Algumas Raças de Cães
Atitudes Simples No Escritório Ajudam A Melhorar O Mundo
Atitudes simples no escritório ajudam a melhorar o mundo
Pequenas atitudes ajudam a reduzir o impacto ecológico no escritório
No nosso dia a dia geramos muitos resíduos por falta de cuidado ou, simplesmente, por não ter consciência do que estamos fazendo. Mas, como em tudo na vida, o bom senso pode ajudar a prevenir e resolver o problema.
Grande parte do dia estamos no trabalho e provavelmente é lá onde temos um maior consumo de energia e insumos e produção de lixo.
Tudo necessário para nosso sustento. Por isto, é muito importante poder gerar economia, criar um ambiente mais agradável e melhorar a qualidade de vida.
Utilizando o bom senso e assumindo “eco-atitudes” podemos aumentar o impacto positivo no dia a dia. Por exemplo:
- abuse da luz natural. Abra as persianas e deixe o sol entrar para iluminar e higienizar o ambiente;
- pintar as paredes de branco ajuda a refletir melhor a luz natural, reduzindo o consumo de energia;
- realize periodicamente a manutenção de máquinas de café, bebedouros, válvulas de descarga e torneiras, para evitar o desperdício de energia e água;
- tenha uma garrafinha retornável na sua própria mesa de trabalho para beber água. A cada 50 copinhos de plástico descartados, estamos jogando ½ kg de plástico no lixo;
Evite o uso de copos descartáveis
- traga sua caneca de casa. Utilize xícaras de louça e colheres de metal em vez de copinhos e colheres de plástico;
- encontre uma forma prática de acumular as louças e economize, assim, energia, água e detergente;
- isole as frestas das portas e janelas, e vede rachaduras. Isso colabora com a eficiência térmica e poupa seu aquecedor ou condicionador de ar;
- reduza os termostatos, seja na geladeira, frigobar, aquecedor ou condicionador de ar. Diminuir 1ºC economize até 5% da sua conta. Condicionadores de ar devem ser instalados na sombra, o que ajuda a consumir 5% menos de energia do que se estivesse direto no sol;
- utilize as escadas do local de trabalho no mínimo uma vez por dia e compartilhe carona com seus colegas;
- os equipamentos de escritório mais fáceis de se economizar energia são computadores, monitores e impressoras. Quando não forem ser utilizados por longos intervalos de tempo, desligue-os. Equipamentos em stand-by consomem até 35% da energia utilizada quando estão em funcionamento;
- utilize uma extensão, régua ou estabilizador que disponha de chave liga/desliga. É uma forma prática de interromper o consumo de energia sem tirar fisicamente da tomada.
Em média, num escritório de micro ou pequena empresa, são jogados anualmente até 500 kg de papel reciclável de primeira qualidade. Todo este papel, na maioria das vezes, acaba indo para aos aterros, onde a sua degradação demora vários anos, quando podia ser facilmente reciclado.
Seja ativo: forme uma comissão para verificar como a empresa pode gastar menos energia e fazer coleta seletiva.
Ao sair do escritório, verifique se as luzes e equipamentos estão desligados. Reduzir o consumo de energia do dia a dia é fazer a nossa parte para reduzir o aquecimento global.
E lembre-se, se necessitar comprar equipamentos novos, pesquise os que consomem menos energia e ocupam menos espaço. Escolha aqueles que tenham o selo Procel. Tendo esta marca o equipamento é seguramente mais eficiente e gasta menos energia que seus similares.
| | Comentar »O Mundo Ecológico No Final Do Século Xix
O Mundo Ecológico No Final Do Século Xix
Vc sabia que no inal do século XIX,informações diziam que:
- 300 milhões de aves eram abatidas na Europa para adornar chapeus das damas.
- Uma única casa londrina importou 400.000 beija-flores, 6.000 aves do paraíso e 500.000 asas de pássaros diversos. Para que?
- Em quatro meses foram vendidos na Europa 800.000 pássaros das Indias e do Brasil
Os protestos começavam, a palavra ECOLOGIA.não tinha sido criada e o Homem não tinha se dado conta de quanto estava interferindo na Natureza. E ainda demorou bastante para o “barulho” começar.
Fonte: http://vovoneuza.blogspot.com
| | 1 Comentário »O Brasil e Seus Problemas Sociais
Ainda que nos últimos anos o Brasil tenha conseguido grandes avanços na área social, continua com muitos problemas afetando, de forma desagradável, a vida dos brasileiros e os mais preocupantes, são: desemprego, violência e criminalidade, poluição, saúde, educação, desigualdade social, habitação, entre tantos outros.
Mesmo com o aumento da geração de empregos nos últimos anos, produzidos pelo crescimento da economia, podemos ainda encontrar um percentual muito elevado de brasileiros desempregados. O crescimento da nossa economia não foi o suficiente para produzir os empregos necessários ao País. A carência de uma formação educacional adequada e de profissionais qualificados perturba a vida dos desempregados. Apesar de não terem seus direitos trabalhistas assegurados, uma grande fatia do universo de desempregados, está optando pela economia informal.
