Inibindo A Timidez Ao Falar Em Inglês

Postado em 22 de julho de 2010 · por Profª. Rita Alonso Inglês ·  

Estamos no mercado desde 1991 e temos observado que a grande barreira para

se tornar fluente em um idioma estrangeiro,

principalmente o inglês, é a timidez, e não competências técnicas, como

estrutura gramatical, pronúncia etc. A introversão é um sinal de autocrítica

que atua como um filtro capaz de avaliar se nossas atitudes estão de acordo

com nossos valores ou não. Não há problema algum em ser introvertido, o

problema existe quando essa timidez passa a ser um fator limitante da sua

comunicação na vida pessoal ou corporativa.

O tímido não sabe lidar com fatos inesperados, evitando, a todo custo,

situações que tragam quaisquer possibilidades de

surpresa. Os tímidos também evitam situações nas quais possam se sentir

expostos ou passíveis de receber críticas alheias, tais como: uma

apresentação em inglês para os diretores da empresa, atender uma ligação do

exterior na frente

dos colegas do departamento, participar de um conference call, uma

entrevista de emprego.

Sozinho com suas idéias e censuras, o tímido vai se transformando na sua

própria barreira. Por não tolerar frustrações,

ele mesmo se impede de realizar coisas na vida! Ele chama muito mais a

atenção justamente pelo medo de errar, de se

expor, de não ousar mudar em um mundo que prega o auto-conhecimento como

competência fundamental de

empregabilidade.Mesmo quando estamos em silêncio, estamos sendo avaliados.

O que fazer para inibir a timidez e conseguir falar em inglês?

1) Julgue menos. Isto irá ajudar a aceitar mais o outro e,

conseqüentemente, a si mesmo.

2) Arrisque-se a fazer pequenas coisas diferentes do habitual. Saia da

rotina!

3) Preste atenção no outro, observe como ele se comporta. Entenda que

simplesmente somos diferentes uns dos outros.

4) Explore as experiências que formaram sua auto-imagem. Avalie quais

são seus valores e crenças, questione-as para

ver se realmente são verdadeiras. Ao mudarmos a crença, o

comportamento pode mudar.

5) Mostre interesse pelo outro. Inicie conversas nos ambientes que

freqüenta. Descobrir pontos em comum

pode ser um bom começo.

6) Acostume-se a prestar atenção e a analisar se seus pensamentos,

emoções e sensações estão de

acordo com a postura que deseja ter. Perceba-se!

7) Para cada pensamento negativo sobre você, coloque um positivo – isto

ajudará a mudar o padrão

de pensamento negativo em relação a si mesmo.

8) Use sua imaginação para testar novas atitudes e para ver como você se

sentiria em determinadas

situações. Altere o seu estado interno, imagine-se mais

descontraído, mais solto. É uma forma de prever

acontecimentos.

9) Estabeleça meta realista de aquisição de vocabulário, poderá ser

diária, semanal ou mensal. O importante é

fazer uma lista de palavras novas e tentar utilizá-las em suas

aulas, em redações. Depois, passe a usá-las no

trabalho, em viagens etc. Quando já as tiver incorporado ao seu

discurso, elabore uma nova lista. Quanto mais

palavras você tiver adquirido, mais fácil será a sua comunicação e,

conseqüentemente, a sua confiança.

10) Esteja presente no aqui e no agora. Preste atenção em sua

respiração. Suas emoções estão presentes no

seu corpo. Ao se conscientizar delas, você terá maior controle

sobre o que deseja para si.

11) Evite comparações. O ato de comparar, por si só, estabelece que

alguém deverá ser superior e o outro inferior.

Seja qual for o lado que você escolha se colocar, isto denota uma baixa

auto-estima.

