Entenda A Importância Do Coaching E Veja Cinco Atitudes Valiosas Para Traçar Metas
O papel do coach é de facilitar na busca para a realização de mudanças
O coaching é um termo muito difundido nos últimos anos. Essa ferramenta ajuda na capacitação de profissionais de variados segmentos e níveis, que buscam alinhar estratégias e crescer em determinada área, profissão, ou, mesmo, conquistar mercado.
Roberta Yono Ebina, consultora associada da Muttare, consultoria de gestão, ressalta que “antes das empresas ou profissionais fazerem uso desta técnica é preciso saber exatamente quais são os objetivos da organização ou do profissional em questão. O papel do coach é de facilitador na busca pela realização das mudanças necessárias. Potencializando suas escolhas e contribuindo para melhorar o desempenho diante de determinadas situações”.
De acordo com o Relatório Final do Estudo de Cliente Global de Coaching da International Coach Federation, as empresas que utilizaram (ou ainda utilizam) o coaching profissional por motivos comerciais obtiveram um retorno médio sobre o investimento sete vezes maior. Já nos casos dos clientes individuais, o retorno médio foi de 3,44 sobre o investimento.
A consultora afirma que existem diversos modelos para a realização de coaching na área profissional. “Para cada objetivo o coachee (cliente) é estimulado a traçar uma linha estratégica. No caso de um profissional almejar desenvolver certas habilidades, aperfeiçoar sua carreira em determinados aspectos ou buscar uma nova colocação profissional em sua área de atuação, é possível chegar a um resultado de metas em poucas sessões”.
Exercer esta atividade dentro de empresas e junto aos profissionais dos mais variados níveis hierárquicos não é tarefa fácil. Roberta, que aplica este processo há cinco anos em organizações de variados nichos e tamanhos afirma que “a banalização deste conceito complica ainda mais o trabalho dos profissionais compromissados, já que muitos aproveitadores ‘vendem’ o serviço sem saber executá-lo da forma adequada. Em muitos casos, as pessoas confundem este trabalho com terapia ou aconselhamento, o que é muito errado”.
Roberta enumera cinco importantes dicas àqueles que necessitam mudar alguma característica profissional, ou, mesmo, pessoal:
Estabelecer metas é essencial: parte dos fracassos na realização do coaching ocorre pela falta de escrever as metas e as datas que as mesmas devem ser alcançadas;
Não deixe seu passado interferir nesta nova fase: como em diversas fases da vida, a ‘sombra do que passou’ pode interferir nas conclusões de algumas tarefas. Esqueça a zona de conforto;
Como o maior beneficiário do processo será você, a responsabilidade é sua: muitos desejam ter sucesso na vida profissional e particular, porém, se por alguma razão a realização não for por completa, justificará que fatores externos o impediram. Isso é errado;
Planeje os resultados esperados para o período escolhido: todos os dias visualize seu objetivo principal. Se o processo for longo, estabeleça etapas para serem cumpridas;
Nunca pare de aprender: conhecimento aplicado à prática no dia a dia é fator crítico de sucesso para qualquer área ou objetivo. Ouse tentar acertar e errar. Lembre-se que existem diversos caminhos para chegar a determinado resultado, no coaching você é responsável por descobrir a rota mais apropriada.
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| | Comentar »Dissolvendo Preconceitos E Eliminando Discriminações – Um Ensaio Através De
É fato: todos nós já fomos, somos ou seremos algum dia discriminados, e
pelos mais diferentes motivos. E mais, todos nós também já discriminamos ou
discriminaremos, e justamente por isso que este artigo visa a provocar uma
reflexão em cada um, pois somos agentes de mudança, e não foi à toa que este
artigo apareceu para você. Buscar traduzir métodos e ferramentas gerenciais
para a vida das pessoas sempre foi um desafio interessante e, felizmente,
encontrei no coaching uma ciência que abarcasse esses conceitos de
desenvolvimento humano por um caminho mais racional. Pesquisando sobre a
Gestão da Mudança e Gestão de Conflitos nas organizações, enxerguei
paralelos entre as resistências causadoras de conflitos e resistência à
mudança e os diversos tipos de preconceito e discriminação existentes na
sociedade.
