Como Estimular A Comunicação Interna Entre As Equipes?

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso Comunicação, Trabalho em Equipe ·  

Quem, quando criança ou mesmo na fase adulta, nunca participou do “telefone sem fio”? Aquela brincadeira aonde um grupo de pessoas se reúne e uma delas repassa uma informação para o outro, falando bem baixinho, no ouvido do colega. Em seguida, a “notícia” é repassada à pessoa seguinte e assim sucessivamente, até chegar ao último. Esse, por sua vez, fala em alto e em bom tom o que escutou e entendeu. Até hoje, nunca ouvi um consenso entre a informação inicial e a final. Sempre, no meio do caminho, há distorções, troca de nomes de pessoas ou lugares, e até mesmo a inclusão de fatos que em nada tem a ver com o que foi dito no início da brincadeira. A princípio, isso pode parecer sem importância por se tratar de um momento de descontração entre amigos.

No entanto, fato similar ocorre no dia a dia das empresas. Prova disso, são os ruídos, os rumores e as fofocas que transitam pelos corredores da organização, dando margem e “credibilidade” à tão conhecida “rádio peão”. Ao contrário do que muitos possam imaginar, trabalhar o fluxo de informações no ambiente de trabalho é extremamente necessário. Abaixo seguem algumas sugestões para quem não quer ver sua empresa transformar-se em uma Torre de Babel, onde cada colaborador fala uma linguagem diferente.

1 – A comunicação interna tem um forte aliado: a liderança. Isso porque cabe ao gestor ser o agente disseminador das informações oficiais da empresa, evitando que rumores ou fofocas ganhem espaço.

2 – Para que a equipe mantenha-se informada sobre o que envolve assuntos relacionados à empresa e às suas atividades laborais, a realização de reuniões periódicas torna-se um recurso valioso.

3 – Ao promover os encontros com a equipe, o gestor deve preparar uma pauta para não se esquecer de abordar algum assunto relevante aos seus subordinados. Mesmo que tenha uma “mente de elefante”, em algum momento a liderança pode deixar de mencionar um fato importante e que não pode ser deixado para depois.

4 – Se no decorrer da semana, alguma informação importante deve ser repassada aos colaboradores, o gestor não deve esperar. É aconselhável que se faça uma reunião “extra”. Isso pode evitar, por exemplo, que um rumor sobre demissão em massa tome proporções que fertilizem a imaginação das pessoas e as deixem preocupadas.

5 – Lembre-se que comunicação pede um fluxo de informações. Ou seja, não é suficiente apenas repassar um dado, um acontecimento. É preciso abrir espaço para que os funcionários possam tirar dúvidas e apresentar sugestões. Afinal, eles fazem parte da organização e como tal, merecem o direito serem ouvidos.

6 – Durante a reunião com a equipe, é interessante que as informações mais relevantes sejam anotadas e, posteriormente, registradas. Essa “Ata” poderá ser distribuída no mural do departamento ou através do e-mail corporativo. Caso algum funcionário não tenha comparecido ao encontro, ele também ficará ciente do que foi mencionado, debatido ou analisado na sua ausência.

7 – Caso alguma questão seja apresentada por um colaborador e o gestor não tenha a resposta exata naquele momento, deve-se averiguar e dar um feedback não apenas a quem fez a pergunta, mas também aos demais profissionais.

8 – Mantenha-se disposto a dar mais informações aos membros de sua equipe. Algumas pessoas podem ficar inibidas para apresentar dúvidas, fazer questionamentos diante dos colegas.

9 – Se um membro da sua equipe procurá-lo para tirar alguma dúvida ou mesmo quiser conversar sobre alguma “novidade” que circula pelos corredores da empresa, não hesite em ouvi-lo. Mesmo que naquele momento a liderança esteja resolvendo algum assunto que não pode “esperar”, deve-se pedir ao colaborador que volte em algum outro horário. Mas, nunca se deve mostrar ar de desdém, pelo contrário. Pois se isso ocorrer, dificilmente aquela pessoa recorrerá novamente à sua liderança.

10 – Quando a organização oferece canais de comunicação formais como impressos, e-mail corporativo ou intranet, por exemplo, a liderança deve aproveitar esses recursos e estimular que os membros da sua equipe leiam o conteúdo divulgado. Essa é uma forma de disseminar informações com total credibilidade.

Patrícia Bispo- Formada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.

