O Pecado Na Hora Da Contratação, Falta De Comunicação!
Empresas de pequeno e médio porte cometem erros ao contratar que chegam a ser vistos como absurdos por grandes consultores de RH como Max Gehringer e outros famosos.
A economia está aquecida, vivemos em um momento importante e delicado, onde se torna cada vez mais difícil encontrar bons profissionais, para boas vagas. Isso ocorre com frequência nas organizações, e todo administrador sabe, mas o que será que falta para entender a alma do negocio em pleno século XXI?
Empresas normalmente cometem erros comuns no que se refere a sua gestão de pessoas, isto por que não admitem que o maior patrimônio que ela possui é o humano, e que este deve ser valorizado e muito bem selecionado.
Não quero aqui julgar os métodos de seleção de cada empresa, o que quero destacar são os pontos fundamentais do processo:
INDICAÇÃO, disse já Max gehringer, “Numa situação como a atual, em que há mais candidatos bons do que bons empregos, sempre haverá alguém que peça uma indicação, e sempre haverá a quem atenda o pedido.
E nem é preciso conhecer o rei, basta conhecer alguém bem relacionado dentro da empresa. Vale dizer que quem indica está avalizando profissionalmente o indicado. O que para uma empresa, já é motivo suficiente para atender ao pedido.
Respondendo ao nosso ouvinte, eu diria que as agências de recrutamento e seleção entram no processo quando não existe uma recomendação firme e consistente.”
Ou seja, a indicação é hoje o melhor caminho para se iniciar um processo de recrutamento, se entender que o momento mais importante para uma empresa é o da contratação, iremos entender também que não se pode ser meramente comum e usar dos métodos tradicionais de contratação, deve se ir além, na esperança de conseguir sempre o melhor, sempre o mais preparado, com o melhor currículo, com o melhor perfil. Certo diretor diria que isto é UTOPIA, mas se não pensar assim em todas as coisas da VIDA, como será o seu futuro? O futuro de sua Empresa?
Não se esqueça de compartilhar, um líder é reconhecido por ensinar, transmitir e trabalhar em equipe, então de que adianta estar contratando para uma vaga se ninguém da empresa não está nem sabendo? Cuidado, o crescimento exige muitos detalhes.
Seleção não basta psicólogos, especialistas e seja lá o que for, dizerem a você que X candidato é o melhor, se você sócio proprietário não tiver a chance pessoalmente de aprovar o tal candidato, bem, ai você estará pagando todo mês um salário virtual. Por quê? As expectativas que poderia ter, o mínimo de conhecimento sobre o mesmo, ou até se você não for com a cara do cidadão, não poderão ser explanados depois da contratação, afinal trocar de colaborador não é o mesmo que trocar de meias a hora que bem entender.
Agora se mesmo entendendo a importância e relevância do assunto CONTRATAÇÃO, você prefere terceirizar o trabalho, não reclame da falta de dinheiro no fim do mês, pois ele está indo provavelmente estará flutuando na rede.
alan@bwcontabilidade.com.br – Alan Castro BArbosa
www.administradores.com.br
| | Comentar »O Grande Desafio De Decidir Que Carreira Seguir
O ponto de partida é entender aonde quer chegar, avaliar as opções disponíveis e saber optar por uma delas, afirma professor
A vida é feita de desafios, e poucas coisas são tão desafiadoras quanto a escolha da carreira profissional. Decidir o caminho pelo qual vai caminhar e perseguir objetivos é uma tarefa árdua, que, muitas vezes, deixa os jovens que estão entrando no mercado de trabalho inseguros. Por isso, estar bem preparado e ter foco são coisas fundamentais.
O mercado está a cada dia mais exigente, buscando profissionais bem preparados. Hoje, sem uma graduação e uma pós-graduação no currículo, pelo menos, as chances são mais escassas. E aí é hora de escolher novamente. O que cursar e onde estudar?