Primeiramente, para fins de conceituação, denomino como preconceito a crença
que se estabelece em relação a um alvo (indivíduo, grupo, sociedade ou
objeto) antes mesmo da experiência de convivência. A discriminação, por
outro lado, é o conjunto sentimento-ação que é gerado a partir dessa crença,
sendo traduzida na forma de expressão contra o alvo do preconceito. Sendo
assim, preconceito e discriminação seriam conceitos correlacionados, porém
distintos: não necessariamente quem tem preconceito discriminará o alvo de
seu preconceito. Entretanto, quem discrimina (sentimento mais ação)
necessariamente teve preconceito (pensamento) em relação ao seu alvo. Sendo
assim, eliminar discriminações é um trabalho de entender e atuar sobre os
preconceitos, as suas causas geradoras.
Não discriminar quem tem preconceito é o primeiro passo para tratar este
delicado assunto de maneira séria e equilibrada. É preciso inicialmente
buscar entender esta forma de expressão da sociedade. Sendo assim,
utilizando os pressupostos do coaching e as estratégias de gerenciamento de
mudanças e conflitos nas organizações, este artigo sugere soluções mais
eficazes de atenuarmos e, quem sabe um dia, eliminarmos as dores
provenientes de preconceitos e discriminações na nossa sociedade.
Um dos pressupostos do coaching é que o mapa não é o território, ou seja, há
uma diferença incontestável entre a realidade e a experiência de realidade.
Toda pessoa tem seu próprio modelo mental, que é o seu mapa do mundo, e
nenhum mapa de alguém é mais real ou verdadeiro que o mapa dos outros. Não é
o “território” ou a “realidade” que limitam as pessoas, mas sim as escolhas
disponíveis percebidas através de seus mapas. Cada ser humano cria sua
própria realidade.
A chave para apoiar e influenciar as pessoas é entrar no seu modelo de
mundo. Neste sentido, é preciso entender que na cabeça de um preconceituoso
o seu preconceito é uma verdade muito útil, que lhe traz ganhos de
sobrevivência. Ele entende que a vítima de seu preconceito representa uma
ameaça à sua ilusão de preservação, dominação e liderança. E o mais
interessante é que isto vale tanto para quem discrimina quanto para quem é
vítima do binômio preconceito-discriminação, e discrimina o autor inicial do
preconceito, em vez de buscar entendê-lo, educá-lo e envolvê-lo.
Aqui temos, então, a primeira chave da mudança: buscar entender o mapa
mental daquele que tem preconceito, identificando suas crenças de ameaça, e
mitigando-as através de aceitação e educação. Esta educação envolve esforços
como:
* Buscar entender os preconceituosos e suas crenças, deixando que esclareçam
suas percepções de quem discriminam, e trazendo à consciência elementos
muitas vezes subliminares do preconceito;
* Mostrar que as diferenças entre as partes são mínimas, se não
inexistentes;
* Mostrar que uma parte não representa ameaça à sobrevivência da outra;
* Mostrar, através de casos bem sucedidos de integração
discriminante-discriminado, que o ganho de todos significou o crescimento do
sistema como um todo;
* Mostrar as perdas provenientes dos conflitos, e os impactos a longo prazo
na individualidade dos que discriminam e dos que sofrem discriminações;
* Recompensar e comunicar os esforços e ganhos obtidos por meio de trabalhos
bem sucedidos de mitigação de preconceito.
Vale ressaltar que casos graves de preconceito e discriminação, envolvendo
assédio moral, violência verbal ou física, devem ser rigidamente combatidos,
através de punição e comunicação educativa para a sociedade como um todo,
elucidando o fato e mostrando a incongruência lógica da sucessão
percepção-pensamento-sentimento-ação que gerou tais crimes.
Outro pressuposto do coaching muito utilizado é o de que as pessoas fazem a
melhor escolha possível em determinado momento, dadas as condições e
recursos de que dispõem. Todo comportamento tem intenção positiva. Aquele
que tem atos preconceituosos busca proteger seus valores, e opta pela
estratégia de ataque, já que em sua consciência há o temor constante de ser
atacado ou até mesmo confrontado em sua verdadeira essência, a partir da
convivência com o discriminado. Caso lhe fosse dada uma melhor escolha, de
acordo com seus valores e crenças, então esta é que seria realizada. É aí
que novamente se aplica o coaching: ele busca a solução, acredita em todo
ser humano e defende que qualquer indivíduo pode desenvolver qualquer
competência, e provavelmente fará melhor aquilo que faz atualmente, gerando
resultados mais satisfatórios.
Acabar com os preconceitos é utopia, mas é fundamental eliminarmos as
discriminações. A partir de ações educativas, conseguiremos muitos ganhos de
convivência e, assim, a evolução contínua de nossa sociedade.
