Pagamento das Férias Atrasado: Profissional Tem Direito De Receber Em Dobro!

Postado em 6 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Determinação é do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e foi feita por meio da Orientação Jurisprudencial 386

Quem vai sair de férias da empresa, na maior parte das vezes, quer aproveitar este momento para viajar com a família ou mesmo fazer, por exemplo, um curso no exterior. Acontece que, muitas vezes, a empresa não paga em tempo hábil o trabalhador, frustrando os planos destes, que, em muitos casos, já contavam com o dinheiro.

Por conta da recorrência de casos assim, o TST (Tribunal Superior do Trabalho), por meio da Orientação Jurisprudencial 386, determinou que, se a empresa atrasar o pagamento das férias, ela deverá pagá-la em dobro.

Porém, segundo explica o vice-presidente do Instituto dos Advogados, Euclydes José Marchi Mendonça, a medida não obriga todos os juízes a segui-la, mas indica o entendimento atual do TST sobre o assunto.

“É mais um reflexo de um Brasil que não cumpre com as obrigações, obrigando o judiciário a tomar uma medida moralizadora”, diz ele.

O que diz a CLT?

De acordo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em seu artigo 145, o pagamento da remuneração das férias, mais um terço, deve ser efetuado em até dois dias antes do início do recesso do trabalhador.

Além disso, o profissional tem o período de até um dia antes de completar um ano das últimas férias ou de sua entrada na empresa para gozar do recesso, sendo que caso este prazo seja descumprido, segundo o artigo 137 da CLT, o pagamento deverá ser em dobro.

Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney

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Feriado a Vista: Atividades Fora Do Expediente Que Ajudam Profissionais

Postado em 6 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Confira os hobbies que ajudam empresários a relaxar e contribuem para que seus negócios prosperem

O hobby é uma denominação em inglês dada para uma atividade de entretenimento livre em que pessoas realizam sozinhas ou em grupos. A correria e o estresse do trabalho levam muitas pessoas buscarem um refúgio para toda essa correria. Assim, essas práticas tornaram-se a principal ‘válvula’ de escape para muitos empresários.

O hobbie do advogado Alexandre Moraes e Souza, sócio do escritório de advocacia e consultoria jurídica Moraes & Souza, está ligado a sua fascinação pela Segunda Guerra Mundial. “O meu hobbie, se é que pode-se assim considerar, é colecionar e assistir filmes da Segunda Guerra Mundial (além de documentários), de preferência aqueles que narrem histórias reais. Já possuo um pequena coleção com 50 títulos a qual espero aumentar, apesar de certa dificuldade em encontrá-los. É um entretenimento que realmente me distrai, não só assistindo, mas, como também, a busca por eles, bem como as conversas e discussões sobre os mesmos com outras pessoas que igualmente apreciam a história da 2ª. Guerra.”

A leitura sempre foi hábito na vida da empresária Patrícia Heine, sócia da loja Abitari. A paixão pelos livros foi tanta, que Patrícia fez desse hábito um hobby. “A leitura faz com que eu esteja antenada com as atualidades e novidades do mercado, sempre empregando em minha rotina”, afirma a sócia. A Abitari existe há três anos e tem uma proposta diferenciada: cuidar de seus clientes, oferecendo o que há de melhor em atendimento e em objetos e móveis de design.

Para o sócio fundador da construtora e incorporadora Pinheiro Pereira, Cláudio Acyr, a pesca esportiva é a grande aliada nos momentos difíceis no cotidiano na empresa. “Com a pesca consigo afastar as preocupações rotineiras e pensar em novas idéias para impulsionar os negócios da incorporadora”. Cláudio já participou de diversas competições e grupos de pesca no Brasil.

Já Raquel Bianchi, diretora financeira da agência de publicidade Bloom Design, escolheu um hobbie que a fizesse se desligar totalmente do trabalho e a atividade escolhida foi uma que ela conhece desde a infância – Ballet. “Sempre gostei de tudo relacionado a dança, por isso, recentemente, voltei para as aulas de ballet. Não praticava desde pequena e já tinha esquecido como é prazeroso, mas, ao mesmo tempo, requer disciplina, equilíbrio e concentração. Quando estou dançando preciso estar totalmente focada e os problemas do trabalho acabam ficando do lado de fora da sala.”