Para auxiliar o aluno em questões ligadas à carreira profissional, Eduardo Terra, diretor da UBS (União Business School), lançou no canal de vídeos Youtube uma série intitulada “Carreira e Desenvolvimento Profissional”, onde aborda assuntos mais corriqueiros deste tema, com dicas de como atuar, escolher e decidir o que seguirá.
Nos vídeos o professor tira algumas das dúvidas mais frequentes de quem pretende continuar se aprimorando após a graduação. Ele explica, por exemplo, a diferença entre MBA e especialização e dá dicas de carreira para jovens profissionais.
“O ponto de partida para gerenciar a carreira é entender aonde quer chegar, entender as opções disponíveis e saber optar por uma delas”, afirma o professor Eduardo Terra.
A faculdade
Outro fator importante na hora de tomar uma decisão é avaliar se a faculdade escolhida é a que realmente se adéqua à rotina e ao bolso do estudante, principalmente quando for necessário conciliar os estudos com o trabalho. A UBS (www.ubs.edu.br ou 11-3016-5550), por exemplo – que oferece cursos de curta duração, graduação e pós-graduação – permitindo flexibilidade nas aulas e oferecendo formas facilitadas de pagamento.
www.administradores.com.br
| | Comentar »O Futuro Do Emprego
No ano passado, 730 mil universitários e recém formados se candidataram a 2.334 vagas de estágios e treinees de algumas das mais cobiçadas empresas, entre as quais Microsoft, Sadia, Nestlé, Itaú-Unibanco, Braskem, Unilever. Apesar da abundante oferta de mao de obra, cerca de 3.100 candidatos por vaga, vindo das melhores faculdades do país, 10% dos postos não foram preenchidos.
Responsável pela seleção, a psicóloga Sofia Esteves, já sabe há muito tempo que a maioria dos jovens não passa na peneira por causa da baixa formação (não ter fluência em inglês, por exemplo) e até dificuldade de expressar uma idéia. Isso é, porém, parte do problema.
Uma pesquisa que ela conduziu, concluída no mês passado, com 31 mil universitários, mostra que o assunto é mais complexo e revela um conflito geracional: as empresas não estão entendendo os jovens, formados na chamada era da informação. E os jovens não entendem o que as empresas pedem. “há um modo diferente de encarar o mundo” afirma a psicóloga.
A pesquisa mostra que quase a totalidade dos universitários que disputaram as vagas de treinee e de estagio está habituada a navegar em mais de uma rede social pela internet: Orkut, Face Book. É uma geração que não aprendeu a reverenciar hierarquias, criada num ambiente interativo e colaborativo, com uma enorme variedade de opções. O que existe de habilidade para tarefas simultâneas e velozes, falta em foco e aprofundamento.
É uma atitude reforçada pelo clima familiar como a mudança da relação de autoridade de pais e filhos.
Imagina-se que a empresa possa refletir esse tipo de ambiente com baixa hierarquia e até quem sabe, falta de limites. A pesquisa indicou que entre as cinco razões para se deixar uma empresa, o salário esta em quarto lugar. “a maior motivação não é o dinheiro” afirma Sofia.
Em primeiro lugar aparece a falta de desenvolvimento profissional como a maior razão para não ficar no emprego. Em segundo, praticamente o empatado, não ter ambiente de trabalho agradável e, em terceiro, não ter qualidade de vida.
Detalhando-se as respostas, vemos que muitos imaginam a empresa como um espaço de lazer que proporciona bem estar. Seria quase um clube, movido a criatividade.
Na seleção, essa visão dos candidatos transparece. Para o jovem, o que significa prazer, é na visão do empregador, incapacidade de lidar com a disciplina. Quando um fala em ambiente criativo, outra suspeita de falta de disposição em obedecer a hierarquia.
Em suma, essa geração quer ficar num lugar prazeroso, criativo, onde possa se sentir evoluindo.
Daí se explica a crescente tendência entre os jovens de preferir abrir sua própria empresa, onde talvez até ganhe menos e vivam com mais insegurança, mas consiga determinar seu horário de trabalho.
