Auto-estima

Postado em 28 de agosto de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

Se um dia alguém fizer com que se quebre a visão bonita que você tem de si,

com muita paciência e amor reconstrua-a. Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão,

sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante,

você é a sua criação mais valiosa.

Não olhe para trás.

Não olhe para os lados.

Olhe somente para dentro,

para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso,

conforto e recomposição.

Crie este universo agradável para si.

O mundo agradecerá o seu trabalho.

Brahma Kumaris

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Verdadeira Amizade

Postado em 24 de julho de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

Sabe aqueles dias em que você está muito mal e não tem auto-estima pra nada?

Ou então aqueles dias em que você esta muito alegre e com vontade de conversar?

Ela esta lá! Não importa quando ou o momento… A distância não existe pra ela!!!

Uma verdadeira amizade supera todos os obstáculos!

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Missão

Postado em 18 de julho de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

Fazer o melhor todos os dias é uma missão que devemos perseguir com muita determinação, força de vontade e muita coragem. Com esta visão especial do nosso mundo interior, estaremos evoluindo sem parar, mostrando que a nossa capacidade de criar novos horizontes supera todos os limites e nos leva por caminhos bem mais interessantes.

Assim, ao buscarmos o melhor para as nossas vidas, nos relacionaremos muito bem com a palavra “perfeição”. Uma palavra que, às vezes, tem um som meio estranho, mas tem tudo a ver com a nossa longa procura, com nossas mentes abertas e, principalmente, com todos os seres humanos que viajam nesta linda espaçonave azul em torno de um maravilhoso astro de luz. Pensando assim, a perfeição divina brotará em seu coração e será uma grande aliada na procura pela felicidade eterna.

Adonai Zanoni de Medeiros

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Ser Otimista

Postado em 17 de junho de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

É mais divertido ser otimista. O pessimista é limitado por dúvidas, aprisionado por medos, restringido por incertezas. O otimista é libertado pela fé, estimulado pela esperança e encorajado pela confiança.

William Arthur Wald

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A Vida É Curta

Postado em 17 de junho de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas.

Cora Coralina

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Felicidade Garantida

Postado em 17 de maio de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

Ninguém tem a felicidade garantida.

A vida dá simplesmente a cada pessoa tempo e espaço.

Depende de você enchê-los de alegria.

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Fernando Pessoa

Postado em 15 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

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Luta

Postado em 9 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

“Devemos lutar pela igualdade sempre que a diferença nos inferioriza mas, devemos lutar pela diferença sempre que a igualdade nos descaracteriza”

Boaventura de Sousa Santos

Recebido de Bárbara Mota

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Coletânea de Pensamentos

Postado em 7 de abril de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima) ·  

Uma coletânea de pensamentos é uma farmácia moral onde podemos encontrar a cura dos mais diversos males.

Voltaire

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Menos Trabalho Significa Mais Desemprego

Postado em 14 de março de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Frases de Auto-Estima), - Recursos Humanos ·  

Skaf, presidente da FIESP, fala sobre a diminuição da jornada de trabalho e o risco para o desenvolvimento pessoal e da economia

As estatísticas que demonstram a ascensão à classe média de 30 milhões de brasileiros, referendam o peso de nosso mercado interno na vitória contra a crise mundial. Por outro lado, também propõem uma instigante pergunta: como essas pessoas conseguiram subir a um novo patamar de renda? Dentre todos os fatores conjunturais e macroeconômicos, há uma causa estrutural inequívoca: elas conquistaram um novo padrão de vida por meio do trabalho!

Bastaria esse exemplo para desqualificar tecnicamente a Proposta de Emenda Constitucional 231/1995, que prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e aumento da hora extra de 50% para 75%. Como se sabe, a matéria visa à criação de maior número de empregos, contrariando a lógica matemática e experiências práticas semelhantes — e malsucedidas —, já experimentadas em outros países. Afinal, em qualquer lugar do mundo, menos (horas trabalhadas) com mais (custos) continua dando menos resultado. E para todos.

A realidade, como a aritmética, é implacável: de 2003 a 2009, o Brasil reduziu a taxa de desemprego de 12,3% para 8,1%, por meio do crescimento econômico e não por trabalhar menos tempo. Em contrapartida, a redução da jornada, de 48 para 44 horas, estabelecida pela Constituição de 1988, não criou um emprego sequer. Ou seja, a proposta, além de não servir à ampliação dos postos de trabalho, reduziria a produtividade, comprometeria a competitividade da indústria e demais setores produtivos, poderia reduzir exportações e provocar a majoração de numerosos produtos e bens de consumo. Conspiraria, portanto, contra a criação de empregos!

O caso mais ilustrativo e parecido com o que se pretende fazer no Brasil é o da França, que realizou um longo processo de redução de jornada em duas etapas e de maneiras distintas. A primeira, iniciada em 1982, impôs diminuição repentina, sem medidas preventivas governamentais de manutenção dos empregos. Ocorreu queda de até 4% nos postos de trabalho. Os grupos de trabalhadores mais prejudicados foram os que recebiam salário mínimo. As autoridades diagnosticaram, à época, que a maior parte das empresas afetadas pela redução da jornada não tinha condições de arcar com o aumento de custos. Isto as levou a reduzir os quadros.

A segunda etapa, em 1998, foi elaborada levando-se em conta os erros da primeira. Assim, o governo francês adotou amplo pacote de incentivos (flexibilidade e redução fiscal) para as empresas mais afetadas, buscando preservar empregos. E o mais importante: a adesão ao programa tinha caráter voluntário.

No Brasil, a realidade é diferente da Europa. Aqui, a jornada média já é de 41,4 horas semanais, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). O índice está abaixo de muitos países que concorrem com a economia brasileira no mercado internacional: Coréia (43,4h), México (43,5h), Chile (41,7h), Argentina (41,5h), Turquia (49h) e Malásia (46,9h). Além disso, 99% das empresas brasileiras são de pequeno e médio portes e respondem por 56% do emprego. Para as grandes empresas, que já praticam jornadas iguais ou inferiores à 40 horas, a obrigatoriedade da redução não traria efeito algum. Porém, para as pequenas e micro, a medida seria inviável.

Ademais, a jornada de trabalho no Brasil já está alinhada à da maioria das nações, inclusive desenvolvidas, e nossa Constituição permite o soberano entendimento entre empresas e trabalhadores para estabelecer o regime adequado a cada atividade e/ou segmento. Não é prudente nivelar organizações diferentes, ramos distintos e peculiaridades produtivas e trabalhistas. Seria anacrônico e autoritário, além de inoportuno. Foi trabalhando que emergimos da recente crise mundial.

Portanto, em vez de uma legislação impositiva, é mais eficaz que empregadores e trabalhadores unam-se na meta do crescimento sustentado, do aumento da produção e das exportações e da consequente criação intensiva de empregos.

O diálogo democrático e inquestionável estabelecerá, como já vem ocorrendo, a melhor jornada para cada empresa e setor, suscitando sinergia entre capital e trabalho. Sem dúvida, é por meio dessa postura madura e avançada, congruente com as demandas da economia mundial, que pavimentaremos nosso caminho ao desenvolvimento. Assim, por mais que o tema seja atraente ao marketing político, é preciso estar alerta para evitar que os apelos eleitorais deste ano acabem fazendo prevalecer algo insensato para a Nação.

Paulo Skaf (Presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)

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