Nas fotos, as executivas Raquel Bianch,Patrícia Heine e o advogado Alexandre Moraes. Crédito: André Teixeira

Para o empresário Raphael Góes, sócio diretor do Grupo TKC/ Todeschini, nada melhor do que liberar energia do que praticar o kitesurf. Essa modalidade é um esporte aquático que utiliza uma cafifa (também conhecida como papagaio) e uma prancha com uma estrutura de suporte para os pés. “Eu tenho o kitesurf como um hobby e já o pratico a aproximados 3 anos”. O empresário se sente um homem de sucesso desde que começou a praticar o esporte, e acredita que todos devem ter um tempo para si e nada melhor do que através de um hobby.

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Táticas Para Receber O Aumento Tão Desejado

Postado em 6 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Falar com o seu chefe sobre aumento é, no mínimo, delicado. É preciso colocar a ansiedade de lado e estar seguro do seu talento.

Estava conversando com um jovem vendedor, que estava muito insatisfeito com o seu salário, e ele me disse: – Puxa vida Julio Sergio, me ajuda a pedir um aumento. Eu falei: – Olha, há algumas táticas para fazer isso. Na maior parte das vezes, as empresas não reconhecem o nosso talento. Eu acho que esse é o seu caso.

Foi então que recomendei: – Sabe o que você deve fazer? Vai lá, procura o seu chefe, tenha uma conversa franca com ele e pergunta se ele está satisfeito com o seu trabalho, com seu desempenho. Se ele disser que sim, que é o que você espera ouvir, então você fala: – Chefe, eu estava precisando de um reconhecimento maior para o meu esforço. Preciso de um aumento.

Aí, você descreve tudo que você tem feito pela empresa e que justificaria esse aumento. Tudo de forma tranquila, sem se exaltar, sem chorar, sem ser piegas – ou seja, ser humilde demais. Leve o chefe a ter uma conversa clara com você. Pode ser que ele descubra que, realmente, foi injusto com você, não reconheceu seu talento.

Agora, para pedir aumento você deve estar preparado para receber um não. Se receber um não, saiba que o mundo não acabou ali. Significa dizer que seu chefe não reconhece todo aquele talento que você imagina ter ou que ele não tem condições para te dar um aumento. Para cada uma das situações existem alternativas.

O que você não pode é trabalhar insatisfeito sem compartilhar com seu chefe suas insatisfações. Até mesmo as suas queixas. Chefe por ser chefe precisa cuidar dos seus subordinados. Desenvolva uma tática, veja o melhor momento para falar com ele e vá buscar o aumento que você se julga no direito. Boa sorte e cuidado com esse dinheiro extra que você vai receber. Como sempre digo, dinheiro não admite desaforo.

Julio Sergio Cardozo

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O Que Você Gostaria De Dizer Ao Seu Chefe?

Postado em 6 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso (Clima Organizacional) ·  

Portanto quero deixar aqui o convite para todos os leitores contarem seus segredos, sonhos, frustações e tudo o que o motivo ou o aborrece no ambiente de trabalho, isto pode ser através do anonimato ou não, fica a critério de cada um. Tenho certeza que com este conteúdo podemos encontrar muitas sem

No dia 20 de agosto escrevi um artigo chamado “Como escrever em Blogs”, mas confesso a vocês que na última hora resolvi mudar o título, pois originalmente era para ter o seguinte título: A Arte de Blogar…me arrependi, pois continuo achando que blogar é uma arte, mas tudo bem.

Este artigo foi bem comentado, recebi alguns comentários através do próprio espaço para comentário do blog, outros por e-mail e alguns até pessoalmente, foi muito bacana. Um dos leitores o qual também é nosso colaborador deixou o seguinte comentário:

Thiago Blauth Ferrei• 1 semana atrás

Realmente para blogar tem que se ter paixão pela escrita! Estou lendo um ótimo livro “Blogging Heroes” onde todos afirmam o mesmo Blogar sem paixão cedo ou tarde faz com que o blog fique sem vida e por fim morra! Todos podem pintar, agora como um Da Vinci, Picasso são poucos!