Por outro lado as grandes cidades estão sendo acometidas pelo crescimento absurdo da violência. O cotidiano da população brasileira passou a ter como presença assegurada, cada vez mais, diversos tipos de crimes, alguns, até com requintes de crueldades. As injustiças sociais aliadas à falta de rigor no cumprimento da lei exemplificam o alto índice da criminalidade em nosso País.
Os problemas ambientais, por sua vez, também não ficam atrás. A poluição do ar – principalmente nas grandes cidades – que recebe toneladas de gases poluentes, resultado da queima de combustíveis derivados de petróleo, afeta a saúde das pessoas, principalmente dos jovens e idosos. Os rios, que transportam em seu leito uma gama insuportável de lixo domestico e industrial, também transportam doenças e afeta o ecossistema.
Atualmente as pessoas que possuem uma condição financeira melhor, procuram um plano de saúde privado, pois a saúde publica está sucateada, negligenciada e ate diria que se encontra na UTI do descaso. Hospitais públicos desaparelhados e superlotados, faltando medicamentos, equipamentos sem condições de uso, funcionários em greve, prédios mal conservados… Esta situação caótica afeta, de forma cruel, a população mais carente.
Costuma-se dizer que o maior problema do Brasil não é o financeiro e nem a corrupção – apesar dela também ser um dos cânceres deste País – é a educação – ou a carência dela. Segundo os institutos de pesquisas, em torno de quase 85% dos brasileiros são analfabetos ou semi-analfabetos, sendo que, 16,30 milhões são totalmente analfabetos, incapazes de ler ou escrever pelo menos um bilhete simples; 18,5% dos adolescentes entre as idades de 15 a 17 anos, não freqüentam escola. Segundo a “Câmara Brasileira de Livros”, a cada ano são produzidos no Brasil, em média, entre 300 e 320 milhões de livros, mesmo assim, cerca de 23% da população – algo em torno de 40 milhões de pessoas – nunca leram um livro; 10% dos que já leram, não passaram do primeiro capitulo; do restante, poucos chegaram ao final da leitura. Esse índice é alarmante e assustador.
É preciso que atitudes, urgentes, sejam tomadas com relação à recuperação não só da estrutura física das escolas, como também, na qualidade do ensino, através da capacitação dos professores e federalização dos seus salários, elaborando um projeto de ensino com tempo integral do aluno na escola, desenvolvendo atividades educativas paralelas ao seu turno de estudo normal, com um programa de assistência alimentar adequado para o desenvolvimento físico e mental dos cidadãos, que terão a responsabilidade de gerir os interesses e o futuro deste País.
No Brasil – o País das desigualdades sociais – a má distribuição de renda causa um grande contraste. Uma pequena parcela da população é muito rica e contrastando com ela, uma grande fatia da população vive entre a pobreza e a miséria. O Brasil ainda é um País muito injusto, mesmo com a distribuição de renda tendo melhorado, em função dos programas sociais.
A desigualdade social brasileira é uma das maiores do mundo, tornando jovens de baixa renda vulneráveis, pois a exclusão social os torna, cada vez mais, supérfluos e incapazes de terem uma vida digna.
As autoridades são os principais responsáveis por esse processo de desigualdade que provoca exclusão e gera violência. É necessário que os gestores do País planejem uma vida mais digna, com oportunidades de conhecimento para pessoas com baixa renda, dando-lhe a chance de trabalhar e ter o seu sustento garantido.
No âmbito da moradia o déficit habitacional é muito grande no Brasil. Favorecido pelo crescimento acelerado dos habitantes da zona urbana, existe milhões de famílias que não possuem a mínima condição habitacional adequada. O surgimento de grandes favelas e cortiços tomou conta, não só da periferia das grandes cidades, como, em algumas capitais, até dos bairros nobres. Tornou comum habitar sob viadutos e pontes, marquises e até em outras partes da cidade, onde passam grandes dificuldades.Alberto Peixoto
Alberto Peixoto
| | Comentar »A Fonte Ameaça Secar
Não há dúvidas de que a carne de peixe é uma das melhores, em se tratando da facilidade de digestão e valor nutritivo. Temos também diversas razões gustativas para apreciarmos as lagostas, camarões e mexilhões. Comê-los sempre foi um ato natural e nada antiecológico. No entanto, para que possamos continuar a consumi-los no futuro devemos pensar de forma responsável sobre este assunto. Os oceanos e sua biodiversidade devem ser vistos como uma prioridade na questão da preservação ambiental.
Apesar de a pesca ser uma das mais antigas atividades desenvolvidas pelo homem, parece que todo esse tempo de prática ainda não foi suficiente para evitar que ela seja realizada de forma predatória. Levantamentos recentes indicam que hoje a captura indiscriminada mata e desperdiça entre 18 e 40 milhões de toneladas de peixes, tubarões, tartarugas e mamíferos marinhos todos os anos, o que representa nada mais nada menos do que um terço de toda a pesca mundial. É um crime contra a natureza. Um desperdício inaceitável que ameaça secar a fonte.