André Dametto
| | Comentar »Dissolvendo Preconceitos E Eliminando Discriminações
Um ensaio através de pressupostos do coaching
É fato: todos nós já fomos, somos ou seremos algum dia discriminados, e pelos mais diferentes motivos. E mais, todos nós também já discriminamos ou discriminaremos, e justamente por isso que este artigo visa a provocar uma reflexão em cada um, pois somos agentes de mudança, e não foi à toa que este artigo apareceu para você. Buscar traduzir métodos e ferramentas gerenciais para a vida das pessoas sempre foi um desafio interessante e, felizmente, encontrei no coaching uma ciência que abarcasse esses conceitos de desenvolvimento humano por um caminho mais racional. Pesquisando sobre a Gestão da Mudança e Gestão de Conflitos nas organizações, enxerguei paralelos entre as resistências causadoras de conflitos e resistência à mudança e os diversos tipos de preconceito e discriminação existentes na sociedade. Primeiramente, para fins de conceituação, denomino como preconceito a crença que se estabelece em relação a um alvo (indivíduo, grupo, sociedade ou objeto) antes mesmo da experiência de convivência. A discriminação, por outro lado, é o conjunto sentimento-ação que é gerado a partir dessa crença, sendo traduzida na forma de expressão contra o alvo do preconceito. Sendo assim, preconceito e discriminação seriam conceitos correlacionados, porém distintos: não necessariamente quem tem preconceito discriminará o alvo de seu preconceito. Entretanto, quem discrimina (sentimento mais ação) necessariamente teve preconceito (pensamento) em relação ao seu alvo. Sendo assim, eliminar discriminações é um trabalho de entender e atuar sobre os preconceitos, as suas causas geradoras. Não discriminar quem tem preconceito é o primeiro passo para tratar este delicado assunto de maneira séria e equilibrada. É preciso inicialmente buscar entender esta forma de expressão da sociedade. Sendo assim, utilizando os pressupostos do coaching e as estratégias de gerenciamento de mudanças e conflitos nas organizações, este artigo sugere soluções mais eficazes de atenuarmos e, quem sabe um dia, eliminarmos as dores provenientes de preconceitos e discriminações na nossa sociedade. Um dos pressupostos do coaching é que o mapa não é o território, ou seja, há uma diferença incontestável entre a realidade e a experiência de realidade. Toda pessoa tem seu próprio modelo mental, que é o seu mapa do mundo, e nenhum mapa de alguém é mais real ou verdadeiro que o mapa dos outros. Não é o “território” ou a “realidade” que limitam as pessoas, mas sim as escolhas disponíveis percebidas através de seus mapas. Cada ser humano cria sua própria realidade. A chave para apoiar e influenciar as pessoas é entrar no seu modelo de mundo. Neste sentido, é preciso entender que na cabeça de um preconceituoso o seu preconceito é uma verdade muito útil, que lhe traz ganhos de sobrevivência. Ele entende que a vítima de seu preconceito representa uma ameaça à sua ilusão de preservação, dominação e liderança. E o mais interessante é que isto vale tanto para quem discrimina quanto para quem é vítima do binômio preconceito-discriminação, e discrimina o autor inicial do preconceito, em vez de buscar entendê-lo, educá-lo e envolvê-lo. Aqui temos, então, a primeira chave da mudança: buscar entender o mapa mental daquele que tem preconceito, identificando suas crenças de ameaça, e mitigando-as através de aceitação e educação. Esta educação envolve esforços como: * Buscar entender os preconceituosos e suas crenças, deixando que esclareçam suas percepções de quem discriminam, e trazendo à consciência elementos muitas vezes subliminares do preconceito; * Mostrar que as diferenças entre as partes são mínimas, se não inexistentes; * Mostrar que uma parte não representa ameaça à sobrevivência da outra; * Mostrar, através de casos bem sucedidos de integração discriminante-discriminado, que o ganho de todos significou o crescimento do sistema como um todo; * Mostrar as perdas provenientes dos conflitos, e os impactos a longo prazo na individualidade dos que discriminam e dos que sofrem discriminações; * Recompensar e comunicar os esforços e ganhos obtidos por meio de trabalhos bem sucedidos de mitigação de preconceito. Vale ressaltar que casos graves de preconceito e discriminação, envolvendo assédio moral, violência verbal ou física, devem ser rigidamente combatidos, através de punição e comunicação educativa para a sociedade como um todo, elucidando o fato e mostrando a incongruência lógica da sucessão percepção-pensamento-sentimento-ação que gerou tais crimes. Outro pressuposto do coaching muito utilizado é o de que as pessoas fazem a melhor escolha possível em determinado momento, dadas as condições e recursos de que dispõem. Todo comportamento tem intenção positiva. Aquele que tem atos preconceituosos busca proteger seus valores, e opta pela estratégia de ataque, já que em sua consciência há o temor constante de ser atacado ou até mesmo confrontado em sua verdadeira essência, a partir da convivência com o discriminado. Caso lhe fosse dada uma melhor escolha, de acordo com seus valores e crenças, então esta é que seria realizada. É aí que novamente se aplica o coaching: ele busca a solução, acredita em todo ser humano e defende que qualquer indivíduo pode desenvolver qualquer competência, e provavelmente fará melhor aquilo que faz atualmente, gerando resultados mais satisfatórios. Acabar com os preconceitos é utopia, mas é fundamental eliminarmos as discriminações. A partir de ações educativas, conseguiremos muitos ganhos de convivência e, assim, a evolução contínua de nossa sociedade.