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Choque De Estrelas – Na Guerra De Vaidades, Companhia é a Derrotada

Postado em 20 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Trabalho em Equipe ·  

Ataques de vaidade não são privilégio de estrelas de Hollywood. Os executivos também, vez por outra, acabam deixando o ego falar mais alto. Os embates são deflagrados pelas mais corriqueiras situações, desde insegurança, passando por brigas pelo poder, até chegar à necessidade de se reafirmar perante os colegas de trabalho. Independentemente do motivo, as empresas não vêem com bons olhos as disputas que extrapolam o âmbito profissional e entram no pessoal. Afinal, a maior prejudicada é sempre a corporação.Casos de profissionais que deixam o sucesso subir à cabeça são tão comuns quanto difíceis de serem assumidos publicamente. Teria sido este o motivo da demissão do então diretor de vendas da Gol Transportes Aéreos, Mário Bento, que teria se desentendido com o vice-presidente de marketing da companhia, Tarcísio Gargioni. O motivo da desavença: a paternidade do sucesso de vendas alcançado pela recém-criada empresa.Outra briga de egos que acabou tendo como maior prejudicada a empresa teve como protagonistas dois presidentes de multinacionais de software, na época em que as mesmas se fundiram, em 1996. A disputa por espaço se deu porque, mais de seis meses depois de fechado o acordo, ambos permaneciam com os mesmos cargos – só que para linhas de produtos diferentes -, à espera de uma decisão da matriz.- Um boicotava o outro. Até que um deles recebeu uma proposta e resolveu sair da corporação, cedendo a cadeira de presidente ao outro. Oito meses se passaram e o segundo também deixou a companhia. No final, quem saiu no prejuízo foi a empresa – conta um consultor que prefere se manter no anonimato.

Reino de discórdia

A vaidade que por vezes acomete o mundo corporativo é mais do que corriqueira em outro universo: os gramados de futebol. Disputa por posições, artilharias e até pelo número da camisa costumam provocar discussões acaloradas e comentários impagáveis. Irritado com a contratação de Romário para o Vasco em 2000, o jogador Edmundo disse que o craque era um príncipe, a quem tudo era permitido. Ao que Romário respondeu: “agora o reinado está completo, tem o rei (referindo-se ao dirigente Eurico Miranda), o príncipe (ele, o próprio Romário) e o bobo da corte (numa alusão a Edmundo)”. A partir daí, a situação tornou-se incontrolável e a permanência de Edmundo no clube não durou muito.e nem todos os embates podem ser evitados, há meios de minimizá-los, segundo consultores de gestão, para não transformar o ambiente corporativo numa praça de guerra. Definir claramente as responsabilidades, autonomias e as metas a serem cumpridas pelo profissional, estimular trabalhos em equipe, não incentivar competições predatórias e manter um canal de comunicação aberto com as áreas e os subordinados são algumas das medidas indicadas.- Para ser um líder, hoje, é preciso ter vontade de servir. O que não fazem os profissionais com vaidade elevada, já que eles tendem a tomar decisões tendo em vista a carreira e a exposição no mercado e não o que é melhor para os negócios – avalia Márcia Oller, sócia-diretora da Gouvêa de Souza & MD, especialista em capacitação de pessoas e gestão.A solução para acabar de vez com os desentendimentos, porém, passa longe da demissão. O primeiro passo deve ser o da conversa franca e isolada com ambos os envolvidos para saber o que motivou tal situação. “Há um ano, tive um funcionário que julgava ser melhor do que o seu superior e gerava, com isso, situações embaraçosas no grupo. Conversamos e desafiei-o a mostrar que era tão bom quanto o chefe. Um ano depois, ele foi promovido. Resolvi a situação sem nenhuma baixa”, lembra Alberto Freitas, diretor-geral da Microsiga no Rio.

Seguindo conduta semelhante, na qual o desligamento da companhia é o último recurso, está Malena Martelli, diretora-geral de Recursos Humanos da Unisys, com 2,2 mil funcionários. Mas, para ela, o ego inflado não está associado a uma situação pontual e, sim, a uma característica de personalidade do profissional, que vem à tona por algum motivo.

- É fácil perceber quando o sucesso subiu à cabeça de um integrante do grupo. Em vez de colocar as idéias e defendê-las, o vaidoso tende a criticar o que é apresentado e não deixa os outros falarem. Esse tipo de comportamento pode estar associado também à insegurança ou à imaturidade – acredita a executiva.

Confronto benéfico

Apesar de não ser uma regra no mundo dos negócios, há empresas que vêem no desentendimento entre as equipes uma forma de ganhar competitividade. “Não discrimino as que acham os confrontos benéficos para a companhia, mas avalio ser mais vantajoso um ambiente cordial”, afirma Luiz Fernando Barroso, gerente de desenvolvimento de RH da Ipiranga.

- A cultura de formar talentos é outro ponto que acaba minimizando desavenças. Quando o executivo chega ao topo, já tem a filosofia bem arraigada. Partimos da premissa de que as vitórias, assim como as derrotas, são de toda a equipe. Nada pode ser mais desestimulante para os funcionários do que ver seus superiores brigando – complementa Barroso.