A destrutiva combinação da sobrepesca com a pesca predatória empreendida nas últimas décadas cobrará um alto preço muito em breve. Em muitos casos, o “futuro”, um termo bastante usual nos discursos do passado, já chegou. Temos hoje diversas espécies comerciais de pescado ameaçadas de desaparecer. No Brasil, já são 145 espécies de peixes e 12 de tubarões ameaçadas de extinção e 31 espécies de peixes e 6 de tubarão sobrepescados. Entre as espécies mais ameaçadas, temos o cação-anjo, a raia-viola, o mero, o peixe-serra e o surubim. Dentre os estoques de espécies tradicionais sobrepescados em nosso litoral estão a mangona, o tubarão-martelo, a sardinha, o pargo, a cioba, a tainha, a enchova, o namorado, a corvina, a garoupa, o cherne, a pescadinha, os camarões e as lagostas. E esses números só não são maiores devido à histórica falta de verba para pesquisas em nosso País.
A sobrepesca, que é a pesca feita de foma correta e legal, porém acima do limite que uma espécie tem de se auto-repor na natureza, e a pesca descontrolada são problemas graves, porém mais compreensíveis do ponto de vista histórico. Tradicionalmente, a captura do pescado comercial para a nossa própria alimentação vem sendo empreendida há séculos. No entanto, se já não chegou está chegando ao limite de exploração para algumas espécies. Da mesma forma que o homem percebeu, há milênios, que não conseguiria sobreviver somente coletando e caçando o alimento que a natureza lhe dava e, por isso, passou a desenvolver a agricultura e a pecuária, temos que nos conscientizar de que o mar, apesar de seu tamanho, não é um provedor com recursos inesgotáveis.
Os recursos pesqueiros, ao contrário de outros recursos naturais, podem ser perfeitamente renováveis. O correto gerenciamento de seus estoques deve ser visto como importante ferramenta para o desenvolvimento sustentável do País. Nesse sentido, existem alguns instrumentos que já se mostraram eficientes. O defeso, que é a proibição da pesca na época de reprodução (desova) do animal, e a maricultura, que se constitui na produção controlada de espécies marinhas em áreas confinadas, são, não só soluções para a queda na captura de espécies comerciais, como também formas de preservação dos oceanos.
O exemplo da sardinha-verdadeira é bastante elucidativo. Peixe barato nos anos 70 e 80, alimento farto nas mesas menos favorecidas, a média anual da pesca da sardinha era então de 200 mil toneladas (correspondia a 38% dos peixes pescados anualmente no Brasil). A partir da década de 80, teve início uma queda contínua nos totais capturados. Prevendo que a captura estava além dos limites que permitiriam garantir o equilíbrio entre a atividade pesqueira e a conservação da espécie, a legislação brasileira passou a proteger a reprodução da sardinha através do defeso (de novembro a março e de julho a setembro). No ano mais crítico, em 1990, a captura atingiu 32 mil toneladas. Ainda que o defeso tenha contribuindo na recuperação dos estoques, como demonstra a captura da sardinha em 1997, que atingiu cerca de 118 mil toneladas, infelizmente a produção tem oscilado muito e a expectativa média atual é de no máximo 30 a 50 mil toneladas/ano.
O defeso demonstrou assim ser um importante instrumento de ordenamento e conservação, permitindo que a pesca continue a ser exercida de forma sustentável. Se no começo os pescadores comerciais reclamavam da medida, logo depois perceberam a importância do defeso para sua atividade e hoje o defendem com unhas e dentes. As lagostas (de janeiro a abril) e os camarões (de dezembro a fevereiro na região Norte e de março a maio nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul) também têm seus períodos de defeso, mas infelizmente a maioria dos peixes e tubarões, que também precisam de proteção, não têm seus períodos de defeso instituídos por lei. Sem falar, é claro, na proteção ambiental de suas áreas de desova e de berçário.
A noção de pesca predatória que temos hoje, feita de forma incorreta e ilegal, como a pesca com malha fina, arrastão de fundo ou bomba, pode mudar de acordo com os conceitos da sociedade e de seu tempo. O que hoje é legal amanhã pode não ser. O que é ilegal no Brasil pode não ser em Moçambique. Quem não se lembra do romântico arrastão de praia, muito comum até a década de 80 em quase todo o Brasil? Capturava tudo em seu caminho e o que não prestava ao comércio (grande parte) era deixado na areia para apodrecer. Felizmente, foi erradicado através de uma legislação mais rígida. No entanto, de acordo com o Ibama, órgão responsável pela fiscalização e controle das atividades pesqueiras no Brasil, ainda existe uma quantidade considerável de pescadores trabalhando de forma incorreta e, conseqüentemente, predatória. Mesmo sabendo o quão deletéria pode ser a pesca predatória, também podemos de certo modo compreender que muitas vezes o pescador, sem qualquer outra alternativa, é movido pela fome de sua família.