André Dametto
| | Comentar »A Visão de Futuro – Na relação com o Cliente, o Que Deve o Coach Fazer:
Uma liderança esclarecida pode modificar a cultura arraigada de uma empresa. O Líder que se dispuser a fazê-lo deverá conhecer a cultura existente e estar atento aos interesses fundamentais da organização. O respaldo no pensamento estratégico, no assessoramento cultural, e no ajuste entre a estratégia e a cultura. A meta será recriar visão e confiança positiva e partilhada. Conhecendo a cultura da empresa, para isto, deve formular estas perguntas como parâmetro, procurando conhecer mais da cultura corporativa;
1. Estimular a identificar os valores essenciais e a expressá-los, desenvolvendo uma postura de integridade pessoal; Por exemplo, um cliente muito viciado numa determinada estratégia de negócio pode não perceber novas e melhores estratégias. Coaching é uma relação dinâmica que permite romper antigos paradigmas e estabelecer novas fronteiras
2. Desafiá-lo a “sonhar acordado”, a criar para si mesmo uma visão de futuro que o entusiasme e que utilize ao máximo a sua energia criadora. Desenvolver políticas de metas, porque não é raro as pessoas definirem suas metas para atender aos desejos e necessidades dos outros, tais como: chefes ou familiares. Às vezes, a visão que o cliente tem do problema é a própria fonte do problema. Por exemplo, um cliente acostumado em uma determinada estratégia de negócio pode não perceber novas e melhores estratégias. O papel do Coaching é criar uma relação dinâmica que permite romper antigos paradigmas e estabelecer novas fronteiras.
3. Como é o comportamento pessoal e profissional dos líderes, e se corresponde os valores do grupo ; e em que se difere a cultura executiva da cultura essencial; Espera-se que os funcionários tomem decisões, ou aguardem ordens; os gerentes dizem a verdade; é passado um feedback, em uma conversa franca;
4. Como as pessoas sobrevivem na empresa; a satisfação dos clientes por exemplo, é a prioridade máxima, ou existe alguma coisa ou alguém mais importante;
5. Qual é a impressão criada pelo edifício-sede da empresa e pela disposição do espaço físico; o visitante se defronta com uma fortaleza que abriga os funcionários em cubículos, e carpetes vermelho que levam até a sala do executivo; Ou a empresa é aberta e convidativa;
6. Observar os líderes, prestando atenção na sua postura, em relação aos funcionários, ou seja, se portam como líderes ou como reis;
7. Comparar os programas de treinamento da empresa, como ensina com é o comportamento do gerente, se é agressivo e secreto, ou equilibrado e igualitário;
8. O que acontece durante as reuniões e conferencias promovida na empresa; onde ela é realizada, e quem é convidado; o que é dito nessas reuniões, quanto a quem é importante e em quem vale a pena investir;
9. Quais as histórias que os lideres contam, sobre o desempenho de sua equipe, e como foi o seu último relatório, e como investir para melhorar sua equipe;
10. Como são decididas as recompensas, bonificações, viagens e oportunidades especiais, e o melhor espaço de trabalho, e qual o parâmetro utilizado. O desempenho faz diferença, ou o que interessa é quem é mais querido;
11. Como a gerencia responde a crise organizacional, quem fica com a culpa, e quem é redimensionado (gerencia ou força de trabalho; existe cooperação ou conflito;
12. Como é a política de recrutamento e seleção, promoção, aposentadoria. Favorecem a um grupo, promovem a igualdade ou a diversidade?
