Sete Dicas Para Evitar Gestos Que Revelam Nervosismo E Ansiedade Na Entrevista De Emprego
Ansiedade Na Entrevista De Emprego
Preparo e controle emocional são fundamentais para alcançar êxito e transmitir tranquilidade ao entrevistador nesta fase do processo de seleção
Balançar as pernas, mexer os braços exageradamente, tamborilar os dedos, arregalar os olhos, passar as mãos nos cabelos, roer unhas são gestos que denunciam nervosismo e ansiedade e prejudicam sua performance em uma entrevista de emprego. Mais que isso, são sinais de insegurança e refletem, assim, sua condição emocional. Podem, por essa razão, eliminar o candidato em um processo seletivo.
“Ocorre, muitas vezes, de o candidato selecionado para vagas de emprego não ter tanto talento quanto o concorrente. O grande diferencial, nesse caso, é o quanto o entrevistador sente confiança ao conversar com ele”, explica o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki.
“O esperado é que, mesmo diante da ansiedade, o candidato tenha autocontrole e equilíbrio. Caso isso não ocorra, será notado pela expressão corporal. Os gestos são reflexos do nosso estado emocional”, atesta Stefania Giannoni, consultora e headhunter especialista no desenvolvimento de pessoas.
Confira dicas dos consultores para evitar gestos inapropriados no cara a cara com o entrevistador:
1. Controle a respiração
A respiração profunda e suave massageia os órgãos e ativa o sistema circulatório dando a sensação de prazer e serenidade. Respiração curta e rápida, ao contrário, transmite medo, insegurança.
2. Ative uma imagem mental positiva
Este exercício é um recurso da neurociência que consiste em construir no cérebro a imagem de um fato que ainda está por acontecer. Dessa forma, antes da entrevista, o candidato já se imagina diante do selecionador e se submete às regras de etiqueta corporativa como se estivesse passando pela situação. É uma atividade de concentração, preparo. Diante do entrevistador a sensação será de déjà vú.
3. Antes de falar, ouça
Saiba o que o selecionador quer ouvir de você; responda ao que ele está perguntando. Na ânsia de falar o candidato pode transmitir conteúdos irrelevantes para o momento, afirmam consultores empresariais. O ideal é interagir com o entrevistador.
4. Seja empático
Quando assistimos a um filme em que o sofrimento da (s) personagem (ns) é constante emocionamo-nos. Isso ocorre porque a cena, mesmo fictícia, ativa em nosso cérebro as áreas responsáveis pela emoção. Cria-se uma empatia com as personalidades da tela. Na entrevista de emprego, do mesmo modo, perceba o movimento do entrevistador e acompanhe-o de forma parecida.
5. Olhe nos olhos do entrevistador
A sintonia com o olhar é fundamental; não desvie os olhos do entrevistador. Demonstre total atenção ao que ele diz. Faça-se presente.
6. Comunique-se adequadamente
A fala deve acompanhar o gestual e vice-versa. Fale de modo claro e ponderado. Tenha cautela: não queira passar o máximo de conteúdo em tempo inábil. Selecione as informações mais importantes. Transmita suas ideias de forma articulada.
7. Prepare-se para a entrevista
Simular uma entrevista de emprego com um parente ou amigo pode ser uma maneira eficaz de alcançar a excelência no contato com o selecionador. É importante conhecer ainda suas habilidades e competências e saber transmiti-las verbalmente.
Cuidado com a robotização
Preparo é fundamental, mas é preciso cautela para não deixar de ser você e encarnar um personagem, adverte a consultora Stefania Giannoni. Segundo ela, o candidato deve agir com naturalidade, ter postura firme e sentar-se adequadamente. “Alguns indícios como dilatação da pupila, suor e rubor das faces podem nos dar subsídios para saber se a pessoa está falando ou não a verdade. As pessoas não conseguem simular por muito tempo.”
Rômulo Martins, www.empregos.com.br
| | Comentar »O Pecado Na Hora Da Contratação, Falta De Comunicação!
Empresas de pequeno e médio porte cometem erros ao contratar que chegam a ser vistos como absurdos por grandes consultores de RH como Max Gehringer e outros famosos.
A economia está aquecida, vivemos em um momento importante e delicado, onde se torna cada vez mais difícil encontrar bons profissionais, para boas vagas. Isso ocorre com frequência nas organizações, e todo administrador sabe, mas o que será que falta para entender a alma do negocio em pleno século XXI?
Empresas normalmente cometem erros comuns no que se refere a sua gestão de pessoas, isto por que não admitem que o maior patrimônio que ela possui é o humano, e que este deve ser valorizado e muito bem selecionado.
Não quero aqui julgar os métodos de seleção de cada empresa, o que quero destacar são os pontos fundamentais do processo:
INDICAÇÃO, disse já Max gehringer, “Numa situação como a atual, em que há mais candidatos bons do que bons empregos, sempre haverá alguém que peça uma indicação, e sempre haverá a quem atenda o pedido.
E nem é preciso conhecer o rei, basta conhecer alguém bem relacionado dentro da empresa. Vale dizer que quem indica está avalizando profissionalmente o indicado. O que para uma empresa, já é motivo suficiente para atender ao pedido.
Respondendo ao nosso ouvinte, eu diria que as agências de recrutamento e seleção entram no processo quando não existe uma recomendação firme e consistente.”
Ou seja, a indicação é hoje o melhor caminho para se iniciar um processo de recrutamento, se entender que o momento mais importante para uma empresa é o da contratação, iremos entender também que não se pode ser meramente comum e usar dos métodos tradicionais de contratação, deve se ir além, na esperança de conseguir sempre o melhor, sempre o mais preparado, com o melhor currículo, com o melhor perfil. Certo diretor diria que isto é UTOPIA, mas se não pensar assim em todas as coisas da VIDA, como será o seu futuro? O futuro de sua Empresa?
Não se esqueça de compartilhar, um líder é reconhecido por ensinar, transmitir e trabalhar em equipe, então de que adianta estar contratando para uma vaga se ninguém da empresa não está nem sabendo? Cuidado, o crescimento exige muitos detalhes.
Seleção não basta psicólogos, especialistas e seja lá o que for, dizerem a você que X candidato é o melhor, se você sócio proprietário não tiver a chance pessoalmente de aprovar o tal candidato, bem, ai você estará pagando todo mês um salário virtual. Por quê? As expectativas que poderia ter, o mínimo de conhecimento sobre o mesmo, ou até se você não for com a cara do cidadão, não poderão ser explanados depois da contratação, afinal trocar de colaborador não é o mesmo que trocar de meias a hora que bem entender.