Também não há mal algum em se comer um suculento filé de cação. Aliás, come-se cação ou tubarão (que é a mesma coisa) há centenas de anos. O problema passa a ocorrer quando o filé vem de espécies que hoje encontram-se ameaçadas de extinção no mundo todo, como a mangona e o tubarão-martelo. Mas o que é verdadeiramente um absurdo inadmissível é a “perseguição” de determinadas espécies de tubarão para a extração de partes de seu corpo para obter produtos que são supérfluos e os benefícios apregoados são duvidosos e sem nenhuma base científica comprovada. Movida pela ganância humana, é o pior tipo de pesca predatória.
Atualmente, existem dois grandes objetivos na pesca do tubarão. A cartilagem, transformada em cápsulas que os fabricantes apregoam como anti-tumorais, em analogia ao fato do tubarão ser imune ao câncer, e as nadadeiras (muitas vezes extirpadas do animal ainda vivo, que depois é devolvido ao mar para afundar e apodrecer), utilizadas para fazer sopa de barbatana de tubarão, tida como afrodisíaca e símbolo de status na China. Algo semelhante às inúmeras aberrações predatórias e criminosas que vemos ao redor do mundo, especialmente no Oriente, como a “crença” de que partes de animais, como o tigre e o urso, podem curar doenças. Não se pode ameaçar a existência de uma espécie animal ou vegetal em prol da “suposta” melhoria de nossa saúde. Ainda mais dispondo da tecnologia que temos hoje, capaz de produzir artificialmente as substâncias comprovadamente benéficas.
Mas será que por reputarem uma irreal imagem de “devoradores de homens” os tubarões não merecem também ser preservados, como os golfinhos e tartarugas? Atualmente, cerca de 100 milhões de tubarões são capturados e mortos a cada ano em todos os mares. Isso representa uma monumental ameaça à sobrevivência dos tubarões e está levando muitas populações de tubarões ao declínio vertiginoso. Cerca de 43% das espécies do litoral brasileiro já estão nas listas de espécies ameaçadas de extinção. Nesse ritmo de consumo insustentável, algumas espécies serão extintas nos próximos anos. Deixar de ver os tubarões como feras assassinas e ter a consciência de que eles exercem um papel crucial na manutenção da saúde e equilíbrio dos ecossistemas marinhos é um importante passo para uma mudança de atitude.
Marcelo Szpilman
| | Comentar »Consumo Responsável
Lendo a entrevista do biólogo e escritor Jared Diamond nas páginas amarelas da Revista Veja dessa semana (26/05/10), me chamou a atenção o trecho em que ele se refere ao filho do fundador e atual dirigente da gigante varejista Walmart, Rob Walton: “Até alguns anos atrás, Rob não tinha interesse especial em questões ambientais. Um dia, um executivo da Conservation Internacional o convidou para uma viagem aos riquíssimos corais da Indonésia e Nova Guiné. Em duas semanas de barco nessa região remota, Rob viu três tubarões. É ridículo. Deveria ter visto três a cada cinco minutos, mas a pesca predatória dos japoneses vem dizimando a região. Rob acordou para o assunto. Hoje, o Walmart só compra frutos do mar de áreas com pesca sustentável. É uma cultura nova.”
Ter a consciência de que a pesca exagerada e a pesca predatória estão afetando significativamente os estoques pesqueiros e o equilíbrio dos ecossistemas marinhos, é um importante passo para uma mudança de atitude. E o Consumo Responsável é um excelente caminho. Devemos entender que muitos dos antigos hábitos de consumo não cabem mais nos tempos atuais.
O Consumo Responsável é uma ação que depende exclusivamente do consumidor e de sua conscientização quanto à necessidade de preservação dos peixes e tubarões. Basta parar de consumir a carne de alguns peixes marinhos e cações e substituí-la por outros peixes marinhos (veja lista abaixo), por peixes de água-doce provenientes de criações sustentáveis, como salmão, truta, tambaqui e tilápia, ou por outros tipos de carne.
Mais abaixo está um artigo cuja leitura irá enriquecer seus conhecimentos sobre o assunto aqui tratado.
Espécies de peixes marinhos que devem ser evitadas e aquelas que estão livres para o consumo
Usando como referência a Lista Nacional do IBAMA e da IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza), temos três situações:
1 – Espécies que NÃO PODEM E NÃO DEVEM SER CONSUMIDAS
Entre os peixes comercais famosos, temos: cação-anjo, raia-viola, peixe-serra, surubim, cioba, badejo-tigre e mero.
Obs: 12 espécies de tubarões/raias e 145 espécies de peixes constam no Anexo I do IBAMA como espécies ameaçadas de extinção, com alto risco de desaparecimento na natureza em um futuro próximo.
Obs: Apesar de estar no Anexo II, o mero é a única espécie brasileira protegida e proibida de ser capturada.
Obs: EVITE o famoso filé de viola, pois muitas peixarias comercializam o filé do cação-anjo como se fosse o filé da raia-viola. E ambos estão seriamente ameaçados.