Acredito que todo escritor/blogueiro também é um leitor nato, comigo não poderia ser diferente, então resolvi comprar o livro que o Thiago recomendou – “Blogging Heroes”. Estou lendo e pelo pouco que li já posso recomendar, trata-se de várias histórias de blogueiros. Depois que terminar a leitura coloco aqui as partes que mais me chamaram a atenção.

Porém teve um Blogger que já me chamou a atenção, o seu nome é Frank Warren. Ele criou um blog chamado POSTSECRET, e começou com uma idéia totalmente fora dos padrões normais.

Em 2004 ele começou a entregar cartões postais em branco com o seu endereço para pessoas aleatórias em pontos de metrô e pedia para que estas pessoas lhe enviassem segredos, qualquer tipo de segredo, porém de modo que os cartões chegassem anônimos e isto seria parte de um projeto de arte comunitário.

Desde então começaram a chegar muitos cartões com todo tipo de confissão, tais como:

-Eu trabalho em uma loja da Apple e julgo você pela cor do Ipod que você escolhe;

-Eu parei de praticar karate em função de um ataque de pânico;

-Etc.

Depois que Warren fez uma pequena exposição, ele decidiu colocar estes cartões em um blog e assim nasceu o POSTSECRET, então todo sábado a noite ele seleciona cuidadosamente 20 cartões e coloca em seu blog.

Assim que li esta parte do livro tive a seguinte idéia: porque não abro um espaço aqui no blog para as pessoas confessarem anonimamente as suas emoções em relação ao seu trabalho?

Frequentemente escuto alguém lamentar sobre seu chefe, condições de trabalho, salário, jornadas de trabalho, etc.

Também é verdade que muitas pessoas estão satisfeitas e cheias de energia e então contam os seus sonhos, planos, aspirações, etc.

Eu sou um curioso confesso, por exemplo, quando estou nos aeroportos fico olhando para as pessoas e pensando como será a vida delas, para onde estão indo, se estão felizes, quais são seus sonhos, frustações, etc. Não questiono por uma questão de educação e de “sanidade mental”, já pensou se aparece alguém do nada fazendo uma entrevista com você em pleno saguão do aeroporto???? Você deve pensar, de onde saiu este louco…risos.

Portanto quero deixar aqui o convite para todos os leitores contarem seus segredos, sonhos, frustações e tudo o que o motivo ou o aborrece no ambiente de trabalho, isto pode ser através do anonimato ou não, fica a critério de cada um.

Tenho certeza que com este conteúdo podemos encontrar muitas semelhanças e idéias novas.

O Título deste artigo é provocativo apenas para chamar a atenção do leitor sobre o teor da conversa, porém não é tema limitador para as nossas confissões e segredos.

Espero ansiosamente pelo primeiro de muitos comentários. Espalhem estas idéias para seus amigos e confira aqui os mais quentes segredos ocultos.

Obs: Postei este artigo ontem em meu blog, caso você tenha interesse em verificar os comentários já feitos ou queira participar deste forum, por favor, concentrem os comentários no seguinte endereço: http://twitthis.com/6qfav5

Forte Abraço,

Alexandre Silva

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O Que Fazer Ao Receber Uma Contraproposta

Postado em 6 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Que surpresa! Você recebeu uma contaproposta ao pedir demissão. E agora??o que decidir?

Você recebeu uma proposta de emprego, foi ao seu chefe e pediu demissão. O chefe ficou muito chateado, porque gosta de você e, pior, soube que você vai trabalhar para o concorrente. Eis que aí ele faz uma contraproposta idêntica ou, até mesmo, melhor do que você vai receber na outra empresa. Quando falo em receber, não quero dizer apenas salário. Pode ser um conjunto de componentes de uma remuneração, por exemplo, os benefícios indiretos, as bonificações.

Se você ficar realmente tentado a sair, reflita se está na hora de sair e não aceitar a contraproposta. Quando comandava a Ernst & Young, em todas as vezes que essa situação ocorreu, sempre disse que precisava do funcionário e que reconhecia o seu talento. O que resultava em uma contraproposta para retê-lo. Mas lá no meu íntimo eu queria dizer: É melhor você ir.

