessoa. Se você estiver no elevador certo, maravilha, vá em frente. Se não estiver, tudo bem: volte para o andar térreo e tome outro. O que não pode é continuar indo numa direção que não tem nada a ver com o seu sonho.

SUA RELEVÂNCIA

Em um congresso na cidade de São Paulo, eu conheci Andréia, mineira da pequena cidade agrícola de Oliveira. Empresária, sócia de uma loja de máquinas e suplementos agrícolas, ela também dá palestras motivacionais para os agricultores da região, pois muitos estão desistindo de seu negócio, vendendo as terras e mudando para cidades maiores.

Andréia não está só preocupada com a perda de clientes, mas também com o êxodo rural que empobrece a cidade, pois os compradores das terras são gente de fora – que não mora nem investe em Oliveira. Por amor à sua terra, sai estrada afora, juntando agricultores, incentivando-os a não desistir de seus sonhos e permanecer no campo.

Andréia tomou consciência de sua relevância. A relevância é o que dá sentido ao trabalho, à obra e à vida de qualquer pessoa. Quando a gente faz o que é relevante para nós, além de termos um grande entusiasmo em nosso interior, as pessoas ao nosso redor reconhecem e valorizam o nosso trabalho. Por falar nisso, o que é relevante para você?

Leila Navarro

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A Pessoa Certa É A Que Está Ao Seu Lado Nos Momentos Incertos

Postado em 25 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

O empresário certo é o que investe em seus funcionários nos momentos incertos; o funcionário certo é o que aposta na empresa nos momentos incertos; os colegas certos são os que permanecem lutando, junto com você, nos momentos incertos; o amor certo é o que está ao seu lado, chova ou faça sol, nos momentos incertos.

 

Pablo Neruda disse certa vez: a pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos. E isso faz toda a diferença do mundo, já que a vida é repleta de momentos incertos.

Nos momentos de sua vida nos quais tudo está indo bem e dando certo, as pessoas erradas se aproximam.

Você não as notará, porque está tudo certo. Verá o melhor delas, porque está tudo certo. Gostará mais delas, porque está tudo certo. Será mais fácil de iludir você, sua empresa, departamento ou até toda a sua família, amigos e colegas, porque está tudo certo.

Como um cruzeiro em um iate, todos nós sofremos uma certa dose de “ilusão das férias de verão” quando conhecemos alguém, seja na vida profissional ou pessoal, com a qual só experimentamos momentos de calmaria, de festas, baladas e alegria.

Momentos muito bons, mas nos quais é impossível separar o “joio do trigo”. Momentos nos quais só vemos o melhor ângulo da personalidade de uma namorada (ou namorado), um funcionário, um sócio, um parceiro. Temos, portanto, uma visão perigosamente mono dimensional.

Muitos casamentos acabam, quando marido e mulher, descobrem que a personalidade da outra pessoa é muito mais complexa do que podia ser visto durante a fase de namoro e noivado — especialmente quando aquela fase não ofereceu “crises” para testar o casal. Os dois só viram o “trigo”, antes do casamento, descobrindo o “joio” depois. Sim, há casos em que o joio é visto bem antes, mas alguns de nós fazemos questão de fingir que não estamos vendo nada, ou acreditamos na fantasia de que depois essa pessoa mudará…

Quantas pessoas que você considerava “grandes amigos”, não se afastaram imediatamente, assim que você perdeu aquele emprego? Sim, é impossível avaliar amigos, colegas, funcionários e amores sem o teste das crises.

Para conhecer realmente essa pessoa, você tem que observa-la quando o iate entrar em uma tempestade gigantesca no meio do oceano, quando o navio estiver sob risco de afundar, e um grupo de piratas começarem a destruir tudo e invadir a nau. Neste momento, você verá, de modo cristalino, quem é que corre para os botes salva-vidas esquecendo-se completamente de você, da empresa ou do projeto, e quem está com você até o fim — seja este fim qual for.

Por isso, antes de julgar alguém pelo belo sorriso em um dia de sol, veja se o sorriso ainda está lá, mesmo que haja lágrimas em um dia de chuva. Como explicou Pablo Neruda: A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos.