Agora se mesmo entendendo a importância e relevância do assunto CONTRATAÇÃO, você prefere terceirizar o trabalho, não reclame da falta de dinheiro no fim do mês, pois ele está indo provavelmente estará flutuando na rede.
alan@bwcontabilidade.com.br – Alan Castro BArbosa
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| | Comentar »Procurando Emprego? Cuidado com Estrangeirismos E Siglas Nas Entrevistas
Segundo especialista, o uso demasiado de tais termos pode passar uma impressão negativa para o recrutador.
Quem está procurando novas oportunidades no mercado de trabalho deve ter atenção especial com o uso de siglas e estrangeirismos – expressões ou colocações em línguas estrangeiras – na hora da entrevista.
Isso porque, segundo explica o vice-presidente da De Bernt Entschev Human Capital, Bernardo Entschev, o uso demasiado de tais termos pode passar uma impressão negativa para o recrutador.
“Geralmente, as pessoas utilizam tais termos para demonstrar conhecimento da área, ou mesmo que têm alguma vivência no exterior. Contudo, quem recorrer a tal recurso corre o risco de ser mal interpretado, ou mesmo de não ser entendido”, explica.
Problemas
Dentre os problemas que a utilização exagerada de termos estrangeiros ou siglas pode gerar, o mais grave é a pessoa fazer uma colocação equivocada e demonstrar falta de domínio do assunto ou da área, o que em uma entrevista de emprego, por exemplo, pode eliminar um candidato.
Além disso, o interlocutor pode não entender o termo utilizado e a pessoa pode passar uma imagem de arrogância.
Os desconfortos que tal situação pode trazer não se restringem às entrevistas de emprego. Na empresa, alerta Entschev, os profissionais também devem usar com moderação siglas e expressões estrangeiras, evitando confusões e mal entendidos.
“Dentro da empresa, a utilização de tais termos potencializa o risco”, diz ele.
Assim, orienta, além de recorrer ao bom senso na hora de usar siglas e estrangeirismos, usando apenas aquilo que realmente sabe o significado e que tem certeza de que a outra pessoa irá entender, as pessoas devem procurar utilizar somente os termos já consagrados no setor.
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| | Comentar »Entrevista De Desligamento E Turnover
O mundo passa por constantes e cada vez mais velozes mudanças. A cada dia surge um fato novo no contexto social, econômico, político e cultural, que “mexe” com a cabeça das pessoas, impactando em seus valores e, consequentemente em suas atitudes em relação ao trabalho. É preciso que estejamos atentos a isto.
Os empregadores devem ter ouvidos interessados e olhos atentos para o comportamento de seus respectivos funcionários no trabalho. Isso só será possível quando estiverem convencidos, sensibilizados, da importância dos recursos humanos e do clima de suas organizações. Afinal, só é excelente a empresa que estende excelência à qualidade de vida de seus funcionários.
O alto turnover em uma empresa retrata que algo não está bem no clima organizacional da mesma. Impacta na motivação das pessoas, no comprometimento, que gera ainda mais absenteísmo e rotatividade, interferindo na credibilidade junto aos clientes. O turnover é um importante indicador do clima organizacional. Tanto o compulsório quanto o espontâneo servem para fornecer indicações sobre o clima.
Através da ferramenta “Entrevista de Desligamento” bem estruturada, o empregador pode identificar o grau de satisfação com os diversos motivos que levam um funcionário ser demitido ou solicitar o desligamento na empresa:
- O trabalho em si – qual a percepção que o funcionário tem referente às atividades que executa, qual o valor que atribui.
- Salário – eventuais distorções entre salário interno comparado com outras empresas da região.
- Supervisão – qual o grau de satisfação do funcionário com a sua chefia, analisando a qualidade de supervisão em termos de competência, feedback, organização, relacionamento etc.
- Comunicação – o que os funcionários sabem sobre os fatos relevantes da empresa, seus canais de comunicação etc..
- Progresso profissional – quais as oportunidades e as possibilidades de promoções e carreiras que a empresa oferece.
- Benefícios – qual o grau de satisfação dos funcionários com os benefícios oferecidos pela empresa, e se atende às necessidades básicas dos mesmos.
- Condições físicas no trabalho – a qualidade das condições físicas de trabalho como, por exemplo: os postos de trabalho, os vestiários, os horários de trabalho, as condições de conforto e as instalações em geral.
- Disciplina – avaliar o grau de rigidez das normas disciplinares e o quanto esta rigidez cria insatisfações.
- Objetivos organizacionais – qual a clareza com que os objetivos e os planos de ação, tanto setoriais quanto organizacionais, são comunicados aos empregados.
- Orientação para resultados – avaliar até que ponto a empresa estimula ou exige que seus funcionários se responsabilizem efetivamente pela consecução de resultados.
A “Entrevista de Desligamento quantificada” apontará quais são os gaps da empresa que merecem plano de ação para recuperação. A responsabilidade de gerir o plano de ação, com objetivo de resgatar perdas identificadas, é de todo aquele que exerce as funções de liderança, pois se liderar é obter resultados através de outras pessoas, então, líder se faz quando se conhece o ambiente de trabalho, o grau de confiança, a harmonia, a cooperação, existentes entre os membros de sua equipe. Sob esta ótica, a avaliação do clima compete a todos os líderes independente do título do seu cargo e o do seu nível hierárquico. Logo, podemos afirmar que diretores, gerentes, supervisores devem todos se interessar pelo clima organizacional.
Porém, independente desta responsabilidade intrínseca ao cargo de liderança, devemos também encarar o tema do ponto de vista organizacional, ou seja, o clima considerando todos os funcionários de uma empresa. Sob este ângulo, a sua avaliação compete à área de Recursos Humanos (seja o departamento interno na empresa, ou, uma consultoria externa), que tem como um de seus principais objetivos, senão o principal, o de “motivar” ou “tornar” satisfeitos as pessoas que trabalham nas organizações. Para tanto, cria condições e avalia os resultados.
Entendendo que o alto turnover é sinônimo de perda de produtividade; de lucratividade e de saúde organizacional. Torna-se necessário/estratégico o empregador sempre considerar o clima organizacional como um instrumento que, aplicado de forma consciente e metódica, tem condições de assegurar consistência em quase todas as mudanças empresariais que visem à Busca da Excelência.