Nem só os profissionais são considerados culpados quando há embates que saem do plano profissional para o pessoal. Segundo Eliane Leite, diretora de educação corporativa da Xerox, os gestores devem estar atentos para reverter esse tipo de situação, antes que ela ganhe maior vulto na corporação. “O principal responsável pelas desavenças é o líder, que não soube identificar e coibir o processo desde o início. Quem está à frente da equipe deve ter bom senso para usar o ego exacerbado dos profissionais em prol da produtividade e não gerar desunião.”

Trabalho em equipe

Encarando a vaidade além da conta como uma característica negativa no profissional, Cláudia Adler, diretora de recrutamento e seleção da francesa L’Oréal, costuma dispensá-lo de um processo de contratação. “As corporações atualmente desejam funcionários maleáveis e que troquem informações entre si. O mercado está cada vez mais ágil e um profissional com o ego inflado acaba não tendo a iniciativa de procurar outro para dividir informações. Gostar de trabalhar em equipe é imprescindível”, avalia Cláudia.Para Paulo Kretly, gerente geral da Franklin Covey, consultoria especializada em gestão de empresas e liderança no mundo globalizado, a briga de egos entre executivos pode ser considerada um dos maiores entraves da empresa. “Com esse tipo de situação, acaba-se dividindo as forças das equipes, quando o objetivo deveria ser oposto, o de unir. Os gestores devem estimular a troca de idéias entre os profissionais, o que é bem diferente de fomentar brigas”, avalia Kretly, que tem entre seus clientes a Nortel Networks.A novata Intelig entendeu o conceito. Tanto que adotou filosofia priorizando a performance das equipes. “A briga de egos acontece quando não há reconhecimento da companhia. O que não acontece por aqui. Agendamos encontros entre os funcionários e o presidente e ainda mantemos programas de reconhecimento de um bom trabalho”, orgulha-se Marcelo Arantes, gerente de desenvolvimento humano e organizacional da Intelig.

Contra as desavenças…

Defina claramente as autonomias, responsabilidades e as metas a serem cumpridas pelos profissionais.

Priorize e estimule que os trabalhos sejam realizados em equipe.

Não incentive competições predatórias internas.

Mantenha um canal de comunicação aberto com as áreas e os subordinados.

Agende treinamentos com objetivo de minimizar conflitos.

Desenvolva o conceito de que os ganhos serão mútuos e não únicos.

Aline Abreu

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Dez Dicas Para Não Ficar Isolado Da Equipe

Postado em 5 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso Trabalho em Equipe ·  

Há momentos em que o profissional olha para os lados e pode deparar-se com uma realidade nada agradável: O que está acontecendo comigo? Não sou mais convidado para almoçar pelos meus colegas. Quando acontece alguma comemoração, nunca me convidam e se o fazem, não sempre é na última hora. Quando há alguma novidade, ninguém chega para comentar comigo. Meus colegas que antes paravam para conversar comigo, agora, só dão um bom dia apressado. Nada é como antes. Ou será que eu mudei?

Infelizmente, muitos profissionais vivenciam situações semelhantes e até mesmo mais complicadas, quando chegam ao ambiente de trabalho. No entanto, o motivo desse problema, desse isolamento que se criou em torno da pessoa pode ser comparado a um copo d’água que foi enchendo aos poucos e transbordou. Com a correria do dia a dia, muitas pessoas deixam determinados fatores interferirem no seu comportamento e o reflexo surge quando os seus pares o evitam. Vejamos agora, algumas dicas de como uma pessoa pode agir diante de um fato similar e voltar a interagir com a equipe.

1 – Isso pode parecer bobagem para muitas pessoas, mas não é nada agradável dar um “Bom dia!” a alguém e aquela pessoa não corresponder ao seu cumprimento. Lógico que não é todo dia que se está disposto a mostrar toda a sua “arcada dentária”, mas quando se ignora repetidas vezes a saudação de alguém, é provável que na próxima vez seu colega prefira baixar a cabeça e não dar uma só palavra.

2 – Se alguém tem o hábito de cumprimentá-lo, não espere apenas que a pessoa tome a iniciativa. Mostre receptividade e, garanto, dar um “Bom dia!” ou um “Olá! Tudo bem?”, não fará mal algum. Pode ser que naquela determinada manhã, seu colega esteja com algum problema pessoal e está tão preocupado que nem se deu conta de que passou por você.

3 – É muito comum que as pessoas vivam um ritmo cada vez mais acelerado e há ate mesmo quem prefira não sair do trabalho para almoçar, pois trouxe algo leve para substituir uma refeição e ganhar tempo. Por esse motivo, se alguém o convidar para almoçar e não seja possível acompanhá-lo, agradeça. Mas também, apresente um argumento simpático e como “Hoje, estou de dieta. Exagerei muito no final de semana. Almoçamos numa próxima oportunidade”.