Sabe por quê? Porque há momentos em que é preciso experimentar o que existe lá fora. Senão, corre-se o risco de sempre viver com essa angústia de ter tomado a decisão errada. Para não ficar com aquela dúvida “Ah, não seria melhor ter saído?”, o melhor a fazer é sair. Se você tem uma contraproposta que lhe agradou, meu conselho honesto é vá embora.

Outra questão muito recorrente é o temor de ficar carimbado na empresa por pedir demissão e não ter se desligado dela, por ter aceito a contraproposta do atual empregador. Muitos acreditam que tempos depois não conseguirão uma promoção. Olha, não conheço empresas que fazem isso. Se sua empresa fizer isso, melhor nem discutir a contraproposta.

Se a empresa fez a contraproposta é porque reconhece a necessidade de mantê-lo no cargo, aposta no seu talento. As promoções vão aparecer se você estiver credenciado para elas. Não tenha medo de discutir uma contraproposta. Se a empresa a está fazendo é porque acredita em você. Encare, então, uma contraproposta como um elogio e boa sorte!

Julio Sergio Cardozo

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Como Recrutar Talentos Conduzindo Bem Uma Entrevista

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Por mais que sejam indiscutíveis os benefícios de contar com profissionais de Recursos Humanos especializados na hora de recrutar os melhores talentos para a empresa, é fato: organizações de pequeno e médio porte muitas vezes não contam com um departamento estruturado para cuidar do capital humano. E, nesse cenário, são gerentes e diretores quem geralmente precisam usar de muita perspicácia para perceber quais são os melhores profissionais para integrar seu quadro. Para que a missão seja realizada com sucesso, especialistas em RH dão dicas para quem quer realizar a tarefa não apenas com base no feeling, mas com alguma técnica.

No caso de uma empresa sem RH, o ideal é que a entrevista de emprego seja realizada por quem solicita a vaga. “Essa pessoa poderá avaliar o novo talento de forma técnica, com base nas atividades que serão atribuídas a ele”, explica Iaci Jacomassi, da Expoente Recursos Humanos. Já Paulo Henrique Rocha, consultor da Corrhect Gestão em Recursos Humanos, diz que a participação próxima do gestor direto do novo contratado no processo pode ser muito enriquecedora. “Afinal, ele tem uma visão macro em relação aos departamentos e ao business da organização e pode detectar a real parcela de contribuição do novo colaborador, bem como a possibilidade de desenvolvimento desse capital humano”.

 Ambos destacam, no entanto, que a falta de uma área de Recursos Humanos estruturada pode deixar o processo de recrutamento bem complicado. “Profissionais não especializados em RH podem encontrar dificuldades em diversas etapas do processo de seleção, desde a captação de currículos de novos talentos até a escolha final”, alerta Iaci.

 Paulo Henrique explica por que entrevistar e encontrar a pessoa certa para a vaga não é assim tão fácil. “Uma das principais ações para a realização de um processo de recrutamento e seleção com assertividade é a construção do perfil”. O cuidado nessa primeira etapa é muito importante, pois a definição do perfil técnico e comportamental do candidato ideal vai definir todas as etapas seguintes da seleção.

 Para definir as características ideais do candidato certo, o recrutador tem de estar atento a alguns pontos essenciais, como missão, visão e valores da empresa, assim como a maneira como o novo contratado pode se encaixar na equipe e com suas estratégias corporativas.

Erros e acertos

 Prestar atenção às características psicológicas do candidato é primordial. “As competências técnicas muitas vezes podem ser lapidadas e moldadas com cursos, treinamentos e especialização. Ao contrário dessas, as comportamentais dificilmente serão alteradas”, afirma Paulo Henrique.

 Iaci ressalta que realizar o processo sem o conhecimento necessário para entrevistar e escolher novos talentos pode trazer prejuízos. “Um erro comum é a contratação de um novo talento que não se encaixa com a filosofia da empresa ou não atinge às expectativas”. Os prejuízos da má-contratação são os custos que admissões e demissões geram para a empresa, já que o novo funcionário precisa ser, então, substituído, além da perda de tempo tanto do contratante como do contratado.

Entrevista certa

Algumas dicas do consultor Paulo Henrique Rocha ajudam quem vai entrevistar:

- Ser claro com o candidato quanto ao processo de seleção e às expectativas da empresa.