Lilian Cristina de Almeida – Diretora Operacional na Qpersona Assessoria em Relações Humanas. Formação em Psicologia pela USF, pós graduação em Qualidade de Vida na Empresa pela Unicamp, atua há 11 anos fortemente no desenvolvimento das atividades de Recursos Humanos: Recrutamento e Seleção, Integração de Funcionários, Treinamento e Desenvolvimento, Avaliação de Desempenho, Planejamento de Carreira, Entrevista de Desligamento, forte atuação na coordenação de programas voltados ao Desenvolvimento do Funcionário na Empresa, mostrando relatórios de crescimento, coordenação e acompanhamento de trabalhos terceirizados, entre outras atividades. Paralelo a carreira na área de RH, leciona desde 2002 disciplinas na área de humanas em colégios técnicos e faculdades (Técnicas Administrativas/ Organização Empresarial / Empreendedorismo / Gestão de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho / Liderança / Psicologia Organizacional).
rh.com.br
| | Comentar »100 Perguntas Possíveis Nas Entrevistas
Há tantas perguntas possíveis nas entrevistas quanto há entrevistadores distintos, pelo tanto sempre ajuda estar preparado para toda classe de pergunta. Por isso preparamos uma lista de 100 perguntas possíveis nas entrevistas. Vai ter que respondê-las todas? Tomara nemhum entrevistador seja tão cruel. Vai ter que responder algumas delas? Provávelmente. Adianta preparar-se bem mesmo se o entrevistador não vai fazer-lhe estas perguntas exatas? Com certeza.
1.. Conte-me de você.
2.. Quais são seus fortes?
3.. Quais são seus pontos fracos?
4.. Quem foi seu gerente favorito? Por que gostou dele?
5.. Com que tipo de personalidade você consegue trabalhar melhor? Por que trabalha bem com pessoas que tem este tipo de personalidade?
6.. Por que você quer este emprego?
7.. Como é que você gostaria de estar em sua carreira profissional daqui a cinco anos?
8.. Conte-me da conquista de que você mais orgulha-se?
9.. Se você estiver participando de um almoço de negócios e pedisse um filé mal passado e trouxessem-lhe a carne bem passada, o que você faria no caso?
10.. Se eu oferecer-lhe o salário que pediu mas deixasse que você escrevesse sua própria descrição de trabalho para o ano seguinte, o que incluiria na descrição de trabalho?
11.. Por que a textura da bola de tênis é frisada?
12.. De que forma estabeleceria sua credibilidade rapidamente com a equipe de trabalho?
13.. Não há uma resposta certa ou errada, mas se você puder estar em qualquer lugar do mundo agora, onde escolheria estar?
14.. Como sentiria-se trabalhando por alguém que conhecesse menos do que você?
15.. Houve alguma pessoa que afetou uma diferença positiva em sua carreira profissional?
16.. Como descreveria a empresa ideal em que trabalhar?
17.. O que atraiu-lhe a esta empresa?
18.. De que você mais orgulha-se?
19.. O que você procura em termos de desenvolvimento de sua carreira profissional?
20.. O que você procura em termos da cultura de trabalho -um ambiente estruturada ou um ambiente em que tenha espaço para ser mais empreendedor?
21.. De que gosta de fazer?
22.. Dê alguns exemplos de idéias que teve ou realizou.
23.. Quais são seus sonhos de toda a vida?
24.. Qual é a seu objetivo profissional final?
25.. Como você descreveria seu estilo de trabalhar?
26.. Que classe de carro você conduz?
27.. Conte-me de algum caso em que você teve que resolver um conflito no trabalho.
28.. Qual foi o último livro que leu?
29.. Para quais revistas você subscreve?
30.. Qual seria a situação de trabalho ideal para você?
31.. Por que devemos contratar-lhe?
32.. De que característica menos gostou de seu último emprego?
33.. O que opina de seu último chefe?
34.. Que avaliação você daria-me como entrevistador?
35.. Você quer fazer alguma pergunta?
36.. Quando foi que sentiu-se mais satisfeito com seu trabalho?
37.. O que pode fazer neste emprego que os outros candidatos não poderiam fazer?
38.. Quais são três coisas positivas que seu último chefe contaria de você?
39.. Qual é uma coisa negativa que seu último chefe contaria de você?
40.. Se você fosse um animal, que classe de animal gostaria de ser?
41.. Qual é o salário que você procura?
42.. Qual é sua história salarial?
43.. Você pensa ter filhos no futuro próximo?
44.. Quais foram suas responsabilidades em seu último emprego?
45.. Que conhecimento tem desta indústria?
46.. Que conhecimento tem de nossa empresa?
47.. Quanto tempo levará para você poder começar a fazer uma contribuição significante ao trabalho?
48.. Se for preciso, estaria disposto a instalar-se numa outra cidade para este emprego?
49.. Qual foi o úlitmo projeto que você liderou, e qual foi o resultado desse projeto?
50.. Se você conseguir este emprego, quais seriam seus objetivos para o trabalho?
51.. Dê um exemplo de algum caso em que você acredita que fez ainda mais em algum projeto de trabalho do que era sua responsabilidade.
52.. O que você faria se ganhasse na loteria?
53.. Descreva algum caso em que criticou-se seu trabalho.
54.. Alguma vez participou de uma equipe em que tinha alguém que não colaborava tanto quanto os outros? Como você resolveu a situação?
55.. Qual é sua declaração pessoal de intenções profissionais?
56.. Conte-me de algum caso em que teve que fazer críticas difíceis para alguém no trabalho. Como você resolveu a situação?
57.. Qual foi seu maior fracasso, e que aprendeu da situação?
58.. O que irrita-lhe das outras pessoas, e de que forma você trata da situação?
59.. Qual é seu maior temor?
60.. Quem mais afetou-lhe em sua carreira profissional e qual foi o efeito que teve?
61.. O que você planeja fazer nos primeiros 30 dias deste emprego?
62.. Qual é a coisa mais importante que aprendeu na escola?
63.. Quais são tres traços pessoais que seus amigos diriam que descrevem seu caráter?
64.. De o que você vai sentir falta de seu emprego atual ou de seu úlitmo emprego?
65.. Se você estivesse entrevistando algum candidato para este emprego, quais seriam as qualidades que você procuraria no candidato?