13. Qual é a natureza da estrutura, o sistema e procedimentos da organização, Como são ditadas as regras; Pode conversar com qualquer pessoa, ou existe parâmetros; Existe apoio ao desenvolvimento de equipes;
14. De que forma são aplicadas as afirmações, quanto a Missão da empresa, e se corresponde a realidade, se a ação responde ao lema estampado em seus principais materiais promocionais; e quando ele foi atualizado pela ultima vez;
15. O Organograma assemelha-se a uma pirâmide ou foi achatado.
Pensando o Futuro – As Melhores Técnicas de Liderança para uma nova Era.pg 151
| | Comentar »Os Tipos de Coach
Existem algumas distorções quanto ao termo e ao seu real significado neste papel. Para enfatizar as diferenças, chamaremos de “cliente” a pessoa a quem o coach atende. É o coach que dá suporte ao “cliente”, serve ao cliente e não o contrário. Mesmo que seja um líder apoiando pessoas do seu time, ele está a serviço do time e não o inverso.
O termo inglês coach se deu origem, no mundo dos esportes e designa o papel de treinador, preparador, “o técnico” como conhecemos.São 4 os “tipos de Coaching” :
Coaching de Vida (Life Coaching)
Focado em estratégias de vida. Neste processo, o cliente recebe orientações de como refletir sobre as principais áreas de sua vida, e como melhorar seus pontos fracos e estabilizar seus pontos fortes, o objetivo é melhorar a satisfação pessoal.
Coaching Executivo (Executive Coaching)
Ideal para quem deseja melhorar sua carreira,o estudo inclui, o traçado de estratégias para potencialização das atividades profissionais. Focos principais: liderança, assertividade, planejamento, interlacionamento com equipe e, oratória, etc. O principal objetivo, é desenvolvimento de carreiras.
Coaching de Carreira (Carreer Coaching)
Essa modalidade é ideal para quem está insatisfeito com sua atual carreira, e deseja fazer uma mudança de área, Muito procurada por recém formados, executivos e diretores de empresas, É uma boa alternativa, pois o processo permite a reconstrução da carreira, com um modelo de estratégia bem focada, aumentando assim o índice de acerto.
Coaching Esportivo (Sportive Coaching)
O Coaching esportivo é bem atual, pois foca em atletas, com objetivo, de aumentar seu rendimento e confiança nas competições. Esse trabalho pode ser feito individualmente ou com grupos. Utilizada, tanto em atletas de futebol ou com atletas de seleção brasileira, campeões do mundo. Essa modalidade de Coaching é muito utilizada nos EUA e na Europa o principal objetivo, é desenvolver técnicas para concentração, equilíbrio emocional e formas para melhorar o desempenho físico e técnico.
Pensando o Futuro – As Melhores Técnicas de Liderança para uma nova Era.pg 151
| | Comentar »Coaching – Diversas Perspectivas em Busca De Um Foco
Segundo O‘ Neill (2.001, p.23), “ a essência do Coaching de Executivos é ajudar os líderes a resolver seus problemas e auxiliá-los a converter o que aprenderam em resultados positivos para a organização”.
Witherspoon (1996) “Coaching executivo é um processo de aprendizagem-ação para elevar a ação eficaz e a agilidade de aprendizagem”.
Whitmore, um dos pioneiros na área de Coaching Executivo e com visão marcante humanista, diz que “Coaching é desencadear o potencial da pessoa, para maximizar seu próprio desempenho. É mais auxiliá-lo a aprender, do que ensiná-lo”.
Bluckert (2006, p.2) “ Coaching é a facilitação de aprendizagem e desenvolvimento com a finalidadee de melhorar a performance e enfatizar a ação eficaz , o atingimento de metas e satisfação pessoal. Isto envolve invariavelmente crescimento e mudança, seja ela de perspectiva, atitude e mudança, seja ela de perspectiva, atitude ou mudança”.
Segundo Gonzales (2005), as definições são baseados em alguns aspectos:
Movimento: Explora caminhos de aprendizagem e transformação;
Relacionamento: Confiança, apoio e reflexão como instrumentos de aprendizagem;
Processo: Diálogo e colaborativo;
Contexto: Compreensão das condições nas quais o Coaching atua.