4 – “João, você pode me dar uma opinião sobre esse e-mail que formulei para um novo cliente?”. “O quê?”, nem pensar e pare de ser preguiçoso. Se alguém pede a sua ajuda e você mostra que a receptividade é “zero”, as chances do seu colega de trabalho procurá-lo para pedir ajuda também será “zero”. Lembre-se que um dia, você também poderá precisar de ajuda. Por essa razão, caso esteja muito ocupado, uma boa alternativa é responder: “Vejo contigo, daqui a pouco. Pode ser?”.

5 – Quando for atender aquela pessoa que solicitou a sua ajuda, seja discreto. Para ensinar algo a um colega de trabalho não precisa tocar “trombones”, para mostrar a todos você salvou aquele profissional e fazer uma bobagem, cometer um erro. E ao apresentar sua sugestão, mostre-se aberto para a troca de ideias. São incontáveis os casos de duas pessoas que possuem opiniões diferentes, mas que quando sentam para conversar sobre o assunto, chegam a um consenso totalmente diferente do que poderiam imaginar. Tenha sempre em mente que o aprendizado é mútuo.

6 – Caso você seja considerado o mais experiente da equipe, não significa que é o dono da verdade. Quando participar de alguma reunião, por exemplo, antes de expressar sua opinião, saiba ouvir o que a outra parte tem a dizer. Espere o colega terminar a apresentação e coloque mostre seus questionamentos com respeito ao trabalho do outro. Quem escuta o que os outros falam, tem mais chances de apresentar argumentos plausíveis para novas propostas.

7 – Cada pessoa tem um jeito próprio de lidar com seus objetos pessoais, inclusive no ambiente de trabalho. Isso faz com que alguns teoricamente sejam organizados e outros nem tanto. Quando se está na correria, é possível que precisemos pegar uma caneta, uma tesoura emprestada, mas o colega da mesa ao lado está no atendimento a um cliente e vai demorar. Caso realmente precise do objeto dele, depois de usar devolva e agradeça. O respeito ao espaço dos outros é fundamental para um bom convívio.

8 – Ninguém mais conversa com você? Por quê? Faça essa pergunta a você mesmo e veja se você tem sido receptivo às conversas que surgem no dia a dia. Para um pai que vê seu filho aprender a andar é uma felicidade e nada mais natural do que compartilhar essa alegria com alguém. Imagine a cena: “João, meu filhinho aprendeu a andar sozinho!”. “E eu com isso?”. Uma resposta dessas nem merece comentários. Reveja as respostas que você tem dado aos seus colegas, para assuntos que são de extrema importância para eles.

9 – Sempre ouvi a seguinte frase: “Gosto não se discute”. Caso algum colega chegue ao trabalho com um visual novo e diferente daquele que você estava habituado a ver, não estimule uma “saudação de choque” do tipo: “O que aconteceu com você?”. Confesso que já aconteceu comigo: tentei mudar a cor dos meus cabelos e ao invés de conseguir um tom mais claro, fiquei com uma mancha em tom roxo bem no centro da cabeça. Na segunda-feira, um dos meus colegas chegou e me olhou desconfiado. Comecei a rir e perguntei se ele tinha visto algo diferente. Educadamente, disse que notou que eu estava um pouco diferente e comecei a rir. Confessei: “Está horrível…. Errei o tom da tinta e tenho que esperar uma semana para não ter queda de cabelos”. Ele sorriu e suspirou aliviado.

10 – Quebra de paradigmas não se faz da noite para o dia. Independentemente da geração que você pertença, é preciso saber conviver com pessoas que possuem visões diferenciadas das suas. Hoje, as organizações valorizam a diversidade como ponto de partida para a disseminação do conhecimento e o estímulo à criatividade. Se seu líder é bem mais novo do que você ou vice-versa, por que criar barreiras apenas porque no final de semana alguém adora ir a um pagode agitadíssimo e você prefere um passeio com a família? O que importa mesmo é como vocês administram o relacionamento na empresa e compartilham conquistas e fracassos na rotina do trabalho.

Patrícia Bispo

Formada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.

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Mensagem da Prof. Rita Alonso

Trouxe para vocês palavras da minha amiga Ana Lucia Santa Isabel sobre a importância da meditação no caminho do auto-conhecimento.

Prof. Rita Alonso

Antes, deixemos o poeta nos inundar de inspiração através dos sábios conselhos da Raposa.