Cortesia do texto de nossa parceira – www.companhiadeidiomas.com.br

atendimento@companhiadeidiomas.com.br

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Palavras e Significados

Postado em 7 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso Inglês ·  

PRAY and PREY

Pray – rezar, orar, suplicar

Prey – presa, atacar

COOK and COOKER

 Cook – cozinheiro (a)

Cooker – fogão

CUSHION and PILLOW

 Cushion – almofada de sofá

Pillow – almofada de cama

TEACHER and PROFESSOR

 Teacher – professor não universitário

Professor – professor universitário

Recebido de Marilia Novaes

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As Palavras Mais Mal Pronuncidas Em Inglês

Postado em 1 de setembro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Inglês ·  

Já ficou enroscado com uma palavra? Você está conversando com um nativo em língua inglesa, você diz algo, e a pessoa simplesmente não entende? Quando eles finalmente descobrem, eles repetem a palavra e você pensa, “Mas é exatamente o que eu disse!”O Inglês é conhecido por algumas sutis diferenças de pronúncia que podem mudar completamente o significado de uma palavra. Use esta lista de palavras mal pronunciadas para evitar mal entendidos!

Limb / Limp: Cuidado com a última letra nessas palavras! Um limb é o seu braço, perna, ou o galho principal de uma árvore e o “b” é mudo. Você limp quando você machuca sua perna ou pé. O “p” é pronunciado. Said / Set: Certifique-se de pronunciar claramente o “d” e o “t”. Said é o passado do verbo to say (falar). Set é um verbo que pode siginificar ‘tornar pronto’ ou ‘colocar em uma posição específica’. Exemplo: I said I would set the table. Zen / Then: Pratique pronunciar o “z” e o “th” aqui. Zen é uma forma de meditação. Then é um advérbio que significa ‘naquele momento’, ‘depois daquilo’, ou ‘naquele caso’. Exemplo: I went to a class about Zen, then I went home. Loose / Lose: Preste bastante atenção para os sons de “s” e “z”. Loose termina com um “s” suave e significa ‘não apertado’. Quando você lose alguma coisa você não consegue encontrá-la. Enfatise o “z” em lose. Exemplo: My ring is loose, I’m afraid I’ll lose it. Statue / Stature: Cuidado com o final das palavras! Uma statue é uma grande escultura de um humano ou animal e soa como “chew” no final. Stature se refere à altura ou ao poder e reputação de alguém. O final soa mais como “chur”. Exemplo: We honor historical figures of great stature with statues. Quite / Quiet / Quit: Essas três palavras não são tão difíceis quanto parecem! Apenas preste atenção aos sons das vogais. Quite soa como “kwite” e costuma ser usada para enfatizar – pode significar ‘completamente’, ‘realmente’ e ‘a um certo nível’ (I’m quite alone, I’m quite sure). Quiet (kwi-et) quer dizer ‘pequeno brulho’ – como em uma livraria. Quit (kwit) significa ‘cessar’, ‘desistir’ ou ‘sair’. Exemplo: I quit playing loud music and now it’s quite quiet.

http://englishtown.msn.com.br/sp/article.aspx?articleName=87-mispron2&Ctag=87-mispron2

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Começou a Virada

Postado em 3 de abril de 2009 · por Profª. Rita Alonso Administração, Inglês ·  

As histórias reais das empresas que estão passando por cima da crise neste início de 2009, com números positivos que surpreendem seus próprios presidentes.

Hugo Cilo
Nos primeiros dias de fevereiro, o presidente da Mapfre Seguros, Antonio Cássio dos Santos, se mostrava irritado com o que andava lendo e ouvindo sobre a crise financeira internacional. Mas não se tratava de medo quanto ao rumo dos seus negócios no País. A palavra crise passou a incomodar assim que o executivo constatou que os números internos da companhia não refletiam o noticiário econômico. Havia um abismo entre o bom desepenho da seguradora, que vendia cada vez mais apólices de seguro para todos os segmentos produtivos, e o sentimento geral de que o mundo estava acabando. “Temos faturado em um mês o que antes faturávamos em um ano”, disse Santos à DINHEIRO.

Foi quando ele, então, tomou uma decisão extrema. Dias atrás, convocou 400 gestores da companhia para uma reunião de emergência em São Paulo. Todos pensaram que o encontro serviria para traçar novas estratégias de mercado diante da crise financeira mundial. Erraram. “Chamei a todos vocês para dizer que está proibido falar em crise a partir de hoje”, decretou Santos.