2 – Espécies que DEVERIAM SER EVITADAS
Entre os peixes comercais famosos, temos: atum, badejo, cherne, corvina, enchova, garoupa, merluza, namorado, pargo, pescadinha-foguete, sardinha-verdadeira, tainha e vermelho.
Entre os cações ou tubarões a maioria deveria ser evitada, mas principalmente: cação-mangona e tubarão-martelo.
Obs: Cação e tubarão são dois nomes que designam o mesmo animal.
Obs: Fora as lagostas e camarões, 6 espécies de tubarões e 31 espécies de peixes constam no Anexo II do IBAMA como espécies sobrepescadas (cuja condição de captura é tão elevada que reduz o potencial de desova e as capturas no futuro) ou como espécie ameaçada de sobrepesca.
3 – Espécies LIBERADAS PARA O CONSUMO
Entre os peixes comerciais famosos liberados temos: abrótea, agulha, albacora, batata, baúna, bicuda, bijupirá, bonito, caranha, carapeba, castanha, cavala, cavalinha, cocoroca, congro, congro-rosa, dourado, galo, linguado, manjuba, michole, olhete, olho-de-cão, pampo, peixe-espada, pescada, piranjica, piraúna, robalo, sororoca, tira-vira, trilha, xáreu, xerelete e xixarro.
Tome uma atitude correta em favor da Natureza
Marcelo Szpilman
| | Comentar »Hotel Crown Plaza Copenhagen Towers
O Hotel Crown Plaza Copenhagen Towers, localizado na Dinamarca, inovou e implantou um sistema que, além de colaborar contra o aquecimento global e fazer uso de energia renovável, incentiva os hóspedes a realizarem exercícios físicos.
Por meio de incentivos por parte dos funcionários, os hóspedes que começarem a se hospedar no hotel poderão contribuir com algumas pedaladas nas bicicletas ergométricas, localizadas na sala de ginástica.
Os hóspedes que optarem por pedalar e produzirem 10 ou mais watts serão recompensados com uma refeição gratuita. O hotel utiliza de outros métodos na qual colaboram com a não emissão de carbono na atmosfera. Um sistema de resfriamento e aquecimento com base em águas subterrâneas, iluminação e secadores de mão de baixo consumo energético são utilizados no local. Outro fator importante é que o hotel conta com um grande número de painéis solares na fachada virada para o sul.
Com isso, o hotel mostra que apenas com força de vontade e um investimento, que de certo modo é recompensado futuramente é possível contribuir para a não emissão de gases nocivos a atmosfera.
O Brasil tem 5.565 prefeituras! Será que nenhuma delas vai incentivar os hotéis do seu município a gerar energia fazendo os hópedes pedalarem?
Fonte: Estadão
Créditos da imagem: Terra
| | Comentar »Dez Tendências Para Os Relatórios de Sustentabilidade
Alinhamento de métricas, obrigatoriedade e universalidade de reporte são algumas das tendências para Relatórios de Sustentabilidade Corporativa para os próximos anos
As empresas enfrentam três grandes desafios quando se trata de relatórios de sustentabilidade, de acordo com um novo relatório da CSR Insight™. Estes relatórios incluem múltiplos sistemas de métricas, falta de definições uniformes e falta de aplicações consistentes, que resultam na medição e divulgação de resultados variáveis e pouco confiáveis. O Insight Report CSR, com base em dois anos de pesquisas, aborda questões de sustentabilidade para a comunicação, investimento e regulamentação.
Confira abaixo estão as 10 tendências, levantadas pela empresa, em relatórios de sustentabilidade.
1 – As demonstrações financeiras representam apenas uma parte dos riscos corporativos e de potencial de criação de valor, com o equilíbrio a partir de fatores intangíveis, como estratégia, inovação de produtos, gestão da marca e de reputação, eficiência energética e de recursos, redução de riscos comerciais, ambientais e sociais.
2 – Os relatórios de Sustentabilidade são voluntários em todo o mundo.
3 – Relatórios de Sustentabilidade são, agora, norma entre as grandes empresas de nível mundial, passando de cerca de 300 relatórios em 1996 para 3.100, atualmente. O Global Reporting Initiative relata que mais de 1.000 organizações em todo o mundo registraram relatórios de sustentabilidade em 2008, com base nas Diretrizes G3 do GRI.
4 – O desenvolvimento dos Relatórios de Sustentabilidade nos EUA tem sido muito mais lento do que na Europa.
5 – A maioria dos países industrializados possui leis ambientais que restringem as atividades de impacto ambiental e exigem alguma forma de relatórios de regulação ambiental.
6 – A evolução das diretrizes de métricas para relatórios de sustentabilidade é um grande desafio para os fornecedores e usuários.
7 – Múltiplos sistemas de métricas, falta de definições uniformes e falta de aplicações consistentes resultam na medição e divulgação de resultados variáveis e pouco confiáveis.