Tantos candidatos não preenchem tão poucas vagas porque há também uma carência de comprometimento.
Uma parte deles é cortada simplesmente porque não vai à entrevistas. Isso depois de passarem nas duras provas, que exigem entre outros requisitos, além de influencia em língua estrangeira, testes de raciocínio lógico. Lembramos que, nesse caso, eles estão disputando postos em algumas das mais reverenciadas marcas do mundo empresarial.
Sofia diz que certa vez, marcou 18 entrevistas para um sábado. Apenas dois se apresentaram. “Liguei para eles. Muitos não foram porque não conseguiram acordar cedo no final da semana ou tinham marcado naquela hora outros compromissos”.
O problema prossegue depois que elas passam nessa apertadíssima seleção. Cerca de15% dos aprovados não suportaram a pressão e desistiram logo no primeiro ano de trabalho – o que para a empresa é dinheiro jogado fora.
O que se vê aqui é o problema da falta de resiliencia, a dificuldade de suportar as adversidades. Ou, a mais simples a dificuldade de ouvir um não. “alguns saem porque seu projeto não é aprovado e ficou aborrecida” conta Sofia.
A pesquisa revela que os jovens entram na empresa já vendo a porta de saída; 14% acham que deveriam ficar no máximo 4 anos, outros 51% até no máximo 10 anos. O resumo, na visão de Sofia, é que o jovem terá de mudar sua atitude para trabalhar e as empresas terão de mudar seu ambiente de trabalho para atrair talentos. Nem um lugar fechado que iniba a criatividade. – nem tão aberto que pareça a casa dos pais, onde não existe frustração.
Nessa combinação, talvez esteja o futuro do emprego.
Gilberto Dimenstein (Jornal Folha de São Paulo)
| | Comentar »Quem Te Disse?
Um dia alguém te falou que você precisava ser uma única coisa na vida, “tipo assim” ser engenheiro. O que não te disseram é que você poderia ser engenheiro e também ator, e também mais qualquer outra coisa que você quisesse, até um poeta. Quem te disse que uma escolha exclui outra?
Tem gente que às vezes me pergunta: Mas posso mudar de carreira com 40 anos? De chefe de TI passar a ser Gestor de marketing? O rosto da pessoa que me pergunta isto tem uma enorme vontade de mudar, mas o que fazer com o medo da mudança?
Não sei quem foi que disse que em matéria de talentos podemos ter só um na vida. Só posso te dizer que isto é uma grande bobagem, talentos são múltiplos, e se a gente for pesquisar lá dentro de nós e sem medo vai descobrir alguns surpreendentes. Só que às vezes confundimos as coisas, porque não damos espaço para o novo, o deslumbrante. Nunca irei esquecer-me de uma foto que vi. Era a apresentação de uma moça da área de recursos humanos. Na foto ela mostrava o que fazia. E era assim: metade da foto ela estava toda formal vestida a caráter como se veste um gerente de RH, e no outro lado da foto ela estava descabelada e descalça, pintando um quadro no meio da rua. Esta era ela profissionalmente. O que a gente confunde é o trabalho que nos sustenta, com outros que são puro prazer. Talvez você seja um poeta, um escritor, um bailarino, ou até um grande chef de cozinha para os seus amigos. E se esquece que isto também é trabalho. A melhor definição de trabalho que eu conheço é a da possibilidade de transformação de uma cultura. Pois diferentemente de todos os animais do planeta o homem e a mulher trabalham para transformar este mundo. E podem e devem fazer isto usando os seus múltiplos talentos. Trabalho não é apenas ganhar dinheiro, trabalho é defender uma causa, é expressar-se através de algo humano como a arte. Infelizmente a nossa sociedade, dividida, dicotomizada, e departamentalizada não enxerga no artista, por exemplo, um trabalhador, mas ele é. Talvez, também, lá na empresa em que você trabalha não aja espaço, afinal os departamentos são tantos, para você mostrar seu talento de liderança, mas já pensou em ser síndico, ou em organizar uma ONG? Talvez você não ganhe nada fazendo isto, mas com certeza estará usando o seu talento em algo útil. Não existe talento inútil, existe apenas talento fora de época ou tentando se amoldar a alguma atividade remunerada. Gosta de dançar, é um pé de valsa ou de hip hop? Vai ensinar a galera robotizada a soltar o corpo lá na comunidade perto da tua casa. Você vai usar o teu talento e vai se divertir também e aprender novos passos com a molecada.