“Por favor…cativa-me!disse ela.
__Bem quisera,disse o principezinho,mas eu não tenho muito tempo.Tenho amigos a descobrir e muitas coisas
a conhecer.
__A gente só conhece bem as coisas que cativou,disse a raposa.Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa
alguma.Compram tudo prontinho nas lojas.Mas como não existem lojas de amigos,os homens não têm mais
amigos.Se tu queres um amigo,cativa-me!
__Que é preciso fazer?perguntou o principezinho.
__É preciso ser paciente,respondeu a raposa.Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim,assim,na relva.Eu te olharei
para o canto do olho e tu não dirás nada.A linguagem é uma fonte de mal-entendidos.Mas,cada dia,te sentarás mais perto…
No dia seguinte o principezinho voltou.
__Teria sido melhor voltares à mesma hora,disse a raposa.Se tu vens,por exemplo,às quatro da tarde,desde às três eu
começarei a ser feliz.Quanto mais a hora for chegando,mais eu me sentirei feliz.Às quatro horas então,estarei inquieta
e agitada:descobrirei o preço da felicidade!”


O mesmo cuidado se deve tomar ao meditar-se. É importante reservar uma hora certa a cada dia. A cada dia. Meditação esporádica não constrói ; não traz o que buscamos.

Em sua jornada em busca de si mesmo, estabeleça um horário que seja cômodo e factível; crie  um refúgio e discipline-se. Aproveite o final de semana para iniciar a peregrinação de si a si mesmo. Lembre-se sempre que ter discilpina é ser discípulo de si mesmo.

Boa jornada.  Aninha, fada peregrina

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Gestão de Equipes Afeta Resultado Das Empresas, Diz Pesquisa

Postado em 28 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Trabalho em Equipe ·  

De acordo com a consultoria Hay Group, companhias onde líderes investem em ações de engajamento e capacitação de funcionários conseguem crescimento até 4,5 vezes maior.

Funcionários engajados e motivados sempre foram uma fórmula de sucesso para qualquer organização. Mas um levantamento global realizado pela consultoria norte-americana Hay Group International mostra que as empresas onde os líderes mais investem em ações para estimular as equipes conseguem resultados melhores, em termos de crescimento de receita, atendimento aos clientes e retenção de talentos.

Segundo o relatório da Hay Group, as companhias que, apesar da crise, mantiveram os investimentos em ações voltadas a capacitar os profissionais e engajá-los – por meio de uma comunicação clara e honesta das lideranças – tiveram resultados efetivamente melhores durante o período de turbulência econômica.

Para chegar a essas conclusões, a consultoria ouviu, entre o final de 2008 e início deste ano, organizações de diversos segmentos em todo o mundo e cruzou os dados com entrevistadas realizadas com cerca de mil funcionários dessas organizações.

Entre as companhias consultadas pelo estudo, as que tiveram estratégias mais agressivas de engajamento dos funcionários conseguiram um crescimento de receitas até 2,5 vezes maior durante a crise do que aquelas nas quais essa não foi uma preocupação. Já no caso das organizações que mesclaram essa atividade com investimentos em capacitação, esse índice salta para 4,5 vezes.

Da mesma forma, o levantamento aponta que as empresas mais bem colocadas no ranking de ações para engajamento e capacitação das equipes devem ter um retorno, sobre investimentos e valor de ações, 40% a 60% mais alto do que a média do mercado, em um prazo de cinco anos. Também entre essas organizações, o índice de satisfação dos clientes é 54% melhor do que os demais.

Por fim, o levantamento da Hay Group mostra que o turnover (movimento de troca de profissionais) é 54% menor entre as organizações que se destacam por suas políticas para engajar e capacitar equipes.

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Desmotivação de Equipes

Postado em 25 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Trabalho em Equipe ·  

Pode parecer óbvio, mas não é: O primeiro passo para motivar uma equipe é não desmotivar. É da natureza humana dar mais peso às coisas negativas do que às positivas. Na esfera da liderança, em se tratando de gerar comprometimento e motivação para o trabalho, eliminar os fatores de desmotivação pode trazer muito mais resultados e, muito mais duradouros, do que criar ações de motivação. Confira, a seguir, algumas estratégias para eliminar fatores de desmotivação:

Inverta a pergunta
Ao invés de perguntar a seu colaborador “o que mais te motiva?”, inverta a pergunta para “o que mais te desmotiva?”. Identificar os fatores de desmotivação é o primeiro passo para atuar em cima do problema. Dentro destes, existem fatores de desmotivação particular, bem como fatores comuns de desmotivação da equipe. Identifique e aja!

Elimine as incertezas
Um grande fator de desmotivação é a incerteza. Não estar ciente dos planos e objetivos da empresa é um fator direto de desmotivação e desmobilização, além do fato da dúvida, gerar, naturalmente, fantasias, que, na maioria das vezes, pendem muito mais para o lado negativo do que para o positivo. É, principalmente, nos momentos de dificuldades de uma empresa, que a dúvida não pode pairar no ar, pois, com certeza, contribuirá para a desmotivação dos colaboradores, num momento em que é fundamental contar com o empenho e a dedicação de todos. Nada mais identifica a situação descrita neste parágrafo do que aquele conhecido comentário: “Acho que a empresa está quebrando …”

Falta de desafios
Sempre digo em minhas palestras: “Se não há desafios, não há motivação!” Deixar uma equipe ou um colaborador sem desafios é o maior erro que um líder pode cometer, quando se trata do tema motivação.