Pensando o Futuro – As Melhores Técnicas de Liderança para uma nova Era.pg 151
| | Comentar »Coaching: Um Compromisso Com Resultados E Realização
É um papel extremamente valioso, muito usado nas organizações atualmente, nasceu da necessidade de um profissional, que mobilize lideranças pelo sucesso dos negócios, que assumisse uma posição centralizada, com conhecimento de processos, capacidade para reconhecer padrões e tendências, mudanças de comportamentos, flexibilidade, habilidades, focadas em pessoas e resultados. É uma junção de competências técnicas e capacidades específicas, das quais um bom programa de treinamento pode dar conta perfeitamente. É um relacionamento no qual uma pessoa se compromete a apoiar outra a atingir um determinado resultado: seja ele o de adquirir competências e/ou produzir uma mudança específica. Mas não significa um compromisso apenas com os resultados, mas sim com a pessoa como um todo, seu desenvolvimento e sua realização. Ele realiza um processo de medição do sucesso alcançado, balisando dados concretos e transformando em números. Atua no campo do desempenho, resultado e realização pessoal – e influencia no desenvolvimento de padrões éticos, comportamentais e de excelência.
Através do processo de Coaching, novas competências surgem, tanto para o coach quanto para seu cliente. É um processo útil, para o aumento da produtividade, além da melhora da autoconfiança, de quebrar barreiras de limitação, para que as pessoas possam conhecer e atingir seu potencial máximo. É um treinamento que produz mudanças positivas e duradouras.
O Coaching é mais do que um treinamento, ele,assessora o cliente no processo, levando-o a refletir, definir ações e, principalmente, agir em direção a seus objetivos, metas e desejos. O coach permanece com a pessoa desde o momento em que ela inicia suas habilidades, até o momento em que ela começa a atingir resultados, e permanece, até o final do processo.
Pensando o Futuro – As Melhores Técnicas de Liderança para uma nova Era.pg 151
| | Comentar »Jogue Fora As Laranjas Podres Antes Que Elas Contaminem As Outras
1 – Como é que se tiram as laranjas podres de dentro da empresa? (David Michalek, Bartlett, Ilinóis)
Para início de conversa, ponha de lado a podadeira e pegue logo uma serra elétrica. Saiba que não há nada mais prejudicial para uma empresa do que a atitude de indiferença, condescendência e tolerância da chefia para com um, dois ou três funcionários arrogantes. Esse tipo de gente mina a confiança e o moral da companhia. Sem essas duas coisas, fica mais difícil produzir o vínculo necessário entre colaboração e velocidade — isso sem falar que a presunção desses funcionários tira toda a graça do trabalho.
Antes, porém, de discorrermos sobre a melhor maneira de você se livrar desse tipo de gente — laranjas podres, certo? — é preciso deixar claro quem são essas pessoas. Em qualquer empresa, podemos dividir os empregados em quatro categorias se os analisarmos de acordo com duas dimensões distintas: desempenho — isto é, sua capacidade de produzir os números esperados — e o grau de excelência com que transmitem os valores cultivados pela empresa. Bem, “valor” é uma palavra imponente e um tanto vaga; na verdade, ela se refere de fato a “comportamentos”. Quando uma empresa faz referência a valores, está implícita aí a idéia de como a organização espera que seus empregados se comportem. Essa é a razão pela qual a maior parte das listas de valores apresentam virtudes como integridade e imparcialidade.
Trata-se de elementos necessários, mas qualquer uma dessas listas pode — e deve — estar ligada a objetivos estratégicos, de modo que a empresa possa, por exemplo, agregar valores como pensar e agir globalmente, cultivar o trabalho em equipe, promover explicitamente a velocidade e resolver com urgência qualquer problema. Bem, voltemos agora aos quatro tipos de empregados. O primeiro deles é aquele que apresenta bom desempenho e cultiva valores positivos. Com vencedores assim, gerir a empresa é muito fácil — basta incentivar o comprometimento, recompensar quem merece e incentivá-los a seguir adiante, ambicionando coisas mais altas. A segunda categoria é a dos funcionários que não apresentam bons resultados e não têm o comportamento adequado. Neste caso, a solução também é muito fácil: mostre a eles a porta da rua.
O terceiro tipo de empregado apresenta resultados medíocres no primeiro ano, mas tem aqueles traços de comportamento que você considera necessários, portanto os gerentes deveriam conceder a essas pessoas bem-intencionadas uma segunda ou uma terceira chance. Esse funcionário pode até ter um desempenho abaixo do desejado, mas não é de forma alguma um profissional presunçoso. Não, presunçoso é o quarto tipo de empregado.