A gente reclama do mundo, mas se esquece dos múltiplos talentos que temos, deveríamos usá-los. Ama escrever?Faça um blog. Gosta de cozinhar? Venda seus pratos preferidos no final de semana para os vizinhos que odeiam botar o pé na cozinha, e talvez você ainda possa ganhar um dinheirinho.
Nos ensinaram a restrição, a lobotização, e se esqueceram de dizer que: Você tem talentos sim. E o que é um talento? É aquilo que você faz melhor do que os outros, e com o pé nas costas, como por exemplo: cozinhar, dançar, fazer contas, saber eventos históricos, ter um tino para curar…enfim, são tantos. Então arregace as mangas e não confunda dinheiro com talentos. E cá pra nós você pode até ganhar uma grana com isto.
Você reparou que este texto está repleto da palavra “talvez”? É isto mesmo, a vida é repleta de incertezas, que são as portas e possibilidades. O Fernando Pessoa tinha uma frase ótima e bem conhecida: Navegar é preciso, viver não é preciso. Para viver não há precisão alguma, não há marcadores ou instrumentos de precisão como na navegação. A vida se abre na medida que estamos abertos à diversidade de nossos talentos.
Suely Pavan – www.pavandesenvolvimento.com.br
| | Comentar »O Perfil Profissional Que As Empresas Procuram No Mercado
Artigo publicado na revista Estudos e Negócios , a matéria escrita por Arnaldo Hase comenta com perguntas e respostas em uma mesa-redonda aberta que tratou este assunto. Um dos convidados foi a Professora Paulette Alberis Alves de Melo, considerei muito oportunos seus comentários para a realidade atual e fiz um resumo.
Com relação a quais são as características desejadas pelas empresas do Brasil em relação ao perfil profissional, a professora Paulette comentou:
Os profissionais precisam ter competências que sejam canalizadas para a geração de negócios para a empresa. São pré-requisitos: agilidade, coletividade e capacidade de gerar valor agregado ao produto. O profissional hoje precisa ser multifuncional, ter habilidade para trabalhar em equipe e ter uma série de atitudes resultantes de uma vertente ética pesada. Que seja capaz de compatibilizar inteligência, experiência e expertise, transformadas em valores éticos, e que tenha uma visão global mesmo que ele não trabalhe fora do país. Ao lado disso, ele precisa ser capaz de entender as estratégias de sua empresa, capaz de se auto-liderar a ponto de fazer parte dos grandes desafios que as empresas enfrentam, que são produzir mais com cada vez menos recursos de forma sustentável, recorrente, com responsabilidade social e respeito ao meio-ambiente. Estes são os caminhos que temos que tentar completar. Isso é o que cada um de nós terá que prover para garantir a própria empregabilidade. Eu preciso de uma empresa que seja socialmente justa, ambientalmente responsável e economicamente viável.
Quando olhamos para a realidade das empresas, precisamos de alguém que seja capaz de se auto-liderar para poder remar contra a correnteza e ser ético; garantir a sobrevivência da sua empresa e gerar valores de forma recorrente sustentável, de forma a gerar cada vez mais resultados com cada vez menos recursos. Cidadania, responsabilidade social e mais respeito ao meio-ambiemte.
E como eu me capacito para garantir isso para a minha empresa? Investindo no meu auto-desenvolvimento. O profissional precisa ter um nível de compromisso emocional tal que consiga auto-liderança, enriquecendo a si próprio, enriquecendo o ambiente e fazendo um ciclo contínuo.