A decisão radical de abolir a crise do vocabulário dos mais de 2,5 mil funcionários da Mapfre, pelo menos durante o expediente, não se tratava de uma iniciativa autoritária do presidente da empresa, mas tinha como objetivo restaurar a confiança, abalada desde que as grandes economias do mundo foram sacudidas pela derrocada dos mercados financeiros. “Crise é igual a muleta, e tem sido muito usada como desculpa para não atingir metas”, justificou Santos.

Embora tenha surpreendido sua equipe, decisões como a de Santos têm sido comuns no meio empresarial. DINHEIRO ouviu dezenas de empresários que confirmaram o contraste entre o alarmismo do noticiário econômico e a realidade concreta das suas empresas.

Indicadores importantes da economia brasileira, apesar dos recentes anúncios de demissões, sugerem que a situação pode não ser tão ruim para o País como se imaginava no fim do ano passado. Na segunda-feira 9, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou um estudo inédito sobre expectativas econômicas e sociais que revelou que nenhum setor produtivo se diz realmente pessimista quanto ao futuro do Brasil. “Existe uma apreensão natural em decorrência do noticiário negativo, mas o Brasil tem se comportado bem”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

Naquele mesmo dia, a associação que representa as montadoras, a Anfavea, divulgou crescimento de 92,7% na produção de veículos em janeiro, após dois meses de quase estagnação, e expansão de 24,4% das vendas de importados, apesar da forte valorização do dólar. Naquele momento, muitos disseram que os números eram apenas uma gota de notícia positiva num oceano de pessimismo.

Na quinta-feira 12, a Fecomercio-SP afirmou que o nível de endividamento caiu sete pontos percentuais em fevereiro e atingiu o menor patamar desde o início da pesquisa, em fevereiro de 2004: o percentual de famílias endividadas em fevereiro ficou em 38%, contra 45% em janeiro – neste mesmo mês, a inadimplência das famílias recuou 1,5%, segundo levantamento da Serasa Experian.

Também na semana passada, o presidente Lula convocou alguns dos principais empresários do País, como Luiz Furlan, da Sadia, e Sérgio Andrade, da Oi, para captar as percepções deles em relação à economia. Ouviu de todos que os números de janeiro têm sido surpreendentemente positivos.

Foi com esse cenário que Wlademir Araújo, presidente da Relevo Araújo, gigante brasileira do setor de embalagens, decidiu adotar uma postura semelhante à do presidente da Mapfre. Ao receber o relatório da empresa em sua mesa, mandou acelerar os planos de aumento da produção. Não é para menos: em janeiro, a empresa contabilizou expansão de 15,4% nas vendas e de 26,2% no faturamento.

“Cadê a crise? Quando vi os números, mandei colocar mais fogo na caldeira”, disse o empresário. “Não podemos parar por medo. O susto já passou”, acrescentou.

Evidentemente, nem as pesquisas nem os empresários têm a pretensão de maquiar os problemas reais com números positivos. No entanto, por trás das estatísticas e dos prognósticos pessimistas, inegavelmente existem empresas que ignoraram o cenário de turbulência e avançam a passos firmes. É o caso também da Renault. A montadora francesa vendeu no mercado brasileiro 14,7% mais carros no mês passado do que em janeiro de 2008, quando não havia nenhum sinal de crise.

Em comparação a dezembro, as vendas subiram 13,5%, num claro sinal de que os efeitos da recessão passaram longe dos portões da fábrica paranaense da montadora, em Curitiba. “A Renault continua acreditando no grande potencial do mercado brasileiro”, afirmou à DINHEIRO o presidente da Renault do Brasil, Jérôme Stoll, que está deixando o País para assumir um cargo de comando na França. E essa pujança não se limita a um ou dois setores da economia. “Mesmo com a crise financeira internacional, o crescimento do mercado de telefonia celular no Brasil continuará acima dos 10% ao ano”, afirmou o presidente da Vivo, Roberto Lima.