- Fazer análise prévia do currículo do candidato é essencial. Isso facilita o questionamento do histórico profissional.

- Dar feedbacks, tanto positivos quanto negativos, é uma forma de mostrar comprometimento com os candidatos.

- Não invadir jamais a privacidade do entrevistado.

- Não fazer entrevistas com mais de um candidato ao mesmo tempo.

- Ser pontual. Sempre.

Paulo Henrique Rocha, consultor da Corrhect Gestão em Recursos Humanos

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Quais os Diferenciais Entre Mulheres E Homens No Ambiente De Trabalho?

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Por muitos anos, ocorreram estereótipos em relação às diferenças comportamentais entre homens e mulheres, notadamente no âmbito organizacional. Mas, até que ponto algumas afirmações podem ser considerada verdade ou preconceito? Recentemente, a Thomas Brasil aplicou um instrumento de Análise de Perfil Pessoal (PPA), junto a um grupo de 600 pessoas, sendo 300 homens e 300 mulheres. O resultado desse trabalho revelou que as mulheres apresentam uma tendência a serem mais influentes e verbais que os homens. Eles, por sua vez, mostram uma tendência de se revelarem mais diretos e focados em resultados, quando comparados ao sexo oposto.

Para falar sobre esse trabalho, o RH.com.br convidou o consultor especialista em gestão comportamental, Edson Rodriguez que participou da realização dessa pesquisa. Segundo ele, as mulheres são mais firmes em relação às suas próprias ideias e menos propensas a seguir linhas de procedimento ou padrões pré-estabelecidos. A diferença para os homens nesse quesito é pequena, mas ainda assim, paradoxal. “Os homens são mais móveis e ativos, mas não necessariamente mais flexíveis ou adaptáveis, nisso, paradoxalmente, as mulheres levam vantagem”, complementa. Confira a entrevista na íntegra e faça uma reflexão se existe ou não diferenças comportamentais que tornem mulheres e homens tão diferentes no ambiente corporativo. Boa leitura.

RH.com.br – Recentemente, a Thomas Brasil realizou um trabalho em um grupo de composto por 300 mulheres e 300 homens. Na oportunidade, foi aplicada a ferramenta APP – Análise do Perfil Pessoal, junto a esses profissionais. Qual o perfil dos participantes?

Edson Rodriguez – Os perfis foram escolhidos de forma aleatória em nosso banco de dados, para que tivéssemos uma amostragem abrangente e significativa dos universos feminino e masculino. Assim, pessoas dos mais diversos cargos e áreas profissionais estiveram representadas e em proporções similares entre mulheres e homens.

RH – Qual o principal objetivo da Análise do Perfil Pessoal e como a mesma funciona na prática?

Edson Rodriguez – O grande objetivo da Análise de Perfil Pessoal é identificar as competências comportamentais do indivíduo, seu estilo de comportamento preferido, suas aptidões naturais e seus agentes motivadores. Adicionalmente esse recurso permite identificar como o indivíduo comporta-se sob pressão e qual a “máscara” profissional que usa no momento, bem como se as pessoas estão sob estresse, frustrações ou desmotivado. Esses são aspectos adicionais, mas que também são levantados.

RH – O trabalho desenvolvido pela Thomas Brasil observou diferenças comportamentais significativas entre homens e mulheres. No que ser refere à forma de comunicação, o que foi identificado?

Edson Rodriguez – Sim, observaram-se algumas diferenças. As mulheres, por exemplo, têm mais aptidão para a comunicação e a verbalização, enquanto que os homens são mais concisos e menos verbais. Entretanto, essa diferença não é significativa a ponto de podermos afirmar que as mulheres são muito mais verbais do que os homens. Elas apenas que apresentam uma tendência de serem um pouco mais verbais. Tudo isso em ambientes profissionais, é claro.

RH – Mulheres e homens possuem comportamentos similares, quando trabalham sob pressão?