Desafios impossíveis
Pior que não ter um desafio, é ter um desafio ou meta impossível de ser alcançado. Em recentes estudos sobre psicologia da motivação, uma disciplina que tenho estudado bastante, umas das conclusões é: “Estar ligeiramente atrás é um fator altamente motivador”. Vê-se isto, durante uma corrida, quando o atleta que está em segundo lugar estando perto do primeiro, se motiva muito mais a dar o seu máximo, do que aquele que está longe.

A distância
Nada é mais desmotivador para um colaborador do que a distância do seu líder. Diversos estudos sobre comportamento humano mostram, em média, que cerca de 80 % dos problemas de relacionamento se originam da distância entra as pessoas. Portanto, muitas vezes, o simples fato de se aproximar, vai estar eliminando um forte fator de desmotivação. Aquela perguntinha: “E aí, como estão as coisas?” podem ter uma valor motivador muito maior que você imagina!

Falta de perspectivas
Outro fator de desmotivação, que tem aparecido no topo das listas das pesquisas sobre motivação no trabalho, é não vislumbrar perspectivadas de crescimento na empresa. Muitos colaboradores, principalmente os jovens, tem, cada vez mais, deixado as empresas, por não vislumbrarem as possibilidades de crescimento e desenvolvimento profissional. Cabe ao líder estar atento e dar importância a este fator fundamental, inclusive, para retenção de talentos.

Elimine e acrescente
A medida que você for eliminando fatores de desmotivação, acrescente fatores de motivação. Esse movimento estratégico surte excelentes resultados.Luciano Fregapani

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Estimule O Espírito De Equipe

Postado em 25 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Trabalho em Equipe ·  

Muitas vezes, o baixo desempenho está diretamente relacionado à falta de entrosamento entre os colaboradores. Vários são os fatores que podem levar a essa situação como, por exemplo, falta de motivação, ausência de uma liderança eficaz, programas de qualidade de vida que não se enquadra às necessidades dos profissionais e outro muito comum – as empresas deixam de estimular o espírito de equipe junto aos seus profissionais. Abaixo, algumas sugestões para que sua equipe torne-se mais coesa e apresente uma performance que atenda às expectativas do negócio da organização.1 – Toda vez que um colaborador novo ingressar na sua equipe, logo no primeiro dia, dedique alguns minutos do expediente para apresentá-lo aos demais colegas e dê boas-vindas. Isso fará com o recém-chegado não se sinta um “peixe fora d’água’.

2 – O líder precisa ficar atento ao comportamento dos seus liderados e analisar como vai o entrosamento entre os membros da equipe. É claro que haverá pessoas que terão uma identificação mais acentuada com algum colega, mas isso não deve influenciar quando as atividades exigir a participação de todos ou de boa parte da equipe.

3 – Lembre que grupo não é sinônimo de pessoas. Contar com um grupo significa que as pessoas ocupam apenas um mesmo espaço físico diariamente. Já em uma equipe é notório o espírito de camaradagem e de sinergia entre os colaboradores.

4 – Promova reuniões periódicas com todos os membros da equipe. Isso significa que cada um tem um papel importante no andamento das atividades: a secretária que atende as ligações e registra os recados; o rapaz que tira cópias de documentos e agiliza o andamento dos trabalhos e os demais profissionais que participam de atividades estratégicas. Todos são importantes!

5 – Na responsabilidade de líder, sempre que chegar aquele momento de dar uma “paradinha” para o famoso cafezinho, aproveite o momento para conversar com quem está ao seu lado. Pergunte como foi o final de semana, se a pessoa assistiu ao futebol ou a um bom filme. A humanização no ambiente de trabalho é revelada através de pequenas ações.

6 – Durante as reuniões com os membros da equipe, deixe um espaço reservado para que as pessoas façam considerações sobre assuntos pertinentes ao trabalho. Todas têm algo a acrescentar. Nesses momentos, ideias valiosas que agreguem valor ao negócio.

7 – Se possível, crie um quadro de avisos para o seu departamento. Nesse espaço de comunicação interna, divulgue informações relacionadas à empresa e também notícias que envolvam os membros da sua equipe. Não custa divulgar a data de aniversário dos colaboradores, a informação de que um colega realiza um trabalho voluntário, que durante o final de semana os colegas se reuniram para participar de um campeonato de futebol e conquistaram uma boa colocação. Certamente, essas notícias descontraem o ambiente e aproximam as pessoas.

8 – Em momentos comemorativos da empresa, onde os profissionais tenham a oportunidade de estarem reunidos, se a ocasião permitir, promova alguma atividade descontraída como uma gincana ou um campeonato, por exemplo.