A situação diferenciada do Brasil na crise – um caso raro na história econômica mundial – recebeu destaque em um relatório global do banco HBSC. O documento de 13 páginas afirma que o País irá avançar mais rápido do que se esperava, a exemplo da China, e que o desempenho de ambos os países está diretamente relacionado. O estudo mostra ainda que a posição confortável brasileira reflete um sistema bancário sólido e mercado interno consistente.

Pesquisas e relatórios à parte, o fato é que mesmo os segmentos que inicialmente foram castigados pela crise começam a dar sinais de fôlego. Além da indústria automotiva, que voltou a acelerar com a restauração do crédito, setores como o de vestuário e calçados reconhecem que o quadro não é tão ruim como se acreditava e já começam a recontratar funcionários demitidos meses atrás.

“A expectativa é muito boa. Haverá a retomada da reposição dos estoques e retorno das contratações”, disse o presidente do sindicato da indústria de confecção (Sindivestuário), Ronald Masijah. Esse horizonte positivo para o setor é sustentado principalmente pela evolução do salário mínimo e consolidação da classe C no mercado de consumo. Segundo um levantamento da FGV, a renda do brasileiro tem crescido a despeito da crise mundial – o número de pessoas de classe média que ganham de R$ 1.115 a R$ 4.807, subiu 3,7% no segundo semestre de 2008, e atingiu 53,8% da população pela primeira vez na história. É essa faixa da população que se destacou como a grande estrela do consumo interno do País e que, neste fim de semana, é tema de uma reportagem da revista britânica The Economist, que destaca o papel da nova classe média como amortecedor da crise.

Existem ainda outros setores que avançam na contramão do terremoto financeiro. O ramo de telesserviços só conhece a crise de ouvir falar. As maiores empresas do setor têm investido pesado e contratado muita gente. A maior companhia do segmento, a Atento, está com um plano arrojado para o País neste ano. O presidente Agnaldo Calbucci afirma que as empresas têm buscado redução de custos por meio da eficiência, fator que impulsiona o setor. “Nossos planos estão mantidos. Vamos continuar crescendo e contratando. Nosso setor vai muito bem”, destacou o executivo. Fenômeno semelhante ao de call center acontece na indústria do turismo nacional. O encarecimento do dólar estimulou viagens dentro do Brasil, aumentou a ocupação em hotéis, locação de veículos e venda de pacotes. “Nosso faturamento disparou 40% em janeiro contra dezembro e 10% em relação a janeiro do ano passado.

Isso prova que o Brasil está em situação privilegiada”, afirmou o presidente da Avis, Afonso Celso de Barros Santos. Nessa mesma linha está o presidente da CVC Turismo, Guilherme Paulus. Depois de registrar crescimento de 30% em 2008 contra o ano anterior, ele achou que tinha visto tudo. Mas se surpreendeu com os primeiros 30 dias do ano. As vendas de pacotes em janeiro foram 17% maiores que no mesmo mês de 2008. “Nunca vimos isso. Ao contrário do que esperávamos, a procura está extraordinária. Pela primeira vez, não temos vagas mais para o Carnaval. Vamos fechar o ano com crescimento de 20%”, afirmou Paulus. “Temos caixa, emprego e condições de crescer. Não há por que ter medo”.

Outra evidente prova de otimismo é a Organização Odebrecht. Em 2007, por exemplo, a companhia criou 81,7 mil empregos diretos e indiretos. Este número pulou para 123 mil em 2008 e deve continuar aumentando, uma vez que a estimativa de faturamento do grupo para 2009 é de R$ 46 bilhões, R$ 4 bilhões a mais do que há dois anos. “Os números de nossa organização, indicando um crescimento acelerado em 2008 em relação a 2007, nos deixam otimistas em relação às possibilidades de superação da crise. O governo e a sociedade, em especial nós, empresários, devemos fazer o que é possível para ajudar o País a continuar gerando emprego e renda”, afirmou o presidente da companhia, Marcelo Odebrecht.