Edson Rodriguez – Sim. A Análise do Perfil Pessoal mostrou os comportamentos são bastante similares, muito embora os homens apresentem uma ligeira tendência a gostar mais de situações de pressão do que as mulheres. Isso ocorre por que homens são ligeiramente mais “dominantes” que as mulheres. Estas, por sua vez são ligeiramente mais estáveis, apreciam a segurança um pouco mais. Mas, novamente, é uma tendência pequena e que tende a diminuir ainda mais com o passar do tempo.

RH – Os dois sexos permanecem equilibrados diante da necessidade de adaptação aos processos de mudança?

Edson Rodriguez – Nosso trabalho apontou que sim. As pequenas diferenças observadas no estudo não apontam para qualquer desequilíbrio significativo entre homens e mulheres em sua capacidade de adaptações às mudanças. No passado, talvez as mulheres tivessem mais dificuldade, até por uma questão histórica e cultural. Mas hoje, no mundo moderno, elas competem de igual para igual e por isso mesmo o perfil comportamental feminino e masculino estão se aproximando, porque enfrentam os mesmos desafios no ambiente corporativo.

RH – Os procedimentos padronizados no ambiente de trabalho são mais propensos às mulheres ou aos homens?

Edson Rodriguez – Podemos observar que as mulheres são mais disciplinadas do que os homens, até por conta da herança cultural. Mulheres têm mais desconto para seguros de carros, por exemplo, do que os homens. Esse é um indicativo interessante que se repete no ambiente de trabalho, na vida social e até mesmo na comunidade.

RH – Em relação à forma de gerir equipes, são observados comportamentos acentuados entre “eles” e “elas”? Há diferenciais significativos?

Edson Rodriguez – Geralmente os homens mandam. Já as mulheres consultam, pedem. Os homens são diretos, rápidos. As mulheres são mais diplomáticas, mais persuasivas. Isso é mais ou menos um estereótipo e é verdadeiro. O que talvez não esteja claro para todos é o quanto essas diferenças são acentuadas. A resposta é à sua pergunta seria: pouco. Os comportamentos femininos e masculinos na área de gestão tendem a se aproximar cada vez mais.

RH – Diante dessa constatação, o senhor prefere atuar em uma equipe conduzida por um homem ou uma mulher?

Edson Rodriguez – Eu diria que o sexo do indivíduo que conduz a equipe não tem importância, mas sim a sua capacidade em liderar, em dirigir, em dar suporte aos subordinados. Isso é o fundamental e faz a diferença no dia a dia.

RH – Em sua opinião, a mulher continua a ser considerada como “sexo frágil” para atuações estratégicas?

Edson Rodriguez – Tivemos duas presidentas da república na América do Sul, uma primeira ministra na Inglaterra, uma candidata forte à presidência dos Estados Unidos e outra no Brasil. As mulheres definitivamente não são mais o sexo frágil, a não ser em um ambiente social ou romântico, por exemplo.

Patrícia Bispo

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Você Já Se Questionou Sobre A Forma Como Os Outros O Veem?

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Sabemos que, em muitas ocasiões, importa mais o que você parece aos olhos dos outros do que como você é realmente. Por isso, é importante tomar cuidado com seu comportamento, já que é muito difícil ter uma outra chance para causar uma boa primeira impressão.

Na vida profissional precisamos, muitas vezes, nos comportar como se estivéssemos sentados à mesa, em um ambiente refinado com nossos principais clientes. A forma adequada de comportamento depende do ambiente e da cultura de cada região. Por exemplo, palavras que em uma região são usadas normalmente no dia a dia, em outra localidade podem não ser bem aceitas.

A forma de se vestir também muda de um lugar para outro. Por exemplo, nas cidades litorâneas, à beira das praias é permitido trabalhar de forma mais informal, enquanto que em lugares frios, geralmente, as pessoas vestem-se de maneira mais formal. Em muitos lugares fala-se alto, gesticulando-se, enquanto em outras regiões as pessoas falam baixo e de forma tranquila.

A forma como as pessoas foram criadas, suas crenças e seus valores também influem nos comportamentos e nos relacionamentos. E muito mais importante do que o “como se diz” ou “o que se diz” é como os outros o ouvem e o interpretam. E, sem querer, muitas vezes, mesmo com as melhores das intenções pode-se magoar alguém.