8 – O surgimento de legislação e regulamentações, tanto em nível nacional como regional, que não foram integrados e/ou sincronizado com múltiplos sistemas métricos, é um grande desafio.
9 – A sincronização de sistemas métricos voluntários com as exigências governamentais e de regulamentação pode ser impulsionada em parte pelas iniciativas recentes da Global Reporting Initiative e da World Intellectual Capital Initiative, para desenvolver taxonomias XBRL para informações não-financeiras, bem como por novas regras da Comissão Americana de Seguros e Operações Cambiais, que exijam demonstrações financeiras em um formato XBRL, como parte dos Relatórios de Sustentabilidade corporativos.
10 – A supervisão das questões de sustentabilidade, nas instâncias governamental, regulamentar e de auditoria, será norma dentro de cinco anos, tanto no mundo desenvolvido quanto em desenvolvimento, em todos os setores.
Fonte: Agenda Sustentável (http://www.agendasustentavel.com.br)
| | Comentar »Executivos são de Marte, consumidores são de Vênus – Quem é o mais sustentável?
Americanos apontam em pesquisas quais são as empresas mais verdes. Walmart foi uma das mais votadas.
Cada mês, o Green Confidence Index pede a 2.500 americanos comuns para indicarem uma empresa verde. As respostas são retumbantes: Walmart. Também fizemos a mesma pergunta no GreenBiz Intelligence Panel, com um grupo um pouco maior de executivos, juntamente com líderes de ONGs, acadêmicos e outros, que pesquisamos mensalmente sobre diversos tópicos. Eles responderam de forma semelhante: Walmart.
Parece ser unânime. Mas não é assim tão simples. Indo um pouco mais a fundo, há diferenças significativas entre como os consumidores vêem a sustentabilidade e o que é admirado por empresários. Apenas oito empresas aparecem no topo da lista. Uma diferença significativa entre os dois grupos foi de que, enquanto os consumidores procuram perto de casa para nomear empresas verdes, os executivos de sustentabilidade admiram o que pode ser caracterizado como ativistas ambientais.
Consumidores vêem sustentabilidade nas lojas
Todo mês, a GreenBiz.com, juntamente com os parceiros da Earthsense e da Survey Sampling International, fazem aos americanos uma pergunta simples, mas profunda: “Que empresa, se for o caso, você considera verde?” É uma questão sem ajuda, ou seja, não existe uma lista fechada. Os entrevistados simplesmente indicam as empresas top of mind.
Uma média de 64% dos norte-americanos parecem incapazes de indicar uma única empresa que consideram ser verde. Isto não é por conta de cinismo ou dos elevados padrões de ativistas comprometidos. Os resultados da pesquisa compõem uma amostra representativa da população adulta americana. Porém, a maioria dos consumidores não associa empresas e sustentabilidade.
Menos surpreendente é que, quando o consumidor escolhe uma empresa verde, é tipicamente aquelas que oferecem produtos e marcas que eles conhecem ou lojas conhecidas. Das 20 maiores empresas identificadas como verdes pelos consumidores, quatro vendem gêneros alimentícios (Publix, Trader Joe”s, Walmart e Whole Foods). Oito vendem produtos para o lar (Clorox, Johnson & Johnson, Kashi, Method, PepsiCo, Procter&Gamble, SC Johnson e Seventh Generation). Cinco fazem automóveis (Ford, GM, Honda, Subaru e Toyota). E uma faz o iPod (Apple, é claro). (As duas restantes são a General Electric e a Waste Management).
Curiosamente ausentes da mente dos consumidores estão os vestuário e empresas de tecnologia. A explicação mais provável: questões ambientais tiveram nota baixa em relação a critérios de compra de moda (no caso de vestuário) e preço (no caso de tecnologia). A Apple se destaca por fazer parte da lista, exibindo uma convergência de moda e tecnologia que os consumidores parecem perceber como o verde.
Walmart reina, mas dirige o desempenho
E os executivos? Em março, pedimos aos mais de 2.800 membros do GreenBiz Intelligence Panel para listar até cinco companhias que considerassem sustentáveis. Além disso, era uma questão sem ajuda e sem lista de seleção. Mais de 500 membros do painel responderam e 28% deles votou no Walmart. (Notavelmente, muitos somaram a esse voto um suspiro ou um comentário, como por exemplo: “Walmart, estranhamente”.
Em nossa pesquisa Green Index Consumidor, o Walmart e a Clorox, a empresa em segundo lugar, estão separados por menos de dois décimos de ponto percentual, mas entre os executivos há uma lacuna de 12 pontos entre o Walmart e o segundo colocado, a Patagônia. Certamente, escala e alcance – sem falar no gigantesco orçamento de propaganda – têm muito a ver com estar no topo, para uma empresa que faturou mais de US$ 404 bilhões, no ano passado. Mas se a escala e alcance fossem tudo, teríamos visto pelo menos um voto para a ExxonMobil, Chevron e ConocoPhillips, mas nenhuma dessas empresas foi mencionada.