O otimismo se justifica. O início da construção da planta de polietileno verde da Braskem e a continuidade dos investimentos nas novas usinas de açúcar e álcool – três delas serão inauguradas este ano – serão outras fontes de criação de postos de trabalho em áreas críticas do País, como no Pontal do Paranapanema, em São Paulo.

Além disso, só no programa Acreditar, montado em Rondônia para capacitar mão-deobra local para a construção da Usina Santo Antônio no rio Madeira, foram recebidas 25 mil inscrições, formando mais de cinco mil trabalhadores (1,8 mil já estão empregados). Este programa será estendido a outros projetos e serão mantidos todos os investimentos em projetos sócioambientais e culturais, que chegaram em 2008 a R$ 73 milhões. Outro bom indicador da Odebrecht é o volume de investimentos. No período 2009-2011 deve chegar a R$ 19,2 bilhões, contra R$ 6,1 bilhões em 2008.

Pode ser que, nos próximos meses, a percepção de confiança desses empresários perca força com um eventual agravamento da crise internacional. Um risco que paira no horizonte é a redução das exportações, como o aumento do protecionismo comercial em várias regiões do mundo. No entanto, existe uma sensação de que o pior já pode ter ficado para trás e de que muitos analistas econômicos carregaram nas tintas ao traçar seus cenários para 2009. Se esses empresários estiverem certos, o País estará pronto para retomar um ciclo de crescimento acelerado bem mais cedo do que se imagina.

Colaborou: Márcio Kroehn
Matéria da Revista Isto É Dinheiro.

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Verbo

Postado em 8 de março de 2009 · por Profª. Rita Alonso Inglês ·  

• O verbo “to do” em inglês pode funcionar como verbo comum, com o significado de “Fazer”, ou como verbo auxiliar. Sua conjugação no presente do indicativo (simple present) é a seguinte:
Simple present do verbo “To do”
Eu faço I do
Você faz You do
Ele/ela faz He/she/it does
Nós fazemos We do
Eles/elas fazem They do
• No passado simples (simple past) tem uma única forma:
Simple past do verbo “To do”
Eu fiz I did
Você fez You did
Ele/ela fez He/she/it did
Nós fizemos We did
Eles/elas fizeram They did
• Como verbo comum com o significado de “Fazer” temos que distingui-lo de outro verbo, “to make”, que também se traduz em português por “fazer”, este último com um significado de “fabricar”:
I did my job. Eu fiz meu trabalho.
I made a cake. Eu fiz um bolo.
What are you doing this evening? O que você está fazendo esta noite?
She made that table. Ela fez esta mesa.
• Como verbo auxiliar, se utiliza para construir as formas negativas e de interrogação do presente e do passado simples:
I don’t know that. Eu não sei isso.
I didn´t answer correctly. Não respondi corretamente.
Do you go to the cinema? Você vai ao cinema?
Didn’t you see that film? Não viu este filme?
• Como se pode observar, nas formas negativas se costuma utilizar as contrações:
Do not Don’t
Does not Doesn’t
Did not Didn’t
• Outro uso do verbo “to do” é para evitar a repetição de um verbo que se acaba de mencionar, especialmente na resposta de perguntas:
Do you like coffee? Yes, I do (ao invés de “Yes, I like coffee”
Did you play tennis? Yes, I did (ao invés de “Yes, I play tennis”
He likes music… … and so do I ( = I like music too)

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Falar Inglês Tem Hora

Postado em 16 de fevereiro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Comportamento, Inglês ·  

O uso de expressões nessa língua é cada vez mais comum nas empresas, principalmente nas multinacionais. Mas tome cuidado para ser entendido por quem não conhece o idioma

 

Você sabe falar inglês? Ótimo, o idioma é vital para quem quer se sair bem na carreira hoje, mas isso não quer dizer que é necessário sair por aí mostrando para todo mundo quantas palavras do idioma você conhece. É cada vez mais comum, principalmente em empresas com sede em países de língua inglesa, ver profissionais colocando termos e mais termos em inglês no meio de frases que, antes, eram ditas apenas em português.