De fato, pela primeira vez as pessoas têm na história a oportunidade de se auto-liderar, por isso precisamos buscar conhecimento e investir em nós próprios. Gerar as atitudes, expertise, o trabalho em equipe, energia e compromisso emocional a partir de ‘mim’. E fazer com que isso se transforme em compromisso social. Desafios que são do nosso tamanho e que nós podemos confrontá-los. Nós somos capazes.
As empresas contratam pela atitude, porque as atividades somos capazes de desenvolver. Precisamos sair da descrição do cargo e ir para a ação. É a atitude emocional que faz a diferença. O quanto de amor eu coloco no trabalho.
Muitas vezes o profissional se prepara com seus estudos, pós-graduação, cursos, idiomas e quando chega ao seu objetivo dentro de uma empresa, se acomoda. Nós temos que estar sempre atentos para o fato de estarmos vivendo no século da velocidade. A neurose da velocidade está sendo paradigmática para nós, mas em relação a pessoas, tenho que plantar e regar todos os dias. Isso que o profissional que entra na empresa tem que saber: tem que plantar e regar durante muito tempo.
É assim que quando olhamos para um cenário de incertezas, bate aquele medinho, aquela coisa de “para onde eu vou, será que estou no caminho certo?”…. Vou citar a frase de um filósofo: “Vá na direção em que seu medo cresce”. Você tem medo?.. Encare e brigue com coragem.
A professora Paulette Alberis Alves de Melo é formada em direito, pós-graduada em Administração de Instituições Financeiras pela FGV, MBA em Gestão Empresarial também pela FGV, mestre em Administração pela Universidade IMES, superintendente regional do ABC do grupo Santander Banespa, professora da FGV/Strong, e atuante por 10 anos como presidente da ONG “trabalhando com Responsabilidade Social”.
| | Comentar »Faculdade: Vale A Pena Escolher Curso Para Manter O Emprego?
Por necessidade ou em busca de independência financeira, é cada vez mais comum encontrar jovens recém-formados ou ainda cursando o Ensino Médio no mercado de trabalho. Por conta disso, não raro, muitos desses jovens acabam escolhendo o curso de graduação pensando em manter ou crescer no emprego atual, mas será que vale a pena?
De acordo com especialistas, antes de tomar qualquer decisão, o candidato deve pensar se realmente gosta daquilo que faz atualmente e se consegue se ver naquele ramo de atuação futuramente. Caso contrário, alertam, a pessoa pode tornar-se um profissional frustrado.
“Irá valer a pena se o indivíduo realmente se vê naquele ramo de atuação, seguindo aquela carreira. Ou seja, se está de acordo com seu perfil e com o que ele quer para o seu futuro a longo prazo”, observa a consultora de RH (Recursos Humanos) do Grupo Soma, Juliana Saldanha de Castro.
A orientadora educacional do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola), Idamar Carpinelli, concorda, mas acrescenta outra visão: “Se o problema for financeiro, talvez, valha a pena a pessoa utilizar essa experiência para criar novas oportunidades futuramente”.
Antes de escolher, que atitudes tomar?
Ainda segundo as especialistas, antes da escolha, também vale a pena conversar com os superiores no emprego atual. Contudo, na opinião de Idamar, esta não deve ser a única fonte de informação do profissional: feiras de curso e orientação vocacional, por serem imparciais, também podem dar um bom auxílio.
Além disso, independentemente da pessoa já trabalhar ou não, na hora de optar por uma carreira, ela deve considerar o seu perfil, as habilidades que quer desenvolver, as matérias que irá estudar e quais as possibilidades de atuação daquela carreira.
“A pessoa não deve escolher pensando somente no salário ou na empregabilidade, pois o mercado muda (…) Se for um bom profissional, no geral, ela se destacará na carreira que escolher”, diz Idamar.