Outro detalhe a ser observado é que, no mundo atual, muitas pessoas vivem sob a “Lei de Gérson”, onde levar vantagem em tudo é fundamental. Isso em parte deve-se ao fato da população crescer rapidamente, levando ao aumento da competitividade e à mudança na hierarquia das organizações, com um achatamento dos postos de chefia. Nesse modelo fica difícil aceitar que alguém possa ser simplesmente bondoso e que não queira nos usar para aparecer. A preocupação em manter o emprego, às vezes, nos leva a enxergar “chifre em cabeça de cavalo” e isso pode atrapalhar no relacionamento com os colegas de trabalho.

Além de se preocupar consigo mesmo, o bom profissional também deve tentar compreender o comportamento dos colegas de trabalho Assim, a pessoa adapta-se às diversas situações e aprende a lidar com elas. À medida que o profissional estuda o assunto e o pratica, perceberá que ainda terá muito a aprender.

É sabido que cada pessoa tem uma visão diferente da outra. Cada um ouve e enxerga à sua maneira, em função de sua formação e de suas experiências de vida. Por isso, precisamos estar sempre atentos à nossa imagem perante os outros. Iss não significa que se deve viver preocupado com os outros, mas se comportar adequadamente, de acordo com a sociedade onde estiver inserido. Até porque não sabemos se a pessoa que está nos vendo será nosso futuro chefe ou até empregador.

Há algumas filosofias que acredito que deveriam ser seguidas por todos. Uma delas é a frase de Stanley, que diz: “É necessário que o mundo depois de ti seja algo melhor, porque tu viveste nele”. Sendo melhores, os profissionais levarão as organizações a serem melhores também. Acredito que assim teremos um mundo melhor, já que as organizações, principalmente as empresas, podem ser entidades ou instituições capazes de mudar o mundo.

Outra filosofia que devemos adotar vem do Dalai Lama, e diz: “Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade”. Há alguns modos de fazer isso, entre eles: escrever e divulgar artigos, ministrar palestras e treinamentos, escrever e editar livros. É importante ainda procurar desenvolver-se de modo a atender a essas duas filosofias de vida.

Nem sempre o seu desempenho será suficiente para mantê-lo no emprego. Um comportamento inadequado pode até levá-lo à demissão. E como uma pessoa educada, com boas maneiras, sempre terá um lugar de destaque na sociedade, procure cuidar disso com carinho.

Sonia Jordão

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Criatividade: Um Recurso Humano

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Ser criativo nem sempre é trazer novidades ou ingressar a lugares para criar situações novas. A criatividade está ligada ao fato de gerar ideias. E para isso acontecer você estará relacionando-se efetivamente com pessoas, com objetos e situações, colocando em prática seus conhecimentos, habilidades e atitudes e adquirindo tantas outras.

Desse relacionamento vinculado aos questionamentos, e de você conseguir enxergar novas situações e práticas, você estará percorrendo um caminho desconhecido fazendo de você e seus insights uma pessoa criativa capaz de multiplicar experiências e estratégias.

Fica evidenciado que uma pessoa criativa é aquela que sempre está disposta a deixar padrões e rotinas, indo ao encontro do novo e do que podemos criar para nós mesmos ou multiplicar para nossa equipe de profissionais.

Se nós fizermos uma experiência de sair da rotina, certamente descobriremos alternativas benéficas para uma série de situações e conquistaremos um resultado final com grau de satisfação diferente e que esse diferente possa ser percebido com muito mais qualidade pelos nossos pares, nossos clientes ou por nós mesmos.

Um dos fatores que colabora, para que consigamos caminhar no sentido da criatividade é ter claro a mudança que pretendemos e estar direcionado e focado para o que se deseja mudar ou criar, e não deixar que as respostas prontas conhecidas e que os outros praticam percorram o caminho da mesmice.

Não podemos excluir de nós a possibilidade de buscar alternativas, e fazer com o nosso aprendizado e conhecimento nos tornem aptos a criar novas opções de reflexão, capaz de transformar essa atitude e tomarmos iniciativas de assumir novos caminhos, novos projetos e algo concreto, para que possamos criar alternativas de fazer as coisas e que isso desenvolva em nosso pensamento o fato de estarmos sempre convivendo com novidades e mudanças, investindo no fazer, mas no fazer diferente, utilizando o que de fato podemos descobrir e não sentirmos limitado na questão de mudanças.