66.. Quais são cinco palavras que descrevem seu caráter?
67.. Qual foi sua maior conquista na vida além do trabalho?
68.. Tente vender-me este lápis.
69.. Se eu fosse seu supervisor e pedisse-lhe que fizesse algo no emprego com que você não concordava, o que faria no caso?
70.. Você opina que um líder deve inspirar temor ou afeição?
71.. Qual foi a decisão mais difícil que você fez nos últimos dois anos?
72.. O que gosta de fazer em seu tempo de lazer?
73.. Por que decidiu deixar seu emprego atual?
74.. O que você faz em seu tempo de lazer?
75.. Como você sente-se quando recebe “não” como resposta a algum pedido que faz?
76.. Qual foi o período mais difícil de sua vida, e como você resolveu a situação?
77.. Qual é a melhor lembrança que tem da infância?
78.. Dê um exemplo de um caso em que você fez alguma coisa errada. Como resolveu a situação?
79.. Conte-me alguma coisa de você de que você preferiria que eu não informasse-me.
80.. Descreva a diferença entre bom e ótimo.
81.. Por que você escolheu fazer a especialização que fez na faculdade?
82.. Quais qualidades possui um líder eficaz? Quais qualidades possui um líder ruim?
83.. Qual é a coisa de que mais arrepende-se? Por que arrepende-se de ter feito ou deixado de fazer isso?
84.. Quais são três traços de caráter pessoais positivos que você não possui?
85.. O que irrita-lhe das outras pessoas, e como você resolve a situação?
86.. Se você informasse-se de que a empresa pela qual trabalha está violando a lei, por exemplo cometendo algum tipo de fraude, o que faria no caso?
87.. Quantas vezes por dia os ponteiros de um relógio sobrepõem-se por dia?
88.. Como pesaria-se um avião sem utilizar uma balança?
89.. Conte-me de alguma tarefa no trabalho que foi difícil demais para você fazer. Como resolveu a situação?
90.. Se eu pedisse ao seu supervisor atual ou seu último supervisor para recomendar alguma formação ou treinamento adicional para você, que classe de formação ou treinamento ele recomendaria?
91.. Se pudesse contar com um poder de algum super-herói, qual poder escolheria e por que?
92.. Qual foi o melhor filme que assistiu no último ano?
93.. Por favor descreva como resolveria a situação se tivesse a responsabilidade de completar múltiplos projetos para o final do dia de trabalho, e não tivesse nenhum jeito imaginável de completar todos os projetos.
94.. Quais técnicas e ferramentas utiliza para manter-se organizado?
95.. Se pudesse eliminar algum dos estados que constituem os Estados Unidos da América, qual eliminaria e por quê?
96.. Com os olhos fechados, explique-me passo a passo como amarro os cadarços dos sapatos.
97.. Se tivesse que escolher, você descreveria-se como uma pessoa que enfoca-se na situação global ou como uma pessoa que enfoca-se nos detalhes.
98.. Se você for escolhido para este emprego, poderia descrever sua estratégia para os primeiros 90 dias de trabalho?
99.. Quais são seus heróis?
100.. Conte-me 10 maneiras de utilizar um lápis além de escrever.
Thad Peterson
Entrevista de Emprego: Dicas Para Se Sair Bem
O processo de globalização, juntamente com a evolução tecnológica, dita ao trabalhador novos modelos de organização de produção, surgindo sempre novas funções de trabalho em decorrência das mudanças contínuas que caracterizam os novos tempos. Porém, alguns profissionais não conseguem perceber as variáveis que contemplam o mercado de trabalho contemporâneo pela diversidade de situações que norteiam a carreira profissional de cada um.
Nesse contexto, novos dispositivos passam a ser utilizados por profissionais especializados em assessorar a carreira , tornando-se fundamentais para quem deseja uma recolocação no mercado de trabalho nos dias atuais. No âmbito atual organizacional, é fundamental para a empresa contratante a busca por profissionais qualificados não somente no quesito especificidade como também no comportamental.
Dicas sobre olhar, o que falar, cruzamento de pernas e braços, tornaram-se assuntos discutidos prioritariamente entre as rodas de amigos e familiares ante o agendamento de uma entrevista de emprego .
Cabe ao profissional de recursos humanos, inferir de forma direta na escolha dos futuros colaboradores que irão compor o quadro organizacional. Porém, não é o recrutador que determina a permanência dos mesmos e sim a chefia imediata do setor.
É importante ressaltar que a postura formal do candidato é fundamental em um processo seletivo. Abster-se de intimidades, ater o foco na entrevista e evitar mentiras de todos os aspectos são imprescindíveis. Procure se preparar para a entrevista desde a véspera, com uma boa noite de sono, nada de estresses e uma alimentação saudável.
Busque informações sobre a empresa no que concerne a situação econômica e cultural da mesma. Isso se torna um diferencial para o candidato no momento em que o recrutador faz a célebre pergunta: – O que você sabe sobre a minha empresa?
Partindo do conhecimento cultural da empresa, o candidato pode pensar no tipo de vestimenta a ser utilizado, se formal ou informal,sempre buscando o bom-senso independente do estilo. Em qualquer situação evite roupas muito justas e que mostrem partes do corpo que transmitam sensualidade.
Manter a ética, falando sempre a verdade é uma boa forma de não ser descartado, além de não se “queimar” nesta etapa. Os recrutadores dispõem de técnicas para captar uma inverdade. Existem várias formas de se dizer uma “verdade” . Por mais problemas que você tenha tido no seu emprego anterior, seja com seu chefe ou um colega de trabalho, tenha todo o cuidado ao abordar o assunto, sendo elegante e educado ao fazer uma crítica. A falta de ética é um fator predominante para a desclassificação do candidato.
Exponha suas experiências com desenvoltura e de forma sempre positiva.
Reflita durante alguns segundos, em vez de responder impensadamente e reforce com exemplos suas conquistas e realizações. Atenha-se a alguns cuidados ao término da apresentação. Demonstre interesse sobre a próxima etapa e um possível retorno. Em hipótese alguma, telefone várias vezes para o recrutador, evitando assim uma postura ansiosa e inconveniente.
Uma entrevista de emprego é um momento importante que o recrutador tem para avaliar as competências específicas e emocionais do candidato . Contudo, dizemos sempre que a primeira impressão é realmente a que fica e que não existirá uma segunda chance. Partindo desse princípio, mantenha a calma e acredite sempre no seu potencial, pois se o seu currículo foi selecionado é porque algo em sua experiência profissional chamou a atenção do recrutador.