Tem gente que acha bonito, e gosto não se discute. Além de parecer pedante, muitas vezes, pode confundir o interlocutor se ele não entender da língua tanto quanto você. “Demonstrações gratuitas de erudição têm seu lugar e é bom tomar muito cuidado com o uso dessas expressões”, diz Augusto Caneiro, headhunter da Zaitech, do Rio de Janeiro.

Em português, please
Fique atento ao pegar uma print de um report que você deve enviar antes de fazer aquele call para o headquarter da empresa em que você trabalha. Ou para enviar uma invitation. São palavras simples e mesmo quem não estudou inglês costuma saber o significado, mas não é difícil usar as mesmas palavras em português. Buscar um relatório que você imprimiu para enviar à sede da companhia é até mais fácil. Mandar um convite também. E você garante que todo mundo entende.

Rebimboca do back log
O duro mesmo é quando a gente ouve que alguém está com problema de back log. Pode significar qualquer coisa, desde tarefas atrasadas até um serviço aquém do esperado, mais ou menos como era rebimboca da parafuseta há alguns anos. “Tem gente que ouve a palavra uma vez e acaba repetindo, mesmo sem saber o significado correto”, diz Renata Mello, de São Paulo, que dá consultoria sobre comportamento em empresas. Por isso, assegure-se do uso correto das expressões antes de sair falando por aí.

 Depende da empresa
Empresas em que a sede está em um país de língua inglesa geralmente aceitam melhor, e até incentivam, o uso dessas expressões. Mandar um invite na Microsoft é mais comum do que fazer o mesmo em uma companhia brasileira. Por isso fique atento ao falar com gente que vem de outros lugares. “Algumas empresas preferem que não sejam usadas essas expressões, para que todo mundo se entenda”, diz Renata. “Tem gente que chega a abreviar o inglês, como o follow up que virou fup.”

Parece, mas não é
Up to date mesmo em termos de anglicismos é transformar palavras diretamente do inglês. Hoje existe o performar (que significa ter bom desempenho), o bypassar (de by pass, ou seja, passar por cima da autoridade de alguém) e, mais recentemente, o suceder, que vem de suceed (ter sucesso, em inglês). O problema de suceder é que há outro significado em português e você pode dar um nó na cabeça do seu interlocutor ao usar. Se for o objetivo, go ahead.

Fabiana Corrêa – Você S/A

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Expressões em inglês com o verbo Be

Postado em 12 de janeiro de 2009 · por karen Almeida Inglês ·  

Quantos anos você tem? – How old are you?
Você tem certeza? – Are you sure?
Você tem razão. – You are right.
Não tenho medo de cachorro. – I’m not afraid of dogs.
O que é que tem de errado? – What’s wrong?
Não tive culpa disso. – It wasn’t my fault.
Tivemos sorte. – We were lucky.
Tenha cuidado. – Be careful.
Tenho pena deles (sinto por eles). – I feel sorry for them.
Isto não tem graça. – That’s not funny.
Não tenho condições de trabalhar. / Não estou em condições … – I’m not able to work. / I can’t work.
Ela tem vergonha de falar inglês. – She’s too shy to speak English.
Você tem que ter paciência. – You must be patient.
Ele tem facilidade para línguas. / Tem jeito … – He’s good at languages.
Este quarto tem 3 metros de largura por 4 de comprimento. – This room is 3 meters wide by 4 meters long.

http://www.sk.com.br/sk-idiom.html

Cheers

Prof.Karen

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Ibindo A Timidez Ao Falar Em Inglês

Postado em 25 de outubro de 2008 · por Profª. Rita Alonso Comunicação, Inglês ·  

Estamos no mercado desde 1991 e temos observado que a grande barreira para
se tornar fluente em um idioma estrangeiro,
principalmente o inglês, é a timidez, e não competências técnicas, como
estrutura gramatical, pronúncia etc. A introversão é um sinal de autocrítica
que atua como um filtro capaz de avaliar se nossas atitudes estão de acordo
com nossos valores ou não. Não há problema algum em ser introvertido, o
problema existe quando essa timidez passa a ser um fator limitante da sua
comunicação na vida pessoal ou corporativa.