9 – Caso a empresa em que você atua realiza pesquisa de clima organizacional periódica, fique atento aos resultados que indicam como os profissionais manifestam-se em relação ao indicador “espírito de equipe” ou “camaradagem”. Se o indicador seja negativo, como gestor é preciso realizar uma ação estratégica para identificar a raiz do problema.

10 – Lembre-se de um detalhe importantíssimo: a boa comunicação entre o líder e seus liderados é o primeiro passo, para que o espírito de equipe seja fortalecido a cada dia. Esse trabalho precisa ser contínuo e não esporádico.
Patrícia Bispo

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Motivando As Equipes

Postado em 12 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso - Motivação, Trabalho em Equipe ·  

Eu penso que uma das tarefas mais difíceis dos líderes, gestores e administradores é conseguir motivar sua equipe de trabalho. Transformar pensamentos rebeldes, antigos, unilaterais em atitudes vencedoras é coisa muito complicada e muitas vezes pouco valorizada pelas organizações.
O líder motivador deve ser uma alma inquieta.
Alguém que nunca esteja satisfeito, que sempre queira mais e melhor. Alguém que não se abale diante as resistências.
Para motivar é preciso conhecimento. Conhecer as pessoas, suas necessidades, seus anseios, o que as desafia, o que as agrada. Simplesmente isso não torna ninguém um motivador, a questão está em que maneira e de que forma o que se oferece atende às expectativas do(s) motivado(s).
Superar as expectativas dos motivados de forma contínua. Veja se não é tarefa das mais difíceis que existe?
Você deve estar pensando que nunca vai conseguir, porém as grandes caminhadas se fazem de um passo de cada vez. Comece conhecendo sua equipe, faça perguntas, preste atenção no dia-a-dia e com certeza você terá informações valiosas sobre caráter, gênio, particularidades, comprometimento, humor.
Depois, monte um perfil de cada membro, com suas qualidades, pontos fracos, pontos fortes e o que o faz dar o melhor de si. A partir daqui você vai começar a trabalhar com os incentivos e objetivos a serem alcançados.
Sempre será um desafio encontrar o equilíbrio entre : eficiência X remuneração e resultados X motivação mas é justamente neste meio que nós líderes devemos utilizar de nossos truques e armas para manter a equipe motivada e produtiva.

Simone Castillo

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Gestão com Pessoas – Trabalho em Equipe

Postado em 3 de outubro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Trabalho em Equipe ·  

gestafo-pessoaTrabalho em equipe ou trabalho de equipe é quando um grupo ou uma sociedade resolve criar um esforço coletivo para resolver um problema.
O trabalho em equipe pode também ser descrito como um conjunto ou grupo de pessoas que dedicam-se a realizar uma tarefa ou determinado trabalho.O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento e agilidade no cumprimento de metas e objetivos compartilhados .
Exemplo de uma atuação de um trabalho em equipe são os esportes em que times ou seleções jogam umas contras as outras.
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Discurso ou realidade???
“… As pessoas são nosso maior bem…”

“… Aqui valorizamos nossos talentos.”

Dicas de sucesso
Diga às pessoas o que se espera delas.
Dê valor ao trabalho.
Torne o trabalho factível.
Dê feedback.
Reconheça o desempenho bem sucedido.
O Que Você Ganha Com o Trabalho em Equipe
Não é novidade para ninguém que saber trabalhar em equipe é requisito básico para o sucesso profissional. Você, é claro, se empenha para que os objetivos do seu grupo sejam alcançados, não importando se está na condição de líder ou de liderado.
Não é Fácil Trabalhar em Equipe
Agora, cá entre nós, trabalhar em equipe nem sempre é fácil, não é? Ou melhor: às vezes, é uma verdadeira dor de cabeça. Há casos em que ninguém se entende, não se chega a um consenso e a mesa de reunião vira palco de disputas de poder. Mas isso só acontece quando as pessoas estão mais preocupadas em desempenhar um papel do que em se aprimorar com o trabalho em equipe.

Quando encorajadas as pessoas são hábeis em:
Desenvolver novas competências
Adquirir novos insights
Visualizar novos horizontes
Sentir-se recompensado em seu trabalho
Trabalho em Equipe
Independentemente das diferenças de formação, qualificação, experiência e personalidade de cada um, as pessoas que participam de um trabalho conjunto encontram problemas quando assumem um entre dois papéis possíveis: um é o de quem age como se soubesse de tudo; outro é o de quem age como se não soubesse de nada.
Trabalho em Equipe
Pense bem: o trabalho em equipe é bom não apenas para a empresa, que coloca seus cérebros e talentos para funcionar juntos em busca do melhor resultado. É bom também para quem participa dele, pois proporciona a troca de experiências e de conhecimentos.
Pensar…
E é nesse clima de compartilhamento que as qualidades individuais aparecem, pois as pessoas são motivadas a usar o que têm de melhor. Um contribui com seu otimismo, outro com sua capacidade analítica, outro com sua calma, outro com sua pressa de fazer as coisas… .