Carolina Telles e Cecília Torres – Executivas da D”Moraes Recursos Humanos
| | Comentar »Dez Principais Erros Que Profissionais Cometem Em Entrevistas E Dinâmicas
Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional. Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.
Principalmente quando existem semelhanças sobre as habilidades e as experiências profissionais entre candidatos concorrentes, o desempenho de cada um nessas avaliações torna-se fator decisivo na escolha do recrutador.
Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.
Como uma forma de colaborar para os profissionais que estão enfrentando a maratona de algum processo seletivo, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou os 10 principais erros que candidatos cometem nessas avaliações e revela dicas de como evitar cada situação. Confira:
1. Português Inadequado: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como “né” e “tipo”. Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um “tamém” ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.
2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.
3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.
4. Postura corporal: Sentar-se com postura “largada”, ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.
5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.
6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.
7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.
8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.
9. Falta de postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.
10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.
De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. “Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira”, afirma.
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| | Comentar »Seis Situações E Problemas Usuais Em Entrevistas De Trabalho
Muitos profissionais encontram problemas no momento da entrevista de emprego. “Como agir diante do recrutador”, “o que é mais importante dizer”, “como passar uma boa imagem”, são apenas algumas dúvidas de muitas pessoas que passam por essa situação.
Para essa hora, treinar antes como estivesse na entrevista é um excelente exercício para controlar o nervosismo e melhorar a desenvoltura desse primeiro contato.
Fernando Montero, diretor de Operações da Human Brasil, empresa especializada na seleção e recrutamento de talentos, destaca que nesse momento é preciso aflorar duas virtudes fundamentais nos candidato. “A capacidade de transmitir confiança e a habilidade em gerar credibilidade”, afirma o diretor.
Só que algumas nuances e particularidades dos processos de seleção podem dificultar e criar obstáculos na escolha dos candidatos. Às vezes, há deslizes tanto de recrutadores e entrevistados que criam dificuldades nessa situação. O executivo Montero relata abaixo alguns casos e problemas usuais encontrados nas entrevistas. Veja:
Falta de coerência com as informações já passadas anteriormente: O conteúdo da entrevista não deve ter contradição ou inconsistência em relação ao currículo, histórico ou quaisquer outras referências profissionais prévias fornecidas.
A interação com o entrevistador pode provocar conflitos ou situações difíceis: a busca de uma maior interação ou intimidade com o entrevistador pode colocar o candidato em situações delicadas, especialmente quando contextualiza casos pessoais que possam induzir o selecionador a juízo de valor fora de um contexto profissional.
Utilização de diferentes linguagens: no caso de algumas vagas de caráter mais técnico, esse fator exerce particular influência no contexto da entrevista. Caso o candidato não seja da área, restará pouca chance de seguir no processo, pois sequer está em condições de entender o linguajar adotado pelo entrevistador.
Nível profissional do entrevistador: não se sabe ao certo qual é o nível do selecionador e isto tende a deixar o candidato inseguro. Exemplo: se o entrevistador é um analista ou um diretor, um gerente ou um assistente, um trainee ou coordenador, um supervisor ou um estagiário. Qualquer um desses níveis/cargos pode estar à sua frente e expressando atitudes variadas durante a entrevista. E, em muitos casos, o selecionador sequer revela o seu papel na organização, o que, dependendo das colocações, pode colocar o candidato em “saias justas”.
Falta de química com o entrevistador: a ausência de empatia com o entrevistador pode tirá-lo sim do processo seletivo em questão.
Falta de habilidade para tratar os aspectos não-técnicos ou de ordem mais comportamental: esta ocorrência é especialmente comum nas chamadas “entrevistas por competências”, nas quais o entrevistador convida o candidato a contextualizar alguma situação de cunho comportamental e/ou de competências vividas em algum momento no passado e que são necessárias para o adequado exercício do cargo que pleiteia na empresa.
Estar atento ao que é perguntado e formular respostas coerentes com o contexto, é fundamental para ter mais sucesso nos processos seletivos.
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| | Comentar »Dez Perguntas Mais Comuns Nos Processos De Emprego
Especialistas explicam que nas entrevistas são abordadas questões sobre a formação, comportamento e família
Antes de uma entrevista de emprego, é normal o nervosismo tomar conta do candidato. É nesse momento que sempre tem alguém que diz: “É só se preparar que dá para se sair bem”. Mas, como se preparar para uma entrevista? Saber o que pode ser abordado na conversa ajuda.
“De uma maneira geral, existem três temas que abordamos na entrevista: perfil técnico, comportamental e histórico familiar”, comenta a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Ana Paula Mendes Oliveira. A ideia de abordar esses três assuntos é avaliar as expectativas do profissional às necessidades da empresa. “Quando você está com um currículo na mão, é preciso entender como o profissional conseguiu a formação e as competências que estão no currículo dele”, reforça a consultora.
Para a consultora de Recursos Humanos da Catho Online, Patrícia Pereira, as empresas procuram saber sobre a vida profissional do candidato e avaliam como ele se comporta em um ambiente de trabalho. “Avaliam como ele pode contribuir para o desenvolvimento da organização, se apresenta as competências desejadas para o cargo pretendido e se possui perfil para trazer os resultados que a empresa precisa”, afirma.
“Não existem regras para responder as perguntas em entrevistas”, lembra a gerente de Projetos do Grupo Foco, Francilene Araújo. “A resposta ‘quadradinha’ não é bacana”, recomenda Francilene àqueles que já vão para as entrevistas armados com respostas prontas. Nem sempre dá certo.
Técnico e prático
Se, para o candidato à vaga, não é fácil encarar uma entrevista, para o entrevistador, também não é fácil selecionar. Por isso, as perguntas devem abarcar vários aspectos da vida do entrevistado, inclusive os aspectos mais pessoais. “Muitas vezes, o candidato está em um momento complicado da vida e a empresa não pode recebê-lo nessas condições”, afirma Ana Paula.
Sobre o tema que envolve questões mais técnicas, a consultora explica que as perguntas focam na formação do profissional e suas experiências no mercado. “Que tipo de atividade ele executava, a quem ele se reportava, motivo da saída. São essas as perguntas feitas sobre esse tema”, afirma.