O tímido não sabe lidar com fatos inesperados, evitando, a todo custo,
situações que tragam quaisquer possibilidades de
surpresa. Os tímidos também evitam situações nas quais possam se sentir
expostos ou passíveis de receber críticas alheias, tais como: uma
apresentação em inglês para os diretores da empresa, atender uma ligação do
exterior na frente
dos colegas do departamento, participar de um conference call, uma
entrevista de emprego.

Sozinho com suas idéias e censuras, o tímido vai se transformando na sua
própria barreira. Por não tolerar frustrações,
ele mesmo se impede de realizar coisas na vida! Ele chama muito mais a
atenção justamente pelo medo de errar, de se
expor, de não ousar mudar em um mundo que prega o auto-conhecimento como
competência fundamental de
empregabilidade.Mesmo quando estamos em silêncio, estamos sendo avaliados.

O QUE FAZER PARA INIBIR A TIMIDEZ E CONSEGUIR FALAR EM INGLÊS?

1) Julgue menos. Isto irá ajudar a aceitar mais o outro e,
conseqüentemente, a si mesmo.

2) Arrisque-se a fazer pequenas coisas diferentes do habitual. Saia da
rotina!

3) Preste atenção no outro, observe como ele se comporta. Entenda que
simplesmente somos diferentes uns dos outros.

4) Explore as experiências que formaram sua auto-imagem. Avalie quais
são seus valores e crenças, questione-as para
ver se realmente são verdadeiras. Ao mudarmos a crença, o
comportamento pode mudar.

5) Mostre interesse pelo outro. Inicie conversas nos ambientes que
freqüenta. Descobrir pontos em comum
pode ser um bom começo.

6) Acostume-se a prestar atenção e a analisar se seus pensamentos,
emoções e sensações estão de
acordo com a postura que deseja ter. Perceba-se!

7) Para cada pensamento negativo sobre você, coloque um positivo – isto
ajudará a mudar o padrão
de pensamento negativo em relação a si mesmo.

8) Use sua imaginação para testar novas atitudes e para ver como você se
sentiria em determinadas
situações. Altere o seu estado interno, imagine-se mais
descontraído, mais solto. É uma forma de prever
acontecimentos.

9) Estabeleça meta realista de aquisição de vocabulário, poderá ser
diária, semanal ou mensal. O importante é
fazer uma lista de palavras novas e tentar utilizá-las em suas
aulas, em redações. Depois, passe a usá-las no
trabalho, em viagens etc. Quando já as tiver incorporado ao seu
discurso, elabore uma nova lista. Quanto mais
palavras você tiver adquirido, mais fácil será a sua comunicação e,
conseqüentemente, a sua confiança.

10) Esteja presente no aqui e no agora. Preste atenção em sua
respiração. Suas emoções estão presentes no
seu corpo. Ao se conscientizar delas, você terá maior controle
sobre o que deseja para si.

11) Evite comparações. O ato de comparar, por si só, estabelece que
alguém deverá ser superior e o outro inferior.
Seja qual for o lado que você escolha se colocar, isto denota uma baixa
auto-estima.

www.companhiadeidiomas.com.br
atendimento@companhiadeidiomas.com.br

Postado por: Karen Almeida

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Expressões essenciais para gerenciar um projeto em Inglês

Postado em 25 de outubro de 2008 · por Profª. Rita Alonso Inglês ·  

Não importa se você é um gerente de projetos ou apenas um membro de um time de projetos, você não pode evitar toda esta linguagem de gerenciamento de projetos rondando os escritórios no mundo todo hoje em dia. O problema é que a maioria destas expressões não podem sequer ser encontradas no dicionário. Então, confie em nosso guia de gerenciamento de projetos para aprender a conversa de negócios dos dias atuais e falar sobre seus próximos projetos!