Trabalhando e estudando
Por fim, orienta Juliana, passado o período da escolha e chegada a hora de trabalhar e estudar, o novo universitário deve ter disciplina para que nem a faculdade nem o emprego sejam prejudicados, devendo, para isso, administrar o tempo de forma adequada.
“Trabalhar e estudar ao mesmo tempo requer uma habilidade muito grande em saber administrar suas prioridades, pois nenhum dos dois deve ser prejudicado. Muitas vezes, quando estamos trabalhando, deixamos o desempenho acadêmico em segundo plano e isso, a longo prazo, pode ser muito prejudicial, uma vez que o conhecimento deixado de lado naquele momento pode ser fundamental em uma oportunidade futura”.
Gladys Ferraz Magalhães – InfoMoney
| | Comentar »Dez Princípios Da Gestão De Redes De Negócios
1. Ganha-Ganha
Qualquer relação que não resulte em ganhos mútuos justos e previamente acordados, acabará resultado em relação de perdas num momento futuro. Veja oportunidade nas pessoas ao invés de risco. A rede é poderosa e igualmente generosa para que planta a boa semente.
2. Servir para ser servido
É dando que se recebe. Toda conversa se inicia com a seguinte pergunta: “O que posso fazer por você ?” ao invés do raciocínio comum tipo “O que eu ganho com isso agora?” Resista a tentação de pedir e/ou vender no primeiro contato. Ofereça valor tangível e alguma forma de cortesia que leve a uma experiência consigo dentro de sua área de expertise.
3. Reciprocidade
Complementando o ponto acima, o parceiro deve retribuir a gentileza não apenas na pergunta de abertura como também na ação na brevidade do possível.
4. Minha rede x Sua rede
Você não se relaciona com uma pessoa apenas mas com a rede de contatos dessa pessoa através da mesma. Colecione experiências positivas com as pessoas e os negócios se acelerarão. É praticamente impossível saber “quem conhece quem”. Portanto, faça o bem não importa a quem e acredite na generosidade da vida.
5. Fórmula da Riqueza = Valor x Alavancagem
Os valores são tangíveis (qualidade, preço, atendimento, entrega, embalagem etc..) e intangíveis (ética, moral, compromisso, honra, respeito etc…). Portanto, o valor reside na pessoa física e/ou jurídica. A alavancagem reside na rede de negócios e nos diversos mecanismos de aceleração que as tecnologias nos oferecem. Vale lembrar que quando o valor é destruído, percebemos que a fórmula se inverte pois a rede de negócios se volta contra a pessoa levando ao empobrecimento. Conclusão: a riqueza reside em adicionar cada vez mais valor a sua rede de negócios. A beleza dessa simples idéia é o entendimento de que tanto a riqueza quanto a pobreza começa e reside em cada um de nós seja pessoa, empresa ou mesmo país.
6. Expansão das Redes
Deve ser feita de forma contínua. Seja ela aleatória ou focada em objetivos de curto prazo. Seja no mundo real e/ou em combinação com o mundo virtual. Seja em eventos corporativos, seja em eventos ao ar livre. O importante é que exista um calendário de atividades nesse sentido com metas a serem batidas.
7. Lei da Atração
O que faz com que o seu nome e/ou atividade profissional atraia a atenção das pessoas a ponto delas lhe procurarem ? Qual é a sua presença nos meios de comunicação de todos os tipos ? Qual é sua proposta única de valor ? Como ela é comunicada ao seu público alvo ?
8. Interdependência
Somos todos interdependentes nos dias de hoje. Toda ação leva a uma reação em algum momento. Toda atitude tem conseqüências. Boas ou más. Depende da semente que cada um plantou. O mundo está cada vez menor, plano e sem fronteiras. Todos conhecem a reputação de todos a cada minuto que passa.
9. I.C.S.A. R.
Sempre levo o ICSAR quando me relaciono com qualquer pessoa. Ele me ajuda a manter o foco nas oportunidades mais efetivas na medida em que a rede de contatos se expande rapidamente.
Identificação: olhando as palavras chaves, o que temos em comum?