No campo do comportamento, as perguntas tentam abordar situações que o profissional já vivenciou. “Perguntamos sobre as frustrações, conflitos e estilo de liderança que esse profissional tem”, explica Ana Paula. Nesse campo, a ideia é perceber como o profissional se porta no ambiente de trabalho. “Como ele lida com [avaliações] devolutivas negativas?”, questiona a consultora.
As dez mais
Para não chegar a uma entrevista sem ter ideia sobre os questionamentos, a gerente do Grupo Foco e a consultora da Catho listaram, a pedido do InfoMoney, as dez perguntas mais comuns em entrevistas. Lembrando que não existem regras para responder às perguntas. É preciso ser sincero, claro e manter sempre um raciocínio linear.
1. Qual a expectativa futura do profissional? Como ele se vê a médio e longo prazo? Ou quais são os objetivos a curto e médio prazo?
Francilene explica que profissionais mais experientes conseguem desenvolver melhor a resposta. “O entrevistado tem de ter um entendimento da própria carreira, do que ele quer profissionalmente”, afirma. Para a consultora da Catho, ser direto na resposta pode gerar um impacto positivo. “A longo prazo, cite sua vontade de crescer profissionalmente, alcançar outros cargos e trazer resultados”, diz Patrícia.
2. Quais as expectativas do profissional com relação à vaga? O que ele deseja da posição oferecida?
“Essa pergunta vai identificar se a vaga é de fato o que o profissional quer naquele momento”, afirma Francilene. A pergunta pode ser mais direta. Para Patrícia, a pergunta “qual é o seu objetivo profissional?” é mais comum.
“Nesse momento, quanto mais alinhado o candidato for com a vaga que pretende preencher, melhor”, lembra a consultora.
3. O que o profissional acha da empresa?
A gerente do Grupo Foco explica que essa pergunta é feita para aqueles que sabem qual é a empresa que oferece a vaga. “A pergunta vai revelar o interesse do candidato”, afirma Francilene. “Se ele souber qual é a empresa, ele deve olhar o site”, ressalta. Se o processo de seleção é terceirizado e a empresa não for informada aos candidatos, os profissionais devem dar uma olhada no site da empresa que está fazendo a seleção.
4. Quais foram as realizações do candidato? Ou fale sobre sua experiência profissional?
Aqui, a ideia é saber o que de fato o candidato fez nas empresas onde atuou. “Ele vai dizer como ele contribuiu para melhorar os processos de trabalho”, explica Francilene. Por exemplo, se ele é um estagiário e fez uma planilha que facilitou determinado processo, isso deve ser mencionado quando perguntado. “O ideal é o candidato mencionar resumidamente os principais resultados que alcançou nas empresas onde atuou”, completa Patrícia.
5. O que o profissional tentou fazer na empresa onde atuou e não deu certo e o que ele tentou e não
conseguiu implantar por motivos externos? Ou cite uma experiência memorável na carreira e algum projeto que não deu certo.
Essa questão, assim como todas as outras, não tem segredo. “O candidato tem de responder de acordo com a experiência dele”, lembra a gerente do Grupo Foco. “O candidato pode explicar com mais detalhes uma experiência positiva que vivenciou em determinada empresa e mencionar como a sua atuação contribuiu efetivamente para a conquista daquele resultado”, reforça Patrícia.
6. Qual o tipo de empresa que o candidato gostaria de trabalhar?
A questão é genérica mesmo. “Não podemos direcionar as respostas”, explica Francilene. A resposta inclui dizer em qual segmento o profissional gostaria de trabalhar, o porte da empresa e o tipo de liderança.
7. O que o líder do profissional diria a respeito dele?
“É uma pergunta para entender como ele percebe o outro. É uma autocrítica”, explica Francilene. Para os profissionais acostumados a participar de avaliações de desempenho, a resposta virá sem dificuldades, acredita Francilene.
8. Se esse profissional tiver subordinados ou colegas, o que eles achariam dele? Ou como era seu relacionamento interpessoal na última empresa?
É para entender como o profissional percebe o ambiente no qual ele trabalha”, explica Francilene. Para Patrícia, o mais adequado é que o candidato explique que procurava manter com todos relacionamento de respeito, espírito de equipe e profissionalismo. “Caso tenha tido algum problema de relacionamento, não deve mentir, mas também, não deve fornecer detalhes”, afirma a consultora.
9. Como é o seu estilo de trabalho?
Mais uma vez a pergunta é genérica. “O candidato deve responder do jeito e foco que ele achar que deve responder”, reforça a gerente.
10. Quais são os pontos positivos que favorecem o trabalho dos profissionais e os negativos que ele pode melhorar e desenvolver o trabalho dele?
“O ideal é mencionar pontos fortes que impactam diretamente nas suas atividades do dia a dia profissional”, afirma Patrícia. “Uma dica é citar aquelas características que toda empresa quer em um candidato, como proatividade, dedicação, responsabilidade”, aconselha, sem esquecer de que é melhor ser sucinto na resposta. Já com relação aos pontos fracos dos profissionais, a consultora aconselha não mencionar algo muito negativo. “O mais adequado é mencionar algum ponto fraco que seja uma característica boa, só que em excesso. Exagerar uma qualidade é um defeito, mas é aceitável”.
A décima primeira pergunta
Por que devemos contratá-lo? Essa é a pergunta que pode deixar qualquer candidato ainda mais nervoso. Para a consultora da Catho, não existem segredos para a resposta. “O mais indicado é mencionar de forma direta alguns diferenciais do seu perfil, e como eles podem contribuir para a conquista dos resultados que a empresa deseja”, aconselha Patrícia.
Camila F. de Mendonça, InfoMoney – administradores.com.br
| | Comentar »Que Fazer Em Uma Entrevista?
Quem nunca passou pela famosa “entrevista”, um dia passará, seja para um emprego, para um estágio ou para ser aceito em uma especialização, um mestrado ou um doutorado. Enfim, não há como escapar dela. Portanto, fique de olho em algumas dicas, pois, já que as entrevistas são inevitáveis, o melhor a fazer é se preparar.
Confie em você.
Procure ir para a entrevista com a menor expectativa possível. Por mais que você almeje trabalhar em uma empresa, lembre-se de que ela não é sua única nem sua última alternativa. Muitos profissionais se sentem tão ansiosos que “travam” na hora em que deveriam brilhar.