Enquanto o top 20 do Consumidor concentrou-se principalmente em automóveis, varejistas e produtos de limpeza, as empresas identificadas como verdes por nosso painel executivo refletem uma ampla gama de indústrias. Os consumidores identificaram apenas uma empresa de tecnologia verde, enquanto executivos colocaram a Dell, a Hewlett Packard e a IBM na lista. E, onde os consumidores não conseguiram ligar a sustentabilidade ao vestuário, nossos executivos escolheram a Nike, a Patagônia e Timberland.
A Patagônia, com rendimento inferior a um décimo de 1% do Walmart, é reconhecidamente uma marca de nicho. Embora tenha recebido poucos votos por parte dos consumidores, a empresa é muito admirada pelos seus colegas de negócios. E só atrás, em terceiro e quarto lugar, estão a Interface (com faturamento de mais de US$ 1 bilhão) e a Seventh Generation (com receitas bem abaixo de US $ 1 bilhão).
As duas são lideradas por ativistas (e autores) – Ray Anderson e Jeffrey Hollender, respectivamente – cuja liderança pensamento pôde esclarecer a sua influência e alta classificação. Os esforços das grandes empresas também são reconhecidos. Apesar da HP ficar em 6º na lista global do Painel de Inteligência coletivo, ela salta para o 2º, quando considerado pelos membros do painel das empresas com faturamento acima de R$ 1 bilhão. A Starbucks também sai de 12º para 6º lugar, quando são considerados apenas os votos dos grandes palestrantes da empresa. Uma possível explicação é que estas duas empresas foram contando suas histórias de sustentabilidade por muitos anos. Mas se esse fosse o único critério, se esperaria um grande salto da IBM, que tem promovido suas iniciativas ambientais desde o início dos anos 70.
E então?
Enquanto consumidores provavelmente permanecerão instáveis, nomeando qualquer empresa que acabaram de ler a respeito ou viram na TV, fica claro que há um grande número de empresas adotando sistematicamente a sustentabilidade ambiental para alcançar resultados significativos nos negócios.
Histórias de sustentabilidade são difíceis de contar, e muitas das empresas indicadas no Painel de Inteligência têm focado o tema há algum tempo. Para as empresas selecionadas pelo Grupo de Inteligência, parece que há um papel importante em “contar histórias”: aqueles que tem encontrado maneiras de superar essa dificuldade atingem uma imagem sustentável.
Os consumidores, por outro lado, são mais inconstantes, como mostra um artigo recente da New Scientist: o que os consumidores percebem como verde não reflete, necessariamente, o conhecimento do desempenho ambiental de uma das empresas. De fato, o preço ainda é o fator mais importante nas decisões de consumo. Mas empresas como o Walmart e Clorox estão começando a demonstrar que, quando o preço sai de cena, uma empresa com uma história verde pode fazer a diferença.
Fonte: Agenda Sustentável (http://www.agendasustentavel.com.br)
| | 1 Comentário »A Responsabilidade Da Liderança Climática
A ausência de um líder legítimo para a questão climática é amplamente percebida no contexto político mundial. Veja a razão.
Visto no cenário mundial como nação que em médio prazo atingirá o patamar de economia desenvolvida, o Brasil atravessou a recente crise financeira global praticamente incólume. Soube utilizar oportunamente suas reservas financeiras, reduziu a carga tributária para estimular o consumo interno e redirecionou suas exportações. Mesmo com as graves distorções estruturais na economia como, por exemplo, o altíssimo custo do dinheiro, o consumo de bens cresceu aquecendo e movimentando o mercado.
Conseguiu assim contornar bem a crise e retomou o crescimento de forma promissora. Surpreendente quando comparado aos países ricos e desenvolvidos. Para o ano de 2010 as previsões de crescimento mais conservadoras situam-se ao redor dos 5%. O governo aponta para 5,6% e alguns bancos estrangeiros em 6,4% e isto em pleno ano eleitoral. Sinal de uma inequívoca estabilidade econômica reconhecida pela comunidade financeira internacional.
A Questão Climática
A ausência de um líder legítimo para a questão climática é amplamente percebida no contexto político mundial. Há um enorme hiato diplomático entre os países ricos, em desenvolvimento e pobres que aumentou ainda mais a partir da última Conferência do Clima.
Neste cenário de ausência, existe a necessidade de uma nação expoente que reconhecida pela maioria dos países assuma os objetivos plurais de negociar de forma eficaz a complexa questão do clima global e ao mesmo tempo nivelar os diferentes interesses em beneficio do todo.
É neste cenário complexo que o Brasil deveria buscar a articulação política e se posicionar como líder nesta questão. A tarefa é desafiante, mas o beneficio pode ser ainda muito maior. Vantagens comparativas como a crescente importância geopolítica e econômica, robustas reservas de recursos naturais, biodiversidade ainda preservada e extensão territorial já lhe garantiria um bom posicionamento.
Mesmo dotados de uma matriz energética limpa (hidréletrica, cogeração, etanol) assumimos metas agressivas para reduzir emissões até 2020 e o grande vetor-vilão, o desmatamento, agora está endereçado. Isto nos situa em uma posição diferenciada favorável frente à comunidade internacional.