Complementaridades: como podem nossas habilidades, conhecimentos e experiências complementar um ao outro?
Sinergias: como pode a soma de nossas habilidades, conhecimentos e experiências fazer com que 1+1 = 3?
Alavancagem: como podemos acelerar o nosso crescimento e riqueza exponencialmente trabalhando juntos e com um mí¬nimo de esforço?
Ressonância: (também conhecido como quí¬mica) quanto de nossos valores, princí¬pios, crenças, paixões, propósitos e energia ressoam na mesma freqüência? Caso a ressonância não seja agradável, recomendo descontinuar os entendimentos baseado em experiência pessoal.
10. Hábito
Por fim, gestão de redes de negócios é um hábito saudável de falar, escrever, agir, pensar como qualquer outro. Deve ser cultivado todos os dias e em todas a diferentes formas de contato possível com qualquer interlocutor a qualquer tempo e local.
| | Comentar »Como Fazer Um Networking Vencedor?
Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova
Saiba quais são os benefícios de fazer networking em inglês
Confira 14 dicas para construir um networking adequado
Dica de marketing pessoal: veja como abordar corretamente seu networking
Vamos imaginar uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo “Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu…”. Bem, você NÃO sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como…
Você dá “corda” para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos “velhos tempos”, pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente… Quando chega o momento adequado, ele dá o “bote”. Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?
Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como NÃO fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, mas na embaraçosa situação do “amigo” que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa…
Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de “surto nostálgico”.
A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma “regra principal” do networking vencedor, diria algo como “faça ANTES de precisar”. Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser “interessado” e não “interesseiro”) e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos “amigos” apenas quando está em dificuldades.
Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um “alô” para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor nada de e-mails coletivos com mensagens “bonitinhas” ou as infames “correntes”) é uma medida muito salutar. Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse.
Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuamos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade “da sua vida”.
Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretensiosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de “fazer antes de precisar”.
Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está “na pior” é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la AGORA. Não espere o momento em que vai precisar dela.
André Massaro é consultor de finanças, criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit® e atua como trader independente de derivativos na bolsa de valores. É autor do livro MoneyFit (Editora Matrix).
| | Comentar »Os Benefícios Intangíveis Dos Cursos de MBA
Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles
A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.
Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles. Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam – como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.
Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso.
Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:
- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;
- Aprender a pensar “fora da caixa”. O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela;
- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;
- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações;
- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade.
Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.
Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.
| | Comentar »Vinte e Cinco Dicas Para Se Dar Bem Na Carreira
Quem pensa que contatar pessoas somente em redes sociais ou distribuir cartões corporativos são garantias para um bom networking, está enganado! Veja dicas para um networking de qualidade
Você sabia que 70% das contratações são resultados de um bom networking? Foi exatamente o que apontou o estudo feito pela Right Management, consultoria organizacional especializada em gestão de talentos e carreira. O estudo revelou que manter uma rede de relacionamento pode fazer a diferença no momento de realizar novos negócios e, principalmente, procurar um emprego.
A justificativa para isso se deve a confiança que uma indicação proporciona para alguma determinada oportunidade. A crescente necessidade das empresas em acertar na escolha dos profissionais que vão integrar suas equipes facilita as indicações, pois, quando um profissional vem indicado, ganha, de certa forma, a “chancela” de outro profissional sobre sua capacidade.
Mas, embora muito se fale sobre networking é comum encontrar pessoas que não sabem exatamente como por em prática o seu, ou como exatamente funciona isso.
Segundo Carmem Velloso, consultora de gestão de carreiras da Right Management, “o networking se traduz na troca de informações que podem acontecer em qualquer ambiente, seja no trabalho, no curso de idiomas ou em uma roda de amigos”.
Para a jornalista e especialista em marketing Clarice Pereira, da LINK Portal da Comunicação é importante que essa troca de informações aconteça de maneira informal e a pessoa esteja disposta tanto a “doar” quanto a “receber”. “Converse, troque ideias, se apresente, explique os seus objetivos e tenha certeza que a pessoa que está recebendo as informações compreendeu seus objetivos e a sua atuação profissional” explica Clarisse.