Prepare-se revisando seu currículo e refletindo sobre as principais passagens de sua vida profissional. Vá confiante, com entusiasmo, porém tranqüilo, pois só assim poderá mostrar o que tem de melhor. Se estiver difícil conter a ansiedade, faça uma boa atividade física no dia do evento, pois isso vai ajudá-lo a ficar sereno e atento. Uma boa ducha seguida de um breve relaxamento também pode ser uma ótima opção.
Não venda gato por lebre.
Para ser bem-sucedido num processo de seleção, é fundamental que o profissional seja autêntico, ou seja, não queira ser como você acha que os outros gostariam que fosse. Não faça tipo, seja como você é! Se o seu jeito de ser for muito diferente do aceito pela cultura da empresa, pergunte-se se essa companhia é uma boa opção para você. Afinal, se não acreditar que o seu perfil é adequado para o trabalho, além de transmitir insegurança já na entrevista, você terá bem menos chances de se sair bem e ser feliz no seu trabalho se for selecionado.
Procure saber o máximo sobre a empresa.
É importante você estar bem informado sobre a empresa, como também sobre o cargo que deseja ocupar. Pesquise a filosofia, um pouco da história e as notícias mais recentes sobre ela. Conhecer a empresa e suas reais necessidades revela interesse e motivação e pode ajudá-lo a destacar, dentre suas qualificações profissionais, as mais úteis para a empresa neste momento.
Mas não transforme isso numa obsessão, decorando tudo que encontra sobre o assunto. E nunca tente forçar suas respostas ao entrevistador para demonstrar seus conhecimentos sobre a companhia. Não é isso que será avaliado na entrevista, mas sim a sua capacitação para o cargo.
Treine, treine, treine.
Procure colocar-se no lugar do empregador. Se você estivesse contratando alguém para esse cargo, o que precisaria saber sobre o candidato? Formule as questões e responda-as. Pense nas perguntas mais difíceis sobre sua experiência e habilidades e prepare respostas positivas.
Com o roteiro em mãos, treine o máximo que puder. Procure alguém de confiança para fazer o papel do entrevistador, como um amigo ou um familiar.
Faça boas perguntas.
Seu entrevistador vai interessar-se tanto pelas suas respostas quanto pelas perguntas que você fizer. Assim, além de antecipar as prováveis perguntas do avaliador e treinar as respostas, você deve preparar suas próprias questões sobre a empresa e sobre o cargo que você quer conquistar.
Perguntas inteligentes e pertinentes sobre a função que você pretende exercer ou sobre a companhia e o ramo em que ela atua ajudarão a demonstrar seu interesse e deixarão o entrevistador bem impressionado.
Use a sua experiência profissional.
Recorde e reavalie suas habilidades e conhecimentos e pense em como eles podem beneficiar a empresa em que você quer ingressar. Liste mentalmente as características que o tornam ideal para o cargo.
Relembre as suas responsabilidades e realizações em cada cargo que já ocupou e prepare-se para descrevê-las em detalhes se o entrevistador solicitar. Fique, porém, atento para não revelar aspectos sigilosos das empresas em que trabalhou anteriormente.
Treine em voz alta e aprenda a usar sua voz.
Você já se informou sobre a empresa e sobre o cargo em disputa e sabe quais das suas habilidades e conhecimentos serão mais exigidos no desempenho do cargo. Mas também é importante saber destacar isso durante a entrevista para que seu examinador se lembre de você depois. Então selecione quatro ou cinco pontos principais e prepare uma breve apresentação por escrito sobre cada um deles. Leia essas apresentações várias vezes em voz alta, procurando encontrar a maneira mais adequada de se expressar. Isso vai ajudá-lo não apenas a fixar esses pontos, mas também a sentir-se à vontade para falar deles.
Use uma câmera de vídeo, veja, ouça, observe-se.
Algo extremamente eficaz para detectar falhas e corrigir pontos que podem prejudicá-lo numa entrevista é gravar em vídeo seu desempenho enquanto pratica as respostas. Peça a alguém para atuar como entrevistador enquanto grava toda a sessão.
Muito mais do que conferir se suas respostas estão satisfatórias, o que interessa nessa experiência é poder observar suas mensagens não-verbais. Aquelas atitudes e maneiras que o examinador pode interpretar de modo positivo ou negativo. Repare, por exemplo, se você fica agitando as mãos, balançando as pernas de um lado para o outro, mexendo no cabelo o tempo todo, arrumando o terno ou descendo a saia.
Essas atitudes demonstram nervosismo ou insegurança. Observe ainda se, durante a entrevista, você se reclina na cadeira, pois isso pode ser interpretado como desinteresse ou aborrecimento. Cruzar os braços também é um aspecto bastante negativo porque demonstra resistência e uma forte necessidade de autoproteção. Relaxe! Você verá que, corrigindo alguns gestos e melhorando sua imagem, vai parecer mais alerta, mais confiante e mais competente.
Facilite a vida do entrevistador.
Leve uma cópia de seu currículo para entregar caso ele seja solicitado. Se tiver uma versão mais completa ou uma versão em inglês bem elaborada, leve-as e deixe-as à disposição do entrevistador.
Atualmente, é extremamente comum o empregador pedir referências ao entrevistado. Escolha pelo menos três pessoas que conheçam bem como você trabalha e anote seus dados. Evite indicar parentes! Procure ter o nome completo, o endereço, o telefone e o cargo das pessoas escolhidas como referência. Não se esqueça de pedir-lhes permissão para usar seus nomes e certifique-se de que elas vão falar bem de você.
Cuide de sua aparência.
Lembra-se do dito popular? A primeira impressão é a que fica. O bom andamento de uma entrevista depende muito da primeira impressão que o entrevistador terá de você. Nesse momento crítico, é fundamental passar uma imagem de profissionalismo, competência e entusiasmo. E essa imagem depende, em alto grau, da sua aparência.
Use roupas apropriadas ao cargo que você quer ocupar e de acordo com os costumes da empresa ou da área em que você atua. Na dúvida, prefira um estilo mais conservador e discreto, que é bem aceito na maioria das empresas. Mas procure sentir-se o mais confortável possível.
Asseio é imprescindível, assim como a aparência dos cabelos, unhas e barba. Prefira um penteado mais conservador e barba feita ou aparada. Perfumes fortes e maquiagem ou jóias em excesso, nem pensar. Pior que isso, só celular tocando. Portanto, desligue-o!
Jamais chegue atrasado.