Modelo De Gestão
…é a maneira pela qual a empresa se organiza para gerenciar e orientar o comportamento humano no trabalho
…envolve: princípios, valores, crenças básicas, diretrizes, compromissos, processos, cursos de ação…
Mudanças na gestão com pessoas
Alteração no perfil das pessoas exigidas pelas empresas
Foco no controle PARA foco no desenvolvimento
Comprometimento das pessoas com a empresa

Aprendizado organizacional
Busca e alcance de um novo patamar de conhecimento para a organização por meio da percepção, avaliação e compartilhamento de experiências
Cultura da inovação
Promoção de uma ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas idéias que possam gerar um diferencial competitivo para a organização
Liderança e constância de propósitos
Atuação de forma aberta, democrática,
inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência, a promoção de relações de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas.
Valorização das pessoas
Estabelecimento de relações com as pessoas
criando condições para que elas se realizem
profissional e humanamente maximizando
seu desempenho por meio do
comprometimento, desenvolvimento de
competências e espaço para empreender
Cláudia Nolêto – claudianmluz@pop.com.br

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Desmotivação de Equipes

Postado em 17 de setembro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Liderança, Trabalho em Equipe ·  

Pode parecer óbvio, mas não é: O primeiro passo para motivar uma equipe é não desmotivar. É da natureza humana dar mais peso às coisas negativas do que às positivas. Na esfera da liderança, em se tratando de gerar comprometimento e motivação para o trabalho, eliminar os fatores de desmotivação pode trazer muito mais resultados e, muito mais duradouros, do que criar ações de motivação. Confira, a seguir, algumas estratégias para eliminar fatores de desmotivação:

Inverta a pergunta
Ao invés de perguntar a seu colaborador “o que mais te motiva?”, inverta a pergunta para “o que mais te desmotiva?”. Identificar os fatores de desmotivação é o primeiro passo para atuar em cima do problema. Dentro destes, existem fatores de desmotivação particular, bem como fatores comuns de desmotivação da equipe. Identifique e aja!

Elimine as incertezas
Um grande fator de desmotivação é a incerteza. Não estar ciente dos planos e objetivos da empresa é um fator direto de desmotivação e desmobilização, além do fato da dúvida, gerar, naturalmente, fantasias, que, na maioria das vezes, pendem muito mais para o lado negativo do que para o positivo. É, principalmente, nos momentos de dificuldades de uma empresa, que a dúvida não pode pairar no ar, pois, com certeza, contribuirá para a desmotivação dos colaboradores, num momento em que é fundamental contar com o empenho e a dedicação de todos. Nada mais identifica a situação descrita neste parágrafo do que aquele conhecido comentário: “Acho que a empresa está quebrando …”

Falta de desafios
Sempre digo em minhas palestras: “Se não há desafios, não há motivação!” Deixar uma equipe ou um colaborador sem desafios é o maior erro que um líder pode cometer, quando se trata do tema motivação.

Desafios impossíveis
Pior que não ter um desafio, é ter um desafio ou meta impossível de ser alcançado. Em recentes estudos sobre psicologia da motivação, uma disciplina que tenho estudado bastante, umas das conclusões é: “Estar ligeiramente atrás é um fator altamente motivador”. Vê-se isto, durante uma corrida, quando o atleta que está em segundo lugar estando perto do primeiro, se motiva muito mais a dar o seu máximo, do que aquele que está longe.

A distância
Nada é mais desmotivador para um colaborador do que a distância do seu líder. Diversos estudos sobre comportamento humano mostram, em média, que cerca de 80 % dos problemas de relacionamento se originam da distância entra as pessoas. Portanto, muitas vezes, o simples fato de se aproximar, vai estar eliminando um forte fator de desmotivação. Aquela perguntinha: “E aí, como estão as coisas?” podem ter uma valor motivador muito maior que você imagina!

Falta de perspectivas
Outro fator de desmotivação, que tem aparecido no topo das listas das pesquisas sobre motivação no trabalho, é não vislumbrar perspectivadas de crescimento na empresa. Muitos colaboradores, principalmente os jovens, tem, cada vez mais, deixado as empresas, por não vislumbrarem as possibilidades de crescimento e desenvolvimento profissional. Cabe ao líder estar atento e dar importância a este fator fundamental, inclusive, para retenção de talentos.

Elimine e acrescente
A medida que você for eliminando fatores de desmotivação, acrescente fatores de motivação. Esse movimento estratégico surte excelentes resultados.

Texto integrante da palestra “Motivação e Sucesso Profissional” de Luciano Fregapani. Mais artigos no site www.lucianofregapani.com.br

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