Este último indivíduo é do tipo que apresenta os resultados esperados, mas não põe em prática os valores da companhia. Você conhece o tipo, não é verdade? Ele pode ser encontrado em todos os departamentos da empresa, e está presente em quase todas elas. Esses indivíduos costumam ser mesquinhos, reticentes ou arrogantes. Muitas vezes, tratam muito bem os outros, e logo em seguida saem distribuindo pontapés. Muitos são do tipo solitário, frio; outros são mais volúveis, e mantêm as pessoas à sua volta em um estado aterrador de sujeição. Apesar de tudo, muitas vezes esse quarto tipo de empregado sai ileso de tudo em que se mete. É claro que o chefe desse sujeito pode até censurá-lo, mas depois, tudo volta ao que era antes. Não há remorsos. Na verdade, é provável que muitos de nós já tenhamos nos sentido culpados em algum momento por permitirmos que aquele desejo imenso de bons resultados cubra os pecados decorrentes do comportamento perverso de um determinado funcionário. Suspiramos indiferentes e simplesmente desviamos o olhar. Está errado! Se você tem problemas com indivíduos assim, tem de lidar com a situação de frente. Esse é um processo que só pode ser deflagrado se houver um estalo na cabeça das pessoas de que é preciso mudar. É importante que a liderança entenda que o tipo arrogante prejudica a empresa mais do que se possa imaginar.
Embora esses indivíduos produzam resultados excelentes, o dano paralelo à cultura e à competitividade da companhia como um todo é muito maior. No momento em que a liderança compreende que é imprescindível mudar — e sente bem lá no íntimo essa necessidade — torna-se imperioso livrar-se dos tipos arrogantes. Cabe à gerência certificar-se de que todos na empresa estão a par dos valores da companhia. Deve-se demonstrá-los, fazer elogios pródigos a eles e recompensar os que os praticam. Por fim, deve-se falar deles a ponto de sufocar todos na empresa com sua importância. O fato é que os valores precisam estar de tal modo visíveis aos empregados que, se alguém não os vivencia, torna-se um verdadeiro estranho no ninho que é logo identificado. É como se um jogador dos Yankees aparecesse devidamente uniformizado no banco do Red Sox. Mas, para acabar com os arrogantes dentro da empresa de uma vez por todas, só mesmo despedindo-os com enorme alarido.
É errado demitir alguém por violação dos valores corporativos e depois atenuar o evento com uma história do tipo “Joe saiu porque queria passar mais tempo com a família”. O líder tem de dizer a verdade: “Joe teve de ser mandado embora porque não sabia pensar globalmente”, ou caso a diversidade faça parte do conjunto de valores da companhia: “Joe foi convidado a se retirar porque fazia discriminação de sexo e cor na hora de contratar um funcionário novo”. Toda vez que você se livrar de um tipo desse, não perca a oportunidade de fazer da ocasião um momento de aprendizagem. As pessoas compreenderão imediatamente que o comportamento arrogante tem um preço alto.
É verdade que nem todas as empresas estão dispostas a se livrar dos funcionários presunçosos. Alguns deles passarão batidos porque têm um desempenho fenomenal, ou porque seu mau comportamento é assustadoramente sutil. Jamais desista, porém, de separar as laranjas podres das saudáveis. Conservando-as, você fará um péssimo negócio.
Jack Welch com Suzy Welch- Autores do best-seller internacional Paixão por Vencer. agendadolider@abril.com.br
| | Comentar »Coaching: O Diferencial Estratégico Dos Grandes Líderes
Coaching é uma parceria estabelecida entre Coach (profissional) e Coachee (cliente) buscando atingir objetivos, resultados, metas, sucesso, transformação. Resumindo em uma frase, o Coaching leva voce de onde está – situação atual- para onde deseja. Claro que existem técnicas, modelos e processos para isso, e o sucesso vai depender de comprometimento e foco do cliente, e feeling do profissional.
Os resultados são extraordinários, em termos de faturamento, retenção de talentos nas empresas, aumento de lucros, desenvolvimento pessoal e profissional. Também foca orientação de carreira, preparação para novos desafios, desenvolvimento de competências, busca de satisfação pessoal e profissional. É realmente fantástico, envolvente, abrangente e inovador.
Há um Coaching específico para cada perfil: Coaching para Executivos, Lideres, Equipes de Alta Performance, Business…. mais focados no universo corporativo. E há o Coaching Pessoal, ou Life Coaching.
Líder-Coach, ou coaching para líderes, é uma abordagem mais específica para líderes e gestores, um curso que traz um diferencial à sua empresa, permitindo que além de foco em resultados haja desenvolvimento pessoal e profissional de toda a equipe. É o diferencial de excelência dos grandes líderes.