O tema criatividade vinculado ao mundo corporativo é uma ação que sempre estará presente como, por exemplo, uma campanha publicitária onde enquanto não surgir um novo produto, a empresa e o seu departamento de marketing terão de ser criativos, buscando novidades mercadológicas. Afinal temos exemplos de produtos que já possuem bons tempos na mídia, e nem por isso podem ficar sem divulgação criativa através de pessoas com essa competência que criam novas expectativas nos consumidores e nós saímos às compras.

A criatividade está ligada ao mundo competitivo, à situações que provocam mudanças e à necessidade de alternativas múltiplas, no sentido de encontrarmos produtos, serviços e pessoas capazes de propiciar mais qualidade; a busca contínua de aprendizado e de novas experiências que agreguem valores ao ambiente profissional e na própria visão de mercado e que contribua na otimização de resultado.

A pessoa criativa aprimora-se em informações e conhecimento, adquire a capacidade de transmitir essas informações e, quem sabe, algo do que ela criou. Agora, quando nos deparamos com pessoas criativas temos que dar total apoio para elas, temos que investir nessas para que elas sejam as multiplicadoras de ações e provoquem transformações. Com isso, conseguimos outras pessoas com essas características e o que nos dará a certeza de que sempre teremos algo novo para planejarmos com criatividade e valorizar esse recurso humano.

Até breve, e boas conquistas!

Mauro Benucci

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Você é um Workaholic?

Postado em 5 de setembro de 2010 · por Profª. Rita Alonso - Recursos Humanos ·  

Workaholic é um termo originado da palavra inglesa alcoholic, que significa alcoólatra, ou seja, siginifica uma pessoa que é viciada em trabalho. Essas pessoas viciadas em trabalho são cada vez mais comuns de encontrar. A busca incessante do sucesso criou esse tipo de profissional que tem verdadeira obsessão por trabalhar e que não conseguem impor limites à sua vida profissional, colocando não só a saúde em risco, mas também a própria carreira. Uma das características comuns a esses viciados em trabalho é a ambição que, na dose certa, funciona como mola propulsora da realização de sonhos, mas em excesso pode levar a comportamentos compulsivos.

A obsessão por trabalho pode acabar com as noções de limite das pessoas, que acabam aumentando cada vez mais o expediente e abrindo mão do resto da vida. E aí não há família e amigos que aguentem. Um workaholic acaba afastando as pessoas e perdendo certos sentidos da vida. Além disso, essa dedicação excessiva pode fazer com que todo o caminho profissional construído desça ralo abaixo. E aí quando perceber a situação pode já estar bem grave. É bastante comum os casos de depressão por excesso de trabalho. Mas impotência sexual, insônia e fadiga são ainda mais corriqueiros. O indivíduo se isola tanto no seu mundo empresarial que esquece do resto. Lazer, família e diversão são totalmente abolidos. Na maioria das vezes, essa obsessão vem de outras insatisfações e o trabalho serve como um escudo protetor, para tirar o foco das verdadeiras razões que estão incomodando. Mas tudo tem solução e o melhor é não deixar a situação chegar ao limite.

É cada vez maior a preocupação das empresas com a qualidade de vida dos seus funcionários e a ideia de que para ser um bom profissional é preciso ser um workaholic já está finalmente ultrapassada. De nada adianta o profissional ser compulsivo pelo trabalho se ele não é feliz. As empresas perceberam que para o profissional ter bom desempenho, não precisa trabalhar 24 horas por dia. Pelo contrário, ele precisa ter tempo para administrar os outros papéis da vida. Em uma entrevista a última coisa que a empresa quer ouvir é que a pessoa vive para o trabalho. O mercado precisa de pessoas que tenham equilíbrio em sua vida e isso significa dar atenção a todos os setores da sua vida. A quantidade de trabalho não significa qualidade. Qualidade é trabalhar com prazer, dando o melhor de si, mas sem prejudicar a sua própria vida. É preciso ter qualidade de vida e um bom começo é ter equilíbrio. O equilíbrio é a palavra-chave para uma carreira bem-sucedida.

E você? Se considera um workaholic?

Mariana Rodrigues

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