Aldo Novak www.academianovak.com.br

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Saber Esperar

Postado em 23 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Saber esperar é simplesmente dar tempo ao tempo; investir no tempo e não corromper o tempo, esperando que ele faça a sua parte. Pela inércia prolongada, nossa mente estagnou no tempo e no espaço, tornando-nos seres desatualizados e omissos.

O saber esperar é ter paciência com tudo e com todos, sem jamais parar. Nossos novos movimentos vão trazendo novas amizades, novos caminhos vão se abrindo, nossa perspectiva de vida se amplia e encontramos soluções jamais imaginadas.

O tempo é necessário para o amadurecimento das nossas atitudes e os resultados serão novos pontos de partida para o nosso crescimento, que é infinito.

É infalível. Os resultados positivos do “saber esperar”:

- desenvolve a continuidade: tudo terá começo, meio e fim;

- desenvolve a serenidade;

- expande os sentidos e a consciência;

- torna a vida mais produtiva.

Saber esperar será a virtude primeira no homem do futuro.

Paulo Zabeu – Cinco Regras Para Vencer Seus Limites

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Segredos da Vida

Postado em 23 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

Uma mulher que trabalhava num banco havia muitos anos, caiu em desespero. Estava tão depressiva que poderia ter um esgotamento nervoso. Seu médico, buscando um diagnóstico, lhe perguntou:

 – Como se chama a jovem que trabalha ao seu lado no banco?

 – Cíntia – respondeu ela.

 – Cíntia do quê?

 – Eu não sei.

 – Sabe onde ela mora?

 – Não.

 – O que ela faz?

 – Também não sei.

O médico entendeu que o egoísmo estava roubando a alegria daquela pobre mulher.

 – Posso ajudá-la, mas você tem que prometer que fará o que eu lhe pedir.

– Farei qualquer coisa – afirmou ela.

 – Em primeiro lugar, faça amizade com Cíntia. Convide-a para jantar em sua casa.

Descubra o que ela está almejando na vida, e faça alguma coisa para ajudá-la. Em segundo lugar, faça amizade com seu jornaleiro e a família dele, e veja se pode fazer alguma coisa para ajudá-los. Em terceiro, faça amizade com o zelador de seu prédio e descubra qual é o sonho da vida dele. Em dois meses, volte para me ver.

 Ao fim de dois meses, ela não voltou, mas escreveu uma carta sem sinal de melancolia ou tristeza. Era só alegria! Havia ajudado Cíntia a passar no vestibular, ajudou a cuidar de uma filha doente do jornaleiro e ensinou o zelador a ler e escrever, pois era analfabeto. “Nunca imaginei que pudesse sentir alegria desta maneira!”, escreveu ela.

Adonai Zanoni

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Tome Uma Atitude Paciente

Postado em 19 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Toques Motivacionais ·  

A atitude paciente surge espontânea quando seguimos com atenção o fluir de cada momento presente.

Para tomar essa atitude, é preciso que deixemos de lado a pressa e o ímpeto da emoção impensada. Em seu lugar, invocamos a calma e a capacidade maravilhosa que nos vêm da alma de suportar com segurança e firmeza eventuais desafios e mudanças de planos. Essa atitude nos coloca num tempo diferente do tempo do relógio e percebemos que tudo segue um processo natural e orgânico.

O que seria de todos os seres da criação se a paciência maternal e paternal não estivesse presente para apoiá-los no seu desenvolvimento?

A paciência que vem da alma é uma fonte infinita de apoio seguro com o qual podemos sempre contar.

Sugestões práticas para uma atitude Paciente:

* Procure escutar melhor e entender melhor as diferentes expressões das crianças sempre que estiver em conato com elas. (Faça o mesmo com sua criança interior)

* Quando numa fila de banco ou repartição pública, procure lembrar da presença angélica em cada ser e silenciosamente procure ver o melhor nas pessoas e nas situações. Isso opera milagres.

* Diminua a velocidade com que você normalmente realiza suas tarefas, caso seja apressado demais.

* Participe de atividades grupais. Escute as pessoas; deise que cada uma se expresse à sua vez.

Fonte: O livro das atitudes, Editora Pensamento – Sonia Café

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