Define the scope Um dos primeiros passos no gerenciamento de projetos é determinar o impacto e as fronteiras de um projeto, em outras palavras, definir o project scope. O scope deve providenciar uma descrição dos produtos finais esperados que serão produzidos pelo projeto.

Establish a timeline O próximo passo é definir o tempo específico em que cada passo do projeto deve ser completado. Criando uma timeline você será capaz se você está em dia em todas as fases durante a execução do projeto.

Specify target outcomes Como mensurar o sucesso de seu projeto? É importante especificar target outcomes, ou resultados desejados que têm benefícios mensuráveis para usá-los a fim de determinar seu sucesso.

Determine necessary outputs Reserve algum tempo para pensar nos produtos, serviços e práticas de negócios ou gerenciamento, também conhecidas como outputs, que você vai precisar para alinhar com seus target outcomes.

Put a project team together As pessoas são o fator-chave para o sucesso de seu projeto. Selecione colaboradores capazes para fazer parte do project team – o time de pessoas que vão trabalhar juntas para executar o projeto – definindo as funções apropriadas para cada uma delas.

Record milestones Quando membros do project team completam uma atividade-chave ou tarefa agendada, não se esqueça de anotás-la e gravá-las. Milestones podem ser finalizadas ou não finalizadas, e elas podem servir como um sinalizador para o projeto.

Create baseline metrics Você pode avialiar progresso e performance usando baseline metrics, que são uma série de indicadores que devem ser mensurados em relação à performance.

Set a budget cost Determine o quanto você prevê que o projeto custará, e defina um budget cost no começo de seu projeto. Depois, você pode redefinir seu budget e adicionar mais detalhes.

Produce deliverables De forma a assegurar a satisfação dos requerimentos contratuais, você precisará produzir deliverables, como relatórios ou produtos que devem ser finalizados e entregados. Certifique-se que eles sejam produzidos à tempo!

Execute risk management Em todos os projetos, sempre haverá risks, ou ameaças que podem atrasar a finalização com sucesso do projeto. Um bom gerente de projetos executará processos de risk management através de identificação, análise, avaliação e tratamento de riscos.

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Postado por: Karen Almeida

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Curso de Inglês – Lição 1 – Pronomes Pessoais

Postado em 25 de outubro de 2008 · por Profª. Rita Alonso Inglês ·  

Lição 1
Pronomes Pessoais Sujeitos

· Vamos começar conhecendo os equivalentes em inglês dos pronomes pessoais em português:

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<!–[endif]–>

 

Pronomes Pessoais

 

 

 

       

· Sua colocação na frase se dá no começo da mesma:

I have a dog.

Eu tenho um cachorro

You are my brother.

Você é meu irmão

· O pronome pessoal tem que concordar com o verbo, apesar de que os verbos ingleses, salvo os auxiliares, não variam, exceto na terceira pessoa do singular:

I eat apples.

Eu como maçãs

You eat apples.

Você come maçãs

He eats apples.

Ele come maçãs

· O pronome “it” (3ª pessoa do singular) se utiliza para objetos e animais, ainda às vezes com estes últimos se utiliza “he” (ele) ou “she” (ela):

I have a car. It is red.

Eu tenho um carro. Ele é vermelho.

VOCABULÁRIO

Pai

Father

Sogro

Father-in-law

Mãe

Mother

Sogra

Mother-in-law

Irmão

Brother

Genro

Son-in-law

Irmã

Sister

Nora

Daughter-in-law

Filho

Son

Cunhado

Brother-in-law

Filha

Daughter

Cunhada

Sister-in-law

Avô

Grandfather

Primo

Cousin

Avó

Grandmother

Prima

Cousin

Neto

Grandson

Sobrinho

Nephew

Neta

Granddaughter

Sobrinha

Niece

Tia

Aunt

Tio

Uncle

Dúvidas: karen_almeida@hotmail.com ou deixe uma mensagem no blog.

Grande Abraço Professora Karen Almeida

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