Chegar atrasado a uma entrevista é indesculpável. Por mais que seu entrevistador pareça aceitar suas desculpas de que não conseguia encontrar o endereço, que teve dificuldades para estacionar ou que ficou preso no trânsito por causa da enchente, dificilmente você deixará de causar uma impressão negativa. Assim, seja previdente. Informe-se sobre o trânsito da região no horário da entrevista, os locais para estacionamento, a linha de ônibus ou estação de metrô mais próxima e calcule o tempo que levará para chegar ao local. Acrescente pelo menos quinze minutos para ter tempo de se recompor e dar uma relaxada antes de ser chamado. Mas procure não chegar cedo demais, pois poderá criar uma situação desconfortável para o seu entrevistador. O ideal é apresentar-se na recepção dez minutos antes do horário marcado.
Seja atencioso, mas sem exageros.
Você acaba de chegar ao local da entrevista e se dirige à recepcionista, que vai conduzi-lo a uma secretária. É possível que você fale com dois ou três intermediários antes de chegar ao seu entrevistador. É bom lembrar que todos que o receberem no local da entrevista devem ser tratados com cortesia, atenção e respeito. Não seja rude nem banque o superior com ninguém.
Pode parecer exagero preocupar-se com esse detalhe, mas recepcionistas e secretárias têm um importante papel em qualquer empresa. Esteja certo de que a opinião delas a seu respeito vai chegar aos ouvidos de quem decide e pode influenciar no resultado final.
Procure relaxar.
É natural sentir uma certa ansiedade antes da entrevista, que pode resultar em tensão muscular, principalmente no pescoço e nos ombros. Essa tensão será minimizada se você dormir bem na noite anterior, evitar comidas pesadas e fazer um alongamento ou exercícios leves pela manhã. Procure ir ouvindo músicas tranqüilas no trajeto para a entrevista.
Concentre-se na entrevista.
Deixe as preocupações com problemas do dia-a-dia em casa, pois normalmente elas podem comprometer seu desempenho. Esqueça que você precisa do trabalho por esse ou por aquele motivo e procure concentrar-se na entrevista.
Perceba as mensagens que seu corpo transmite.
O sorriso, o olhar, as expressões do rosto, a maneira de andar, a postura e a energia que você transmite fazem parte da comunicação não-verbal, assim como o modo de se vestir e os cuidados com a aparência. Esses sinais podem ser tão importantes para o entrevistador quanto o que você efetivamente disser durante a entrevista, ou até mais.
Olhar o entrevistador nos olhos enquanto o ouve demonstra atenção e interesse no que ele está dizendo, enquanto um sorriso ao responder ajuda a passar uma imagem mais positiva, simpática e descontraída.
Ao sentar-se, não se esparrame na cadeira em busca de uma posição mais confortável. Procure manter seu corpo voltado para o entrevistador e ligeiramente inclinado para frente, atitude que também denota atenção e interesse. Nunca se sente antes de ter sido convidado a fazê-lo.
Ouça o seu entrevistador.
Procure mostrar-se reservado no primeiro contato e espere que o entrevistador inicie o diálogo. Não o interrompa e ouça com muita atenção tudo o que ele disser.
Certifique-se de que você entendeu muito bem cada pergunta antes de responder. Afinal, o principal objetivo da entrevista é avaliar as respostas que você vai dar. Se não compreendeu muito bem o que lhe foi perguntado, não hesite em pedir ao entrevistador que repita ou esclareça a questão.
Fale corretamente.
Expressar-se sem erros gramaticais e com clareza é essencial, principalmente para quem pretende alçar vôos mais altos na carreira. Se você tem dificuldades nessa área, faça o que estiver ao seu alcance para superá-las. Evite a repetição excessiva de expressões como “né”, “tá”, “entendeu”, “deu pra entender” e fuja de equívocos consagrados como “a nível de” e “tipo assim”.
Ética é fundamental.
Nunca fale mal de ex-chefes ou de antigos empregos durante uma entrevista profissional. Definitivamente não pega bem. Ainda que a pergunta do entrevistador o leve a recordar de situações negativas em empregos anteriores, aja com diplomacia.
Diga sempre a verdade.
Se a honestidade é a melhor política no convívio social, durante uma entrevista ela é ainda mais importante. Um entrevistador experiente percebe logo quando um candidato está tentando dourar a pílula ou simplesmente faltando com a verdade. E despertar a desconfiança do entrevistador é o caminho mais curto para eliminar qualquer chance de continuar no páreo.
Humor, sim! Falta de educação, não!
Em qualquer relacionamento social, o bom humor é um ingrediente importante. Ajuda a quebrar o gelo e torna o encontro mais leve e mais agradável. O problema é quando ocorre algum excesso por parte do entrevistado. Assim, observe se o entrevistador está dando abertura para um comentário mais espirituoso, tome cuidado com o uso de imagens preconceituosas ou politicamente incorretas e jamais banque o engraçadinho com o intuito de agradar.
Adaptação é a palavra!.
Adaptação é uma qualidade muito valorizada e as empresas sempre darão preferência a candidatos que demonstrem facilidade em se adaptar a diferentes condições de trabalho sem reclamar ou fazer grandes exigências. Outra característica igualmente esperada é saber trabalhar em equipe e entrosar-se rapidamente com superiores, colegas e comandados.
Você quer o emprego? Então demonstre!.
Na primeira oportunidade que tiver, procure falar sobre o que você poderia realizar em benefício da empresa. Fale sobre como o seu desempenho foi importante em certas experiências anteriores. Procure saber detalhes mais específicos sobre o cargo para o qual você está se candidatando. Pergunte, por exemplo, quais são as funções e responsabilidades inerentes a ele, com quem você vai trabalhar e a quem vai responder.
Como agir no final da entrevista.
No término do processo, procure ter certeza de que não restou nenhuma dúvida de sua parte. Reitere seu interesse no cargo e agradeça o tempo dispensado a você pelo entrevistador. Antes de se despedir, pergunte se pode telefonar dentro de alguns dias para saber sobre o andamento do processo de seleção. Se o entrevistador informar que a empresa vai entrar em contato com você, pergunte educadamente quando isso será feito.
Caso não obtenha nenhuma resposta no prazo estipulado, não hesite em contatar a empresa novamente, mas sempre de modo gentil e educado. Saber o resultado é um direito seu.
Lígia Nunes Guerra – www.aprendebrasil.com.br
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