O Coaching Pessoal ou Life Coaching, menos conhecido ainda que os demais, por atuar em área muito ampla e fora da órbita empresarial, objetiva planejamento estratégico de vida e equilíbrio entre seus vários aspectos (saúde, profissão, equilíbrio emocional, finanças, vida familiar, lazer, espiritualidade). À primeira vista pode parecer simples, mas um balanço da Roda da Vida (uma técnica de Coaching) geralmente evidencia muito desequilíbrio entre vida profissional e pessoal, além de falta de motivação, ideais e sonhos deixados pelo caminho, falta de ânimo e saúde.
É um coaching que também busca alcançar resultados traçando metas para atingi-los, com objetivos semelhantes ao Coaching Executivo, porém focados mais à vida pessoal, em seus vários aspectos.
Pode ser individual ou em grupo, para adultos ou jovens, inclusive para fase pré- vestibular, buscando definir um caminho congruente com seus valores.
Coach e cliente descobrem juntos as melhores soluções, sempre alinhadas aos valores pessoais, missão de vida e objetivos mais profundos, traçando estratégias adequadas para cada caso. Ajuda na busca do equilíbrio pessoal, profissional e até espiritual, levando a um envolvimento total e estado de presença nas diversas esferas da vida. Voce atinge resultados significativos.
Um aspecto importante de qualquer tipo de Coaching é o que chamo de FARM: Foco, Ação, Resultados e Melhoria Contínua. Dentro e fora de voce. Em sua vida profissional ou pessoal, desenvolvendo seu pleno potencial. É fantástico perceber o brilho nos olhos de cada um, antes escondido. É difícil falarmos em realização pessoal, expressão de talentos , performance e desenvolvimento profissional, sem equilíbrio e harmonia nas diversas esferas e níveis de nossas vidas.
O Coaching é um trabalho muito focado: ele não interpreta porque voce não está lá onde queria, e o que no passado causou isso. Ele observa isso, analisa onde voce está e todos os aspectos envolvidos nessa questão, e pergunta: ONDE VOCE QUER CHEGAR? O QUE VAMOS FAZER PARA CHEGAR LÁ? COMO PODEMOS MUDAR ESTA SITUAÇÃO? QUAIS OS OBSTÁCULOS E RECURSOS NECESSÁRIOS NESSE PERCURSO? E SE VOCE NÃO TEM AQUELES NECESSÁRIOS, COMO DESENVOLVER NOVOS RECURSOS OU DESPERTAR OS ADORMECIDOS?
Além de lidar com mudanças, cenários difíceis, stress, padrões limitantes de pensamento ou comportamento, e desenvolver uma nova consciência. Como vemos, é uma ferramenta que leva líderes a alta performance e padrões de excelência. Pessoas à autoliderança e autogestão, muito mais perto de seus sonhos.
Lucy Cintra: Coach Executivo, Profissional e Pessoal, com certificação internacional. Trainer, Master e Practitioner em Neurolinguística (PNL). Trainer em Desenvolvimento de Talentos e Consciência. Trainer em Lider-Coach. Palestrante. www.lucycintra.com.br lucy@lucycintra.com.br
| | Comentar »O que é Coaching?
O Coaching é uma ferramenta extremamente importante. É um processo que ensina o cliente a transformar intenções em ações que geram resultados; a transformar sonhos e possibilidades, em realidade. Este processo ajuda o cliente a desenvolver suas habilidades, competências e potencialidades, tornando-o mais eficiente, seguro e pronto para enfrentar os desafios do mercado de trabalho ou dos relacionamentos pessoais e familiares. Esta atividade profissional é a que mais cresce na Europa e nos Estados Unidos.
O Coach é um profissional que se compromete a apoiar pessoas a atingirem determinados resultados na vida, seja ela no âmbito profissional ou pessoal. Neste processo, podem envolver uma competência ou comportamento específico ou um conjunto de atitudes que acarretam numa grande transformação na vida. Resumindo, assessora uma pessoa ou equipe a atingir um resultado específico ou a modificarem comportamentos limitantes.
O Coaching é feito a partir de reuniões periódicas, geralmente uma hora por semana. Durante as reuniões o Coach irá conversar com o cliente a respeito do desenvolvimento das competências e ações para se alcançar um objetivo. Ajudando o cliente a identificar, esclarecer ou resolver questões que o incomodam. O cliente sempre sai da sessão com alguma atividade ou tarefa a ser executada, para que ele possa alcançar seus objetivos com mais facilidade.
http://www.portalfox.com.br/o_que_e.asp
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