Ser o líder na questão climática significa encabeçar discussões e negociações com mais de 190 países e com foco naquilo que é realmente primordial – “A criação de mecanismos para controlar e reduzir o aquecimento global e como mitigar os impactos gerados pela mudança do clima especialmente nos países mais pobres.”
Estes países sofrerão com maior intensidade os impactos causados pelo aumento da temperatura: escassez de alimentos, epidemias, desaparecimento gradual da água e êxodo de populações. Tudo isso agravado pelo pouco acesso às tecnologias, altos índices de analfabetismo e relutância das nações ricas em transferir recursos financeiros para adaptação das economias destes países às mudanças do clima.
Consumo, Humanidade e Desconforto
Mas isso não é tudo. O padrão de vida cada vez mais consumista da humanidade tornou-se uma grande preocupação. Os recursos naturais hoje disponíveis podem se exaurir ao tentar suportar uma pegada ambiental tão pesada. Conforme os países em geral melhoram seus padrões socioeconômicos a demanda ambiental aumenta em muitas vezes acelerando sua depleção.
Como continuar a viver daqui em diante é uma das questões mais críticas a ser discutida. Alguns caminhos são apontados, mas quase todos são iniciativas isoladas, sem apoio homogêneo das populações. Redução do uso de energia, uso racional da água, consumir menos carne, madeira, viajar menos de avião, revisão dos processos produtivos, menos embalagens, produção mais limpa etc.
Há uma grande diversidade de programas coerentes, porém definir e estruturar políticas públicas e programas integrados juntos às sociedades ainda não aconteceu de forma homogênea. A complexidade destas ações e suas interfaces incluem importantes impactos sociais, ambientais e econômicos exigindo amplas e profundas discussões com as populações.
Sendo uma questão recente e também muito complexa, poucos países a abordaram de forma abrangente, mesmo porque a maioria deles ainda encontra-se no estágio básico da sobrevivência. Mas como já mencionado, isto é uma demanda reprimida que ao primeiro sinal de acumulo de capital, eclodirá uma violenta onda por bens de consumo.
Em vista deste contexto este é o momento de trazer o tema do consumismo e os seus impactos desfavoráveis para a agenda da discussão econômica-socioambiental internacional. Tais questões poderiam ser colocadas para a discussão de forma mais ampla e incisiva pelo líder climático. A mensagem sobre catástrofes anunciadas não é suficiente, virou lugar-comum tornando-se repetitiva e não sensibiliza. É necessário apontar saídas viáveis principalmente para garantir padrões de vida satisfatórios para todos no futuro.
“Momentum” sustentável
Em dezembro, na Dinamarca, todos esperavam por um posicionamento de liderança pelos EUA. Mas não aconteceu. Sabidamente o país “sofre” uma fortíssima pressão interna quando se trata do controle interno de suas emissões de GEE. Existe um potente e ativo lobby contrário ao estabelecimento de metas de redução das emissões, alegando um alto e negativo impacto na economia americana.
Os demais países europeus não estabelecem um consenso claro sobre as reduções das emissões e no Japão o segmento industrial duvida do atingimento às metas anunciadas.
No Brasil posições defendidas publicamente como: a manifestação da indústria da carne e de grãos em controlar a origem de sua produção; a lei aprovada pela Assembléia Legislativa Paulista que estabelece metas de redução de emissões em nível estadual; o Estado do Amazonas, Mato Grosso e Pará em reduzir e punir o desmatamento incentivando a conservação da floresta em pé; representam sinais concretos de uma sociedade que cada vez mais se envolve e se compromete com a questão da preservação do planeta.
Para complementar, a ex-ministra do meio-ambiente Marina Silva trouxe para a disputa eleitoral a questão climática. Isto fez com que todos os candidatos adotassem o tema como pauta relevante no seu futuro programa de governo. Estes sinais são interpretados como positivos pela comunidade internacional.
Além disso, parte da nossa população aguarda apenas o sinal verde, indicando quais são os instrumentos e objetivos para aderir de vez à questão do desenvolvimento sustentável. E esta parcela tende a crescer cada vez mais.
Esta iniciativa deveria partir do governo aos cidadãos, na figura de uma política educacional competente e articulada em nível nacional mobilizando os diferentes agentes sociais para agilizar a conscientização e a interlocução entre as comunidades, levando-as às ações práticas com resultados concretos.
Assumindo esta posição o país evoluiria para um estágio de desenvolvimento e crescimento muito mais equilibrado podendo gerar resultados positivos para si e para o planeta. E para nos tornarmos uma nação desenvolvida e sustentável este posicionamento é fundamental. Portanto, a liderança climática por si é um fator de vital importância.
Laércio Bruno Filho (Desenvolve Novos Negócios Socioambientais e coordena a Gestão Técnica de Programas de Sustentabilidade Empresarial e de Desenvolvimento Sustentável para Comunidades)
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