Cultivar o Networking
Uma dica apontada pela consultora da Right, Carmem Velloso, é dar continuidade ao relacionamento após a troca de informações. Cultivar o networking, ainda que o profissional esteja empregado, é uma alternativa para estar bem informado, além de transmitir suas reais habilidades para outras pessoas, assim como seus interesses.
Mesmo com a correria do dia a dia e o acumulo de tarefas, os profissionais acabaram criando novos hábitos para a troca de informações. A internet pode ser um meio de contato com novas pessoas, as redes sociais provam isso. Porém, se achar que adicionar simplesmente contatos sem nenhum critério aumenta seu poder de relacionar-se no mundo analógico, você pode sofrer alguma decepção.
Por isso, é importante que o profissional não negligencie os encontros pessoais. “Usar a tecnologia e a disseminação das redes sociais é importante sem dúvida, mas o contato presencial continua sendo a melhor maneira de aplicar o networking. Reserve um horário para rever àquela pessoa que não encontra há algum tempo” aconselha Carmem Velloso.
A especialista Clarisse Pereira revela também que não é de bom grado procurar as pessoas apenas quando precisa de um favor. “Ao invés de passar uma imagem positiva, a atitude pode causar uma impressão contrária”, avalia. “Ganhar a confiança do outro leva tempo e investimento pessoal”, acredita. Por isso fica difícil cultivar um relacionamento verdadeiro com centenas e milhares de pessoas simultaneamente. Nesses casos, as relações serão superficiais e no momento necessário, esses contatos não se motivarão por sua causa.
Quantidade não é qualidade
Vale lembrar que quantidade não é sinônimo de qualidade e este conceito pode ser aplicado aos sites de relacionamento. Segundo Carmem Velloso, na lista de contatos deve constar pessoas com as quais exista uma relação de troca de informação. “Construa boas histórias com as pessoas, essa é a melhor receita para gerar boas memórias sobre você.”, afirma à executiva.
Reuniões, palestras, cursos, eventos, conferências, atividades de lazer, entre outras formas de aproximação, são algumas formas para se construir relacionamentos duradouros.
Vejam dicas das duas consultoras para construir um networking adequado e se dar bem na carreira:
1) Estabeleça um link de relacionamento (um assunto em comum) com o outro contato;
2) Cuide para ser uma pessoa interessante. Isso inclui ler, ir ao teatro, cinema, estar bem-informada, etc.
3) Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;
4) Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;
5) Conduza a conversa;
6) Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação corretamente.
7) Certifique-se de que a pessoa entendeu as suas intenções;
8) Seja você mesmo;
9) Partilhe idéias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;
10) No primeiro contato por telefone, pergunte da disponibilidade do ouvinte em falar com você naquele momento. Caso a pessoa esteja ocupada, ligue novamente. Há pessoas que esquecem de retornar a ligação;
11) Mantenha o canal aberto para novos contatos;
12) No caso da busca por uma oportunidade de trabalho, tenha controle das pessoas com quem conversou; quando e o que foi dito;
13) Cuide da história que você está construindo;
14) Mantenha atualizada sua rede de contatos;
15) Planejar é fundamental;
16) Saiba quais os eventos que acontecem sobre o tema, e se possível, esteja presente;
17) Estude o assunto para não cometer gafes;
18) Não fale mal dos outros;
19) Quando abordar uma determinado assunto, seja claro e natural;
20) No caso de precisar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções;
21) Marque presença junto à sua rede de relacionamentos;
22) Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo, lembre-se que a relação é de troca;
23) Tenha à mão seus cartões pessoais;
24) Entenda um pouco de tudo e não se restrinja apenas à sua área profissional;
25) A sua dica!
Queremos saber o seu conselho na busca de conquistar uma carreira de sucesso.
administradores.com.br
| | Comentar »
